Marcelo Bessa deixou a equipe de defesa do ex-presidente após desistência de pedido para suspender pena de 27 anos e três meses
O advogado Marcelo Bessa, do escritório Ávila de Bessa, deixou nesta quinta-feira (24) a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo sobre a trama golpista que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).
A saída ocorreu após a equipe de advogados desistir de um pedido para suspender a pena de Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Pedido foi retirado poucas horas após protocolo
O requerimento havia sido protocolado nesta quinta-feira no âmbito de um pedido de revisão criminal que tramita no Supremo. Menos de três horas depois, porém, a defesa recuou e desistiu do pedido de suspensão da pena.
A desistência ocorreu em meio a divergências entre os advogados que representam Bolsonaro nos processos em andamento no STF.
Escritório deixa o caso
Após o recuo, a defesa comunicou a saída de Marcelo Bessa. Em nota, a equipe informou que o processo relacionado à trama golpista ficará, a partir de agora, sob responsabilidade dos advogados que atuaram na defesa do ex-presidente durante a ação penal.
Segundo a nota, a decisão representa uma reavaliação da estratégia da defesa. Com isso, o pedido de liminar foi retirado para que os advogados responsáveis pela defesa durante a ação penal possam avaliar as próximas medidas.
O escritório Ávila de Bessa informou que não continuará atuando no caso.
Atuação de Marcelo Bessa
Advogado do PL, Marcelo Bessa já participou das defesas de Jair Bolsonaro e do presidente do partido, Valdemar Costa Neto.
Bessa também integrou o jurídico da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente e candidato à Presidência.





