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	<title>Arquivo de Chuvas - Mz Notícias</title>
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	<description>A informação que você precisa na hora certa!</description>
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	<title>Arquivo de Chuvas - Mz Notícias</title>
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		<title>Super El Niño pode atingir intensidade máxima entre outubro e dezembro e aumentar risco de temporais no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 16:45:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fenômeno deve provocar chuvas acima da média e elevar o risco de inundações, enxurradas e tempestades severas no estado O fenômeno climático El Niño está ganhando força no Oceano Pacífico Equatorial e pode atingir sua maior intensidade entre outubro e dezembro de 2026, com impactos significativos no Paraná. Segundo os dados apresentados, há mais de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="nwd50h" data-start="114" data-end="236">Fenômeno deve provocar chuvas acima da média e elevar o risco de inundações, enxurradas e tempestades severas no estado</h2>
<p data-start="238" data-end="434">O fenômeno climático <strong data-start="259" data-end="270">El Niño</strong> está ganhando força no Oceano Pacífico Equatorial e pode atingir sua maior intensidade entre <strong data-start="364" data-end="394">outubro e dezembro de 2026</strong>, com impactos significativos no Paraná.</p>
<p data-start="436" data-end="602">Segundo os dados apresentados, há mais de <strong data-start="478" data-end="502">90% de probabilidade</strong> de o evento alcançar uma classificação muito forte durante a primavera e o verão no Hemisfério Sul.</p>
<h3 data-section-id="jviyh2" data-start="604" data-end="645">Paraná pode ter chuvas acima da média</h3>
<p data-start="647" data-end="802">A influência do fenômeno deve se estender até o <strong data-start="695" data-end="725">primeiro trimestre de 2027</strong>, aumentando a possibilidade de períodos com chuvas acima da média no Paraná.</p>
<p data-start="804" data-end="950">As regiões <strong data-start="815" data-end="847">Oeste, Sudoeste e Centro-Sul</strong> estão entre as áreas que podem apresentar maior risco de inundações, enxurradas e tempestades severas.</p>
<h3 data-section-id="aoz54r" data-start="952" data-end="998">Aquecimento do Pacífico influencia o clima</h3>
<p data-start="1000" data-end="1169">Dados de monitoramento climático apontam que a temperatura da superfície do mar em áreas do Pacífico Equatorial chegou a <strong data-start="1121" data-end="1168">1,4°C acima da média climatológica em julho</strong>.</p>
<p data-start="1171" data-end="1438">O aquecimento também foi observado em camadas mais profundas do oceano, chegando a aproximadamente 200 metros. Esse aumento da temperatura do oceano influencia a circulação atmosférica e pode alterar os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do planeta.</p>
<h3 data-section-id="rokww9" data-start="1440" data-end="1476">Frentes frias podem ganhar força</h3>
<p data-start="1478" data-end="1680">O El Niño não significa que haverá chuva todos os dias. O fenômeno, porém, pode favorecer condições para que <strong data-start="1587" data-end="1629">frentes frias e áreas de baixa pressão</strong> atuem com maior intensidade sobre o Sul do Brasil.</p>
<p data-start="1682" data-end="1847">Os primeiros sinais de mudança no padrão climático já teriam sido observados durante o inverno no Paraná, antes do período previsto de maior intensidade do fenômeno.</p>
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		<title>Mais de 11 mil imóveis seguem sem energia no Paraná quase 24 horas após temporal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 16:22:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Copel]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
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		<category><![CDATA[Região Metropolitana de Curitiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No pico da tempestade, mais de 108 mil unidades consumidoras ficaram sem luz. Equipes da Copel seguem mobilizadas para restabelecer o fornecimento em todas as regiões afetadas. Fornecimento ainda não foi totalmente restabelecido Quase 24 horas após o forte temporal que atingiu o Paraná na manhã de quarta-feira (29), 11,5 mil unidades consumidoras ainda permanecem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">No pico da tempestade, mais de 108 mil unidades consumidoras ficaram sem luz. Equipes da Copel seguem mobilizadas para restabelecer o fornecimento em todas as regiões afetadas.</p>
<h2>Fornecimento ainda não foi totalmente restabelecido</h2>
<p class="isSelectedEnd">Quase 24 horas após o forte temporal que atingiu o Paraná na manhã de quarta-feira (29), <strong>11,5 mil unidades consumidoras</strong> ainda permanecem sem energia elétrica em diferentes regiões do estado.</p>
<p class="isSelectedEnd">No momento mais crítico da tempestade, aproximadamente <strong>108,7 mil imóveis</strong> tiveram o fornecimento interrompido devido aos danos provocados pelos ventos e pelas chuvas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Copel, equipes seguem trabalhando em campo para normalizar o serviço o mais rápido possível.</p>
<h2>Regiões mais afetadas</h2>
<p class="isSelectedEnd">Dos consumidores que ainda permanecem sem energia, a distribuição é a seguinte:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Região Metropolitana de Curitiba e Litoral: <strong>6,1 mil unidades consumidoras</strong>;</li>
<li>Centro-Sul: <strong>4 mil</strong>;</li>
<li>Noroeste: <strong>826</strong>;</li>
<li>Norte: <strong>236</strong>;</li>
<li>Oeste: <strong>76</strong>;</li>
<li>Sudoeste: <strong>15</strong>.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">Durante o temporal, a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral concentraram o maior número de desligamentos, chegando a <strong>55,4 mil imóveis sem energia elétrica</strong>.</p>
<h2>Temporal causou diversos transtornos</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além das interrupções no fornecimento de energia, a tempestade provocou queda de árvores, danos à infraestrutura urbana e dificuldades no trânsito em diversas cidades.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Grande Curitiba, os ventos intensos também afetaram a operação do Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais.</p>
<h2>Copel orienta população</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Copel orienta que a população mantenha distância de fios caídos, postes danificados e outras estruturas que possam oferecer risco de choque elétrico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em casos de falta de energia ou situações de risco, os consumidores devem registrar a ocorrência pelos canais oficiais de atendimento da companhia, como o aplicativo da Copel, site, WhatsApp, SMS ou telefone.</p>
<p>A empresa reforça que todas as equipes de manutenção permanecem mobilizadas para concluir o restabelecimento do fornecimento nas áreas ainda afetadas.</p>
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		<title>Tempestade com ventos acima de 80 km/h atinge o Paraná e provoca estragos em diversas regiões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sistema que avançou do Rio Grande do Sul provocou rajadas intensas de vento, destelhamentos, queda de árvores e deixou mais de 108 mil imóveis sem energia elétrica no Paraná. Temporal avança sobre o Paraná A tempestade que atingiu o Rio Grande do Sul e provocou tornados e chuva de granizo também chegou ao Paraná nesta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Sistema que avançou do Rio Grande do Sul provocou rajadas intensas de vento, destelhamentos, queda de árvores e deixou mais de 108 mil imóveis sem energia elétrica no Paraná.</p>
<h2>Temporal avança sobre o Paraná</h2>
<p class="isSelectedEnd">A tempestade que atingiu o Rio Grande do Sul e provocou tornados e chuva de granizo também chegou ao Paraná nesta quarta-feira (29), trazendo fortes rajadas de vento e causando transtornos em diversas regiões do estado.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), algumas cidades registraram ventos superiores a 80 km/h durante a manhã. O órgão informou que o mesmo sistema meteorológico que passou pelo Rio Grande do Sul alcançou o Paraná, porém com menor intensidade devido às diferenças nas condições atmosféricas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Climatempo também indicou maior risco de temporais nas regiões Centro-Sul, Centro-Oeste e Sudoeste do estado.</p>
<h2>Estado permaneceu sob alerta de temporais</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Simepar e a Defesa Civil emitiram um alerta para tempestades ao longo da quarta-feira (29), com previsão de chuva intensa em curto período, rajadas fortes de vento, descargas elétricas e possibilidade de granizo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo os órgãos, as condições poderiam provocar queda de árvores e galhos, alagamentos, destelhamentos, danos em plantações e interrupções no fornecimento de energia elétrica.</p>
<h2>Rajadas de vento superaram 120 km/h</h2>
<p class="isSelectedEnd">As maiores velocidades registradas até o fim da manhã foram:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Pico Marumbi: <strong>127,4 km/h</strong></li>
<li>General Carneiro: <strong>81,4 km/h</strong></li>
<li>Palmas (Distrito de Horizonte): <strong>77,4 km/h</strong></li>
<li>Laranjeiras do Sul: <strong>75,6 km/h</strong></li>
<li>Cascavel: <strong>72,7 km/h</strong></li>
<li>Ubiratã: <strong>71,6 km/h</strong></li>
<li>Paranaguá: <strong>68,8 km/h</strong></li>
<li>Ponta Grossa: <strong>67,7 km/h</strong></li>
<li>Fazenda Rio Grande: <strong>67,3 km/h</strong></li>
<li>Telêmaco Borba: <strong>55,1 km/h</strong></li>
<li>Guarapuava (Distrito de Entre Rios): <strong>55,1 km/h</strong></li>
<li>Cândido de Abreu: <strong>52,6 km/h</strong></li>
<li>Curitiba: <strong>52,2 km/h</strong></li>
<li>Lapa: <strong>51,5 km/h</strong></li>
</ul>
<h2>Estragos foram registrados em várias cidades</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em Laranjeiras do Sul, um barracão localizado na Vila Industrial foi destelhado. Parte da estrutura atingiu uma residência, mas ninguém ficou ferido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Ponta Grossa, o Corpo de Bombeiros registrou ocorrências de destelhamentos, com necessidade de distribuição de lonas para moradores atingidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na capital, Curitiba, foram registradas diversas quedas de árvores e galhos, além de destelhamentos. Um homem ficou ferido após ser atingido por um portão derrubado pela força do vento.</p>
<p class="isSelectedEnd">As condições meteorológicas também afetaram a operação do Aeroporto Internacional Afonso Pena, onde cinco voos sofreram alterações, sendo três cancelados e dois mantidos em espera até a melhora do tempo.</p>
<h2>Mais de 108 mil imóveis ficaram sem energia</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Companhia Paranaense de Energia (Copel) informou que os temporais provocaram interrupções no fornecimento de energia em todas as regiões do estado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por volta das 11h40, cerca de <strong>108,7 mil unidades consumidoras</strong> estavam sem energia elétrica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os desligamentos estavam distribuídos da seguinte forma:</p>
<ul data-spread="false">
<li>55,4 mil imóveis na Região Metropolitana de Curitiba e Litoral;</li>
<li>20,2 mil no Centro-Sul;</li>
<li>9,4 mil no Norte;</li>
<li>6,1 mil no Sudoeste;</li>
<li>3,9 mil no Noroeste;</li>
<li>3,1 mil na região Oeste.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">A Copel informou que todas as equipes de campo foram mobilizadas para restabelecer o fornecimento de energia o mais rapidamente possível.</p>
<h2>Previsão indica redução da instabilidade</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Simepar, a instabilidade perde força nesta quinta-feira (30).</p>
<p class="isSelectedEnd">A previsão aponta maior presença de nebulosidade entre a Serra do Mar e o Litoral, com possibilidade de chuva fraca e isolada ao longo do dia.</p>
<p>Nas regiões Oeste e Noroeste ainda poderão ocorrer pancadas rápidas de chuva devido ao aquecimento diurno, porém sem previsão de grandes acumulados. As temperaturas mais elevadas devem superar os 24°C nessas regiões.</p>
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		<title>Temporal deixa rastro de destruição e serviços seguem afetados na região de Ribeirão Preto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 18:56:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Abastecimento de Água]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
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		<category><![CDATA[Ventania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois dias após tempestade com ventos de até 122 km/h, cidades ainda enfrentam problemas no fornecimento de energia, água, trânsito e atendimento à população. A região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, continua contabilizando os prejuízos provocados pelo forte temporal que atingiu diversos municípios na madrugada de 24 de julho. Com rajadas de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/temporal-deixa-rastro-de-destruicao-e-servicos-seguem-afetados-na-regiao-de-ribeirao-preto/">Temporal deixa rastro de destruição e serviços seguem afetados na região de Ribeirão Preto</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="94" data-end="255"><strong data-start="94" data-end="255">Dois dias após tempestade com ventos de até 122 km/h, cidades ainda enfrentam problemas no fornecimento de energia, água, trânsito e atendimento à população.</strong></p>
<p data-start="257" data-end="612">A região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, continua contabilizando os prejuízos provocados pelo forte temporal que atingiu diversos municípios na madrugada de 24 de julho. Com rajadas de vento que chegaram a <strong data-start="476" data-end="488">122 km/h</strong> e cerca de <strong data-start="500" data-end="547">24 milímetros de chuva em apenas 20 minutos</strong>, o fenômeno causou destruição em larga escala e deixou um morto.</p>
<p data-start="614" data-end="851">Segundo meteorologistas, a tempestade foi provocada por uma sequência de <strong data-start="687" data-end="718">microexplosões atmosféricas</strong>, que derrubaram árvores, postes, torres de transmissão de energia e destelharam residências, empresas, hospitais e prédios públicos.</p>
<p data-start="853" data-end="1081">Diante da gravidade da situação, prefeituras da região decretaram situação de emergência. Em Ribeirão Preto, foi criado um gabinete de crise com apoio das Defesas Civis Estadual e Nacional para coordenar as ações de recuperação.</p>
<p data-start="1083" data-end="1145">O prefeito Ricardo Silva classificou o cenário como desolador.</p>
<blockquote data-start="1147" data-end="1217">
<p data-start="1149" data-end="1217">&#8220;Nós vamos ter muito trabalho pela frente. A situação é desoladora.&#8221;</p>
</blockquote>
<h2 data-section-id="xbr1pm" data-start="1219" data-end="1257">Energia elétrica ainda é prioridade</h2>
<p data-start="1259" data-end="1418">A rede elétrica foi um dos setores mais afetados pelo temporal. Dezenas de torres de transmissão ficaram danificadas e mais de <strong data-start="1386" data-end="1400">250 postes</strong> foram derrubados.</p>
<p data-start="1420" data-end="1576">No momento mais crítico da crise, praticamente toda a população de Ribeirão Preto ficou sem energia, após o desligamento de oito das 14 subestações da CPFL.</p>
<p data-start="1578" data-end="1715">Mesmo com centenas de equipes mobilizadas, milhares de imóveis ainda permaneciam sem fornecimento de energia elétrica neste domingo (26).</p>
<p data-start="1717" data-end="1852">A concessionária informou que os trabalhos seguem concentrados principalmente em <strong data-start="1798" data-end="1809">Guariba</strong>, cidade considerada uma das mais afetadas.</p>
<h2 data-section-id="1xg2z9y" data-start="1854" data-end="1898">Abastecimento de água e serviços públicos</h2>
<p data-start="1900" data-end="2028">A falta de energia comprometeu diretamente o abastecimento de água, já que diversas estações de bombeamento ficaram paralisadas.</p>
<p data-start="2030" data-end="2110">A normalização do fornecimento depende da recuperação completa da rede elétrica.</p>
<h2 data-section-id="14cdodb" data-start="2112" data-end="2160">Internet e telefonia também sofreram impactos</h2>
<p data-start="2162" data-end="2428">Além da energia, moradores enfrentaram dificuldades com serviços de telefonia e internet. O temporal danificou equipamentos de telecomunicações e provocou instabilidade em diversos municípios. Em alguns locais, emissoras de rádio também tiveram o sinal interrompido.</p>
<h2 data-section-id="1dlqm7b" data-start="2430" data-end="2456">Cenário de reconstrução</h2>
<p data-start="2458" data-end="2627">Equipes municipais, estaduais e federais seguem trabalhando para remover árvores, liberar vias, reconstruir estruturas danificadas e restabelecer os serviços essenciais.</p>
<p data-start="2629" data-end="2801" data-is-last-node="" data-is-only-node="">As autoridades afirmam que a recuperação será gradual, diante da dimensão dos estragos provocados por um dos temporais mais intensos registrados na região nos últimos anos.</p>
</div>
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<div class="pointer-events-none -mt-px h-px translate-y-(--scroll-root-safe-area-inset-bottom)" aria-hidden="true"></div>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/temporal-deixa-rastro-de-destruicao-e-servicos-seguem-afetados-na-regiao-de-ribeirao-preto/">Temporal deixa rastro de destruição e serviços seguem afetados na região de Ribeirão Preto</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
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		<title>Chuvas elevam risco de leptospirose no Paraná; Estado registra 170 casos e 12 mortes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
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		<category><![CDATA[Doença]]></category>
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		<category><![CDATA[Leptospirose]]></category>
		<category><![CDATA[MZ Notícias.]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Sesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Secretaria da Saúde alerta para os riscos de contato com água de enchentes e orienta a população sobre medidas de prevenção contra a doença. Matéria Os períodos de chuva e alagamentos aumentam o risco de transmissão da leptospirose, doença infecciosa causada por uma bactéria presente, principalmente, na urina de ratos. No Paraná, entre janeiro e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="100" data-end="256">Secretaria da Saúde alerta para os riscos de contato com água de enchentes e orienta a população sobre medidas de prevenção contra a doença.</p>
<p data-start="258" data-end="269"><strong data-start="258" data-end="269">Matéria</strong></p>
<p data-start="271" data-end="620">Os períodos de chuva e alagamentos aumentam o risco de transmissão da leptospirose, doença infecciosa causada por uma bactéria presente, principalmente, na urina de ratos. No Paraná, entre janeiro e junho de 2026, foram registrados <strong data-start="503" data-end="528">170 casos confirmados</strong>, <strong data-start="530" data-end="550">839 notificações</strong>, <strong data-start="552" data-end="580">47 casos em investigação</strong> e <strong data-start="583" data-end="596">12 mortes</strong> provocadas pela doença.</p>
<p data-start="622" data-end="840">Diante do cenário, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça o alerta para que a população adote medidas preventivas, principalmente em áreas atingidas por enchentes, onde a água e a lama podem estar contaminadas.</p>
<h2 data-section-id="dp069q" data-start="842" data-end="870">Como ocorre a transmissão</h2>
<p data-start="872" data-end="1021">A leptospirose é transmitida quando a água ou a lama contaminadas entram em contato com ferimentos na pele ou com as mucosas dos olhos, nariz e boca.</p>
<p data-start="1023" data-end="1300">Por isso, a principal recomendação é evitar o contato com áreas alagadas. Quando isso não for possível, é importante utilizar botas e luvas impermeáveis. Na falta desses equipamentos, sacos plásticos podem ser usados para proteger mãos e pés, reduzindo o risco de contaminação.</p>
<h2 data-section-id="t5g9yz" data-start="1302" data-end="1328">Sintomas exigem atenção</h2>
<p data-start="1330" data-end="1449">Os sintomas costumam aparecer entre <strong data-start="1366" data-end="1385">cinco e 14 dias</strong> após a exposição à bactéria, podendo surgir em até <strong data-start="1437" data-end="1448">30 dias</strong>.</p>
<p data-start="1451" data-end="1494">Entre os principais sinais da doença estão:</p>
<ul data-start="1496" data-end="1651">
<li data-section-id="y2uk3h" data-start="1496" data-end="1509">Febre alta;</li>
<li data-section-id="150rz6w" data-start="1510" data-end="1526">Dor de cabeça;</li>
<li data-section-id="gnguyk" data-start="1527" data-end="1579">Dores musculares, principalmente nas panturrilhas;</li>
<li data-section-id="1oi9jba" data-start="1580" data-end="1600">Náuseas e vômitos;</li>
<li data-section-id="pyv8nm" data-start="1601" data-end="1612">Diarreia;</li>
<li data-section-id="ua4emh" data-start="1613" data-end="1651">Icterícia (pele e olhos amarelados).</li>
</ul>
<p data-start="1653" data-end="1783">Ao apresentar esses sintomas após contato com água de enchentes ou lama, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente.</p>
<h2 data-section-id="bok6aw" data-start="1785" data-end="1816">Como prevenir a leptospirose</h2>
<p data-start="1818" data-end="1911">A Secretaria da Saúde recomenda algumas medidas simples para reduzir o risco de contaminação:</p>
<ul data-start="1913" data-end="2320">
<li data-section-id="1bm3rfh" data-start="1913" data-end="1959">Evitar contato com água e lama de enchentes;</li>
<li data-section-id="1sruyfy" data-start="1960" data-end="2041">Manter o lixo doméstico em sacos fechados e descartá-lo nos horários da coleta;</li>
<li data-section-id="s4f866" data-start="2042" data-end="2103">Manter quintais e terrenos limpos, sem acúmulo de entulhos;</li>
<li data-section-id="lkn1io" data-start="2104" data-end="2150">Armazenar alimentos em recipientes fechados;</li>
<li data-section-id="1cc713g" data-start="2151" data-end="2182">Consumir apenas água tratada;</li>
<li data-section-id="1j296l1" data-start="2183" data-end="2228">Manter caixas-d&#8217;água limpas e bem tampadas;</li>
<li data-section-id="1kmo3q1" data-start="2229" data-end="2320">Lavar o corpo com água e sabão o mais rápido possível após contato com água de enchentes.</li>
</ul>
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		<title>Vazão das Cataratas do Iguaçu chega a 9,1 milhões de litros por segundo e passarela é interditada</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/vazao-das-cataratas-do-iguacu-chega-a-91-milhoes-de-litros-por-segundo-e-passarela-e-interditada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cataratas do Iguaçu]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Copel]]></category>
		<category><![CDATA[Foz do Iguaçu]]></category>
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		<category><![CDATA[Parque Nacional do Iguaçu]]></category>
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		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aumento expressivo no volume de água, provocado pelas chuvas no Rio Iguaçu, levou ao fechamento preventivo da principal passarela de acesso às quedas. Vazão supera em seis vezes a média histórica As Cataratas do Iguaçu registraram, na manhã desta quinta-feira (23), uma vazão de 9,1 milhões de litros de água por segundo, volume seis vezes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Aumento expressivo no volume de água, provocado pelas chuvas no Rio Iguaçu, levou ao fechamento preventivo da principal passarela de acesso às quedas.</p>
<h2>Vazão supera em seis vezes a média histórica</h2>
<p class="isSelectedEnd">As Cataratas do Iguaçu registraram, na manhã desta quinta-feira (23), uma vazão de <strong>9,1 milhões de litros de água por segundo</strong>, volume seis vezes superior à média histórica de 1,5 milhão de litros por segundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Diante da elevação no fluxo das águas, a administração do Parque Nacional do Iguaçu interditou preventivamente a principal passarela de acesso às quedas para garantir a segurança dos visitantes.</p>
<h2>Chuvas elevaram o nível do Rio Iguaçu</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o monitoramento automático da Companhia Paranaense de Energia (Copel), o pico foi registrado às 10h e equivale ao despejo de aproximadamente <strong>3,6 piscinas olímpicas de água por segundo</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O aumento da vazão é consequência das fortes chuvas registradas ao longo da bacia do Rio Iguaçu, desde a região de Curitiba até a fronteira entre Brasil e Argentina.</p>
<h2>Reabertura depende da redução do volume</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a administração do parque, a passarela será reaberta somente quando a vazão diminuir para um nível considerado seguro, entre <strong>7,5 milhões e 8 milhões de litros por segundo</strong>, desde que não haja previsão de novas elevações no volume de água.</p>
<p class="isSelectedEnd">A última interdição da estrutura em razão da alta vazão ocorreu em <strong>10 de dezembro de 2024</strong>.</p>
<h2>Trilha permanece aberta aos visitantes</h2>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do fechamento da passarela principal, a visitação ao Parque Nacional do Iguaçu continua parcialmente liberada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A <strong>Trilha das Cataratas</strong>, com cerca de 1,5 quilômetro de extensão no lado brasileiro, segue aberta ao público.</p>
<p>No lado argentino, as autoridades também adotaram medidas preventivas e mantêm interditada a passarela de acesso à <strong>Garganta do Diabo</strong>, que ainda não tem previsão de reabertura.</p>
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		<title>Chuvas no Rio Grande do Sul deixam sete cidades em estado de emergência e afetam mais de 140 municípios</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/chuvas-no-rio-grande-do-sul-deixam-sete-cidades-em-estado-de-emergencia-e-afetam-mais-de-140-municipios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
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		<category><![CDATA[Estado de Emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Lajeado]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Taquari]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transbordamento dos rios Taquari e Caí provoca novas inundações, enquanto temporais causam danos, resgates e prejuízos em diversas regiões do Estado. Mais de 140 municípios foram afetados Os fortes temporais registrados nas últimas 24 horas no Rio Grande do Sul afetaram mais de 140 municípios e levaram pelo menos sete cidades a decretarem estado de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Transbordamento dos rios Taquari e Caí provoca novas inundações, enquanto temporais causam danos, resgates e prejuízos em diversas regiões do Estado.</p>
<h2>Mais de 140 municípios foram afetados</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os fortes temporais registrados nas últimas 24 horas no Rio Grande do Sul afetaram mais de 140 municípios e levaram pelo menos sete cidades a decretarem estado de emergência.</p>
<p class="isSelectedEnd">O grande volume de chuva provocou o transbordamento dos rios Taquari e Caí, causando novas inundações, alagamentos e diversos transtornos à população.</p>
<h2>Região Norte concentrou os maiores volumes de chuva</h2>
<p class="isSelectedEnd">As cidades de Passo Fundo, Marau e Paraí, na região Norte do Estado, registraram acumulados entre 175 e 200 milímetros de chuva em um curto intervalo de tempo, concentrando alguns dos impactos mais severos do temporal.</p>
<h2>Temporal provoca resgates e danos</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre as principais ocorrências registradas durante as chuvas está o caso de Ibiraiaras, onde um ônibus com 18 trabalhadores foi arrastado pela correnteza. Todos os ocupantes foram resgatados em segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Frederico Westfalen, fortes ventos destruíram a vitrine de uma loja e um funcionário sofreu ferimentos leves.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já no encontro dos rios das Antas e Carneiros, a força da água arrastou uma residência e provocou a interdição da ponte que liga os municípios de Serafina Corrêa e Nova Bassano.</p>
<h2>Rios entram em alerta vermelho</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Rio Caí atingiu nível de alerta vermelho para cheia nos municípios de Montenegro e Harmonia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na bacia do Rio Taquari, enchentes foram registradas em pelo menos dez municípios. Em Lajeado, o rio voltou a atingir a cota de inundação durante a madrugada, invadindo novamente o centro da cidade.</p>
<h2>Prefeitura critica sistema de alertas</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Prefeitura de Lajeado criticou a falta de previsibilidade dos alertas emitidos pelos órgãos estaduais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o governo gaúcho, os modelos meteorológicos iniciais não indicavam risco de inundação. A revisão das projeções ocorreu apenas quando o Rio Taquari já se aproximava da marca crítica de 19 metros.</p>
<h2>População enfrenta novos prejuízos</h2>
<p class="isSelectedEnd">O novo episódio de cheia atinge moradores que ainda buscavam se recuperar das enchentes históricas registradas em 2024.</p>
<p>Além dos danos causados pela água, muitas famílias voltaram a perder móveis, eletrodomésticos e outros bens adquiridos após a tragédia do ano passado.</p>
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		<title>Chuvas elevam nível dos rios e provocam retirada de famílias em áreas de risco no Rio Grande do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
		<category><![CDATA[Encantado]]></category>
		<category><![CDATA[Inundações]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Caí]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Taquari]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rios Taquari e Caí ultrapassaram a cota de inundação nesta quarta-feira (22). Mais de 140 municípios gaúchos já registram impactos causados pelas chuvas. Rios ultrapassam cota de inundação A quarta-feira (22) começou com alerta para risco de inundações em diversas regiões do Rio Grande do Sul. Os rios Taquari e Caí registraram elevação significativa de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Rios Taquari e Caí ultrapassaram a cota de inundação nesta quarta-feira (22). Mais de 140 municípios gaúchos já registram impactos causados pelas chuvas.</p>
<h2>Rios ultrapassam cota de inundação</h2>
<p class="isSelectedEnd">A quarta-feira (22) começou com alerta para risco de inundações em diversas regiões do Rio Grande do Sul. Os rios Taquari e Caí registraram elevação significativa de seus níveis, ultrapassando a cota de inundação em alguns municípios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Encantado, na Região dos Vales, o Rio Taquari atingiu a cota de inundação durante a madrugada. Às 8h10, o nível do rio era de 14,29 metros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já em Lajeado, também no Vale do Taquari, o rio chegou a 20,80 metros às 7h30, acima da cota de inundação, estabelecida em 19 metros.</p>
<h2>Famílias são retiradas de áreas de risco</h2>
<p class="isSelectedEnd">Com a elevação do nível do Rio Taquari, a Prefeitura de Lajeado colocou o plano de contingência em prática durante a madrugada, iniciando a retirada de moradores das áreas de risco.</p>
<p class="isSelectedEnd">As famílias estão sendo encaminhadas para o Parque do Imigrante, local preparado para receber os desabrigados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Roca Sales, o rio atingiu 16,20 metros na manhã desta quarta-feira, apresentando elevação de 55 centímetros nas últimas horas.</p>
<h2>Rio Caí também preocupa</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Rio Caí também apresentou aumento expressivo do nível.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em São Sebastião do Caí, a medição chegou a 11,01 metros, ultrapassando a cota de inundação de 10,50 metros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já em Montenegro, o rio alcançou 5,77 metros, permanecendo próximo da cota de inundação, que é de 6 metros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Diante do cenário, a Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu alertas de risco hidrológico para diversas regiões, especialmente nos vales do Taquari e do Caí, classificados com nível máximo de atenção.</p>
<h2>Situação de emergência</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Governo Federal reconheceu a situação de emergência em sete municípios gaúchos afetados pelas fortes chuvas registradas nos últimos meses.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida contempla os municípios de São Sepé, Erval Seco, Liberato Salzano, Coronel Bicaco, Cerro Grande, Novo Tiradentes e Seberi.</p>
<h2>Previsão indica continuidade da instabilidade</h2>
<p class="isSelectedEnd">A previsão meteorológica aponta que a passagem de uma frente fria manterá o tempo instável ao longo desta quarta-feira no Rio Grande do Sul.</p>
<p class="isSelectedEnd">As regiões da metade norte permanecem sob maior risco de chuva intensa e temporais isolados, principalmente entre a madrugada e a manhã.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Serra, o Alto Uruguai e o Planalto estão entre as áreas com maior potencial para volumes expressivos de chuva, que podem chegar a cerca de 50 milímetros em pontos isolados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a tarde, a tendência é de redução gradual das instabilidades com o avanço do sistema em direção a Santa Catarina e ao Paraná. Ainda assim, a Região Metropolitana de Porto Alegre deverá registrar períodos de chuva.</p>
<p>Na metade sul e na Campanha, a precipitação deve ocorrer de forma fraca e isolada, enquanto no Oeste do estado a chegada de uma massa de ar frio e seco favorecerá a diminuição da nebulosidade e a ocorrência de períodos de sol.</p>
<p>Foto: Júlia Amaral/RBS TV</p>
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		<title>Paraná apresenta melhora no cenário da seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:23:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ANA]]></category>
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		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Monitor de Secas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento mostra que o estado não registra mais áreas de seca moderada; volumes de chuva acima da média favoreceram a recuperação da umidade do solo. Paraná apresenta melhora no cenário da seca As chuvas acima da média registradas durante o mês de junho reduziram a intensidade e a abrangência da seca em diversas regiões do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="104" data-end="274">Levantamento mostra que o estado não registra mais áreas de seca moderada; volumes de chuva acima da média favoreceram a recuperação da umidade do solo.</p>
<h2 data-section-id="1ia4pj2" data-start="276" data-end="322">Paraná apresenta melhora no cenário da seca</h2>
<p data-start="324" data-end="673">As chuvas acima da média registradas durante o mês de junho reduziram a intensidade e a abrangência da seca em diversas regiões do Paraná. Os dados são do Monitor de Secas, levantamento da Agência Nacional de Águas (ANA) elaborado em parceria com diversos institutos, entre eles o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).</p>
<p data-start="675" data-end="907">Segundo o estudo, divulgado na última quarta-feira (15), o estado não apresenta mais áreas classificadas como de seca moderada. Atualmente, a seca fraca permanece apenas em regiões do Leste, Campos Gerais, Sudoeste e parte do Oeste.</p>
<h2 data-section-id="ech7ae" data-start="909" data-end="961">Chuvas favoreceram recuperação da umidade do solo</h2>
<p data-start="963" data-end="1131">De acordo com o Simepar, a melhora nas condições climáticas está diretamente ligada às precipitações acima da média registradas em grande parte do Paraná durante junho.</p>
<p data-start="1133" data-end="1277">Em muitos municípios, o volume de chuva superou a média histórica entre 40 e 120 milímetros, contribuindo para a recuperação da umidade do solo.</p>
<p data-start="1279" data-end="1388">As chuvas foram provocadas por sucessivas frentes frias que passaram pelo estado a partir do dia 10 de junho.</p>
<h2 data-section-id="1fpv6sm" data-start="1390" data-end="1454">Ponta Grossa e outras cidades registraram acumulados elevados</h2>
<p data-start="1456" data-end="1666">Entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas a estação da Reserva Natural Salto Morato, em Guaraqueçaba, registrou precipitação abaixo da média histórica para junho.</p>
<p data-start="1668" data-end="1913">Por outro lado, municípios como <strong data-start="1700" data-end="1804">Ponta Grossa, Capanema, Cândido de Abreu, Foz do Iguaçu, Pato Branco, São Miguel do Iguaçu e Ubiratã</strong> registraram acumulados de chuva superiores em pelo menos 100 milímetros em relação à média histórica do mês.</p>
<p data-start="1915" data-end="2142">Em Campo Mourão, o volume médio esperado para todo o mês foi alcançado nos primeiros onze dias de junho. Outras cidades, entre elas <strong data-start="2047" data-end="2077">Jaguariaíva e Ponta Grossa</strong>, atingiram o acumulado histórico de junho em apenas quinze dias.</p>
<h2 data-section-id="1jhcgdf" data-start="2144" data-end="2181">Agricultura também foi beneficiada</h2>
<p data-start="2183" data-end="2267">As condições climáticas também favoreceram o desenvolvimento das lavouras no estado.</p>
<p data-start="2269" data-end="2432">Segundo o boletim agroclimático do Simeagro, o milho segunda safra iniciou o processo de colheita, com 39% das lavouras em fase de frutificação e 61% em maturação.</p>
<p data-start="2434" data-end="2640">Já o plantio do trigo da safra 2026/2027 alcançou 98% da área prevista no Paraná. O levantamento aponta que 99% das lavouras apresentam boas condições de desenvolvimento e 1% está classificada como regular.</p>
<h2 data-section-id="1xz36yr" data-start="2642" data-end="2671">Situação da seca no Brasil</h2>
<p data-start="2673" data-end="2802">O Monitor de Secas também indica que, em junho, o Brasil não registrou áreas classificadas como seca extrema ou seca excepcional.</p>
<p data-start="2804" data-end="3040">A seca grave permanece restrita a uma pequena área no nordeste do estado de São Paulo, enquanto a seca moderada é observada em partes de Rondônia, Amazonas, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e em diversas áreas do Nordeste.</p>
<p data-start="3042" data-end="3156">Já a seca fraca está presente em praticamente todos os estados brasileiros, com exceção do Amapá e de Mato Grosso.</p>
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		<title>El Niño deve aumentar o volume de chuvas nos Campos Gerais até o verão de 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Carambeí]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fenômeno climático identificado no Oceano Pacífico deve provocar precipitações acima da média em todo o Paraná, com impactos também na agricultura e maior risco de temporais na região dos Campos Gerais. Fenômeno deve intensificar as chuvas na região Os municípios dos Campos Gerais devem registrar aumento no volume de chuvas ao longo dos próximos meses [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Fenômeno climático identificado no Oceano Pacífico deve provocar precipitações acima da média em todo o Paraná, com impactos também na agricultura e maior risco de temporais na região dos Campos Gerais.</strong></p>
<h2>Fenômeno deve intensificar as chuvas na região</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os municípios dos Campos Gerais devem registrar aumento no volume de chuvas ao longo dos próximos meses em razão do fortalecimento do fenômeno El Niño. Embora as regiões Oeste e Sudoeste do Paraná apresentem as maiores projeções de precipitação, cidades como Ponta Grossa, Castro, Carambeí e demais municípios da região também deverão ter índices de chuva acima da média histórica até o verão de 2027.</p>
<p class="isSelectedEnd">A previsão faz parte de uma nota técnica elaborada pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), com base em atualizações de centros internacionais de monitoramento climático, entre eles a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA).</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo os dados, o El Niño foi identificado em junho deste ano e deve ganhar intensidade durante o inverno, alcançando seu pico entre a primavera de 2026 e o verão de 2027.</p>
<h2>Probabilidade de fenômeno forte supera 80%</h2>
<p class="isSelectedEnd">As estimativas indicam mais de 80% de probabilidade de o El Niño atingir intensidade forte ou muito forte. Esse cenário costuma alterar significativamente o regime de chuvas no Sul do Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos Campos Gerais, embora os impactos previstos sejam menores do que nas regiões Oeste e Sudoeste do estado, a tendência continua sendo de precipitações acima da média climatológica. Com isso, os períodos prolongados de tempo seco, comuns durante o inverno, tendem a ser menos frequentes.</p>
<h2>Temporais podem ocorrer com maior frequência</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Simepar alerta que o aumento da umidade favorece a formação de sistemas atmosféricos capazes de provocar temporais em curtos períodos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante esses episódios, poderão ocorrer descargas elétricas, rajadas de vento e, em algumas situações, queda de granizo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na primavera, período em que os efeitos do El Niño costumam ser mais intensos, aumenta também a preocupação com eventos prolongados de chuva, que podem elevar o risco de alagamentos, enxurradas, inundações e movimentos de massa em diferentes regiões do Paraná.</p>
<h2>Agricultura deverá acompanhar o comportamento do clima</h2>
<p class="isSelectedEnd">Nos Campos Gerais, onde o agronegócio possui papel importante na economia, os produtores rurais deverão acompanhar atentamente a evolução das condições climáticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A maior disponibilidade de água pode beneficiar diversas culturas, principalmente após períodos de estiagem. Em contrapartida, o excesso de chuva também pode dificultar o plantio e a colheita, reduzir as janelas de trabalho nas lavouras, favorecer o surgimento de doenças fúngicas e comprometer a qualidade da produção, dependendo da cultura e da fase de desenvolvimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro fator de atenção é o aumento do risco de erosão do solo em áreas mais vulneráveis.</p>
<h2>Monitoramento segue sendo essencial</h2>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das tendências apontadas para os próximos meses, o Simepar ressalta que o El Niño, isoladamente, não determina quando ocorrerão episódios de chuva intensa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A formação de frentes frias, sistemas de baixa pressão e outros mecanismos atmosféricos continuará sendo determinante para a distribuição e intensidade das precipitações.</p>
<p>Por isso, o acompanhamento constante das previsões meteorológicas permanece fundamental, especialmente para agricultores, gestores públicos e moradores de áreas sujeitas a alagamentos.</p>
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