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	<title>Arquivo de Groenlândia - Mz Notícias</title>
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	<title>Arquivo de Groenlândia - Mz Notícias</title>
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		<title>Trump ameaça usar força militar na América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 20:13:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em discurso na Assembleia Geral da ONU, presidente dos Estados Unidos defendeu a atuação americana na Venezuela, endureceu o tom contra o Irã e afirmou que Washington poderá recorrer ao poder militar para proteger seus interesses no continente. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez nesta terça-feira (22) um discurso marcado por ameaças militares [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em discurso na Assembleia Geral da ONU, presidente dos Estados Unidos defendeu a atuação americana na Venezuela, endureceu o tom contra o Irã e afirmou que Washington poderá recorrer ao poder militar para proteger seus interesses no continente.</strong></p>
<p>O presidente dos Estados Unidos, <strong>Donald Trump</strong>, fez nesta terça-feira (22) um discurso marcado por ameaças militares e pela defesa da política externa de seu governo durante a <strong>81ª Assembleia Geral da ONU</strong>, em Nova York.</p>
<p>Entre os principais pontos, Trump afirmou que os Estados Unidos poderão utilizar seu poder militar na América Latina quando considerarem necessário para proteger interesses nacionais. O republicano também voltou a ameaçar o Irã caso não seja alcançado um acordo para encerrar o conflito iniciado há quase sete meses. As declarações sobre o Irã e a possibilidade de emprego da força no Hemisfério Ocidental também foram registradas por agências internacionais nesta terça-feira.</p>
<h2>Trump endurece discurso contra o Irã</h2>
<p>Durante o pronunciamento, Trump reiterou que não permitirá que o Irã obtenha uma arma nuclear e afirmou que ainda existe a possibilidade de um acordo.</p>
<p>O presidente americano disse acreditar que uma negociação poderá avançar depois das eleições legislativas de novembro nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, voltou a utilizar uma ameaça já feita anteriormente contra Teerã.</p>
<p>“Ou eu aniquilo a República Islâmica?”, declarou Trump ao apresentar as alternativas que, segundo ele, estão colocadas diante do governo iraniano.</p>
<p>Trump também pediu que países aliados aumentem a pressão econômica sobre o Irã.</p>
<h2>Venezuela e poder militar entram no discurso</h2>
<p>Ao falar sobre a América Latina, Trump defendeu as ações realizadas pelos Estados Unidos na Venezuela, que culminaram na captura de <strong>Nicolás Maduro</strong> no início de 2026.</p>
<p>O presidente mencionou os acordos estabelecidos posteriormente entre Washington e Caracas, inclusive envolvendo o petróleo venezuelano.</p>
<p>Trump afirmou que as ações na Venezuela demonstram que os Estados Unidos não aceitarão o avanço de ameaças no Hemisfério Ocidental e declarou que, se considerar necessário, seu governo utilizará o poder militar americano para proteger interesses nacionais.</p>
<h2>Cartéis são comparados ao Estado Islâmico</h2>
<p>O combate ao narcotráfico também ocupou parte do pronunciamento.</p>
<p>Trump comparou os cartéis de drogas que atuam no continente ao <strong>Estado Islâmico</strong> e defendeu uma atuação mais dura contra essas organizações.</p>
<p>O governo americano ampliou nos últimos meses sua atuação militar contra grupos classificados por Washington como organizações terroristas. A estratégia e operações letais contra supostas embarcações do narcotráfico têm sido alvo de críticas e questionamentos de organizações de direitos humanos.</p>
<h2>Cuba e Groenlândia também são citadas</h2>
<p>Trump voltou a defender mudanças políticas em Cuba e afirmou que os Estados Unidos não aceitarão que adversários estrangeiros utilizem o país como ponto de ameaça contra território americano.</p>
<p>Durante a menção a Cuba, integrantes da delegação cubana deixaram o plenário.</p>
<p>O presidente também falou sobre a ampliação da presença militar americana na <strong>Groenlândia</strong>. Nesta terça-feira, Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia firmaram um acordo que prevê a expansão da presença militar americana no território, incluindo duas novas bases.</p>
<h2>Trump critica propostas de controle da inteligência artificial</h2>
<p>A inteligência artificial também apareceu no discurso. Trump rejeitou propostas internacionais de maior controle sobre o desenvolvimento da tecnologia e criticou alertas relacionados aos riscos associados à IA.</p>
<p>O posicionamento contrastou com o apresentado pelo secretário-geral da ONU, <strong>António Guterres</strong>, que defendeu nesta terça-feira maior cooperação internacional e mecanismos de governança para os riscos relacionados à inteligência artificial.</p>
<p>Trump também voltou a criticar o <strong>Tribunal Penal Internacional (TPI)</strong> e questionou a atuação de seus integrantes. Os Estados Unidos não fazem parte do tribunal.</p>
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		<title>ONU aprova novo mapa-múndi que reduz distorções de tamanho entre países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 19:36:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Resolução apresentada por países africanos recebeu 164 votos favoráveis; novo modelo utiliza a projeção Equal Earth para representar com mais precisão as áreas dos territórios. ONU aprova resolução para mudar representação do mundo A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta sexta-feira (4) uma resolução que recomenda a adoção de uma nova representação cartográfica do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Resolução apresentada por países africanos recebeu 164 votos favoráveis; novo modelo utiliza a projeção Equal Earth para representar com mais precisão as áreas dos territórios.</p>
<h2>ONU aprova resolução para mudar representação do mundo</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta sexta-feira (4) uma resolução que recomenda a adoção de uma nova representação cartográfica do mundo. A proposta busca corrigir distorções de tamanho presentes em mapas baseados na tradicional projeção de Mercator.</p>
<p class="isSelectedEnd">A resolução, chamada de “Corrigir o Mapa” (<em>Correct the Map</em>), foi apresentada por países integrantes da União Africana e pelas Bahamas. A iniciativa recebeu amplo apoio na votação: 164 Estados-membros foram favoráveis, seis se abstiveram e apenas os Estados Unidos votaram contra.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta defende uma representação considerada mais equilibrada das diferentes regiões do planeta, especialmente da África, que aparece visualmente menor em mapas produzidos pela projeção de Mercator.</p>
<h2>Por que o mapa de Mercator distorce os tamanhos?</h2>
<p class="isSelectedEnd">A projeção de Mercator foi criada em 1569 pelo cartógrafo europeu Gerardus Mercator e se tornou uma das formas mais conhecidas de representar o planeta em uma superfície plana.</p>
<p class="isSelectedEnd">O modelo é especialmente útil para navegação porque mantém determinadas características relacionadas às direções e aos rumos. No entanto, apresenta uma distorção significativa nas áreas dos territórios, principalmente nas regiões próximas aos polos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com isso, países e territórios localizados em latitudes mais elevadas parecem maiores do que realmente são quando comparados a regiões próximas à Linha do Equador.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos exemplos mais conhecidos é a Groenlândia. No mapa de Mercator, a ilha parece ter dimensões semelhantes às da África ou até maiores que a América do Sul.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na realidade, a Groenlândia possui área próxima à da República Democrática do Congo, enquanto a África tem aproximadamente 14 vezes a área da Groenlândia.</p>
<h2>Novo modelo utiliza a projeção Equal Earth</h2>
<p class="isSelectedEnd">A resolução aprovada pela ONU propõe a utilização da projeção <strong>Equal Earth</strong>, desenvolvida para representar de maneira mais fiel as proporções entre as áreas dos territórios.</p>
<p class="isSelectedEnd">O modelo foi apresentado em 2018 durante uma conferência da Sociedade Norte-Americana de Informação Cartográfica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na projeção Equal Earth, a Europa aparece visualmente menor em comparação com o mapa de Mercator, enquanto a África ganha proporções mais próximas de sua dimensão real.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Brasil também aparece consideravelmente maior no novo modelo, enquanto a Groenlândia sofre uma redução visual significativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta é que a mudança contribua para uma percepção mais equilibrada das dimensões geográficas do planeta.</p>
<h2>ONU cita impacto simbólico da distorção</h2>
<p class="isSelectedEnd">No texto aprovado, a ONU manifesta preocupação com o fato de as distorções cartográficas contribuírem para uma percepção reduzida da dimensão da África, da América Latina e do Sul da Ásia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a resolução, esse efeito também pode influenciar a forma como são percebidas questões relacionadas às condições socioeconômicas, infraestrutura, potencial de desenvolvimento e prosperidade dessas regiões.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento ainda relaciona a representação cartográfica a possíveis preconceitos em áreas como meio ambiente, geopolítica e segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta apresentada à Assembleia Geral classifica a mudança como uma forma de “justiça cognitiva e reparação memorial”.</p>
<h2>França anuncia abandono da projeção de Mercator</h2>
<p class="isSelectedEnd">A França também anunciou que pretende deixar de utilizar a projeção de Mercator em suas representações oficiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Noël Barrot, declarou que o país passará a priorizar modelos capazes de representar com maior precisão as áreas dos territórios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o ministro, países como Estados Unidos, Rússia e China acabam ganhando uma proeminência visual maior em determinados mapas quando comparados a regiões como África, América Latina e Sudeste Asiático.</p>
<p class="isSelectedEnd">Barrot afirmou que as distorções cartográficas podem acabar influenciando a percepção das pessoas sobre o tamanho e a importância de diferentes regiões.</p>
<h2>União Africana já havia adotado o novo modelo</h2>
<p class="isSelectedEnd">A votação na ONU ocorreu após a União Africana adotar a projeção Equal Earth em março.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em abril, o Togo, representando a organização africana, solicitou que os Estados-membros das Nações Unidas também considerassem a adoção do novo modelo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir da iniciativa, foi elaborado o projeto de resolução e realizadas consultas informais entre os países-membros da ONU.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta ganhou força especialmente pelo argumento de que a representação visual do planeta também possui impacto cultural e político.</p>
<h2>Nova Zelândia também criticou o mapa tradicional</h2>
<p class="isSelectedEnd">A projeção de Mercator já foi questionada anteriormente por outros países.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Nova Zelândia, por exemplo, utilizou em 2018 uma campanha turística para chamar atenção para sua posição nos mapas-múndi tradicionais. Na ocasião, uma peça publicitária brincava com o fato de o país aparecer em uma área periférica e parecer estar “desaparecendo” do mapa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A projeção Equal Earth também pode ser apresentada com diferentes centralizações. Uma das possibilidades coloca a Oceania em posição de destaque, em vez de utilizar Greenwich, em Londres, como referência central.</p>
<h2>Google Maps ainda utiliza projeção baseada em Mercator</h2>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da aprovação da resolução, a mudança não significa que todos os mapas utilizados atualmente serão substituídos imediatamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Plataformas digitais, incluindo o Google Maps, utilizam atualmente uma versão da projeção de Mercator, principalmente por suas características adequadas à navegação e à representação de áreas em diferentes níveis de aproximação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A resolução aprovada pela ONU incentiva empresas de tecnologia e plataformas de mapas a dialogarem com os Estados-membros e organizações regionais para avaliar a adoção de representações consideradas mais precisas.</p>
<p>A discussão, portanto, vai além da aparência dos mapas e envolve a maneira como diferentes partes do planeta são representadas visualmente.</p>
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