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	<title>Arquivo de MPPR - Mz Notícias</title>
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	<description>A informação que você precisa na hora certa!</description>
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	<title>Arquivo de MPPR - Mz Notícias</title>
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		<title>PR: Gaeco investiga suspeita de desvio de R$ 36,9 milhões destinados a entidades beneficentes e cumpre 17 mandados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:38:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Apaes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Samaritano apura possíveis fraudes envolvendo títulos de capitalização filantrópica. Santa Casa, Hospital do Câncer de Londrina e Federação Nacional das Apaes estão entre as possíveis vítimas. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou nesta segunda-feira (26) a Operação Samaritano, que investiga um possível esquema [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/castro/pr-gaeco-investiga-suspeita-de-desvio-de-r-369-milhoes-destinados-a-entidades-beneficentes-e-cumpre-17-mandados/">PR: Gaeco investiga suspeita de desvio de R$ 36,9 milhões destinados a entidades beneficentes e cumpre 17 mandados</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br/castro">Mz Notícias</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Operação Samaritano apura possíveis fraudes envolvendo títulos de capitalização filantrópica. Santa Casa, Hospital do Câncer de Londrina e Federação Nacional das Apaes estão entre as possíveis vítimas.</p>
<p>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou nesta segunda-feira (26) a Operação Samaritano, que investiga um possível esquema de desvio de recursos destinados a entidades beneficentes.</p>
<p>A ação, coordenada pelo núcleo do Gaeco de Londrina, resultou no cumprimento de 17 mandados de busca e apreensão em municípios do Paraná e de São Paulo.</p>
<p>O prejuízo estimado pelas investigações chega a R$ 36.913.661,48.</p>
<p>As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara Criminal de Londrina e cumpridas em cinco cidades:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Londrina (PR)</li>
<li>Ibiporã (PR)</li>
<li>Maringá (PR)</li>
<li>São Paulo (SP)</li>
<li>Itupeva (SP)</li>
</ul>
<h2>Investigação começou em 2021</h2>
<p>As apurações tiveram início em 2021 e envolvem uma distribuidora de títulos de capitalização sediada em Londrina, além de empresas ligadas a ela.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, há suspeitas de que parte dos valores arrecadados com a comercialização de títulos de capitalização filantrópica tenha sido apropriada indevidamente, em vez de ser destinada às instituições beneficiárias.</p>
<p>Entre as possíveis vítimas identificadas estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Federação Nacional das Apaes (Fenapaes);</li>
<li>Irmandade Santa Casa de Londrina;</li>
<li>Hospital do Câncer de Londrina.</li>
</ul>
<p>As entidades são tratadas como possíveis vítimas dos fatos investigados.</p>
<h2>Como funcionaria o esquema investigado?</h2>
<p>Na modalidade filantrópica, quem adquire um título de capitalização participa de sorteios e cede a uma entidade beneficente o direito ao resgate do título.</p>
<p>Até 2019, os títulos eram comercializados em campanhas em benefício da Federação Nacional das Apaes.</p>
<p>Nesse período, a distribuidora investigada concentrava a arrecadação e apresentava à entidade a prestação de contas das despesas descontadas.</p>
<p>De acordo com os investigadores, existem indícios de que essas despesas teriam sido aumentadas artificialmente por meio de documentos fiscais irregulares.</p>
<p>Entre as práticas investigadas estão a utilização de notas fiscais sem comprovação de serviços, documentos duplicados e cobranças referentes a serviços prestados a outras empresas dos investigados.</p>
<p>O Gaeco também apura a suposta utilização de empresas de fachada registradas em nome de funcionários e distribuidores, que teriam sido utilizadas para ampliar indevidamente os lucros da distribuidora.</p>
<h2>Mudança nas regras teria levado à adaptação das fraudes</h2>
<p>A partir de 2020, uma alteração na regulamentação passou a exigir que a sociedade de capitalização depositasse diretamente os valores de resgate nas contas das entidades beneficentes.</p>
<p>A mudança buscava impedir a atuação de intermediários no repasse dos recursos.</p>
<p>Entretanto, segundo o Ministério Público, há indícios de que os investigados teriam adaptado a prática por meio de contratos de “promoção de vendas”.</p>
<p>Esses contratos teriam sido celebrados em desacordo com requisitos legais, incluindo a necessidade de fiscalização adequada pela sociedade de capitalização.</p>
<p>A investigação busca esclarecer se os acordos permitiram que recursos destinados às instituições retornassem indevidamente à distribuidora.</p>
<h2>Santa Casa e Hospital do Câncer transferiram milhões</h2>
<p>Os valores identificados durante as apurações incluem transferências realizadas por duas instituições de saúde de Londrina.</p>
<p>Santa Casa de Londrina</p>
<p>Entre março de 2020 e maio de 2022, a instituição transferiu R$ 33,16 milhões à distribuidora investigada.</p>
<p>Hospital do Câncer de Londrina</p>
<p>Entre julho de 2020 e abril de 2021, o hospital realizou transferências que somaram R$ 3,75 milhões.</p>
<p>Documentos apresentados pelo próprio Hospital do Câncer indicam que a prática investigada teria continuado com empresas sucessoras, sob uma nova marca, pelo menos até 2024.</p>
<p>Os investigadores procuram determinar a natureza dessas transferências, a legalidade dos contratos e a destinação final dos recursos.</p>
<h2>Empresas de familiares e veículos de luxo são investigados</h2>
<p>Outro ponto da Operação Samaritano é a suspeita de lavagem de dinheiro.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, os recursos supostamente desviados teriam passado por diferentes operações financeiras para dificultar a identificação de sua origem.</p>
<p>Entre os mecanismos investigados está a participação de empresas constituídas em nome de familiares dos sócios da distribuidora.</p>
<p>Essas empresas teriam sido utilizadas para a aquisição de imóveis e veículos de luxo, conforme os indícios reunidos na investigação.</p>
<h2>Justiça determina bloqueio de quase R$ 37 milhões</h2>
<p>Além de autorizar os 17 mandados de busca e apreensão, a Justiça determinou o sequestro de imóveis e o bloqueio de valores até o limite de R$ 36.913.661,48.</p>
<p>As medidas têm como objetivo preservar bens e recursos relacionados aos fatos investigados e permitir o aprofundamento das apurações.</p>
<p>Os possíveis crimes investigados são:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Apropriação indébita;</li>
<li>Estelionato contra entidades beneficentes;</li>
<li>Falsidade ideológica;</li>
<li>Lavagem de dinheiro.</li>
</ul>
<p>Até o momento, as informações divulgadas tratam de suspeitas em investigação, sem conclusão definitiva sobre a responsabilidade dos envolvidos.</p>
<h2>Ministério Público esclarece que títulos filantrópicos são legais</h2>
<p>O Ministério Público do Paraná ressaltou que a comercialização de títulos de capitalização na modalidade filantrópica é uma atividade permitida por lei e regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).</p>
<p>A investigação não questiona a legalidade dessa modalidade de título, mas a possível utilização de mecanismos fraudulentos para desviar recursos que deveriam beneficiar instituições de assistência social e saúde.</p>
<p>As apurações continuam para esclarecer a participação dos envolvidos, a movimentação financeira e o destino dos valores.</p>
<p>O processo tramita em segredo de justiça.</p>
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		<title>PR: Justiça proíbe operação de hidrelétrica entre Jaguariaíva e Sengés após identificar risco em barragem</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/pr-justica-proibe-operacao-de-hidreletrica-entre-jaguariaiva-e-senges-apos-identificar-risco-em-barragem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 17:03:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>PCH Beira Rio apresenta afundamento de aproximadamente um metro e deslocamento da estrutura em direção ao rio. Justiça determina auditoria independente, monitoramento diário e multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento. A Justiça de Jaguariaíva, nos Campos Gerais do Paraná, determinou a suspensão do início da operação comercial da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">PCH Beira Rio apresenta afundamento de aproximadamente um metro e deslocamento da estrutura em direção ao rio. Justiça determina auditoria independente, monitoramento diário e multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento.</p>
<p>A Justiça de Jaguariaíva, nos Campos Gerais do Paraná, determinou a suspensão do início da operação comercial da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Beira Rio, instalada no Rio Jaguariaíva, na divisa entre os municípios de Jaguariaíva e Sengés.</p>
<p>A decisão atende a uma ação civil pública apresentada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR), após vistorias identificarem problemas estruturais na barragem que podem representar riscos à população e ao meio ambiente.</p>
<p>A proibição permanecerá em vigor até que a empresa comprove a segurança da estrutura perante os órgãos competentes.</p>
<h2>Barragem apresenta afundamento de um metro</h2>
<p>Inspeções realizadas pelo Corpo de Bombeiros e pelo Instituto Água e Terra (IAT) identificaram um afundamento de aproximadamente um metro de profundidade ao longo de 40 metros na parte superior da barragem, conhecida como crista.</p>
<p>Também foi constatado deslocamento da estrutura em direção ao rio.</p>
<p>O reservatório permanece cheio, e a barragem está classificada no Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (SNISB) com Dano Potencial Associado (DPA) alto.</p>
<p>Essa classificação indica que uma eventual ruptura poderia provocar consequências graves para moradores, propriedades e o meio ambiente nas áreas situadas abaixo da barragem. Não significa, por si só, que o rompimento seja iminente.</p>
<h2>Fiscalização identificou outras irregularidades</h2>
<p>Além dos problemas estruturais, as equipes encontraram intervenções que não estavam previstas no projeto aprovado.</p>
<p>Entre elas estão a instalação de lonas plásticas no topo da barragem e a construção de muretas de concreto.</p>
<p>Também foram verificadas interrupções no monitoramento do terreno e substituição de piezômetros, equipamentos utilizados para medir a pressão da água.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, a empresa não teria comunicado imediatamente os problemas aos órgãos fiscalizadores, situação que pode representar descumprimento da Política Nacional de Segurança de Barragens, prevista na Lei nº 12.334/2010.</p>
<p>O caso chegou ao conhecimento das autoridades após alertas de moradores da região.</p>
<h2>Justiça determina auditoria e monitoramento diário</h2>
<p>Além de impedir o início da operação comercial, a decisão judicial estabelece uma série de obrigações para a empresa responsável pela hidrelétrica.</p>
<p>Entre as medidas determinadas estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Contratação de uma equipe independente de engenharia para realizar auditoria técnica especial na barragem;</li>
<li>Avaliação da possibilidade de reduzir o nível de água do reservatório;</li>
<li>Apresentação de um Plano de Ação de Emergência (PAE) atualizado;</li>
<li>Monitoramento diário e ininterrupto das condições do terreno;</li>
<li>Envio de boletins diários ao IAT e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel);</li>
<li>Divulgação de informações em linguagem acessível à população da região.</li>
</ul>
<p>A Justiça estabeleceu multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento.</p>
<p>O IAT, a Aneel e a Defesa Civil do Paraná também deverão acompanhar as auditorias.</p>
<h2>Justiça aponta cumprimento parcial das determinações</h2>
<p>Em nova decisão, datada de 19 de outubro de 2026, a Justiça constatou que a empresa havia cumprido apenas parcialmente as medidas determinadas na liminar.</p>
<p>Segundo a avaliação judicial, as providências adotadas concentraram-se nas muretas de concreto, sem a apresentação completa das informações sobre os piezômetros e demais equipamentos de monitoramento.</p>
<p>Diante disso, foi concedido prazo de 48 horas para a complementação dos dados exigidos.</p>
<p>Enquanto não houver comprovação das condições de segurança, a PCH Beira Rio permanece impedida de iniciar sua operação comercial.</p>
<p>O reservatório continua cheio, exigindo acompanhamento das condições estruturais.</p>
<p>A ação civil pública segue em tramitação na Vara Cível de Jaguariaíva.</p>
<div></div>
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		<title>PR: presidente da Câmara de Guarapuava e vereador são denunciados por suspeita de corrupção em esquema de R$ 99,6 mil</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/pr-presidente-da-camara-de-guarapuava-e-vereador-sao-denunciados-por-suspeita-de-corrupcao-em-esquema-de-r-996-mil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério Público do Paraná aponta supostos pagamentos para facilitar a regularização de uma construção iniciada sem alvará. Dois parlamentares, um servidor municipal e um empresário foram denunciados. O Ministério Público do Paraná (MPPR) denunciou o presidente da Câmara Municipal de Guarapuava, Pedro Moraes (MDB), e o vereador Danilo Dominico (PP) por suspeita de participação em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Ministério Público do Paraná aponta supostos pagamentos para facilitar a regularização de uma construção iniciada sem alvará. Dois parlamentares, um servidor municipal e um empresário foram denunciados.</p>
<p>O Ministério Público do Paraná (MPPR) denunciou o presidente da Câmara Municipal de Guarapuava, Pedro Moraes (MDB), e o vereador Danilo Dominico (PP) por suspeita de participação em um esquema de corrupção relacionado à regularização de uma obra no município.</p>
<p>Além dos parlamentares, a denúncia envolve um servidor público municipal e um empresário do setor farmacêutico, cujos nomes não foram divulgados.</p>
<p>Segundo o MPPR, os investigados teriam participado de irregularidades envolvendo pagamentos que somaram R$ 99.650 para viabilizar a liberação de um imóvel destinado ao funcionamento de uma farmácia.</p>
<p>Os dois vereadores negam as acusações.</p>
<h2>Obra teria começado sem autorização em 2019</h2>
<p>Conforme a denúncia, a construção do prédio começou em 2019, sem aprovação do projeto arquitetônico e sem licença para construir.</p>
<p>Entre 2022 e 2023, o empresário responsável tentou regularizar o imóvel, mas a prefeitura embargou a obra devido a irregularidades consideradas insanáveis.</p>
<p>No final de agosto de 2023, o empresário teria procurado Pedro Moraes para conseguir ajuda na liberação da construção.</p>
<h2>MP aponta pagamentos de R$ 99.650</h2>
<p>De acordo com a investigação, o empresário teria realizado dois pagamentos: um para obter a intermediação da regularização e outro após a conclusão do procedimento.</p>
<p>Os depósitos, que totalizaram R$ 99.650, teriam sido direcionados às contas bancárias do presidente da Câmara, do então secretário municipal de Habitação e Urbanismo e de um servidor do setor tributário.</p>
<p>O Ministério Público sustenta que Pedro Moraes teria atuado para que Danilo Dominico, então secretário municipal, promovesse a regularização da obra.</p>
<h2>Documentos teriam sido assinados irregularmente</h2>
<p>Segundo a denúncia, profissionais da área técnica se recusaram a assinar documentos necessários à regularização.</p>
<p>Diante disso, o então secretário teria assinado o alvará de construção, o certificado de conclusão da obra e a aprovação do projeto, mesmo sem possuir formação em Engenharia Civil ou Arquitetura.</p>
<p>O MPPR também aponta que o então diretor de Arrecadação teria substituído uma avaliação imobiliária, reduzindo o tributo devido pela regularização por meio de concessão onerosa.</p>
<p>A medida teria beneficiado os empresários envolvidos.</p>
<h2>Quais crimes são investigados?</h2>
<p>A denúncia apresentada pelo Ministério Público aponta possíveis crimes de:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Associação criminosa;</li>
<li>Advocacia administrativa;</li>
<li>Prevaricação;</li>
<li>Corrupção ativa e passiva;</li>
<li>Crime funcional contra a ordem tributária;</li>
<li>Lavagem de dinheiro.</li>
</ul>
<p>As acusações serão analisadas pela Justiça. A apresentação da denúncia não representa condenação, e a responsabilidade criminal dos envolvidos dependerá do andamento do processo.</p>
<p>Pedro Moraes e Danilo Dominico negam a prática dos crimes apontados.</p>
<p>Fonte G1</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PR: deputado Tito Barichello e vereadora Tathiana Guzella são denunciados por suposta operação policial falsa</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/pr-deputado-tito-barichello-e-vereadora-tathiana-guzella-sao-denunciados-por-suposta-operacao-policial-falsa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 13:18:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso de Autoridade]]></category>
		<category><![CDATA[Bairro Bacacheri]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Civil do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Política paranaense]]></category>
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		<category><![CDATA[Tito Barichello]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério Público do Paraná acusa os parlamentares de abuso de autoridade após diligência realizada em Curitiba sem comunicação oficial à Polícia Civil. Ambos afirmam confiar na Justiça. O Ministério Público do Paraná (MPPR) denunciou o deputado estadual Tito Barichello (PL) e a vereadora de Curitiba Tathiana Guzella (PL) por abuso de autoridade, em razão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Ministério Público do Paraná acusa os parlamentares de abuso de autoridade após diligência realizada em Curitiba sem comunicação oficial à Polícia Civil. Ambos afirmam confiar na Justiça.</p>
<p>O Ministério Público do Paraná (MPPR) denunciou o deputado estadual Tito Barichello (PL) e a vereadora de Curitiba Tathiana Guzella (PL) por abuso de autoridade, em razão de uma suposta operação policial irregular realizada em março de 2024, no bairro Bacacheri, em Curitiba.</p>
<p>A denúncia foi apresentada em 11 de outubro de 2026 pela 2ª Promotoria de Justiça de Prevenção e Persecução Criminal de Curitiba.</p>
<p>Na época dos fatos, Barichello exercia mandato de deputado estadual, enquanto Tathiana estava cedida ao gabinete do deputado federal Felipe Francischini. Ambos estavam afastados de suas funções na Polícia Civil.</p>
<h2>Operação ocorreu sem comunicação oficial à Polícia Civil</h2>
<p>Segundo as investigações da Corregedoria da Polícia Civil, os parlamentares teriam utilizado a condição de agentes policiais para realizar uma diligência em uma residência.</p>
<p>A ação não foi comunicada formalmente à instituição e ocorreu sem equipe policial designada ou apoio operacional.</p>
<p>Durante a diligência, os envolvidos utilizaram um veículo particular com sinalizador luminoso, além de coletes balísticos com identificação oficial e distintivos da Polícia Civil do Paraná.</p>
<h2>Ação foi transmitida na televisão e divulgada nas redes sociais</h2>
<p>A operação foi acompanhada ao vivo por uma equipe de televisão e posteriormente divulgada nas redes sociais dos parlamentares.</p>
<p>Nas publicações, a diligência foi apresentada como uma busca por um suspeito de mandar assassinar um advogado.</p>
<p>Entretanto, a ordem judicial estava relacionada ao descumprimento de uma medida protetiva de urgência, e não à investigação mencionada nas divulgações.</p>
<h2>MPPR aponta possível promoção pessoal e eleitoral</h2>
<p>Para o Ministério Público, os denunciados teriam utilizado a identificação policial para obter visibilidade pública e benefício eleitoral.</p>
<p>A Promotoria sustenta que a exposição da operação na televisão e nas redes sociais teria proporcionado “projeção pessoal e impulsionamento eleitoral”.</p>
<p>A acusação será analisada pela Justiça, responsável por avaliar os fatos e a eventual responsabilidade dos envolvidos.</p>
<h2>Parlamentares se manifestam sobre a denúncia</h2>
<p>Em nota conjunta, Tito Barichello e Tathiana Guzella afirmaram que confiam plenamente na Justiça e reafirmaram o compromisso com a legalidade, a ética e o respeito às instituições.</p>
<p>Os parlamentares também ressaltaram que a apresentação de uma denúncia não significa condenação.</p>
<p>Segundo a manifestação, os fatos ainda serão submetidos à análise judicial, com garantia do contraditório, da ampla defesa e da presunção de inocência.</p>
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		<title>PR: Médico e três profissionais de enfermagem são denunciados após morte de criança de 4 anos em hospital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 13:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[Criança de 4 Anos]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Menino morreu após passar a noite em observação em uma unidade hospitalar de Joaquim Távora. Ministério Público aponta possíveis falhas no atendimento e investiga problemas na estrutura do serviço de saúde. O Ministério Público do Paraná (MPPR) denunciou quatro profissionais de saúde por homicídio culposo após a morte de uma criança de apenas 4 anos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Menino morreu após passar a noite em observação em uma unidade hospitalar de Joaquim Távora. Ministério Público aponta possíveis falhas no atendimento e investiga problemas na estrutura do serviço de saúde.</p>
<p>O Ministério Público do Paraná (MPPR) denunciou quatro profissionais de saúde por homicídio culposo após a morte de uma criança de apenas 4 anos, em um hospital de Joaquim Távora, no Norte Pioneiro do Paraná.</p>
<p>Entre os denunciados estão um médico, uma enfermeira e duas técnicas de enfermagem. O caso aconteceu em junho de 2026, quando o menino foi levado à unidade hospitalar apresentando sintomas gripais.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, a criança permaneceu em observação durante a noite, mas morreu na manhã seguinte. Um exame apresentou resultado positivo para influenza.</p>
<h2>Ministério Público aponta possíveis falhas no atendimento</h2>
<p>De acordo com a denúncia, os profissionais teriam deixado de adotar medidas necessárias para o atendimento adequado da criança.</p>
<p>A acusação também aponta a ausência de acompanhamento contínuo durante o período em que o paciente permaneceu em observação.</p>
<p>Os quatro profissionais foram denunciados por homicídio culposo, caracterizado quando não existe intenção de matar.</p>
<p>O MPPR solicitou ainda o aumento da pena em razão da suposta inobservância de regras técnicas das respectivas profissões.</p>
<p>A Promotoria de Justiça também pediu que seja estabelecido um valor mínimo de indenização pelos danos causados à família da criança.</p>
<h2>Hospital também é alvo de investigação</h2>
<p>Além da responsabilização criminal dos profissionais, o Ministério Público investiga possíveis problemas estruturais e organizacionais na unidade hospitalar.</p>
<p>Entre as situações apuradas estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Presença de apenas um médico clínico geral durante o plantão, sem retaguarda pediátrica.</li>
<li>Ausência de protocolos específicos para atendimentos de urgência infantil.</li>
<li>Falta de reavaliações médicas periódicas de pacientes em observação.</li>
<li>Possíveis falhas na classificação de risco durante a triagem.</li>
<li>Ausência de procedimentos formais para comunicação e transferência de crianças em estado grave.</li>
<li>Problemas nos registros médicos e de enfermagem.</li>
<li>Suspeita de alterações de informações no sistema eletrônico de prontuários.</li>
</ul>
<h2>Justiça deverá analisar a denúncia</h2>
<p>A denúncia apresentada pelo Ministério Público busca a responsabilização dos quatro profissionais pela morte da criança.</p>
<p>As investigações sobre as condições de atendimento hospitalar também continuam, incluindo a análise de possíveis falhas nos procedimentos adotados pela unidade.</p>
<p>A apresentação da denúncia não representa condenação. A responsabilidade dos profissionais deverá ser examinada pela Justiça, com direito à ampla defesa e ao contraditório.</p>
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		<title>Gaeco prende cinco suspeitos de integrar o PCC em operação no Paraná e em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 15:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Sentinela mira 15 investigados por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital. Sete já estavam presos, cinco foram detidos nesta quarta-feira (14) e três permanecem foragidos. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), deflagrou nesta quarta-feira (14 de outubro) a Operação Sentinela, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Operação Sentinela mira 15 investigados por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital. Sete já estavam presos, cinco foram detidos nesta quarta-feira (14) e três permanecem foragidos.</strong></p>
<p>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), deflagrou nesta quarta-feira (14 de outubro) a Operação Sentinela, que resultou na prisão de cinco suspeitos de integrar a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p>A ofensiva ocorreu em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, e Cotia, em São Paulo, com o cumprimento de mandados judiciais contra 15 investigados.</p>
<p>Dos alvos, sete já estavam no sistema prisional, cinco foram presos durante a operação e três continuam foragidos.</p>
<h2>Celulares, drones e documentos são apreendidos</h2>
<p>Além das prisões, as equipes cumpriram sete mandados de busca e apreensão.</p>
<p>Durante as diligências, foram recolhidos celulares, dois drones, documentos e outros materiais que poderão auxiliar no avanço das investigações.</p>
<p>A operação foi coordenada pelo núcleo regional do Gaeco de Foz do Iguaçu, com apoio de forças policiais do Paraná e de São Paulo.</p>
<h2>Investigação envolve 333 denunciados</h2>
<p>A Operação Sentinela é um desdobramento da <strong>Operação Panóptico</strong>, realizada em 15 de junho de 2026.</p>
<p>Na ocasião, os dez núcleos do Gaeco no Paraná participaram de uma ação que envolveu 304 mandados de prisão e 255 de busca e apreensão nos estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>A investigação atual teve início em maio de 2026 e tramita sob sigilo.</p>
<p>No âmbito da Operação Panóptico, o Ministério Público denunciou 333 pessoas, incluindo os 15 investigados que são alvos da nova fase.</p>
<p>Segundo o MPPR, os suspeitos respondem a uma ação penal na 1ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu por suposta participação em uma organização criminosa considerada ultraviolenta pela acusação.</p>
<h2>Operação contou com apoio de diversas forças policiais</h2>
<p>A ação teve participação de equipes do Gaeco do Paraná e de São Paulo, além do Batalhão de Polícia de Choque, da Rondas Ostensivas com Aplicação de Motocicletas (Rocam), do 14º Batalhão da Polícia Militar e do Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen).</p>
<p>As prisões preventivas foram determinadas pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná, após recurso apresentado pelo Ministério Público.</p>
<p>Já os mandados de busca e apreensão foram autorizados pela 1ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu.</p>
<p>As investigações continuam, e três dos 15 alvos permanecem foragidos.</p>
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		<item>
		<title>Rio Bonito do Iguaçu: Lula liderou votação no município no 1º turno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 17:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Candidato do PT recebeu 4.947 votos, enquanto Flávio Bolsonaro teve 2.939; cidade também foi atingida por tornado de grande intensidade em 2025 Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, teve Lula (PT) como candidato mais votado para a Presidência da República no primeiro turno das eleições de 2026. O petista recebeu 4.947 votos, o equivalente a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Candidato do PT recebeu 4.947 votos, enquanto Flávio Bolsonaro teve 2.939; cidade também foi atingida por tornado de grande intensidade em 2025</p>
<p class="isSelectedEnd">Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, teve Lula (PT) como candidato mais votado para a Presidência da República no primeiro turno das eleições de 2026.</p>
<p class="isSelectedEnd">O petista recebeu 4.947 votos, o equivalente a 59,77% dos votos no município. Flávio Bolsonaro (PL) ficou em segundo lugar, com 2.939 votos, correspondentes a 35,51%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A diferença entre os dois candidatos foi de 2.008 votos em Rio Bonito do Iguaçu.</p>
<h2>Município foi atingido por tornado em 2025</h2>
<p class="isSelectedEnd">Rio Bonito do Iguaçu ganhou destaque recentemente após ser atingido por um tornado em novembro de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">O fenômeno devastou cerca de 90% da área urbana do município. Segundo as informações apresentadas, o tornado foi classificado como F4 na escala Fujita, com rajadas de vento de até 418 km/h.</p>
<p class="isSelectedEnd">Após a destruição provocada pelo fenômeno climático, o município passou a receber doações destinadas à população atingida.</p>
<h2>Secretaria de Assistência Social é investigada</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em setembro de 2026, uma operação do Ministério Público do Paraná (MPPR), em conjunto com a Polícia Civil do Paraná (PCPR), cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Rio Bonito do Iguaçu.</p>
<p class="isSelectedEnd">As diligências ocorreram em um barracão utilizado para armazenar donativos e na sede da Secretaria Municipal de Assistência Social. A investigação apura uma possível prática de peculato relacionada à apropriação ou ao desvio de doações destinadas às pessoas afetadas pelo tornado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a ação, foram apreendidos documentos e dispositivos eletrônicos. O material deverá passar por análise para auxiliar na identificação de relatórios de inventário e cadastros socioassistenciais relacionados aos donativos.</p>
<h2>Investigação começou após denúncias</h2>
<p class="isSelectedEnd">A apuração teve início após uma denúncia feita em agosto de 2026, informando que um veículo oficial de Rio Bonito do Iguaçu estaria sendo utilizado para transportar bens móveis e descarregá-los em um endereço residencial em Laranjeiras do Sul, na região Centro-Sul do Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dias depois, uma segunda denúncia relatou novamente a mesma situação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Polícia Civil foi acionada e abordou o veículo. Na ocasião, foi constatado que a Secretaria Municipal de Assistência Social havia autorizado a utilização do veículo, do combustível e de um servidor público para transportar parte do acervo municipal e materiais provenientes de doações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as informações da investigação, os bens estavam sendo entregues na residência de um detento de Laranjeiras do Sul, que presta serviços externos em Rio Bonito do Iguaçu.</p>
<h2>Prefeitura afirma que colaborou com autoridades</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em nota, a Prefeitura de Rio Bonito do Iguaçu declarou que prestou e continuará prestando colaboração às autoridades competentes, garantindo acesso aos locais, documentos e informações solicitados durante as diligências.</p>
<p class="isSelectedEnd">A administração municipal também afirmou ter recebido a medida com surpresa, alegando que sempre forneceu as informações solicitadas pelo Ministério Público e pelas demais autoridades.</p>
<p>A prefeitura reafirmou ainda que, segundo seu posicionamento, a destinação dos donativos foi realizada corretamente.</p>
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		<title></title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/10653-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 12:28:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ANPC]]></category>
		<category><![CDATA[Celepar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lauro Rodrigues da Costa Neto reconheceu, em acordo com o Ministério Público, que recebeu remuneração sem comprovação efetiva da prestação de serviços; valor será devolvido em 36 parcelas Investigação apontou recebimento de cerca de R$ 17 mil mensais Lauro Rodrigues da Costa Neto, ex-funcionário da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Lauro Rodrigues da Costa Neto reconheceu, em acordo com o Ministério Público, que recebeu remuneração sem comprovação efetiva da prestação de serviços; valor será devolvido em 36 parcelas</h2>
<h3>Investigação apontou recebimento de cerca de R$ 17 mil mensais</h3>
<p class="isSelectedEnd">Lauro Rodrigues da Costa Neto, ex-funcionário da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), firmou um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC) com o Ministério Público do Paraná (MPPR), no qual reconheceu ter atuado como funcionário “fantasma” entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a investigação do Ministério Público, Lauro ocupava um cargo comissionado na Celepar, com atribuições relacionadas à articulação institucional junto aos municípios do Paraná. A remuneração era de aproximadamente R$ 17 mil por mês.</p>
<p class="isSelectedEnd">As apurações apontaram que ele não desempenhava efetivamente as funções para as quais havia sido contratado e não apresentou relatórios ou outros elementos que comprovassem a realização do trabalho. O vínculo funcional foi posteriormente encerrado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A conduta foi enquadrada pelo Ministério Público como ato de improbidade administrativa com enriquecimento ilícito, com violação aos princípios da legalidade, moralidade, eficiência e lealdade às instituições.</p>
<h3>Acordo prevê devolução de R$ 286 mil</h3>
<p class="isSelectedEnd">O interesse de Lauro no acordo com o Ministério Público foi manifestado em junho de 2026. O ANPC foi firmado em 28 de setembro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pelos termos estabelecidos, o ex-funcionário deverá reparar integralmente o dano apontado na investigação, com a devolução de R$ 286.112,11.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além disso, foi estabelecida uma multa de R$ 26.010,19, correspondente a 10% do acréscimo patrimonial considerado indevido.</p>
<p class="isSelectedEnd">O valor total deverá ser pago em 36 parcelas mensais, com os depósitos destinados diretamente à conta-corrente da Celepar.</p>
<h3>Penalidades em caso de descumprimento</h3>
<p class="isSelectedEnd">O acordo também estabelece consequências caso as obrigações não sejam cumpridas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as medidas previstas estão multa diária de R$ 100, vencimento antecipado da dívida, execução judicial imediata e impedimento para a realização de novos acordos pelo período de cinco anos.</p>
<h3>Relação com a família Rangel</h3>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a investigação do Ministério Público, Lauro Rodrigues da Costa Neto exerceu atividades tanto em Curitiba quanto no escritório regional da Celepar em Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ex-funcionário mantém histórico profissional ligado à família do deputado estadual e ex-prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre março de 2011 e julho de 2012, Lauro atuou como assessor parlamentar de Sandro Alex, irmão de Marcelo Rangel, na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2013, foi nomeado Controlador Geral do Município de Ponta Grossa durante a gestão de Marcelo Rangel na Prefeitura.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já em 2023, quando Rangel assumiu a Secretaria de Inovação, Modernização e Transformação Digital, no governo estadual, Lauro Rodrigues da Costa Neto ocupava a diretoria de operações da pasta.</p>
<h3>Exoneração ocorreu após investigação do Gaeco</h3>
<p class="isSelectedEnd">Em 2024, Lauro foi exonerado por Marcelo Rangel após vir a público uma investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), relacionada à Operação Pactum.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação apurava a existência de uma organização criminosa que, segundo as autoridades, seria formada por agentes políticos, servidores públicos e empresários. O grupo era investigado por suspeitas relacionadas a fraude em licitações, tráfico de influência, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Lauro estava entre os investigados. Na ocasião, o Gaeco chegou a solicitar à Justiça um mandado de busca e apreensão na residência dele, mas o pedido foi indeferido pela Justiça de Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">As informações apresentadas apontam ainda que a investigação permanece em andamento e que a Justiça autorizou a quebra dos sigilos fiscal e bancário do ex-assessor da Celepar.</p>
<h3>Ex-assessor deixou a Celepar em janeiro de 2025</h3>
<p class="isSelectedEnd">Lauro Rodrigues da Costa Neto assumiu um cargo na Celepar no início de 2024, em uma nomeação que, segundo as informações da investigação, teria ocorrido por indicação de Marcelo Rangel.</p>
<p class="isSelectedEnd">A exoneração ocorreu em 31 de janeiro de 2025, por meio da Portaria nº 022/2025, assinada pelo diretor-presidente da Celepar, André Gustavo Souza Garbosa.</p>
<p>Conforme o caso apresentado pelo Ministério Público, a empresa passou a ser oficiada para fornecer informações sobre as atividades desempenhadas por Lauro. A partir das apurações, ele reconheceu os fatos e optou pela celebração do Acordo de Não Persecução Civil.</p>
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		<title>Quase R$ 200 mil em dinheiro são apreendidos em carro durante investigação do Gaeco em Londrina</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 17:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[apreensão de dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Tráfico de Drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Black Bag apura possível lavagem de dinheiro ligada a organização criminosa suspeita de tráfico interestadual de drogas O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu, nesta terça-feira (29), um mandado de busca e apreensão em Londrina, no Norte do Paraná. A ação faz parte da Operação Black Bag, que investiga [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Operação Black Bag apura possível lavagem de dinheiro ligada a organização criminosa suspeita de tráfico interestadual de drogas</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu, nesta terça-feira (29), um mandado de busca e apreensão em Londrina, no Norte do Paraná. A ação faz parte da Operação Black Bag, que investiga um possível esquema de lavagem de dinheiro relacionado a uma organização criminosa suspeita de envolvimento com o tráfico interestadual de drogas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação teve início após uma abordagem realizada pela Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM), em junho deste ano, quando policiais encontraram R$ 199.850 em dinheiro vivo dentro de uma sacola, no interior de um veículo.</p>
<h3>Investigação começou após apreensão de quase R$ 200 mil</h3>
<p class="isSelectedEnd">O caso aconteceu em 19 de junho de 2026, quando uma equipe da ROTAM abordou um veículo em Londrina. Durante a fiscalização, os policiais localizaram o dinheiro em espécie.</p>
<p class="isSelectedEnd">O motorista não apresentou uma explicação para a origem dos valores. Diante disso, os policiais apreenderam o dinheiro, o veículo e o celular do condutor.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir da ocorrência, o Gaeco passou a investigar possíveis conexões entre o homem e integrantes de uma organização criminosa de atuação nacional. Segundo as investigações, o grupo teria ligação com o tráfico de drogas, principalmente maconha, além de crimes violentos.</p>
<h3>Suspeita de uso de “laranja” para ocultar veículo</h3>
<p class="isSelectedEnd">Durante as diligências, os investigadores identificaram uma caminhonete registrada em nome do motorista abordado. De acordo com o Gaeco, um dos suspeitos já utilizava o veículo.</p>
<p class="isSelectedEnd">No interior do carro, também foi localizado um documento que indicaria que o veículo pertenceria, na realidade, a outro integrante da organização, que possui registros criminais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A caminhonete está avaliada em R$ 103 mil. Mesmo assim, o alvo da busca realizada nesta terça-feira declarou à Justiça que havia comprado o automóvel e chegou a solicitar a restituição do bem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores, porém, identificaram indícios de que o homem pode ter atuado como “laranja” da organização criminosa para ocultar a propriedade do veículo. Entre os elementos considerados está a ausência de renda ou de atividade lícita compatível com a aquisição do automóvel à vista e em dinheiro.</p>
<h3>Celular será analisado pelos investigadores</h3>
<p class="isSelectedEnd">O delegado de Polícia Ricardo Jorge Rocha Pereira Filho explicou que o aparelho celular apreendido durante a operação será analisado para verificar informações relacionadas à aquisição do veículo e às possíveis conexões do investigado com a organização criminosa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação busca esclarecer se o homem efetivamente comprou a caminhonete ou se atuou como intermediário para ocultar o patrimônio de outro integrante do grupo.</p>
<h3>Operação busca novas provas</h3>
<p class="isSelectedEnd">O mandado de busca e apreensão domiciliar e pessoal foi expedido pelo Juízo das Garantias da 5ª Vara Criminal de Londrina.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a operação, os investigadores procuram dinheiro em espécie, drogas, computadores, celulares, anotações e documentos que possam ajudar a esclarecer a origem dos valores apreendidos e a eventual participação de outras pessoas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ação foi realizada pelo Gaeco em conjunto com o Ministério Público do Paraná (MPPR), a Agência de Inteligência do 30º Batalhão da Polícia Militar e a 10ª Subdivisão Policial de Londrina.</p>
<p>A investigação continua com a perícia e a análise do celular apreendido. Os envolvidos são investigados por possíveis crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de drogas.</p>
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		<title>Denúncia sobre suposta “rachadinha” envolvendo vereador de Ponta Grossa será encaminhada ao MP e à Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 18:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal]]></category>
		<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Gaeco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Munícipe afirma ter recebido documentos que apontariam para supostos repasses mensais envolvendo servidores comissionados ligados ao gabinete de um vereador Uma denúncia envolvendo um vereador de Ponta Grossa, que também é candidato a deputado estadual, estreitamente ligado a prefeita, deverá ser encaminhada nos próximos dias ao Ministério Público do Paraná (MPPR) e à Câmara Municipal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Munícipe afirma ter recebido documentos que apontariam para supostos repasses mensais envolvendo servidores comissionados ligados ao gabinete de um vereador</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma denúncia envolvendo um vereador de Ponta Grossa, que também é candidato a deputado estadual, estreitamente ligado a prefeita, deverá ser encaminhada nos próximos dias ao Ministério Público do Paraná (MPPR) e à Câmara Municipal de Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o munícipe que pretende apresentar a documentação, os materiais recebidos apontariam para um suposto esquema de repasses mensais envolvendo servidores comissionados ligados ao gabinete do parlamentar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Até o momento, não há informação de que os fatos tenham sido formalmente investigados pelas autoridades.</p>
<h2>Documentos apontariam para supostos repasses</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o denunciante, os documentos obtidos indicariam que servidores comissionados teriam sido incluídos em um grupo de comunicação utilizado para orientar depósitos periódicos de valores na conta de outra assessora, apontada como pessoa de confiança do vereador.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda segundo o relato, o grupo reuniria integrantes da equipe de comissionados do parlamentar e teria sido posteriormente removido após o período eleitoral.</p>
<p class="isSelectedEnd">O denunciante afirma possuir registros relacionados aos servidores comissionados vinculados ao vereador, além de outros documentos que, segundo ele, poderiam ajudar a esclarecer a origem, a frequência e a finalidade dos supostos repasses.</p>
<p class="isSelectedEnd">As informações deverão ser entregues formalmente para que sejam analisadas pelas autoridades competentes.</p>
<h2>Denúncia será encaminhada ao Ministério Público</h2>
<p class="isSelectedEnd">A documentação deverá ser protocolada junto ao Ministério Público do Paraná, com pedido de encaminhamento para conhecimento do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).</p>
<p class="isSelectedEnd">O MPPR informa que o GAECO recebe representações e expedientes de pessoas ou entidades e atua em investigações relacionadas ao crime organizado e outras situações dentro de suas atribuições.</p>
<p class="isSelectedEnd">A própria regulamentação do Ministério Público prevê que representações podem apresentar a descrição dos fatos, indicação do possível autor, informações para esclarecimento e documentos relacionados aos fatos.</p>
<h2>Câmara Municipal também deverá receber documentação</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além do Ministério Público, o denunciante pretende apresentar os documentos à Câmara Municipal de Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A expectativa é que o material seja encaminhado aos órgãos competentes para análise e eventual adoção das providências previstas nas normas da Casa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Câmara possui uma Corregedoria, que já recebeu representações relacionadas a possíveis quebras de decoro parlamentar. Em processo anterior, por exemplo, uma representação protocolada na Corregedoria foi analisada com base na Resolução nº 335/2008.</p>
<h2>Denunciante pede apuração</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em declaração apresentada sobre o caso, o denunciante afirma que decidiu encaminhar os documentos para que os órgãos competentes possam verificar a existência de irregularidades.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">“Estou apresentando documentos para que as autoridades competentes investiguem a prática irregular envolvendo dinheiro público e servidores comissionados. Isso precisa ser esclarecido e, se houver responsabilidade, que seja apurada dentro da lei”, afirma.</p>
</blockquote>
<h2>Apuração dependerá das autoridades</h2>
<p class="isSelectedEnd">A documentação deverá ser apresentada oficialmente nos próximos dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir do eventual protocolo, caberá aos órgãos competentes analisar os documentos, verificar a consistência das informações, ouvir os envolvidos e decidir sobre a necessidade de abertura de procedimentos de apuração. Em breve mais informações</p>
<p>&nbsp;</p>
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