A edição de terça-feira (30) do Diário Oficial do Município trouxe o sancionamento da Lei nº 15.733/2025, que estabelece o Orçamento de Ponta Grossa para o exercício financeiro de 2026. A norma foi aprovada em sessão extraordinária da Câmara Municipal no dia 8 de dezembro e sancionada pela prefeita Elizabeth Schmidt.
De acordo com o texto publicado, a cidade prevê uma receita bruta de R$ 2.205.469.876,24 para o próximo ano. Após as deduções legais, a receita líquida estimada fica em R$ 2.052.687.813,63, valor que também fixa o limite das despesas municipais para 2026.
O orçamento está dividido em três grandes blocos:
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Orçamento Fiscal, que soma R$ 1.541.903.711,91 e contempla despesas de secretarias, fundos e órgãos da administração direta e indireta;
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Seguridade Social, com R$ 510.679.101,72, destinado às áreas de saúde e assistência social;
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Investimentos, com R$ 105 mil.
Entre as áreas com maior volume de recursos previstos estão Educação (R$ 541 milhões), Saúde (R$ 400,9 milhões), Transporte (R$ 263,6 milhões), Gestão Ambiental (R$ 131,4 milhões) e Serviços Públicos (R$ 220,3 milhões).
O texto também autoriza o Executivo a abrir créditos adicionais suplementares de até 20% do orçamento total ao longo do ano, bem como realizar operações de crédito previstas na legislação municipal. Além disso, traz regras sobre remanejamentos, execução das emendas impositivas e prazos para envio da programação financeira e de informações mensais pelas secretarias.
A nova lei orçamentária entra em vigor no dia 1º de janeiro de 2026, estruturando as diretrizes financeiras que nortearão os gastos públicos ao longo do ano. A expectativa agora é que o dinheiro público seja bem investido e supra as necessidades da população ponta-grossense, visto que, para muitos, a segurança, a saúde e a infraestrutura deixam a desejar mesmo com um orçamento suficiente.




