Flávio Bolsonaro promete fim da reeleição e reforma política em plano de governo
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Flávio Bolsonaro promete fim da reeleição e reforma política em plano de governo

13/08/2026 | 18:53 Por Redacao

Candidato do PL à Presidência defende mandato único para presidente e afirma que projeto apresentado é de país, e não de poder

O senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, registrou em seu plano de governo que a reforma política será uma das prioridades de sua gestão. O documento também apresenta a proposta de acabar com a possibilidade de reeleição para o cargo de presidente da República.

No plano, intitulado “Para o Brasil Vencer o Atraso”, Flávio afirma que a proposta representa um projeto de país.

“Propomos o fim da reeleição para o cargo de Presidente da República. Ao contrário do PT, o nosso projeto é de país, não de poder”, afirma o documento.

Plano critica perpetuação de políticos e capitalismo de compadrio

O plano de governo também critica o que classifica como a perpetuação de políticos de “meia-entrada” e o chamado “capitalismo de compadrio”.

Flávio defende que os partidos políticos tenham maior definição em relação aos seus programas e mais densidade política.

Segundo o documento, a reforma política é considerada urgente e deverá receber prioridade durante uma eventual gestão.

Candidato defende mudanças no sistema político

O plano afirma que o atual modelo favorece a perpetuação de políticas de “meia-entrada”, o capitalismo de compadrio e a falta de atenção às necessidades básicas da população.

Flávio também sustenta que apenas reduzir o número de partidos políticos não seria suficiente para solucionar os problemas do sistema.

Na avaliação apresentada no documento, as legendas precisam ter, de fato, “nitidez programática e densidade”.

Proposta busca aproximar eleitores e eleitos

Outro ponto destacado no plano é a necessidade de ampliar a representatividade e aproximar os eleitores dos políticos eleitos.

“O foco deve ser a representatividade e a proximidade entre o eleitor e o eleito, superando o sistema atual em que a desconexão perdura ao longo de toda a legislatura de quatro anos”, defende o documento.