A troca de dívidas acumuladas pelo regime chavista com o Brasil por ativos petrolíferos na Venezuela é uma das opções estudadas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para viabilizar o retorno da Petrobras ao país vizinho.
Uma das possibilidades já cogitadas pelo governo Lula, de olho nesses ativos, é trocar dívidas acumuladas pelo país vizinho por calotes aos empréstimos feitos na década passada pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
A Venezuela deixou de pagar esses financiamentos, que foram cobertos pelo FGE (Fundo de Garantia à Exportação) e assumidos pelo Tesouro Nacional. A dívida chega a US$ 1,8 bilhão – o equivalente a quase R$ 10 bilhões pela taxa de câmbio atual – e o governo brasileiro avalia que existem chances remotas de pagamento no curto prazo.
Por isso, uma ideia levantada foi trocar esse valor por participações acionárias em ativos venezuelanos.




