PUBLICIDADE

Carregando…

Castro

Ouça agora:

Search
Close this search box.

Castro
11º, 14º

Ouça agora:

Search
Close this search box.
Empresas afetadas por tarifa dos EUA ou guerra no Oriente Médio já podem pedir crédito

Compartilhe:

Plano Brasil Soberano disponibiliza R$ 22,6 bilhões em financiamentos para empresas impactadas pelo comércio exterior e setores estratégicos

BNDES abre protocolo para empresas

Empresas afetadas pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros ou pelos impactos da guerra no Oriente Médio já podem se habilitar a financiamentos do Plano Brasil Soberano.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abriu nesta quinta-feira (17) o protocolo para que empresários possam solicitar a habilitação ao programa, que disponibiliza R$ 22,6 bilhões em crédito.

A iniciativa também contempla empresas de setores considerados indispensáveis, como fertilizantes e minerais críticos.

Recursos chegam a R$ 22,6 bilhões

O pacote de crédito é composto por R$ 13,5 bilhões em recursos do Tesouro Nacional e R$ 9,1 bilhões do BNDES, banco estatal vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Os financiamentos poderão ser utilizados para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e projetos de investimentos.

As taxas de juros variam de 4,3% a 17,5% ao ano. As condições dependem de fatores como o porte da empresa e a finalidade dos recursos.

Terceira fase do Brasil Soberano

Esta é a terceira fase do Plano Brasil Soberano, programa iniciado em meados de 2025 como medida de apoio às empresas brasileiras afetadas pelas sobretaxas impostas pelos Estados Unidos.

A segunda versão foi lançada em março de 2026 e passou a incluir negócios impactados pela guerra no Oriente Médio.

Na terceira fase, três grupos de empresas podem ter acesso ao crédito, conforme as regras estabelecidas pelo governo.

Quem pode ter acesso ao crédito

Grupo 1: exportadoras de bens e seus fornecedores afetados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos.

Grupo 2: empresas de setores industriais relevantes para o comércio exterior ou considerados estratégicos para a transição para uma economia de baixo carbono.

Grupo 3: exportadoras de bens e seus fornecedores que comercializam produtos para países do Golfo Pérsico.

O terceiro grupo inclui empresas que exportam para Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Omã.

Entre os setores contemplados no Grupo 2 estão os segmentos têxtil, químico, farmacêutico, automotivo, de minerais críticos e de máquinas e equipamentos.

Empresas precisam cumprir condições

Para empresas afetadas pelas tarifas dos Estados Unidos ou pelo conflito no Oriente Médio, é necessário cumprir algumas condicionantes para ter acesso ao financiamento.

Entre os requisitos está a necessidade de pelo menos 1% do faturamento da empresa ser proveniente do comércio com os países envolvidos.

Os empresários podem consultar a elegibilidade da empresa por meio do site do programa.

Compartilhe:

PUBLICIDADE

Últimas notícias

Caminhão pega fogo e bloqueia trecho da BR-376 em Guaratuba
Mensagens de Vorcaro revelam relações com Yasmin Brunet, Luciano Huck e Roberto Justus
Governo aprova R$ 6,7 bilhões para obras de recuperação após desastres no RS
Cinco são presos após roubo de carga de presunto avaliada em R$ 500 mil no Paraná
Luiza Erundina, aos 91 anos, é eleita deputada estadual em São Paulo

MZ Play

Acidente mata dois; veja vídeo
Gastronomia em Balneário Camboriú
Fenômeno Mundial na Internet Overdriver Duo faz show em Curitiba

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE