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	<title>Arquivo de Ministério Público - Mz Notícias</title>
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	<title>Arquivo de Ministério Público - Mz Notícias</title>
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		<title>Após nove anos na prisão, ex-PM recebe pedido oficial de desculpas do Estado por tortura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 14:56:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerimônia realizada em Pitanga reconheceu violações de direitos humanos sofridas por Gerson Milusk de Carvalho há 31 anos. Ex-policial foi condenado a 26 anos de prisão após confissão obtida sob tortura; revisão criminal ainda depende da Justiça. O Estado brasileiro apresentou um pedido formal de desculpas ao ex-policial militar rodoviário Gerson Milusk de Carvalho, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Cerimônia realizada em Pitanga reconheceu violações de direitos humanos sofridas por Gerson Milusk de Carvalho há 31 anos. Ex-policial foi condenado a 26 anos de prisão após confissão obtida sob tortura; revisão criminal ainda depende da Justiça.</strong></p>
<p>O Estado brasileiro apresentou um <strong>pedido formal de desculpas ao ex-policial militar rodoviário Gerson Milusk de Carvalho</strong>, que permaneceu pelo menos nove anos preso após ser condenado em um processo baseado em confissão obtida sob tortura.</p>
<p>O reconhecimento público aconteceu na quinta-feira (15 de outubro), em <strong>Pitanga, na região central do Paraná</strong>, 31 anos depois das violações denunciadas pelo ex-policial.</p>
<p>A cerimônia reuniu representantes dos governos federal e estadual, integrantes do Sistema de Justiça e membros da sociedade civil. O ato atende a uma recomendação da <strong>Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH)</strong>.</p>
<h2>Ex-PM foi condenado a 26 anos de prisão</h2>
<p>O caso teve início em março de 1995, quando Gerson foi acusado de envolvimento nas mortes de <strong>Wilson Schon e Irene Maria dos Santos</strong>, ocorridas em Pitanga.</p>
<p>Em 1997, dois anos após os crimes, ele recebeu uma condenação de <strong>26 anos de prisão</strong>.</p>
<p>Desde o início, o ex-policial negava participação nas mortes e afirmava que havia sido obrigado a confessar os crimes mediante violência física e psicológica.</p>
<p>Segundo as denúncias apresentadas por Gerson, a confissão utilizada no processo foi obtida durante sessões de tortura.</p>
<h2>Carta escrita na prisão levou denúncia à comissão internacional</h2>
<p>Durante o período em que esteve preso, Gerson passou a trabalhar na biblioteca da penitenciária e começou a estudar livros de Direito.</p>
<p>Com os conhecimentos adquiridos, identificou possibilidades de questionar sua condenação e denunciar as irregularidades que afirmava ter sofrido.</p>
<p>Em <strong>2003, uma carta escrita à mão levou o caso à Comissão Interamericana de Direitos Humanos</strong>.</p>
<p>No documento, o ex-policial relatou ter sido preso sem ordem judicial, submetido a agressões e obrigado a prestar depoimentos sem acompanhamento de advogado.</p>
<p>Entre as práticas denunciadas estavam:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Choques elétricos.</li>
<li>Simulações de afogamento.</li>
<li>Sessões de tortura conhecidas como &#8220;pau de arara&#8221;.</li>
<li>Violência física e psicológica.</li>
<li>Obtenção de depoimentos sem assistência jurídica.</li>
</ul>
<p>Conforme o relato, declarações produzidas nessas condições foram utilizadas como provas no processo criminal.</p>
<p>Em <strong>2014, a CIDH recomendou que a Justiça brasileira revisasse o caso</strong>.</p>
<h2>Pedido de desculpas não significa anulação da condenação</h2>
<p>Durante a cerimônia em Pitanga, o Estado brasileiro reconheceu os danos causados ao ex-policial e aos seus familiares.</p>
<p>Também foram assumidos compromissos relacionados à reparação das violações e à adoção de medidas para evitar que situações semelhantes se repitam.</p>
<p>Entretanto, <strong>o pedido oficial de desculpas não anula automaticamente a condenação de Gerson</strong>.</p>
<p>Para que a decisão judicial seja revista, é necessário um procedimento específico de revisão criminal.</p>
<p>O Ministério Público designou um promotor para avaliar essa possibilidade.</p>
<h2>Estado assume compromissos de reparação e combate à tortura</h2>
<p>Entre as medidas anunciadas estão a continuidade das investigações para esclarecer os acontecimentos e identificar os responsáveis pelas violações.</p>
<p>Também foram previstas iniciativas para fortalecer a atuação da Defensoria Pública e ampliar o enfrentamento à tortura.</p>
<p>A Defensoria informou que continuará acompanhando o caso nas esferas cível e criminal.</p>
<p>Para Gerson, o reconhecimento representa um alívio depois de décadas de busca por justiça. Apesar disso, o ex-policial ressalta que o ato não apaga os anos em que permaneceu afastado dos filhos.</p>
<p>A família destacou a persistência dele ao longo dos anos para conseguir o reconhecimento das violações e continuar buscando reparação.</p>
<p><strong>O caso permanece com desdobramentos jurídicos pendentes, especialmente em relação à possível revisão da condenação.</strong></p>
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		<title>Crime da Mala: acusado de matar e esquartejar mulher de 65 anos vai a júri popular; cabeça da vítima não foi encontrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:07:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília Costa]]></category>
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		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Jardim, de 66 anos, é acusado de feminicídio, ocultação de cadáver e outros crimes em Porto Alegre. Réu continuará preso preventivamente, mas julgamento ainda não tem data definida. O caso que ficou conhecido como “Crime da Mala”, ocorrido em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, terá o acusado levado ao Tribunal do Júri. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Ricardo Jardim, de 66 anos, é acusado de feminicídio, ocultação de cadáver e outros crimes em Porto Alegre. Réu continuará preso preventivamente, mas julgamento ainda não tem data definida.</p>
<p>O caso que ficou conhecido como “Crime da Mala”, ocorrido em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, terá o acusado levado ao Tribunal do Júri. Ricardo Jardim, de 66 anos, deverá ser julgado pela morte de Brasília Costa, de 65 anos, sua companheira, assassinada em agosto de 2025.</p>
<p>O caso ganhou repercussão depois que partes do corpo da vítima foram encontradas em diferentes regiões da capital gaúcha, incluindo uma mala deixada no guarda-volumes da Rodoviária de Porto Alegre.</p>
<p>A cabeça de Brasília Costa ainda não foi localizada, e a Polícia Civil continua as buscas.</p>
<p>Ricardo Jardim está preso preventivamente desde setembro de 2025. A decisão que determinou o julgamento pode ser contestada por recurso e ainda não há data definida para o júri.</p>
<h2>Acusado responderá por feminicídio e outros crimes</h2>
<p>Além da acusação de feminicídio em contexto de violência doméstica e familiar, Ricardo Jardim deverá responder por outros delitos relacionados ao caso.</p>
<p>Entre eles estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Vilipêndio e ocultação de cadáver;</li>
<li>Furto;</li>
<li>Falsificação de documento público;</li>
<li>Uso de documento falso;</li>
<li>Falsa identidade;</li>
<li>Invasão de dispositivo informático;</li>
<li>Três episódios de furto mediante fraude.</li>
</ul>
<p>A decisão também prevê a análise de causas de aumento de pena relacionadas à idade da vítima e ao suposto uso de recurso que teria dificultado sua defesa.</p>
<p>A responsabilização criminal dependerá do julgamento e das decisões definitivas da Justiça.</p>
<h2>Corpo foi encontrado em diferentes pontos de Porto Alegre</h2>
<p>Segundo a acusação, Ricardo Jardim e Brasília Costa mantinham um relacionamento afetivo e moravam na mesma pensão, no bairro São Geraldo, em Porto Alegre.</p>
<p>O Ministério Público sustenta que a mulher foi morta entre os dias 8 e 12 de agosto de 2025, em circunstâncias que ainda não foram completamente esclarecidas.</p>
<p>Após o crime, o acusado teria esquartejado o corpo e descartado os restos mortais em diferentes locais da cidade.</p>
<p>O primeiro descarte identificado ocorreu em 13 de agosto, em uma área isolada da Zona Leste, sem circulação significativa de pessoas ou câmeras de monitoramento.</p>
<p>Em 20 de agosto, uma mala contendo o tórax da vítima foi deixada em um armário do guarda-volumes da Rodoviária de Porto Alegre.</p>
<p>As pernas de Brasília foram encontradas em dois pontos diferentes da Zona Sul da capital.</p>
<h2>Câmeras ajudaram a reconstruir os acontecimentos</h2>
<p>A identificação de Brasília Costa foi realizada por meio de exames genéticos.</p>
<p>Durante a investigação, imagens de câmeras de segurança da rodoviária e de outros locais foram utilizadas para reconstruir o trajeto da pessoa que deixou a mala com parte do corpo.</p>
<p>As gravações e outros elementos reunidos pela polícia integram o conjunto de provas apresentado no processo.</p>
<p>Apesar das buscas, o crânio da vítima permanece desaparecido.</p>
<h2>Defesa questiona provas e pede avaliação de saúde mental</h2>
<p>A Defensoria Pública, responsável pela defesa de Ricardo Jardim, informou que a decisão de levar o acusado ao Tribunal do Júri já era esperada.</p>
<p>Entretanto, os defensores Tatiana Boeira e Gabriel Seires contestam supostas irregularidades ocorridas durante a primeira fase do processo.</p>
<p>Um dos principais questionamentos envolve o pedido de instauração de um incidente de insanidade mental, apresentado com parecer de profissionais especializados que entrevistaram o réu e realizaram testes.</p>
<p>O pedido foi negado em primeira instância, e a defesa busca discutir a questão em instâncias superiores.</p>
<p>Os defensores também questionam a origem de determinadas provas, alegando possíveis falhas na documentação necessária para demonstrar a cadeia de custódia.</p>
<p>“Sim, a pronúncia era o caminho natural, mas a gente esperava que o juízo de primeiro grau e o tribunal atentassem para essas irregularidades que têm sido apontadas”, afirmou Tatiana Boeira.</p>
<p>Segundo a defesa, os questionamentos buscam assegurar o direito à ampla defesa e evitar que eventuais falhas processuais provoquem a anulação do julgamento futuramente.</p>
<h2>Julgamento ainda não tem data marcada</h2>
<p>Com a decisão de pronúncia, Ricardo Jardim deverá ser submetido ao Tribunal do Júri, responsável por analisar as acusações de crime doloso contra a vida.</p>
<p>O acusado continuará preso preventivamente enquanto o processo avança.</p>
<p>A data do julgamento ainda não foi definida, e a decisão poderá ser objeto de recurso.</p>
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		<title>Gaeco cumpre 19 mandados em operação contra policiais no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 13:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terceira fase da Operação Rota 466 investiga suspeitas de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro em oito municípios O Núcleo Regional de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), deflagrou na manhã desta quinta-feira (8) a terceira fase da Operação Rota 466. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Terceira fase da Operação Rota 466 investiga suspeitas de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro em oito municípios</p>
<p class="isSelectedEnd">O Núcleo Regional de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), deflagrou na manhã desta quinta-feira (8) a terceira fase da Operação Rota 466.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ação contou com apoio da Corregedoria da Polícia Militar e dá continuidade às investigações sobre a suposta prática de crimes de organização criminosa, corrupção passiva, concussão, falsidade ideológica e lavagem de ativos envolvendo policiais, em sua maioria vinculados à Polícia Rodoviária Estadual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesta etapa, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em oito municípios do Paraná: Guarapuava, Ponta Grossa, Telêmaco Borba, Pitanga, Bituruna, Castro, Palmeira e Wenceslau Braz.</p>
<p class="isSelectedEnd">As ordens judiciais foram expedidas pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual e tiveram como alvo endereços relacionados a 15 policiais militares e quatro civis investigados.</p>
<h3>Policiais foram afastados das atividades operacionais</h3>
<p class="isSelectedEnd">A Justiça determinou o afastamento cautelar dos 15 policiais militares investigados nesta fase das atividades operacionais e ostensivas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a medida, os agentes passam a exercer exclusivamente funções administrativas. Também foi determinado o recolhimento de armamentos funcionais e particulares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o cumprimento dos mandados, uma pessoa foi presa por posse irregular de arma de fogo. O armamento foi apreendido.</p>
<p class="isSelectedEnd">As equipes também recolheram aparelhos eletrônicos com indícios de descaminho, celulares que serão submetidos a análise e documentos.</p>
<h3>Investigação aponta possível esquema em postos rodoviários</h3>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com as apurações, a terceira fase da operação foi desencadeada após a análise de materiais eletrônicos e documentos apreendidos nas etapas anteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O material teria permitido identificar indícios de reiteração das condutas investigadas e possíveis novos envolvidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">As investigações apontam para a existência de um suposto esquema de corrupção em postos da Polícia Rodoviária Estadual, incluindo a unidade de Telêmaco Borba.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Gaeco, a atividade de fiscalização de trânsito teria sido utilizada para obtenção de vantagens indevidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as irregularidades investigadas estão acordos financeiros fixos e o fornecimento contínuo de combustíveis por empresas transportadoras em troca da suposta isenção de fiscalizações de caminhões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também são investigadas possíveis fraudes na classificação de avarias veiculares registradas em Boletins de Acidente de Trânsito Eletrônico Unificado (Bateu) e o suposto direcionamento de serviços de guincho mediante pagamento.</p>
<h3>Investigação também apura possível lavagem de dinheiro</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Gaeco também identificou possíveis mecanismos utilizados para dissimulação e lavagem dos recursos supostamente ilícitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as investigações, valores que teriam sido arrecadados nas rodovias eram movimentados por meio de transferências eletrônicas envolvendo contas bancárias de terceiros, incluindo familiares de agentes públicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Empresas dos setores de transporte e guincho também teriam sido utilizadas como intermediárias nas movimentações financeiras, conforme as apurações.</p>
<h3>Três fases já alcançaram 30 policiais</h3>
<p class="isSelectedEnd">Considerando as três fases da Operação Rota 466, as investigações já alcançaram 30 policiais militares, a maioria vinculada à Polícia Rodoviária Estadual.</p>
<p class="isSelectedEnd">A apuração possui ainda três investigados em comum com a Operação Via Pix, conduzida pelo Gaeco de Ponta Grossa. As duas operações, entretanto, são realizadas de forma independente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Consideradas conjuntamente, as investigações já alcançaram 50 policiais militares, dos quais 42 foram afastados das funções operacionais.</p>
<h3>Gaeco e Polícia Militar realizam coletiva</h3>
<p class="isSelectedEnd">Representantes do Gaeco e da Polícia Militar concederão uma entrevista coletiva nesta quinta-feira (8), às 10h30, na sede do Ministério Público do Paraná em Ponta Grossa.</p>
<p>O endereço é Rua Ermelino de Leão, 2533, bairro Olarias</p>
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		<link>https://mznoticia.com.br/castro/10653-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 12:28:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ANPC]]></category>
		<category><![CDATA[Celepar]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[funcionário fantasma]]></category>
		<category><![CDATA[Gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[Lauro Rodrigues da Costa Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Rangel]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público]]></category>
		<category><![CDATA[MPPR]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Pactum]]></category>
		<category><![CDATA[parana]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Grossa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lauro Rodrigues da Costa Neto reconheceu, em acordo com o Ministério Público, que recebeu remuneração sem comprovação efetiva da prestação de serviços; valor será devolvido em 36 parcelas Investigação apontou recebimento de cerca de R$ 17 mil mensais Lauro Rodrigues da Costa Neto, ex-funcionário da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/10653-2/"></a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Lauro Rodrigues da Costa Neto reconheceu, em acordo com o Ministério Público, que recebeu remuneração sem comprovação efetiva da prestação de serviços; valor será devolvido em 36 parcelas</h2>
<h3>Investigação apontou recebimento de cerca de R$ 17 mil mensais</h3>
<p class="isSelectedEnd">Lauro Rodrigues da Costa Neto, ex-funcionário da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), firmou um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC) com o Ministério Público do Paraná (MPPR), no qual reconheceu ter atuado como funcionário “fantasma” entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a investigação do Ministério Público, Lauro ocupava um cargo comissionado na Celepar, com atribuições relacionadas à articulação institucional junto aos municípios do Paraná. A remuneração era de aproximadamente R$ 17 mil por mês.</p>
<p class="isSelectedEnd">As apurações apontaram que ele não desempenhava efetivamente as funções para as quais havia sido contratado e não apresentou relatórios ou outros elementos que comprovassem a realização do trabalho. O vínculo funcional foi posteriormente encerrado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A conduta foi enquadrada pelo Ministério Público como ato de improbidade administrativa com enriquecimento ilícito, com violação aos princípios da legalidade, moralidade, eficiência e lealdade às instituições.</p>
<h3>Acordo prevê devolução de R$ 286 mil</h3>
<p class="isSelectedEnd">O interesse de Lauro no acordo com o Ministério Público foi manifestado em junho de 2026. O ANPC foi firmado em 28 de setembro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pelos termos estabelecidos, o ex-funcionário deverá reparar integralmente o dano apontado na investigação, com a devolução de R$ 286.112,11.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além disso, foi estabelecida uma multa de R$ 26.010,19, correspondente a 10% do acréscimo patrimonial considerado indevido.</p>
<p class="isSelectedEnd">O valor total deverá ser pago em 36 parcelas mensais, com os depósitos destinados diretamente à conta-corrente da Celepar.</p>
<h3>Penalidades em caso de descumprimento</h3>
<p class="isSelectedEnd">O acordo também estabelece consequências caso as obrigações não sejam cumpridas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as medidas previstas estão multa diária de R$ 100, vencimento antecipado da dívida, execução judicial imediata e impedimento para a realização de novos acordos pelo período de cinco anos.</p>
<h3>Relação com a família Rangel</h3>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a investigação do Ministério Público, Lauro Rodrigues da Costa Neto exerceu atividades tanto em Curitiba quanto no escritório regional da Celepar em Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ex-funcionário mantém histórico profissional ligado à família do deputado estadual e ex-prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre março de 2011 e julho de 2012, Lauro atuou como assessor parlamentar de Sandro Alex, irmão de Marcelo Rangel, na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2013, foi nomeado Controlador Geral do Município de Ponta Grossa durante a gestão de Marcelo Rangel na Prefeitura.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já em 2023, quando Rangel assumiu a Secretaria de Inovação, Modernização e Transformação Digital, no governo estadual, Lauro Rodrigues da Costa Neto ocupava a diretoria de operações da pasta.</p>
<h3>Exoneração ocorreu após investigação do Gaeco</h3>
<p class="isSelectedEnd">Em 2024, Lauro foi exonerado por Marcelo Rangel após vir a público uma investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), relacionada à Operação Pactum.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação apurava a existência de uma organização criminosa que, segundo as autoridades, seria formada por agentes políticos, servidores públicos e empresários. O grupo era investigado por suspeitas relacionadas a fraude em licitações, tráfico de influência, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Lauro estava entre os investigados. Na ocasião, o Gaeco chegou a solicitar à Justiça um mandado de busca e apreensão na residência dele, mas o pedido foi indeferido pela Justiça de Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">As informações apresentadas apontam ainda que a investigação permanece em andamento e que a Justiça autorizou a quebra dos sigilos fiscal e bancário do ex-assessor da Celepar.</p>
<h3>Ex-assessor deixou a Celepar em janeiro de 2025</h3>
<p class="isSelectedEnd">Lauro Rodrigues da Costa Neto assumiu um cargo na Celepar no início de 2024, em uma nomeação que, segundo as informações da investigação, teria ocorrido por indicação de Marcelo Rangel.</p>
<p class="isSelectedEnd">A exoneração ocorreu em 31 de janeiro de 2025, por meio da Portaria nº 022/2025, assinada pelo diretor-presidente da Celepar, André Gustavo Souza Garbosa.</p>
<p>Conforme o caso apresentado pelo Ministério Público, a empresa passou a ser oficiada para fornecer informações sobre as atividades desempenhadas por Lauro. A partir das apurações, ele reconheceu os fatos e optou pela celebração do Acordo de Não Persecução Civil.</p>
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		<title>Empresário é indiciado após trabalhador morrer soterrado por milho no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 17:29:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[cerealista]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio culposo]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[segurança do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Soterramento]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polícia Civil apontou falhas de segurança em cerealista de Pitanga; inquérito foi encaminhado ao Ministério Público A Polícia Civil indiciou por homicídio culposo o proprietário de uma cerealista de Pitanga, na região central do Paraná, após concluir a investigação sobre a morte de um trabalhador de 43 anos, que morreu soterrado por grãos de milho. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Polícia Civil apontou falhas de segurança em cerealista de Pitanga; inquérito foi encaminhado ao Ministério Público</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Polícia Civil indiciou por homicídio culposo o proprietário de uma cerealista de Pitanga, na região central do Paraná, após concluir a investigação sobre a morte de um trabalhador de 43 anos, que morreu soterrado por grãos de milho.</p>
<p class="isSelectedEnd">O resultado do inquérito foi divulgado nesta segunda-feira (28). O acidente aconteceu em 14 de abril de 2026.</p>
<h3>Trabalhador caiu em compartimento de processamento</h3>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a investigação, o trabalhador caiu de aproximadamente 3,60 metros por uma abertura que não possuía guarda-corpo, tampa ou outra forma de proteção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ele acabou soterrado em um compartimento utilizado no processamento e na secagem de milho.</p>
<p class="isSelectedEnd">O laudo de necropsia apontou asfixia mecânica por soterramento como causa da morte.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o delegado William Gama Assunção, a vítima estava sozinha no momento do acidente e não utilizava equipamento de proteção contra quedas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a investigação, a Polícia Civil ouviu bombeiros e funcionários da empresa e analisou documentos trabalhistas e de segurança.</p>
<h3>Documento da empresa já apontava risco</h3>
<p class="isSelectedEnd">Conforme a Polícia Civil, o programa de gerenciamento de riscos da cerealista, em vigor desde novembro de 2025, já classificava como crítico o risco de acidentes em espaços confinados para a função exercida pelo trabalhador.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento recomendava a instalação de proteções e a realização de treinamentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a investigação, essas medidas não haviam sido adotadas até a data do acidente.</p>
<h3>Trabalhador foi encontrado após desaparecer</h3>
<p class="isSelectedEnd">No dia 14 de abril, o sistema de monitoramento registrou a última aparição do trabalhador às 15h55.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois que perceberam o desaparecimento, os proprietários realizaram buscas dentro da empresa e encontraram o trabalhador sem vida.</p>
<p class="isSelectedEnd">As equipes de resgate foram acionadas para realizar a retirada do corpo.</p>
<h3>Inquérito foi encaminhado ao Ministério Público</h3>
<p class="isSelectedEnd">O proprietário da empresa, de 65 anos, foi indiciado por homicídio culposo, classificação utilizada quando não há intenção de matar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O indiciamento representa a conclusão da investigação policial. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público, que deverá decidir se apresenta denúncia à Justiça.</p>
<p>Os nomes do empresário e da empresa não foram divulgados.</p>
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		<title>MP pede condenação de quatro acusados de estupro coletivo em Copacabana</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/mp-pede-condenacao-de-quatro-acusados-de-estupro-coletivo-em-copacabana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[acusados]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Copacabana]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[estupro coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Réus estão presos desde março e negam o crime; Ministério Público afirma que houve tentativas de descredibilizar a vítima durante o processo O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu à Justiça a condenação de quatro homens acusados de estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Réus estão presos desde março e negam o crime; Ministério Público afirma que houve tentativas de descredibilizar a vítima durante o processo</p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu à Justiça a condenação de quatro homens acusados de estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vitor Hugo Simonin, João Gabriel Bertho, Matheus Veríssimo Martins e Bruno Allegretti estão presos desde março e negam as acusações. Durante os interrogatórios, os quatro afirmaram que a relação sexual foi consensual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a investigação, a adolescente foi ao apartamento a convite de um rapaz com quem já havia se relacionado. De acordo com o relato da vítima, ela não consentiu com as relações e teria sido violentada e agredida com tapas, socos e chutes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em abril, a Justiça determinou a internação por seis meses de um adolescente de 17 anos envolvido no caso. Segundo a decisão, ele teria convidado a vítima e os demais envolvidos para o apartamento.</p>
<h2>Réus negam acusações</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os quatro acusados afirmaram que a relação foi consensual. Eles também disseram não ter percebido as lesões apresentadas pela adolescente durante o episódio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante os interrogatórios, o juiz mostrou fotografias das marcas de agressão e questionou os acusados sobre os ferimentos. Eles disseram que não haviam visto as lesões porque o ambiente estava escuro.</p>
<h2>MP aponta tentativa de descredibilização</h2>
<p class="isSelectedEnd">Nas alegações finais, a promotora responsável pelo caso afirmou que houve tentativas de descredibilizar a vítima durante as audiências.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público pediu a condenação dos quatro réus pelo crime de estupro. A avó da adolescente, que atua como assistente de acusação, também criticou a estratégia das defesas e afirmou que ela contribuiu para a revitimização da jovem.</p>
<p>Após as alegações finais das defesas, caberá à Justiça decidir pela condenação ou absolvição dos acusados.</p>
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		<title>URGENTE: Zampieri denuncia suposta corrupção de vereadores ao MP (Gaeco)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 21:56:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vereador e candidato a deputado estadual pelo PL afirma ter apresentado ao Ministério Público informações, valores, endereços e locais relacionados a suspeitas de pagamento de propina envolvendo integrantes da Câmara Municipal. O vereador de Ponta Grossa e candidato a deputado estadual pelo PL, Ricardo Zampieri, afirmou ter apresentado nesta quarta-feira (23) ao Ministério Público do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vereador e candidato a deputado estadual pelo PL afirma ter apresentado ao Ministério Público informações, valores, endereços e locais relacionados a suspeitas de pagamento de propina envolvendo integrantes da Câmara Municipal.</strong></p>
<p>O vereador de Ponta Grossa e candidato a deputado estadual pelo PL, <strong>Ricardo Zampieri</strong>, afirmou ter apresentado nesta quarta-feira (23) ao Ministério Público do Paraná uma denúncia envolvendo <strong>suspeitas de corrupção e pagamento de propina a vereadores da Câmara Municipal de Ponta Grossa</strong>.</p>
<p>Segundo material divulgado pelo parlamentar, foi apresentada uma <strong>Notícia de Fato</strong> com informações e elementos que, de acordo com Zampieri, podem contribuir para a apuração das suspeitas.</p>
<p>O vereador afirma ter repassado detalhes sobre os fatos, <strong>valores, endereços e locais indicados para entrega</strong>, além de outras informações relacionadas ao caso. Zampieri também declarou que conversou pessoalmente com um promotor e apresentou detalhes das denúncias.</p>
<p>As acusações ainda dependem de investigação pelas autoridades competentes e não significam que os vereadores eventualmente mencionados tenham cometido os crimes denunciados.</p>
<h2>Zampieri defende investigação pelo Ministério Público</h2>
<p>Zampieri argumenta que as suspeitas devem ser investigadas pelo Ministério Público, por considerar que o órgão possui independência para conduzir a apuração, principalmente porque as denúncias envolvem integrantes do próprio Legislativo municipal.</p>
<p>O parlamentar afirmou que considera uma obrigação do mandato encaminhar às autoridades informações sobre possíveis irregularidades.</p>
<p>“Eu estou honrando o cargo que o povo de Ponta Grossa me confiou. Se existem indícios de corrupção, não cabe ao vereador se calar. É minha obrigação levar essas informações às autoridades competentes e cobrar que os fatos sejam investigados”, declarou.</p>
<h2>Vereador alega retaliação política</h2>
<p>A apresentação das denúncias ocorre em meio a um procedimento envolvendo o próprio Zampieri na Câmara Municipal.</p>
<p>O vereador afirma que está sofrendo <strong>retaliação política</strong> depois de levantar suspeitas sobre possíveis irregularidades. Ele foi encaminhado à Corregedoria da Câmara após uma representação apresentada pelo vereador Guilherme Mazer (PT).</p>
<p>Zampieri relaciona o procedimento à sua atuação e às denúncias feitas no Legislativo. A alegação de retaliação é uma posição do parlamentar e não está estabelecida como fato.</p>
<p>“Estão tentando me punir por fazer aquilo que o vereador tem obrigação de fazer: fiscalizar e denunciar quando encontra algo errado. Isso não vai me intimidar”, afirmou.</p>
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		<title>Oruam: Justiça concede liberdade e rapper deixa de ser considerado foragido</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/justica-concede-habeas-corpus-e-oruam-deixa-de-ser-considerado-foragido-decisao-afasta-restricoes-de-liberdade-contra-o-musico-no-curso-da-acao-penal-por-suposta-lavagem-de-dinheiro-para-o-comando-ver/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 18:28:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Comando Vermelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão unânime do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro permite que o rapper responda em liberdade à ação penal em que é acusado de organização criminosa e lavagem de dinheiro. O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, deixou de ser considerado foragido da Justiça após conseguir um habeas corpus nesta quarta-feira [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/justica-concede-habeas-corpus-e-oruam-deixa-de-ser-considerado-foragido-decisao-afasta-restricoes-de-liberdade-contra-o-musico-no-curso-da-acao-penal-por-suposta-lavagem-de-dinheiro-para-o-comando-ver/">Oruam: Justiça concede liberdade e rapper deixa de ser considerado foragido</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Decisão unânime do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro permite que o rapper responda em liberdade à ação penal em que é acusado de organização criminosa e lavagem de dinheiro.</strong></p>
<p>O rapper <strong>Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam</strong>, deixou de ser considerado foragido da Justiça após conseguir um habeas corpus nesta quarta-feira (23).</p>
<p>A decisão foi tomada por unanimidade pela <strong>8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)</strong> e permite que o artista responda em liberdade ao processo.</p>
<p>Oruam é réu em uma ação penal que apura supostos crimes de <strong>organização criminosa e lavagem de dinheiro</strong>. As acusações são contestadas pela defesa.</p>
<h2>Defesa agora busca encerrar ação penal</h2>
<p>Após a concessão do habeas corpus, a defesa informou que pretende buscar o <strong>trancamento da ação penal</strong>.</p>
<p>O advogado Thiago Lemos sustenta que as provas utilizadas no processo seriam ilícitas e afirma que essa condição teria sido apontada em laudo pericial. Essa é a posição apresentada pela defesa e ainda depende de análise judicial.</p>
<p>Na denúncia que originou o processo, o Ministério Público do Rio de Janeiro havia solicitado a prisão preventiva do rapper sob a alegação de risco de fuga.</p>
<p>Com a nova decisão, as restrições de liberdade relacionadas a essa ação foram afastadas enquanto o processo continua.</p>
<h2>Oruam e outras dez pessoas viraram réus</h2>
<p>O Ministério Público apresentou denúncia em <strong>30 de janeiro de 2026</strong> contra Oruam, o pai dele, <strong>Márcio Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP</strong>, e outras nove pessoas.</p>
<p>Dois meses depois, a Justiça recebeu a denúncia, tornando os 11 acusados réus.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, existiria uma estrutura destinada à lavagem de recursos provenientes do tráfico de drogas em comunidades do Rio de Janeiro.</p>
<p>A acusação sustenta que Marcinho VP, mesmo preso há mais de 20 anos, manteria influência sobre o Comando Vermelho e participaria de decisões estratégicas e da movimentação financeira da organização. As alegações fazem parte da denúncia e ainda são objeto do processo judicial.</p>
<h2>MP aponta diferentes núcleos no suposto esquema</h2>
<p>A denúncia divide os investigados em quatro núcleos. Segundo o Ministério Público, haveria uma liderança encarcerada, um núcleo familiar responsável pela gestão de recursos, pessoas utilizadas para dar suporte à ocultação de patrimônio e integrantes ligados à atuação operacional nas comunidades.</p>
<p>Oruam é citado pela acusação no chamado núcleo familiar.</p>
<p>A concessão do habeas corpus <strong>não representa o encerramento da ação penal nem uma decisão sobre a culpa ou inocência do rapper</strong>. O processo continua em andamento.</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/justica-concede-habeas-corpus-e-oruam-deixa-de-ser-considerado-foragido-decisao-afasta-restricoes-de-liberdade-contra-o-musico-no-curso-da-acao-penal-por-suposta-lavagem-de-dinheiro-para-o-comando-ver/">Oruam: Justiça concede liberdade e rapper deixa de ser considerado foragido</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
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		<title>Jovem do Paraná sofre grave lesão cerebral após andar em montanha-russa e perde movimentos</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/jovem-do-parana-sofre-grave-lesao-cerebral-apos-andar-em-montanha-russa-e-perde-movimentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 20:26:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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		<category><![CDATA[Hopi Hari]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhedo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulher de 28 anos passou mal após andar pela segunda vez na Montezum, no Hopi Hari, e precisou passar por cirurgia de emergência; Polícia Civil e Ministério Público investigam as circunstâncias do caso. Uma jovem de 28 anos, natural de Londrina, sofreu uma grave lesão cerebral e ficou com sequelas neurológicas após passar mal durante [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/jovem-do-parana-sofre-grave-lesao-cerebral-apos-andar-em-montanha-russa-e-perde-movimentos/">Jovem do Paraná sofre grave lesão cerebral após andar em montanha-russa e perde movimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mulher de 28 anos passou mal após andar pela segunda vez na Montezum, no Hopi Hari, e precisou passar por cirurgia de emergência; Polícia Civil e Ministério Público investigam as circunstâncias do caso.</strong></p>
<p>Uma jovem de <strong>28 anos, natural de Londrina</strong>, sofreu uma grave lesão cerebral e ficou com sequelas neurológicas após passar mal durante um passeio na montanha-russa <strong>Montezum</strong>, no Hopi Hari, em Vinhedo, interior de São Paulo.</p>
<p>O episódio aconteceu em <strong>20 de abril de 2026</strong> e permanece sob investigação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo. Até o momento, a apuração não concluiu se houve alguma falha na atração ou responsabilidade do parque.</p>
<h2>Jovem ficou desacordada e teve convulsões</h2>
<p>A jovem estava acompanhada do marido quando decidiu andar pela segunda vez na montanha-russa, por volta das 16h30.</p>
<p>Conforme o relato do marido registrado no inquérito, o percurso teria apresentado fortes impactos e solavancos. Quando o carrinho retornou à estação, a jovem estava <strong>desacordada e apresentava convulsões</strong>.</p>
<p>Ela recebeu atendimento inicial no ambulatório do Hopi Hari e posteriormente foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo.</p>
<h2>Lesão cerebral exigiu cirurgia de emergência</h2>
<p>Os exames identificaram <strong>hematoma subdural e hemorragia intracraniana</strong>. Diante da gravidade do quadro, a jovem precisou passar por uma <strong>craniotomia de emergência</strong> para controlar o sangramento e a pressão dentro do crânio.</p>
<p>Ela permaneceu internada por aproximadamente dois meses em Vinhedo e posteriormente foi transferida para Londrina. Outros procedimentos médicos também foram necessários durante o período de recuperação.</p>
<p>Atualmente, a jovem apresenta <strong>comprometimento neurológico grave</strong>, incluindo perda dos movimentos do lado esquerdo do corpo e limitações na fala. Segundo a família, ela continua realizando tratamentos e necessita de reabilitação.</p>
<h2>Laudos relacionam quadro a trauma</h2>
<p>Laudos médicos incluídos na investigação apontam que hipóteses como uma malformação arteriovenosa congênita e um AVC espontâneo foram descartadas. Conforme os documentos apresentados no caso, o quadro foi relacionado a um trauma ocorrido durante o passeio.</p>
<p>O Ministério Público solicitou novas diligências para tentar esclarecer as circunstâncias do episódio.</p>
<p>Entre as medidas está uma <strong>perícia técnica no carrinho utilizado pela jovem e na estrutura da Montezum</strong>, além da análise de documentos médicos e de informações relacionadas ao sistema de imagens da atração.</p>
<p>A apuração deverá verificar se houve algum problema no equipamento e se as forças e movimentos registrados durante o percurso podem estar relacionados às lesões.</p>
<h2>Família questiona atendimento e assistência</h2>
<p>A mãe da jovem questionou publicamente o atendimento prestado à filha após o episódio. Segundo ela, a jovem teria permanecido por um período prolongado em convulsão e poderia ter recebido outros procedimentos durante o transporte ao hospital.</p>
<p>A família também questiona a assistência oferecida posteriormente pelo parque. A defesa afirma que não houve pagamento de seguro ou indenização para custear os danos e tratamentos relacionados ao caso.</p>
<h2>Hopi Hari diz que atração segue normas de segurança</h2>
<p>O Hopi Hari afirma que a Montezum possui <strong>certificação internacional de segurança emitida pelo grupo alemão TÜV Nord</strong> e segue normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).</p>
<p>O parque também afirma realizar inspeções e manutenções preventivas antes da abertura ao público, com verificações de trilhos, travas, cintos, sistemas elétricos e mecanismos de frenagem.</p>
<p>Sobre o atendimento, a administração sustenta que a jovem recebeu assistência no ambulatório e foi encaminhada à Santa Casa de Vinhedo. O parque também afirma ter custeado despesas relacionadas à permanência na cidade durante a internação e disponibilizado um seguro à família.</p>
<p>A defesa da jovem contesta a informação sobre o seguro e afirma que <strong>não houve indenização securitária</strong> relacionada ao episódio.</p>
<p>A Montezum é uma montanha-russa de madeira com percurso superior a um quilômetro e velocidade que pode chegar a aproximadamente <strong>103 km/h</strong>.</p>
<p>As circunstâncias do caso continuam sendo investigadas.</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/jovem-do-parana-sofre-grave-lesao-cerebral-apos-andar-em-montanha-russa-e-perde-movimentos/">Jovem do Paraná sofre grave lesão cerebral após andar em montanha-russa e perde movimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
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		<title>Jovem fica desacordada após passar mal em montanha-russa do Hopi Hari e passa por sete cirurgias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 13:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[edema cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[hemorragia intracraniana]]></category>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Júlia sofreu uma hemorragia intracraniana e edema cerebral após andar na Montezum; cinco meses depois, ela segue em processo de reabilitação</h2>
<h3>Jovem foi retirada desacordada da atração</h3>
<p class="isSelectedEnd">No fim da tarde, Júlia e o marido, João Pedro, decidiram voltar à montanha-russa Montezum, no Hopi Hari. Segundo João Pedro, Júlia havia se lembrado de que tinha direito a uma promoção e os dois resolveram aproveitar a oportunidade antes de deixarem o parque.</p>
<p class="isSelectedEnd">As câmeras do parque registraram o momento em que os dois se sentaram em um dos bancos traseiros do carrinho. Durante a subida da montanha-russa, Júlia aparece consciente e tranquila. Não há imagens do restante do percurso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cerca de dois minutos depois, o carrinho retornou à plataforma e Júlia estava desacordada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o marido, ela já estava inconsciente e convulsionando quando o carrinho chegou à estação. Funcionários do parque se aproximaram e, cerca de seis minutos depois, a jovem foi retirada em uma maca e levada para atendimento médico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Inicialmente, Júlia foi encaminhada ao ambulatório do próprio Hopi Hari. Segundo o marido, ela permaneceu inconsciente durante o atendimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Após o episódio, a atração voltou a funcionar normalmente.</p>
<h3>Internação durou 57 dias</h3>
<p class="isSelectedEnd">A jovem foi posteriormente transferida para a Santa Casa de Vinhedo. Exames apontaram uma hemorragia intracraniana e um edema cerebral, quadro que exigiu uma cirurgia de emergência.</p>
<p class="isSelectedEnd">Júlia permaneceu internada por 57 dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com um laudo médico citado pela família, o traumatismo teria sido provocado por um mecanismo de contragolpe durante o percurso na montanha-russa. O documento aponta que movimentos bruscos de aceleração, desaceleração e rotação podem provocar o rompimento de vasos sanguíneos cerebrais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cinco meses após o acidente, a jovem segue em processo de reabilitação. Segundo familiares, ela perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo, apresenta dificuldades de fala e já passou por sete cirurgias desde o episódio.</p>
<h3>Ministério Público investiga o caso</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público de São Paulo abriu uma investigação para apurar as circunstâncias do caso e determinou a realização de uma perícia na atração. O procedimento ainda está em andamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em agosto de 2026, o Ministério Público havia emitido um parecer sobre a montanha-russa após uma mulher ser levada à enfermaria com dores no pescoço, em julho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Hopi Hari, o parecer descartou risco coletivo relacionado à atração.</p>
<h3>O que diz o Hopi Hari</h3>
<p class="isSelectedEnd">Em nota, o Hopi Hari afirmou que a Montezum possui certificação internacional emitida pelo Grupo TÜV Nord e que as inspeções são realizadas anualmente em atrações radicais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O parque também informou que segue a norma nacional para parques de diversões ABNT NBR 15926-2023 e que mantém protocolos de segurança, treinamento de funcionários e procedimentos de atendimento aos visitantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o parque, existem placas com informações sobre a atração, recomendações e restrições em pontos de fácil visualização. Avisos sonoros também são apresentados durante a fila e no momento do embarque.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Hopi Hari informou que, de janeiro de 2026 até o momento, mais de 870 mil pessoas frequentaram o parque e aproximadamente 470 mil passaram pela Montezum, apontada como a atração mais visitada do local.</p>
<p class="isSelectedEnd">A administração também declarou que a jovem paranaense acessou a Montezum duas vezes no mesmo dia. A primeira vez teria ocorrido às 11h e a segunda, aproximadamente cinco horas depois, por volta das 16h30.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o parque, o episódio ocorreu durante a segunda passagem pela atração, quando a visitante apresentou um quadro de convulsão e recebeu atendimento das equipes, seguindo os protocolos de segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa afirmou ainda que Júlia recebeu os primeiros socorros no ambulatório e depois foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo. O parque informou que acompanhou o tratamento, manteve contato com os familiares e custeou as despesas durante a permanência da jovem em Vinhedo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O departamento jurídico do Hopi Hari também teria mantido contato com a família durante o processo de atendimento. Segundo a administração, um seguro foi disponibilizado aos familiares.</p>
<p class="isSelectedEnd">O parque afirmou ainda que continua investindo em normas, procedimentos e treinamentos voltados à segurança e que, nos últimos cinco anos, recebeu mais de 5,5 milhões de visitantes.</p>
<p>Sobre ocorrências mencionadas de anos anteriores, o Hopi Hari declarou que os dados pertencem a gestões passadas e que a atual administração mantém o foco na cultura de segurança implementada nos últimos cinco anos.</p>
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