Uma gestante de 28 anos deu à luz após ser transferida em Ponta Grossa, depois de a família relatar cerca de 13 horas de espera por uma definição sobre o parto. O caso foi divulgado neste domingo (25) e levantou questionamentos sobre a disponibilidade de atendimento obstétrico na cidade.
Segundo reportagem do BnT Online, Thalys de Lima estava no nono mês de gestação quando a bolsa amniótica rompeu pouco depois da meia-noite de sábado (24). A família relatou que ela sentia dores e contrações enquanto aguardava uma definição no Hospital Universitário Materno Infantil (HUMAI), conhecido como Hospitalzinho.
Ainda conforme o relato, diante da dificuldade para conseguir transporte naquele momento, a gestante precisou recorrer a um carro por aplicativo. Durante a espera, ela teria recebido acompanhamento médico, com avaliações dos batimentos cardíacos do bebê e administração de medicamentos para prevenir possíveis infecções.
Após a família procurar a imprensa para relatar a situação, uma vaga foi encontrada na noite de sábado, permitindo a transferência. Thalys passou por uma cesariana e deu à luz Heitor Guilherme Godoi Veigant.
O nascimento trouxe alívio aos familiares, que haviam demonstrado preocupação com a demora e a falta de uma definição para o parto.
Até a publicação da reportagem consultada, não havia esclarecimento oficial sobre os motivos da espera relatada pela família. O caso reforça a importância de apurar as condições de acesso às vagas obstétricas e de garantir informações claras aos pacientes e acompanhantes.
A família celebrou a chegada do bebê após os momentos de apreensão.





