Endividamento do Governo Federal, INSS e governos estaduais e municipais alcançou R$ 11,1 trilhões no mês
A Dívida Bruta do Governo Geral atingiu 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em agosto de 2026, o equivalente a R$ 11,1 trilhões.
O resultado representa um aumento de 0,3 ponto percentual do PIB em relação ao mês anterior.
Juros nominais influenciam resultado
A evolução mensal foi determinada principalmente pelos juros nominais apropriados, que contribuíram com 0,8 ponto percentual. A desvalorização cambial teve impacto de 0,1 ponto percentual, enquanto o efeito da variação do PIB nominal foi de -0,5 ponto percentual.
No acumulado do ano, a Dívida Bruta do Governo Geral registrou avanço de 4,2 pontos percentuais.
A alta no período resultou da incorporação de juros nominais, que acrescentaram 6,5 pontos percentuais, das emissões líquidas de dívida, com impacto de 1,5 ponto percentual, do crescimento do PIB nominal, que contribuiu com -3,6 pontos percentuais, e do efeito da valorização cambial, de -0,2 ponto percentual.
Setor público consolidado registra déficit
O setor público consolidado, formado por União, estados, municípios e empresas estatais, registrou déficit de R$ 10 bilhões em agosto.
No mês, os governos regionais e as empresas estatais apresentaram superávit.
- Governo central: déficit de R$ 14,7 bilhões;
- Governos regionais: superávit de R$ 2,7 bilhões;
- Empresas estatais: superávit de R$ 2 bilhões.





