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	<title>Arquivo de AGU - Mz Notícias</title>
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	<title>Arquivo de AGU - Mz Notícias</title>
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		<title>Governo processa e pede R$ 500 milhões contra Discord por falhas na proteção de crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 21:02:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>AGU acionou a Justiça Federal e quer que plataforma adote medidas urgentes de segurança para proteger crianças, adolescentes e mulheres O Governo Federal, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), entrou com uma ação civil pública contra o Discord na Justiça Federal do Distrito Federal. A União pede medidas urgentes para aumentar a proteção de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="81" data-end="220"><strong data-start="81" data-end="220">AGU acionou a Justiça Federal e quer que plataforma adote medidas urgentes de segurança para proteger crianças, adolescentes e mulheres</strong></p>
<p data-start="222" data-end="507">O Governo Federal, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), entrou com uma ação civil pública contra o <strong data-start="328" data-end="339">Discord</strong> na Justiça Federal do Distrito Federal. A União pede medidas urgentes para aumentar a proteção de crianças, adolescentes e mulheres contra riscos dentro da plataforma.</p>
<p data-start="509" data-end="740">Além das medidas preventivas, o governo solicita que a empresa seja condenada ao pagamento de <strong data-start="603" data-end="648">R$ 500 milhões por danos morais coletivos</strong>. O valor, caso seja concedido, deverá ser destinado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.</p>
<h2 data-section-id="1m19ony" data-start="742" data-end="784">Negociação com a plataforma não avançou</h2>
<p data-start="786" data-end="910">A ação foi apresentada depois que as negociações para um <strong data-start="843" data-end="884">Termo de Ajustamento de Conduta (TAC)</strong> não chegaram a um acordo.</p>
<p data-start="912" data-end="1120">Segundo o governo, representantes da União mantiveram conversas com o Discord durante duas semanas, mas as propostas apresentadas pela empresa foram consideradas insuficientes diante dos riscos identificados.</p>
<h2 data-section-id="l9lwz4" data-start="1122" data-end="1166">Caso envolvendo adolescentes motivou ação</h2>
<p data-start="1168" data-end="1274">A urgência do processo ganhou força após um episódio ocorrido em <strong data-start="1233" data-end="1273">julho de 2026, no Mato Grosso do Sul</strong>.</p>
<p data-start="1276" data-end="1489">De acordo com as informações apresentadas pelo governo, uma adolescente de 13 anos morreu durante uma transmissão ao vivo em um servidor fechado da plataforma, após ser coagida e ameaçada por outros participantes.</p>
<p data-start="1491" data-end="1567">No mesmo contexto, uma jovem de 17 anos teria sido induzida à automutilação.</p>
<p data-start="1569" data-end="1802">As investigações da <strong data-start="1589" data-end="1607">Operação Lívia</strong>, deflagrada em 4 de agosto pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, apontaram que o Discord não teria identificado, interrompido ou comunicado as autoridades brasileiras sobre o episódio.</p>
<p data-start="1804" data-end="1906">As investigações também indicaram que uma criança de <strong data-start="1857" data-end="1867">7 anos</strong> vinha sendo aliciada pelo mesmo grupo.</p>
<h2 data-section-id="72hctq" data-start="1908" data-end="1948">Governo cita histórico de ocorrências</h2>
<p data-start="1950" data-end="2049">Na ação, a AGU afirma que o caso não seria isolado e cita outros episódios envolvendo a plataforma.</p>
<p data-start="2051" data-end="2324">Entre eles estão investigações relacionadas ao planejamento de um ataque contra uma escola em Cambé, no Paraná, em 2023; servidores investigados na Operação Dark Room; transmissão de violência em 2025; casos de automutilação juvenil e grupos utilizados para coagir menores.</p>
<p data-start="2326" data-end="2422">O governo também cita dados da SaferNet Brasil relacionados a denúncias envolvendo a plataforma.</p>
<h2 data-section-id="1tosdtq" data-start="2424" data-end="2464">Medidas podem ser exigidas em 15 dias</h2>
<p data-start="2466" data-end="2661">Com base no <strong data-start="2478" data-end="2514">ECA Digital (Lei nº 15.211/2025)</strong> e em regulamentações recentes sobre responsabilidade das plataformas, a União pede que a Justiça determine a adoção de medidas em até <strong data-start="2649" data-end="2660">15 dias</strong>.</p>
<p data-start="2663" data-end="2691">Entre as solicitações estão:</p>
<ul data-start="2693" data-end="3391">
<li data-section-id="adj46y" data-start="2693" data-end="2833"><strong data-start="2695" data-end="2720">Verificação de idade:</strong> adoção de mecanismos mais rigorosos para impedir que crianças criem perfis ou tenham acesso a conteúdos adultos;</li>
<li data-section-id="iz8u35" data-start="2834" data-end="2928"><strong data-start="2836" data-end="2860">Supervisão parental:</strong> vinculação das contas de menores de 16 anos a um responsável legal;</li>
<li data-section-id="1igcw4t" data-start="2929" data-end="3031"><strong data-start="2931" data-end="2957">Restrição de convites:</strong> limitação de convites para servidores privados em determinadas situações;</li>
<li data-section-id="1sc9sde" data-start="3032" data-end="3163"><strong data-start="3034" data-end="3061">Detecção em tempo real:</strong> sistemas capazes de identificar conteúdos relacionados a automutilação, suicídio e violência extrema;</li>
<li data-section-id="1isoqs4" data-start="3164" data-end="3258"><strong data-start="3166" data-end="3197">Combate à crueldade animal:</strong> mecanismos para identificar e moderar vídeos de maus-tratos;</li>
<li data-section-id="1qybhgv" data-start="3259" data-end="3391"><strong data-start="3261" data-end="3285">Estrutura no Brasil:</strong> representação legal e sede permanente no país, além de equipes de segurança com atendimento em português.</li>
</ul>
<p data-start="3393" data-end="3495">Caso as medidas sejam determinadas e não sejam cumpridas, a União pede <strong data-start="3464" data-end="3494">multa diária de R$ 500 mil</strong>.</p>
<h2 data-section-id="r1kshv" data-start="3497" data-end="3531">Discord ainda não se manifestou</h2>
<p data-start="3533" data-end="3658">O Discord possui receita anual global estimada em cerca de <strong data-start="3592" data-end="3611">US$ 750 milhões</strong>, equivalente a aproximadamente R$ 3,9 bilhões.</p>
<p data-start="3660" data-end="3786">A plataforma também enfrenta questionamentos judiciais nos Estados Unidos relacionados à segurança de crianças e adolescentes.</p>
<p data-start="3788" data-end="4048">No Brasil, a empresa afirma adotar mecanismos de segurança e moderação com uso de tecnologia e equipes especializadas. Um representante do Discord já reconheceu publicamente que a empresa não teria sido rápida o suficiente diante de algumas violações recentes.</p>
<p data-start="4050" data-end="4261">A ação apresentada pelo governo federal agora aguarda a análise do pedido de liminar pela Justiça Federal do Distrito Federal. Até a publicação da informação, o Discord não havia se manifestado sobre o processo.</p>
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		<title>CNJ extingue aposentadoria compulsória como punição máxima para magistrados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 18:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudança no regimento interno adapta normas à decisão do STF; perda do cargo dependerá de confirmação da Suprema Corte. CNJ altera regimento interno O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, nesta terça-feira (4), alterações em seu regimento interno que extinguem a aposentadoria compulsória como punição máxima para magistrados que cometerem infrações disciplinares. Com a mudança, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Mudança no regimento interno adapta normas à decisão do STF; perda do cargo dependerá de confirmação da Suprema Corte.</p>
<h2>CNJ altera regimento interno</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, nesta terça-feira (4), alterações em seu regimento interno que extinguem a aposentadoria compulsória como punição máxima para magistrados que cometerem infrações disciplinares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a mudança, a sanção mais grave passa a ser a <strong>disponibilidade com proposta de perda do cargo</strong>, adequando as normas internas à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<h2>Como funcionará a nova regra</h2>
<p class="isSelectedEnd">Quando um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) resultar na aplicação da penalidade máxima, o magistrado será imediatamente afastado das funções e permanecerá em disponibilidade, recebendo remuneração proporcional ao tempo de serviço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos casos em que a decisão for tomada por tribunais ou conselhos de instâncias inferiores, a penalidade deverá ser submetida ao reexame do CNJ.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se a punição for confirmada, o processo será encaminhado à Advocacia-Geral da União (AGU), que deverá ingressar com uma ação civil de perda do cargo perante o Supremo Tribunal Federal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Somente após decisão definitiva do STF, sem possibilidade de novos recursos, o magistrado perderá o cargo e deixará de receber remuneração.</p>
<h2>Mudança vale para processos em andamento</h2>
<p class="isSelectedEnd">A alteração será aplicada aos processos disciplinares em andamento e aos que forem instaurados futuramente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entretanto, a nova regra <strong>não autoriza a reabertura de processos já encerrados</strong> para modificar punições anteriormente aplicadas a magistrados aposentados compulsoriamente.</p>
<h2>Demais punições permanecem</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além da nova penalidade máxima, permanecem previstas no regimento as seguintes sanções disciplinares:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Advertência;</li>
<li>Censura;</li>
<li>Remoção compulsória;</li>
<li>Disponibilidade (sem perda do cargo);</li>
<li>Demissão de juízes não vitalícios.</li>
</ul>
<h2>Decisão segue entendimento do STF</h2>
<p class="isSelectedEnd">A atualização do regimento foi realizada para adequar as normas do CNJ ao entendimento firmado pelo STF, que considerou inadequada a aposentadoria compulsória como punição máxima.</p>
<p>Durante o julgamento, ministros da Suprema Corte defenderam que a antiga penalidade não atendia ao objetivo de responsabilização, uma vez que permitia ao magistrado permanecer recebendo proventos proporcionais ao tempo de serviço após o afastamento.</p>
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