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	<title>Arquivo de Governo Federal - Mz Notícias</title>
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	<description>A informação que você precisa na hora certa!</description>
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	<title>Arquivo de Governo Federal - Mz Notícias</title>
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		<title>Eleições 2026: após derrota de Flávio Bolsonaro, Centrão critica campanha e avalia aproximação com Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2026 13:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[André Fufuca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lideranças do bloco apontam erros na estratégia do candidato do PL, estudam retomar espaços no governo federal e consideram Tarcísio de Freitas como alternativa para 2030. A derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2026 provocou movimentações entre partidos do Centrão, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Lideranças do bloco apontam erros na estratégia do candidato do PL, estudam retomar espaços no governo federal e consideram Tarcísio de Freitas como alternativa para 2030.</p>
<p>A derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2026 provocou movimentações entre partidos do Centrão, que agora avaliam uma possível reaproximação com o governo federal.</p>
<p>Após a confirmação da reeleição de Lula, no domingo (25), integrantes do bloco passaram a discutir os fatores que contribuíram para o resultado e os caminhos para reorganizar suas alianças políticas.</p>
<p>Em conversas reservadas, lideranças atribuíram parte da derrota de Flávio à condução da campanha, citando “soberba”, “arrogância” e uma postura considerada agressiva em relação à população mais pobre.</p>
<p>As avaliações foram relatadas por dirigentes do grupo, sem identificação individual dos responsáveis pelas críticas.</p>
<h2>Partidos avaliam voltar a ocupar espaços no governo Lula</h2>
<p>Embora tenham apoiado Flávio Bolsonaro no segundo turno, partidos do Centrão consideram a possibilidade de restabelecer relações políticas com o presidente reeleito.</p>
<p>A intenção seria recuperar espaços na administração federal e ampliar a participação nas articulações do governo.</p>
<p>Para facilitar uma eventual aproximação, integrantes do bloco avaliam recorrer a políticos que mantiveram canais de diálogo com Lula.</p>
<p>Entre os nomes mencionados estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>André Fufuca (PP), ex-ministro;</li>
<li>Silvio Costa Filho (Republicanos);</li>
<li>Setores do MDB, especialmente lideranças com influência nas regiões Norte e Nordeste.</li>
</ul>
<p>Até o momento, as movimentações são tratadas como possibilidades de articulação política, sem confirmação de novos acordos.</p>
<h2>Tarcísio de Freitas surge como alternativa para 2030</h2>
<p>A eventual aproximação com Lula não significa que os partidos do Centrão pretendam apoiar o PT na próxima eleição presidencial.</p>
<p>Integrantes do bloco também analisam a possibilidade de construir uma candidatura em torno do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para a disputa de 2030.</p>
<p>Na avaliação dessas lideranças, os próximos quatro anos poderão ser utilizados para reorganizar alianças e fortalecer um projeto eleitoral alternativo ao Partido dos Trabalhadores.</p>
<p>Tarcísio já era defendido por setores do Centrão como candidato à Presidência em 2026.</p>
<p>Entretanto, essa possibilidade perdeu espaço depois que Jair Bolsonaro decidiu apoiar a candidatura de seu filho mais velho, Flávio Bolsonaro.</p>
<h2>Centrão não pretende acompanhar contestação eleitoral de Flávio</h2>
<p>Outro ponto de divergência envolve a reação de Flávio Bolsonaro ao resultado do segundo turno.</p>
<p>Após a derrota, o senador anunciou a intenção de recorrer à Justiça para contestar a eleição, questionando a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitiu a ampliação do horário de votação até as 19h.</p>
<p>A medida acrescentou duas horas ao período inicialmente previsto para o encerramento da votação.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas, a decisão atendeu a um pedido do PT.</p>
<p>Apesar do apoio dado a Flávio durante a campanha, partidos do Centrão indicaram que não pretendem aderir à contestação do resultado eleitoral.</p>
<p>Em conversas reservadas, lideranças avaliaram que a iniciativa do senador foi equivocada e defenderam que ele reconhecesse a decisão das urnas.</p>
<h2>Lula venceu com mais de 64 milhões de votos</h2>
<p>Na apuração mencionada, Luiz Inácio Lula da Silva recebeu aproximadamente 64,2 milhões de votos, enquanto Flávio Bolsonaro obteve cerca de 59,8 milhões.</p>
<p>A diferença foi de aproximadamente 4,4 milhões de votos em favor do presidente reeleito.</p>
<p>O resultado abriu uma nova etapa de negociações políticas, com partidos que apoiaram Flávio Bolsonaro avaliando sua posição diante do próximo mandato de Lula e das perspectivas para as eleições de 2030.</p>
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		<title>Governo pretende manter subsídios aos combustíveis em 2027, mas decisão dependerá do preço do petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 17:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministro Durigan afirma que eventual prorrogação será condicionada ao cenário internacional e à arrecadação extraordinária, sem ampliação dos gastos públicos. O governo federal pretende manter os subsídios aos combustíveis em 2027, caso as condições do mercado internacional e a arrecadação extraordinária permitam a continuidade das medidas. A informação foi apresentada pelo ministro Durigan, durante entrevista [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Ministro Durigan afirma que eventual prorrogação será condicionada ao cenário internacional e à arrecadação extraordinária, sem ampliação dos gastos públicos.</p>
<p>O governo federal pretende manter os subsídios aos combustíveis em 2027, caso as condições do mercado internacional e a arrecadação extraordinária permitam a continuidade das medidas.</p>
<p>A informação foi apresentada pelo ministro Durigan, durante entrevista ao UOL. Segundo ele, o objetivo é reduzir os impactos da alta do petróleo sobre os preços dos combustíveis, sem aumentar as despesas previstas no orçamento.</p>
<p>Atualmente, a legislação que permite utilizar receitas adicionais para financiar as subvenções tem validade apenas para 2026.</p>
<h2>Alta do petróleo aumentou arrecadação federal</h2>
<p>O ministro explicou que o orçamento de 2026 foi elaborado considerando o barril de petróleo a US$ 64.</p>
<p>Entretanto, com a cotação internacional acima de US$ 100, a arrecadação do governo aumentou, criando condições para financiar parte das medidas de contenção dos preços dos combustíveis.</p>
<p>Segundo Durigan, a decisão foi utilizar essa receita extraordinária para amenizar os efeitos da alta provocada pela guerra no Irã, em vez de direcionar os recursos à melhoria do resultado primário das contas públicas.</p>
<h2>Governo descarta ampliar despesas</h2>
<p>Durigan afirmou que uma eventual continuidade dos subsídios deverá respeitar os limites fiscais estabelecidos.</p>
<p>“Eu não vou pedir mais espaço fiscal, não vou gastar mais”, declarou.</p>
<p>A prorrogação poderá exigir uma nova proposta ao Congresso Nacional, já que a autorização vigente não contempla 2027.</p>
<p>O ministro, porém, não informou prazos para o encaminhamento de uma proposta nem apresentou estimativas de arrecadação e despesas para o próximo ano.</p>
<h2>Imposto de exportação busca ampliar oferta interna</h2>
<p>Outra medida destacada pelo ministro foi a cobrança de imposto sobre a exportação de petróleo cru.</p>
<p>Segundo ele, a intenção é desestimular parte das vendas externas e direcionar mais petróleo às refinarias brasileiras.</p>
<p>“Nós não estamos fazendo imposto de exportação para fins fiscais. Ele ajuda no direcionamento do óleo e tem uma consequência secundária de aumentar a arrecadação”, afirmou.</p>
<p>Durigan ressaltou que a estratégia não busca tabelar os preços dos combustíveis nem interferir diretamente na política de preços da Petrobras, mas reduzir os impactos da alta internacional sobre a inflação e o custo dos alimentos.</p>
<h2>O que muda para os consumidores?</h2>
<p>A eventual manutenção dos subsídios poderá ajudar a conter os custos dos combustíveis, especialmente do diesel, que influencia os preços do transporte, do frete e da produção agropecuária.</p>
<p>No Paraná e nos Campos Gerais, onde as atividades agrícolas e logísticas têm forte presença, a medida poderá contribuir para reduzir a pressão sobre os custos de produção e distribuição. Entretanto, não foram apresentadas estimativas específicas de impacto regional.</p>
<p>A continuidade dos subsídios em 2027 ainda não está garantida. A decisão dependerá da evolução dos preços internacionais, da disponibilidade de recursos e de eventual aprovação legislativa.</p>
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		<title>Arrecadação federal chega a R$ 239,4 bilhões em setembro e bate recorde histórico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 17:18:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arrecadação federal]]></category>
		<category><![CDATA[Contas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
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		<category><![CDATA[Meta Fiscal]]></category>
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		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receita Federal registra alta real de 5,6% em relação ao mesmo mês de 2025. Crescimento da economia, mudanças na tributação e aumento das receitas ligadas ao petróleo estão entre os fatores associados ao resultado. A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e outras receitas alcançou R$ 239,4 bilhões em setembro de 2026, segundo dados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="x12ofw9d">Receita Federal registra alta real de 5,6% em relação ao mesmo mês de 2025. Crescimento da economia, mudanças na tributação e aumento das receitas ligadas ao petróleo estão entre os fatores associados ao resultado.</p>
<p class="x12ofw9d">A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e outras receitas alcançou R$ 239,4 bilhões em setembro de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal. O resultado representa um crescimento real de 5,6% em comparação com setembro do ano passado, quando o valor corrigido pela inflação foi de R$ 226,6 bilhões.</p>
<p class="x12ofw9d">O montante é o maior já registrado para um mês de setembro desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995.</p>
<p class="x12ofw9d">Entre os fatores associados ao recorde estão o crescimento da economia brasileira, as mudanças tributárias implementadas pelo governo nos últimos anos e o aumento das receitas relacionadas à exploração e à comercialização do petróleo.</p>
<h2 class="x1ll2q23 x1a4oops x132q4wb">Mudanças nos impostos contribuíram para a arrecadação</h2>
<p class="x12ofw9d">Durante o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governo promoveu alterações em diferentes áreas da tributação. Entre as medidas que influenciaram a arrecadação estão:</p>
<ul class="x12ofw9d">
<li>Aumento da tributação de fundos exclusivos, voltados a investidores de alta renda, e de empresas e ativos mantidos no exterior, conhecidos como <em>offshores</em>.</li>
<li>Mudanças nas regras de tributação de incentivos fiscais concedidos pelos estados, incluindo subvenções.</li>
<li>Aumento dos tributos sobre combustíveis em 2023, mantido desde então.</li>
<li>Reoneração gradual da folha de pagamentos de determinados setores econômicos.</li>
<li>Encerramento de benefícios fiscais destinados ao setor de eventos por meio do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).</li>
<li>Aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito e câmbio.</li>
<li>Elevação da tributação dos juros sobre capital próprio.</li>
</ul>
<p class="x12ofw9d">Essas alterações fazem parte do conjunto de medidas adotadas para ampliar as receitas públicas e contribuir para o equilíbrio das contas federais.</p>
<h2 class="x1ll2q23 x1a4oops x132q4wb">Petróleo amplia receitas do governo</h2>
<p class="x12ofw9d">A alta dos preços do petróleo também contribuiu para o resultado da arrecadação. O aumento das cotações internacionais, em meio à guerra entre Estados Unidos e Irã, elevou as receitas vinculadas à exploração do produto.</p>
<p class="x12ofw9d">Entre essas receitas estão os royalties e as participações governamentais na extração de petróleo. Além disso, o governo estabeleceu uma tributação adicional sobre as exportações do produto.</p>
<p class="x12ofw9d">A combinação desses fatores ajudou a ampliar a entrada de recursos nos cofres federais.</p>
<h2 class="x1ll2q23 x1a4oops x132q4wb">Arrecadação acumula R$ 2,38 trilhões em 2026</h2>
<p class="x12ofw9d">Nos nove primeiros meses de 2026, a arrecadação federal somou R$ 2,35 trilhões em valores nominais, sem correção pela inflação.</p>
<p class="x12ofw9d">Considerando a variação dos preços, o total alcançou R$ 2,38 trilhões entre janeiro e setembro. O resultado representa um crescimento real de 7% em relação ao mesmo período de 2025, quando a arrecadação corrigida foi de R$ 2,23 trilhões.</p>
<p class="x12ofw9d">O montante também constitui recorde para os nove primeiros meses do ano na série histórica da Receita Federal.</p>
<h2 class="x1ll2q23 x1a4oops x132q4wb">Governo busca cumprir meta fiscal de 2026</h2>
<p class="x12ofw9d">O aumento das receitas é considerado importante para a estratégia do governo federal de cumprir a meta fiscal estabelecida para este ano.</p>
<p class="x12ofw9d">A meta central prevê superávit primário equivalente a 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), estimado em aproximadamente R$ 34,3 bilhões.</p>
<p class="x12ofw9d">Pelo arcabouço fiscal aprovado em 2023, existe uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central. Com isso, o objetivo será considerado formalmente cumprido se o resultado primário ficar entre o limite inferior de zero e o limite superior correspondente a um superávit de aproximadamente R$ 68,6 bilhões.</p>
<p class="x12ofw9d">O cálculo também permite excluir determinadas despesas, incluindo R$ 57,8 bilhões previstos para gastos como o pagamento de precatórios, conforme as regras aplicáveis à meta fiscal.</p>
<h2 class="x1ll2q23 x1a4oops x132q4wb">Contas públicas ainda podem registrar déficit</h2>
<p class="x12ofw9d">Apesar do crescimento da arrecadação, a projeção apresentada no levantamento indica que as contas públicas podem terminar 2026 com um déficit de aproximadamente R$ 23,3 bilhões, mesmo que o resultado utilizado oficialmente para avaliar o cumprimento da meta fiscal seja positivo.</p>
<p class="x12ofw9d">A diferença ocorre porque o cálculo oficial permite a exclusão de determinadas despesas, enquanto o resultado mais amplo considera os gastos previstos nas contas públicas.</p>
<p class="x12ofw9d">Caso a projeção se confirme, o governo federal encerrará mais um ano do terceiro mandato de Lula com resultado negativo nas contas públicas, apesar do aumento da arrecadação.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Flávio Bolsonaro designa Deltan Dallagnol para analisar documentos sigilosos de Lula</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/flavio-bolsonaro-designa-deltan-dallagnol-para-analisar-documentos-sigilosos-de-lula/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 15:41:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Deltan Dallagnol]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-procurador da Lava Jato deverá examinar, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), informações que o presidente se comprometeu a apresentar. Flávio condiciona a divulgação de seus sigilos bancário e telefônico ao atendimento de exigências feitas à campanha petista. A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) designou o ex-procurador da Operação Lava Jato Deltan Dallagnol para analisar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="x12ofw9d">Ex-procurador da Lava Jato deverá examinar, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), informações que o presidente se comprometeu a apresentar. Flávio condiciona a divulgação de seus sigilos bancário e telefônico ao atendimento de exigências feitas à campanha petista.</p>
<p class="x12ofw9d">A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) designou o ex-procurador da Operação Lava Jato Deltan Dallagnol para analisar documentos e informações sigilosas que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se comprometeu a apresentar nesta quinta-feira (22).</p>
<p class="x12ofw9d">Dallagnol deverá comparecer pessoalmente à sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para examinar o material. Ele estará acompanhado da advogada Maria Cláudia Bucchianeri, responsável pelo setor jurídico da campanha de Flávio, e do assessor de imprensa Fábio Portela.</p>
<p class="x12ofw9d">A equipe do senador afirma que a divulgação dos sigilos bancário e telefônico de Flávio ocorrerá somente depois que Lula apresentar as informações solicitadas. A campanha justifica a condição com o argumento de que o presidente já teria deixado de cumprir compromissos relacionados à abertura de dados sigilosos.</p>
<h2 class="x1ll2q23 x1a4oops x132q4wb">Proposta surgiu durante debate presidencial</h2>
<p class="x12ofw9d">A discussão começou no domingo (18), durante o debate entre os presidenciáveis promovido pela Band. Na ocasião, Lula desafiou Flávio Bolsonaro a divulgar os sigilos bancários dele e de seus familiares.</p>
<p class="x12ofw9d">Em contrapartida, o presidente afirmou que também disponibilizaria os próprios dados e os de seus filhos.</p>
<p class="x12ofw9d">Posteriormente, Lula formalizou a proposta junto ao Tribunal Superior Eleitoral. Flávio, por sua vez, condicionou a divulgação de suas informações à apresentação de outros dados relacionados ao governo federal.</p>
<h2 class="x1ll2q23 x1a4oops x132q4wb">Campanha de Flávio apresenta exigências ao governo</h2>
<p class="x12ofw9d">Entre as informações solicitadas pela campanha do senador estão:</p>
<ul class="x12ofw9d">
<li>Os gastos com cartões corporativos da Presidência da República desde janeiro de 2023;</li>
<li>A agenda da primeira-dama Janja Lula da Silva referente ao período anterior a fevereiro de 2025;</li>
<li>Os registros de visitas dos filhos do presidente ao Palácio da Alvorada.</li>
</ul>
<p class="x12ofw9d">A campanha de Flávio sustenta que o fornecimento desses dados deve ocorrer antes da divulgação dos sigilos bancário e telefônico do senador.</p>
<h2 class="x1ll2q23 x1a4oops x132q4wb">Lula aceita condições apresentadas pela campanha</h2>
<p class="x12ofw9d">Na quarta-feira (21), o coordenador da campanha petista, Camilo Santana, afirmou que Lula havia aceitado as condições apresentadas por Flávio Bolsonaro.</p>
<p class="x12ofw9d">Segundo Santana, o presidente disponibilizaria as informações solicitadas pela campanha do senador. A análise dos documentos por Deltan Dallagnol está prevista para ocorrer no Tribunal Superior Eleitoral nesta quinta-feira (22).</p>
<p class="x12ofw9d">O andamento da iniciativa envolve a apresentação dos dados solicitados pelo senador e a condição estabelecida por sua campanha para divulgar as próprias informações bancárias e telefônicas.</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/flavio-bolsonaro-designa-deltan-dallagnol-para-analisar-documentos-sigilosos-de-lula/">Flávio Bolsonaro designa Deltan Dallagnol para analisar documentos sigilosos de Lula</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
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		<title>Bolsa Família de outubro terá pagamentos antecipados até dia 21; confira o calendário e os novos valores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 13:54:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família Outubro 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Super El Niño]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o anúncio informado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, os depósitos serão concentrados entre 19 e 21 de outubro. Famílias de municípios em situação de emergência reconhecida poderão receber independentemente do final do NIS. Os pagamentos do Bolsa Família referentes a outubro de 2026 começam nesta segunda-feira (19), com alterações no calendário de liberação dos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Segundo o anúncio informado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, os depósitos serão concentrados entre 19 e 21 de outubro. Famílias de municípios em situação de emergência reconhecida poderão receber independentemente do final do NIS.</p>
<p>Os pagamentos do Bolsa Família referentes a outubro de 2026 começam nesta segunda-feira (19), com alterações no calendário de liberação dos benefícios.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o Governo Federal anunciou a antecipação dos depósitos como medida preventiva diante dos possíveis impactos do fenômeno climático super El Niño no Brasil.</p>
<p>Pelo cronograma apresentado, todos os pagamentos regulares deverão ser concluídos até quarta-feira (21 de outubro), permitindo que milhões de famílias tenham acesso aos recursos antes das datas inicialmente previstas.</p>
<p>A medida também foi anunciada para novembro e dezembro, meses considerados de maior preocupação com os possíveis efeitos de eventos climáticos extremos.</p>
<h2>Confira o calendário antecipado do Bolsa Família de outubro</h2>
<p>O pagamento continua considerando o último dígito do Número de Identificação Social (NIS).</p>
<p>Veja as datas informadas para outubro de 2026:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Final do NIS</th>
<th>Data de pagamento</th>
</tr>
<tr>
<td>1</td>
<td>Segunda-feira, 19/10</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Terça-feira, 20/10</td>
</tr>
<tr>
<td>3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0</td>
<td>Quarta-feira, 21/10</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O calendário representa uma antecipação em relação ao cronograma inicialmente previsto para o programa.</p>
<h2>Municípios em emergência terão pagamento liberado no dia 19</h2>
<p>Nos municípios com situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecidos pelo Governo Federal, a liberação será realizada de forma unificada.</p>
<p>Nessas localidades, todos os beneficiários poderão acessar os valores já nesta segunda-feira (19), independentemente do número final do NIS.</p>
<p>Conforme as informações atribuídas ao MDS, a medida especial contempla 194 municípios de oito estados brasileiros, incluindo localidades do Paraná.</p>
<p>A liberação antecipada busca atender famílias que enfrentam dificuldades provocadas por desastres naturais e outras situações emergenciais.</p>
<h2>Super El Niño motivou mudanças no calendário</h2>
<p>A decisão foi relacionada à preocupação com os impactos de eventos climáticos extremos em diferentes regiões do país.</p>
<p>Segundo os dados apresentados pelo Governo Federal, entre agosto e setembro de 2026 foram registrados 518 reconhecimentos de situação de emergência e calamidade pública, contra 253 no mesmo período de 2025.</p>
<p>Na Região Sul, os registros associados a chuvas intensas, granizo, vendavais e inundações passaram de 81 para 272.</p>
<p>As projeções climáticas mencionadas indicam possibilidade de chuvas acima da média em partes do Sul do Brasil, incluindo o Paraná.</p>
<p>Já nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, o fenômeno pode contribuir para agravar períodos de estiagem e dificuldades de abastecimento de água.</p>
<p>A antecipação dos pagamentos foi apresentada como uma forma de ampliar a segurança financeira das famílias vulneráveis diante desses riscos.</p>
<h2>Bolsa Família terá reajuste de 15,04% em outubro, segundo anúncio</h2>
<p>Além da alteração nas datas, as informações divulgadas apontam uma atualização de 15,04% nos valores do programa.</p>
<p>Com a recomposição anunciada, o benefício mínimo por família passaria de R$ 600 para R$ 691.</p>
<p>O valor médio estimado, anteriormente de R$ 675, subiria para R$ 777.</p>
<p>Os valores efetivamente recebidos podem variar conforme a composição familiar e os benefícios adicionais aplicáveis.</p>
<h2>Como consultar o pagamento do Bolsa Família</h2>
<p>Os beneficiários podem conferir a data de pagamento, o valor disponível e a situação cadastral pelos canais oficiais:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Aplicativo Bolsa Família: informações sobre parcelas e situação do benefício.</li>
<li>Aplicativo Caixa Tem: consulta e movimentação dos valores disponíveis.</li>
<li>Portal Cidadão da Caixa: informações sobre pagamentos.</li>
<li>Disque Social do MDS: telefone 121.</li>
<li>Central de Atendimento da Caixa: telefone 111.</li>
</ul>
<p>A orientação é consultar os canais oficiais antes de realizar deslocamentos para saque ou movimentação do benefício.</p>
<h2>Cadastro Único precisa permanecer atualizado</h2>
<p>Para continuar recebendo o Bolsa Família, as famílias devem manter as informações do Cadastro Único (CadÚnico) atualizadas e cumprir as condições estabelecidas pelo programa.</p>
<p>Entre as exigências estão a frequência escolar de crianças e adolescentes, o acompanhamento da vacinação e a realização do pré-natal pelas gestantes.</p>
<p>Também é importante acompanhar eventuais comunicados sobre alterações nas datas e nos procedimentos de pagamento.</p>
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		<title>Lula anuncia Pix de até R$ 5 mil para MEIs; veja quem poderá receber e quando será pago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:43:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Pix MEI 5 Mil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mobilização reuniu a comunidade católica na noite de terça-feira (13). Diocese questiona as condições do processo e defende que a preservação dos templos respeite a liberdade religiosa e a autonomia das paróquias. Centenas de fiéis e integrantes da comunidade católica participaram, na noite de terça-feira (13 de outubro), de uma reunião pública no Cine-Teatro Ópera, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Mobilização reuniu a comunidade católica na noite de terça-feira (13). Diocese questiona as condições do processo e defende que a preservação dos templos respeite a liberdade religiosa e a autonomia das paróquias.</strong></p>
<p>Centenas de fiéis e integrantes da comunidade católica participaram, na noite de terça-feira (13 de outubro), de uma reunião pública no Cine-Teatro Ópera, em Ponta Grossa, para manifestar oposição ao processo de tombamento de seis igrejas do município.</p>
<p>A mobilização ocorreu após a Diocese de Ponta Grossa divulgar um posicionamento oficial contrário à forma como os procedimentos estão sendo conduzidos.</p>
<p>O documento, divulgado no sábado (10), foi assinado pelo bispo diocesano, Dom Bruno Elizeu Versari, e apresenta questionamentos sobre a necessidade, a fundamentação técnica e os possíveis efeitos jurídicos do tombamento.</p>
<p>Apesar da posição contrária ao processo nas condições apresentadas, a Diocese afirma reconhecer a importância histórica, cultural, artística, arquitetônica e religiosa dos templos.</p>
<h2>Quais são as seis igrejas envolvidas no processo de tombamento?</h2>
<p>A discussão envolve seis imóveis religiosos de Ponta Grossa:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Catedral Sant’Ana;</li>
<li>Igreja São Sebastião;</li>
<li>Igreja Nossa Senhora do Rosário;</li>
<li>Igreja Sagrado Coração de Jesus;</li>
<li>Igreja São José;</li>
<li>Igreja Senhor Bom Jesus, localizada na Fazenda Santa Cruz.</li>
</ul>
<p>Os templos fazem parte da história religiosa e cultural do município e são utilizados pelas comunidades para celebrações, encontros e outras atividades da Igreja Católica.</p>
<p>O debate sobre o tombamento ganhou repercussão diante das preocupações apresentadas pela Diocese e pelos fiéis em relação às possíveis consequências da medida.</p>
<h2>Diocese questiona necessidade do tombamento</h2>
<p>Em seu posicionamento oficial, a Diocese de Ponta Grossa argumenta que os templos já recebem cuidados permanentes de conservação e manutenção.</p>
<p>Segundo a instituição, esses trabalhos são realizados há décadas pela própria Igreja Católica e pelas comunidades paroquiais, utilizando recursos próprios.</p>
<p>A Diocese sustenta que as informações apresentadas até o momento não demonstrariam de maneira suficiente a necessidade de adotar o tombamento nos moldes propostos.</p>
<p>A instituição também defende que cada imóvel seja avaliado individualmente, levando em consideração suas características históricas, arquitetônicas, religiosas e administrativas.</p>
<p>Para a Diocese, uma decisão dessa natureza precisa estar acompanhada de justificativa técnica e demonstração concreta de sua necessidade.</p>
<h2>Fiéis lotam Cine-Teatro Ópera durante reunião pública</h2>
<p>A presença de centenas de pessoas no Cine-Teatro Ópera marcou a reunião pública realizada na terça-feira (13).</p>
<p>A Diocese havia convocado antecipadamente a comunidade católica para acompanhar a discussão e expressar sua posição de maneira pacífica e responsável.</p>
<p>A mobilização demonstrou o envolvimento das comunidades paroquiais no debate sobre o futuro dos imóveis religiosos.</p>
<p>Os participantes se reuniram para manifestar preocupação com o processo e acompanhar as discussões relacionadas à preservação dos templos.</p>
<p>O encontro ampliou a repercussão do tema em Ponta Grossa, especialmente entre os fiéis que participam das atividades religiosas nas igrejas envolvidas.</p>
<h2>Igreja alerta para possíveis restrições aos templos</h2>
<p>Um dos principais pontos levantados pela Diocese está relacionado aos efeitos jurídicos que o tombamento poderá produzir sobre os imóveis.</p>
<p>A instituição demonstra preocupação com eventuais restrições futuras que possam atingir a administração, a manutenção e o funcionamento das igrejas.</p>
<p>No entendimento da Diocese, os templos não devem ser considerados apenas construções de valor arquitetônico ou histórico.</p>
<p>Eles também são espaços destinados ao exercício da fé, à realização de celebrações religiosas e às atividades permanentes das comunidades católicas.</p>
<p>Por esse motivo, a instituição argumenta que qualquer medida de proteção patrimonial precisa considerar a liberdade religiosa e a autonomia das comunidades responsáveis pelos imóveis.</p>
<h2>Preservação histórica e liberdade religiosa entram no debate</h2>
<p>O tombamento é um instrumento de proteção do patrimônio cultural que busca preservar bens considerados relevantes para a memória e a história de uma comunidade.</p>
<p>A medida, entretanto, pode estabelecer regras específicas para intervenções, reformas e alterações em imóveis protegidos.</p>
<p>No caso das seis igrejas de Ponta Grossa, a Diocese afirma que a preservação já é realizada continuamente pelas comunidades religiosas.</p>
<p>A instituição não contesta o valor histórico dos templos, mas questiona se o tombamento, nas condições apresentadas, é necessário e adequadamente fundamentado.</p>
<p>O debate envolve, portanto, a conciliação entre a proteção do patrimônio cultural e as necessidades de funcionamento dos espaços religiosos.</p>
<h2>Discussão sobre tombamento deve continuar em Ponta Grossa</h2>
<p>A reunião pública realizada no Cine-Teatro Ópera representa mais uma etapa das discussões envolvendo o possível tombamento das seis igrejas católicas.</p>
<p>A mobilização ocorreu três dias após a divulgação do posicionamento oficial da Diocese, ampliando a participação da comunidade no assunto.</p>
<p>A manifestação dos fiéis reforçou o pedido de que as decisões sobre os imóveis considerem tanto seu valor histórico quanto sua utilização religiosa.</p>
<p>Até as informações divulgadas sobre o encontro, não havia confirmação de uma decisão definitiva sobre o tombamento dos seis templos.</p>
<p>O processo deverá continuar sendo acompanhado pelas comunidades religiosas e pelos envolvidos na discussão sobre a preservação do patrimônio cultural de Ponta Grossa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo federal eleva para R$ 500 milhões multa máxima por preço abusivo de combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 13:20:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova penalidade vale para empresas e postos que aumentarem injustificadamente as margens de lucro ou recusarem o fornecimento de produtos disponíveis em estoque O governo federal aumentou de R$ 14 milhões para R$ 500 milhões o valor máximo da multa aplicada a importadores, produtores, distribuidoras, transportadoras e proprietários de postos de combustíveis que praticarem preços [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/governo-federal-eleva-para-r-500-milhoes-multa-maxima-por-preco-abusivo-de-combustiveis/">Governo federal eleva para R$ 500 milhões multa máxima por preço abusivo de combustíveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Nova penalidade vale para empresas e postos que aumentarem injustificadamente as margens de lucro ou recusarem o fornecimento de produtos disponíveis em estoque</p>
<p class="isSelectedEnd">O governo federal aumentou de R$ 14 milhões para R$ 500 milhões o valor máximo da multa aplicada a importadores, produtores, distribuidoras, transportadoras e proprietários de postos de combustíveis que praticarem preços abusivos na gasolina, no diesel ou no etanol.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova penalidade foi incluída em uma medida provisória sobre renegociação de dívidas publicada na sexta-feira (25). A medida vale para empresas que promovam aumentos injustificados na margem de lucro e também para aquelas que tenham produtos em estoque, mas se recusem a fornecê-los.</p>
<h2>Fiscalização alcança postos em 12 estados</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o chefe da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Ricardo Morishita, 154 postos de combustíveis em 12 estados foram fiscalizados na última semana por equipes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), da Senacon e dos Procons.</p>
<p class="isSelectedEnd">A previsão é de que o número de estabelecimentos fiscalizados chegue a 241 nesta semana.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o governo, as ações foram desencadeadas pela alta recente dos combustíveis, identificada a partir de dados e de centenas de denúncias recebidas pela ANP.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fiscalizações realizadas anteriormente já resultaram em R$ 700 milhões em multas contra distribuidoras, mas os valores ainda estão sujeitos a recursos.</p>
<h2>Medidas para conter alta dos combustíveis</h2>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo deste ano, o governo federal adotou uma série de medidas com impacto estimado em R$ 27 bilhões para tentar conter a alta dos preços dos combustíveis em meio à Guerra do Irã e à disputa eleitoral.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as medidas estão a subvenção à importação e à produção de diesel, a redução do PIS/Cofins sobre a gasolina e a isenção de tributos federais sobre o etanol.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Ricardo Morishita, o aumento da margem de lucro em um cenário de esforço público para reduzir os impactos sobre os preços caracteriza uma prática abusiva.</p>
<h2>Governo monitora aplicação das subvenções</h2>
<p class="isSelectedEnd">O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, afirmou que as fiscalizações também têm como objetivo verificar a aplicação dos recursos públicos destinados às subvenções.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo ele, os valores envolvidos chegam a quase R$ 27 bilhões, o que exige acompanhamento dos resultados das medidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Moretti afirmou ainda que o governo trabalha com um prazo de 30 dias para reavaliar cada medida. Na sexta-feira (25), uma portaria renovou a subvenção de R$ 2,12 para o diesel.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro também declarou que o Brasil tem obtido resultados na política de mitigação dos efeitos da guerra sobre os preços dos combustíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Moretti, a política de subvenção funciona como um mecanismo de amortecimento dos impactos sobre os preços, com o valor definido de acordo com a necessidade de reduzir os efeitos do choque.</p>
<h2>Fiscalização e preços dos combustíveis</h2>
<p class="isSelectedEnd">Com a elevação do limite máximo da multa para R$ 500 milhões, o governo amplia a penalidade prevista para práticas consideradas abusivas no mercado de combustíveis.</p>
<p>As fiscalizações continuam sendo realizadas pela ANP, Senacon e Procons, com foco em aumentos de margem de lucro sem justificativa e na recusa de fornecimento de produtos disponíveis em estoque.</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/governo-federal-eleva-para-r-500-milhoes-multa-maxima-por-preco-abusivo-de-combustiveis/">Governo federal eleva para R$ 500 milhões multa máxima por preço abusivo de combustíveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
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		<item>
		<title>Governo inclui reajuste do Bolsa Família no orçamento e eleva previsão de rombo fiscal</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/governo-inclui-reajuste-do-bolsa-familia-no-orcamento-e-eleva-previsao-de-rombo-fiscal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 16:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[Arcabouço Fiscal]]></category>
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		<category><![CDATA[rombo fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Piso do programa passará de R$ 600 para R$ 691 em outubro; governo estima déficit de R$ 80,9 bilhões nas contas públicas em 2026 A equipe econômica ajustou o orçamento de 2026 para incluir o reajuste dos benefícios do Bolsa Família anunciado na semana passada pelo governo. A informação consta no relatório de receitas e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/governo-inclui-reajuste-do-bolsa-familia-no-orcamento-e-eleva-previsao-de-rombo-fiscal/">Governo inclui reajuste do Bolsa Família no orçamento e eleva previsão de rombo fiscal</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Piso do programa passará de R$ 600 para R$ 691 em outubro; governo estima déficit de R$ 80,9 bilhões nas contas públicas em 2026</h2>
<p class="isSelectedEnd">A equipe econômica ajustou o orçamento de 2026 para incluir o reajuste dos benefícios do Bolsa Família anunciado na semana passada pelo governo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A informação consta no relatório de receitas e despesas referente ao quarto bimestre, divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Ministério do Planejamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com o reajuste, o piso do Bolsa Família passará de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro. Já o benefício médio deverá subir de R$ 675 para R$ 777.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do programa neste ano será de R$ 5,8 bilhões.</p>
<h2>Redução de outras despesas abriu espaço no orçamento</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o governo, o espaço orçamentário para bancar o reajuste foi obtido a partir da redução das projeções de despesas com a Previdência Social, o Benefício de Prestação Continuada (BPC), pessoal e subsídios.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, afirmou que o reajuste só foi autorizado após a equipe econômica verificar que haveria redução na projeção de despesas obrigatórias neste ano.</p>
<h2>Previsão de rombo aumenta</h2>
<p class="isSelectedEnd">O novo relatório também elevou a estimativa de déficit nas contas do governo em 2026.</p>
<p class="isSelectedEnd">A projeção passou de R$ 52 bilhões, equivalente a 0,38% do PIB, para R$ 80,9 bilhões, ou 0,59% do PIB.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a revisão, a equipe econômica passou a projetar um resultado negativo no limite estabelecido pelo arcabouço fiscal.</p>
<h2>Governo libera R$ 1,9 bilhão para despesas dos ministérios</h2>
<p class="isSelectedEnd">O relatório também aponta uma redução no volume de recursos bloqueados no orçamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">A contenção total, que era de R$ 17,9 bilhões, passou para R$ 16,1 bilhões. Com isso, há uma previsão de R$ 1,9 bilhão em recursos que poderão ser utilizados pelos ministérios.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mudança envolve dois movimentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro é a liberação de R$ 15,5 bilhões do bloqueio relacionado ao limite de gastos. Com isso, o valor bloqueado por esse motivo caiu de R$ 17,9 bilhões para R$ 2,4 bilhões.</p>
<p class="isSelectedEnd">O segundo é um contingenciamento de R$ 13,6 bilhões, medida adotada para contribuir para o cumprimento da meta fiscal de 2026.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da previsão de liberação, o ministro Bruno Moretti afirmou que os R$ 1,9 bilhão não serão disponibilizados imediatamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo ele, o governo deverá analisar os pedidos apresentados pelos órgãos e manter uma margem de segurança para atender demandas que possam surgir até a próxima atualização do orçamento.</p>
<h2>Receitas adicionais também contribuíram</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre os fatores considerados pelo Ministério do Planejamento para a revisão do orçamento estão receitas adicionais estimadas em R$ 50 bilhões relacionadas à alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio.</p>
<p>Esse valor não inclui receitas provenientes do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).</p>
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		<title>Jogo do Tigrinho e bets proibidas? Governo prepara novas restrições para apostas online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 20:56:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida Provisória preparada pelo governo Lula pode endurecer regras para apostas online e publicidade do setor; proposta deve ser apresentada antes do primeiro turno das eleições. O governo federal discute uma Medida Provisória para aumentar as restrições às plataformas de apostas online no Brasil. Entre as alternativas analisadas estão a proibição dos cassinos virtuais, incluindo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Medida Provisória preparada pelo governo Lula pode endurecer regras para apostas online e publicidade do setor; proposta deve ser apresentada antes do primeiro turno das eleições.</strong></p>
<p>O governo federal discute uma <strong>Medida Provisória para aumentar as restrições às plataformas de apostas online no Brasil</strong>. Entre as alternativas analisadas estão a proibição dos cassinos virtuais, incluindo jogos conhecidos como <strong>“tigrinho”</strong>, e regras mais rígidas para a publicidade do setor.</p>
<p>A extensão das medidas ainda é motivo de divergência dentro do governo do presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</strong>. Enquanto uma ala defende mudanças de maior impacto, integrantes do próprio governo avaliam que alterações mais amplas deveriam ser discutidas somente depois das eleições.</p>
<h2>Lula quer apresentar medida antes do primeiro turno</h2>
<p>A discussão ganhou urgência diante da intenção do presidente de apresentar uma iniciativa relacionada ao <strong>endividamento provocado pelas apostas online</strong> antes do primeiro turno das eleições, marcado para <strong>4 de outubro</strong>.</p>
<p>Nos últimos dias, Lula ouviu pessoas que relataram problemas com apostas e especialistas sobre o assunto. O presidente também declarou publicamente que pretende endurecer as medidas contra o setor e classificou o vício em apostas como um problema para as famílias.</p>
<p>Participam das discussões integrantes dos ministérios da Fazenda e do Empreendedorismo, além da Receita Federal. O ministro da Secretaria de Comunicação Social, <strong>Sidônio Palmeira</strong>, está entre os integrantes do governo favoráveis a uma resposta de maior impacto.</p>
<h2>Publicidade também pode sofrer novas restrições</h2>
<p>Além da possibilidade de proibir determinadas modalidades de cassino online, o governo analisa <strong>ampliar as restrições à publicidade das empresas de apostas</strong>.</p>
<p>O alcance da futura MP ainda não foi definido. Entre os pontos avaliados estão os possíveis impactos jurídicos e econômicos das mudanças.</p>
<p>A expectativa dentro do Palácio do Planalto é de que uma proposta mais restritiva enfrente resistência no Congresso, especialmente entre parlamentares ligados aos setores de apostas, publicidade e futebol.</p>
<h2>MP pode ser definida após retorno de Lula dos Estados Unidos</h2>
<p>A previsão é que as discussões avancem após o retorno de Lula dos Estados Unidos, onde participa da Assembleia Geral da ONU.</p>
<p>A expectativa é que o texto seja finalizado a partir desta quarta-feira (23) e encaminhado ao Congresso Nacional na próxima semana.</p>
<p>Até o momento, portanto, <strong>não existe decisão definitiva sobre o fim das bets no Brasil</strong>. O governo ainda avalia diferentes alternativas, que vão desde novas limitações à publicidade e aos cassinos online até medidas mais abrangentes sobre o funcionamento do setor.</p>
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		<title>Arrecadação federal passa de R$ 2 trilhões em oito meses e cresce 7,12%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 19:44:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[arrecadação federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receita Federal aponta avanço real na arrecadação entre janeiro e agosto de 2026; somente em agosto, governo federal arrecadou R$ 235,5 bilhões. A arrecadação federal ultrapassou a marca de R$ 2 trilhões nos primeiros oito meses de 2026. Dados divulgados nesta terça-feira (22) pela Receita Federal mostram que o governo acumulou R$ 2,019 trilhões entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Receita Federal aponta avanço real na arrecadação entre janeiro e agosto de 2026; somente em agosto, governo federal arrecadou R$ 235,5 bilhões.</strong></p>
<p>A arrecadação federal ultrapassou a marca de <strong>R$ 2 trilhões nos primeiros oito meses de 2026</strong>. Dados divulgados nesta terça-feira (22) pela Receita Federal mostram que o governo acumulou <strong>R$ 2,019 trilhões</strong> entre janeiro e agosto.</p>
<p>Descontada a inflação medida pelo IPCA, o resultado representa um <strong>crescimento de 7,12%</strong> em comparação com o mesmo período de 2025.</p>
<h2>Agosto registra R$ 235,5 bilhões</h2>
<p>Somente em agosto, a arrecadação federal chegou a <strong>R$ 235,5 bilhões</strong>, com crescimento real de <strong>8,25%</strong> na comparação com agosto do ano passado.</p>
<p>Desse montante, <strong>R$ 227,8 bilhões</strong> correspondem às receitas administradas pela Receita Federal.</p>
<p>A análise do órgão aponta que o desempenho foi impulsionado por diferentes tributos e contribuições ao longo do período.</p>
<h2>Previdência, PIS e Cofins impulsionam resultado</h2>
<p>Entre os fatores que contribuíram para o crescimento estão os aumentos na arrecadação da <strong>contribuição para a Previdência Social, do PIS e da Cofins</strong>. Segundo a Receita, o avanço dessas receitas reflete, entre outros fatores, o aumento das vendas.</p>
<p>Também tiveram peso no resultado o desempenho do <strong>Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF)</strong>, do <strong>Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ)</strong> e da <strong>Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)</strong>.</p>
<h2>Imposto sobre exportação de óleo bruto arrecada R$ 1,9 bilhão</h2>
<p>Outro destaque de agosto foi o <strong>Imposto de Exportação sobre óleo bruto</strong>, que respondeu por <strong>R$ 1,9 bilhão</strong> em arrecadação no mês.</p>
<p>No acumulado entre janeiro e agosto de 2026, esse imposto alcançou <strong>R$ 9,9 bilhões</strong>.</p>
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