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	<title>Arquivo de prevenção - Mz Notícias</title>
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	<description>A informação que você precisa na hora certa!</description>
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	<title>Arquivo de prevenção - Mz Notícias</title>
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		<title>Infarto e AVC atingem cada vez mais jovens no Brasil; mais de 234 mil atendimentos acendem alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 16:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Ministério da Saúde mostram milhares de atendimentos envolvendo pessoas com menos de 40 anos. Sedentarismo, obesidade, pressão alta e hábitos prejudiciais à saúde estão entre os principais fatores de risco. O aumento dos registros de infarto e acidente vascular cerebral (AVC) entre pessoas com menos de 40 anos preocupa especialistas no Brasil. Doenças [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Dados do Ministério da Saúde mostram milhares de atendimentos envolvendo pessoas com menos de 40 anos. Sedentarismo, obesidade, pressão alta e hábitos prejudiciais à saúde estão entre os principais fatores de risco.</p>
<p>O aumento dos registros de infarto e acidente vascular cerebral (AVC) entre pessoas com menos de 40 anos preocupa especialistas no Brasil. Doenças frequentemente associadas aos idosos também representam um risco importante para adultos jovens.</p>
<p>Segundo dados do Ministério da Saúde, entre 2022 e 2024 foram registrados mais de 234 mil atendimentos hospitalares e ambulatoriais relacionados a infarto e AVC nessa faixa etária.</p>
<p>No mesmo período, mais de 7,8 mil pessoas jovens morreram em decorrência de infarto, reforçando a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.</p>
<p>Os números representam o volume de registros no período, mas, isoladamente, não permitem determinar a velocidade de crescimento dos casos.</p>
<h2>O que aumenta o risco de infarto e AVC em jovens?</h2>
<p>Especialistas apontam que diferentes condições de saúde e hábitos cotidianos podem favorecer o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.</p>
<p>Entre os principais fatores de risco estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Sedentarismo e obesidade;</li>
<li>Pressão alta e diabetes;</li>
<li>Colesterol elevado;</li>
<li>Tabagismo;</li>
<li>Alimentação rica em ultraprocessados;</li>
<li>Estresse crônico;</li>
<li>Uso de anabolizantes e drogas.</li>
</ul>
<p>Um dos maiores perigos é que condições como hipertensão, diabetes e colesterol elevado podem evoluir silenciosamente, sem apresentar sintomas evidentes.</p>
<h2>Quais são os sinais de infarto e AVC?</h2>
<p>Reconhecer os sintomas e buscar atendimento rapidamente pode salvar vidas.</p>
<p>Sinais de infarto: dor ou pressão no peito, que pode irradiar para braços, costas, pescoço ou mandíbula, falta de ar, suor frio e náuseas.</p>
<p>Sinais de AVC: fraqueza ou dormência repentina em um lado do corpo, dificuldade para falar, alteração súbita da visão, perda de equilíbrio e dor de cabeça intensa e inesperada.</p>
<p>Diante de qualquer suspeita, a orientação é procurar atendimento de emergência imediatamente ou ligar para o Samu, pelo número 192. Não se deve esperar que os sintomas desapareçam.</p>
<h2>Como prevenir doenças cardiovasculares?</h2>
<p>A prevenção deve começar ainda na juventude, com cuidados simples e acompanhamento médico.</p>
<p>Manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios regularmente, evitar o cigarro e acompanhar pressão arterial, colesterol e glicemia são medidas importantes.</p>
<p>Também é recomendado evitar o uso de anabolizantes e drogas, além de buscar formas saudáveis de controlar o estresse.</p>
<p>O alerta dos especialistas é claro: infarto e AVC não são doenças exclusivas de pessoas idosas. Reconhecer os fatores de risco e cuidar da saúde desde cedo pode ajudar a prevenir complicações graves.</p>
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		<title>Recorde de acidentes de trabalho reforça necessidade de prevenção efetiva nas empresas</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/recorde-de-acidentes-de-trabalho-reforca-necessidade-de-prevencao-efetiva-nas-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 10:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes de trajeto]]></category>
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		<category><![CDATA[riscos ocupacionais]]></category>
		<category><![CDATA[segurança do trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[treinamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados registrados no país destacam a importância da gestão de riscos, dos treinamentos e da aplicação prática das medidas de segurança no ambiente profissional Números acendem alerta para empresas e trabalhadores Os registros recentes de acidentes de trabalho no Brasil reforçam a necessidade de atenção permanente às políticas de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Dados registrados no país destacam a importância da gestão de riscos, dos treinamentos e da aplicação prática das medidas de segurança no ambiente profissional</p>
<h2>Números acendem alerta para empresas e trabalhadores</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os registros recentes de acidentes de trabalho no Brasil reforçam a necessidade de atenção permanente às políticas de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). Dados divulgados em 2026 apontam 1.843.604 notificações de acidentes de trabalho entre janeiro de 2023 e maio de 2026.</p>
<p class="isSelectedEnd">Somente nos cinco primeiros meses de 2026, foram contabilizadas 222.139 ocorrências. Os números precisam ser analisados considerando a base estatística e o período utilizado, já que diferentes sistemas oficiais podem adotar critérios e universos distintos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por trás das estatísticas estão trabalhadores afastados, famílias impactadas, consequências previdenciárias e prejuízos que atingem empresas e toda a sociedade.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cenário reforça que a prevenção não deve ser tratada apenas como uma exigência documental ou como cumprimento formal das Normas Regulamentadoras.</p>
<h2>Acidentes geralmente envolvem diferentes fatores</h2>
<p class="isSelectedEnd">Na avaliação técnica de um acidente, é comum identificar uma combinação de fatores relacionados ao ambiente de trabalho, equipamentos, procedimentos, manutenção, organização das atividades, capacitação, supervisão e comportamento operacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, atribuir exclusivamente ao trabalhador a responsabilidade por um acidente, classificando-o como resultado de um “ato inseguro”, pode levar a uma investigação incompleta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além das causas imediatas, é necessário avaliar as causas básicas e os fatores organizacionais que contribuíram para que o acidente acontecesse.</p>
<h2>GRO e PGR precisam refletir a realidade</h2>
<p class="isSelectedEnd">A NR-01 estabelece diretrizes para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), incluindo a elaboração e implementação do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).</p>
<p class="isSelectedEnd">A finalidade não é apenas produzir documentos, mas identificar perigos, avaliar riscos e estabelecer medidas capazes de prevenir acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">O inventário de riscos só cumpre efetivamente sua função quando representa as condições reais das atividades e está acompanhado de um plano de ação que seja colocado em prática.</p>
<p class="isSelectedEnd">Registrar um risco em um documento não significa que ele esteja controlado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A prevenção deve seguir a hierarquia das medidas de controle, priorizando a eliminação dos perigos e as medidas de proteção coletiva, administrativas e de organização do trabalho. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) devem complementar essas medidas quando necessário.</p>
<h2>Capacitação precisa ir além da assinatura</h2>
<p class="isSelectedEnd">Treinamentos de segurança não devem se limitar à emissão de certificados ou ao preenchimento de listas de presença.</p>
<p class="isSelectedEnd">O trabalhador precisa compreender os perigos presentes na atividade, reconhecer situações de risco, conhecer os procedimentos adequados e saber como agir diante de condições que possam ameaçar sua própria segurança ou a de outras pessoas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As empresas também precisam acompanhar a aplicação dos procedimentos no cotidiano, corrigir desvios e promover novas capacitações quando mudanças nos processos, acidentes, incidentes ou outras evidências indicarem essa necessidade.</p>
<h2>Investigação deve buscar soluções</h2>
<p class="isSelectedEnd">Cada acidente deve ser tratado como uma oportunidade de identificar falhas e evitar novos acontecimentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma investigação adequada deve verificar se o perigo havia sido identificado, se existiam medidas de controle e se elas estavam efetivamente implantadas. Também é necessário avaliar procedimentos de trabalho, capacitação dos funcionários, condições de máquinas e equipamentos, além de possíveis falhas de planejamento, manutenção ou supervisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo principal não deve ser simplesmente encontrar um responsável, mas compreender quais condições contribuíram para o acidente e o que precisa ser alterado para impedir sua repetição.</p>
<h2>Acidentes de trajeto também exigem atenção</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os acidentes ocorridos durante o deslocamento também ampliam os desafios relacionados à prevenção.</p>
<p class="isSelectedEnd">O trajeto pode envolver fatores como trânsito, condições das vias, veículos, horários, jornadas prolongadas, fadiga e organização das atividades.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora nem todos esses elementos estejam sob controle direto das empresas, medidas como conscientização para o trânsito seguro, direção defensiva, planejamento de deslocamentos, gestão adequada das jornadas e acompanhamento das condições dos veículos utilizados no trabalho podem fazer parte de uma política mais ampla de prevenção.</p>
<h2>Registros devem contribuir para a segurança</h2>
<p class="isSelectedEnd">Treinamentos, inspeções, manutenções, análises de riscos, procedimentos operacionais, entrega de EPIs e acompanhamento das medidas de controle precisam ser registrados de forma confiável.</p>
<p class="isSelectedEnd">A documentação não deve existir apenas para atender a fiscalizações ou possíveis processos judiciais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando utilizada corretamente, ela permite acompanhar a aplicação das medidas preventivas, identificar falhas recorrentes e verificar se as ações planejadas estão realmente sendo executadas.</p>
<h2>Prevenção precisa sair do papel</h2>
<p class="isSelectedEnd">O aumento dos registros de acidentes de trabalho demonstra que ainda existem desafios importantes para a construção de ambientes profissionais mais seguros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Prevenir significa agir antes que o acidente aconteça. Isso envolve identificar perigos, avaliar riscos, eliminar ou controlar exposições, capacitar trabalhadores, acompanhar procedimentos, manter máquinas e equipamentos em condições adequadas e revisar continuamente a eficiência das medidas adotadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os números registrados no país devem servir como alerta para empresas, trabalhadores e profissionais de Segurança e Saúde no Trabalho.</p>
<p>A segurança começa com a identificação do perigo, passa por uma avaliação adequada dos riscos e só se concretiza quando as medidas preventivas são efetivamente implantadas, acompanhadas e aprimoradas.09</p>
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		<item>
		<title>Governo aprova R$ 6,7 bilhões para obras de recuperação após desastres no RS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 16:53:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Bacia do Rio dos Sinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recursos do Firece serão destinados a obras de prevenção, recuperação e adaptação a eventos climáticos extremos; municípios precisam ter situação de emergência ou calamidade reconhecida pela União Recursos serão destinados de forma não reembolsável O comitê gestor do Fundo de Apoio à Infraestrutura para Recuperação e Adaptação a Eventos Climáticos Extremos (Firece) aprovou critérios e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Recursos do Firece serão destinados a obras de prevenção, recuperação e adaptação a eventos climáticos extremos; municípios precisam ter situação de emergência ou calamidade reconhecida pela União</h2>
<h3>Recursos serão destinados de forma não reembolsável</h3>
<p class="isSelectedEnd">O comitê gestor do Fundo de Apoio à Infraestrutura para Recuperação e Adaptação a Eventos Climáticos Extremos (Firece) aprovou critérios e atualizou o plano de aplicação de aproximadamente R$ 6,7 bilhões para obras relacionadas aos eventos climáticos no Rio Grande do Sul.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão foi formalizada em resolução assinada na sexta-feira (2) e publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (5).</p>
<p class="isSelectedEnd">Os recursos são da modalidade não reembolsável, ou seja, não precisarão ser devolvidos pelos entes beneficiados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para ter acesso aos valores, o município deverá ter tido situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela União. A exigência busca direcionar os recursos para localidades efetivamente atingidas por desastres climáticos, como enchentes e deslizamentos.</p>
<h3>Porto Alegre e Alvorada terão R$ 2,5 bilhões</h3>
<p class="isSelectedEnd">O plano de aplicação estabelece a distribuição dos recursos por bacia hidrográfica e município.</p>
<p class="isSelectedEnd">A maior parcela, de R$ 2,5 bilhões, será destinada a intervenções em Porto Alegre e Alvorada, incluindo a construção e melhorias de diques, bacias de amortecimento e casas de bombas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As obras têm como objetivo reduzir o risco de novas inundações na capital gaúcha e na Região Metropolitana.</p>
<h3>Bacia do Rio dos Sinos receberá R$ 1,9 bilhão</h3>
<p class="isSelectedEnd">Outros R$ 1,9 bilhão serão destinados a ações na Bacia do Rio dos Sinos, abrangendo municípios como Canoas, Novo Hamburgo e São Leopoldo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A região possui histórico de cheias recorrentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O município de Eldorado do Sul receberá R$ 728,1 milhões para obras, enquanto a Bacia do Gravataí terá R$ 450 milhões para ações de contenção e drenagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Região Metropolitana de Porto Alegre contará ainda com R$ 502 milhões para melhorias gerais.</p>
<p class="isSelectedEnd">São Leopoldo, além dos recursos destinados à Bacia do Sinos, terá R$ 69,3 milhões específicos para ações locais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já a Bacia do Caí receberá R$ 14,5 milhões para obras de menor porte.</p>
<h3>Plano prevê recursos para custos complementares</h3>
<p class="isSelectedEnd">O planejamento também reserva R$ 533,2 milhões para custos complementares. Os recursos poderão ser utilizados em projetos executivos, supervisão de obras, desapropriações e outras despesas indiretas necessárias para a execução das intervenções.</p>
<p class="isSelectedEnd">O plano poderá ser executado até 31 de dezembro de 2031, com possibilidade de prorrogação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A eventual extensão do prazo deverá ser autorizada pelo comitê gestor do Firece.</p>
<h3>Municípios precisam cumprir critérios</h3>
<p class="isSelectedEnd">Além do reconhecimento de situação de emergência ou calamidade pública pela União, os municípios deverão apresentar projetos alinhados às diretrizes estabelecidas pelo fundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">As obras deverão ter caráter preventivo e de adaptação a eventos climáticos extremos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A resolução não detalha todos os critérios técnicos nem informa se haverá contrapartida municipal ou outros requisitos adicionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A publicação no Diário Oficial permite que prefeituras e órgãos estaduais tenham acesso às regras para a aplicação dos recursos.</p>
<h3>Obras buscam reduzir riscos de novos desastres</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Firece foi criado para centralizar recursos destinados à recuperação de infraestruturas danificadas por desastres naturais e à prevenção de novos eventos.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Rio Grande do Sul, os investimentos previstos incluem sistemas de proteção contra cheias, como diques e casas de bombas, além de bacias de amortecimento, estruturas que ajudam a reter o excesso de água das chuvas.</p>
<p>A execução das obras dependerá da coordenação entre União, estado e municípios e deverá ocorrer de forma gradual ao longo dos próximos anos.</p>
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		<title>Outubro é marcado pela campanha Outubro Rosa.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 11:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico Precoce]]></category>
		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[parana]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casos e mortes por câncer de mama estão em alta no Paraná Paraná registra estimativa de 12 novos casos da doença por dia e mais de 1,3 mil mortes por ano Outubro é marcado pela campanha Outubro Rosa, período dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, a prevenção e a importância do diagnóstico precoce. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Casos e mortes por câncer de mama estão em alta no Paraná</h1>
<h2>Paraná registra estimativa de 12 novos casos da doença por dia e mais de 1,3 mil mortes por ano</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outubro é marcado pela campanha Outubro Rosa, período dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, a prevenção e a importância do diagnóstico precoce. No Paraná, dados apontam crescimento tanto no número de novos casos quanto nas mortes provocadas pela doença.</p>
<p class="isSelectedEnd">As estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que o Paraná deve registrar, no triênio 2026-2028, uma média de 4.300 novos casos de câncer de mama por ano. O número equivale a quase 12 diagnósticos por dia.</p>
<h2>Estimativa de casos apresenta crescimento</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre 2020 e 2022, a estimativa era de 3.470 novos casos da doença por ano no Paraná. Já para o período entre 2023 e 2025, foram estimados 3.650 diagnósticos anuais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Considerando o período de 2020 a 2026, a estimativa de casos de câncer de mama avançou 23,9%. A taxa de incidência também aumentou, passando de 59,26 casos por 100 mil mulheres para 70,24, uma alta de 18,5%.</p>
<h2>Mortes também aumentaram</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) mostram que o crescimento também aparece nos registros de óbitos provocados pelo câncer de mama.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2020, foram registrados 1.013 mortes pela doença no Paraná. Em 2025, o número chegou a 1.327, uma variação de 31%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2026, até agosto, os dados preliminares apontam para 877 mortes por câncer de mama.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo de dez anos, entre 2017 e 2026, a doença provocou mais de 11 mil mortes no estado.</p>
<h2>O que explica o aumento dos números?</h2>
<p class="isSelectedEnd">O crescimento dos casos e das mortes por câncer de mama não ocorre apenas no Paraná e está relacionado a uma combinação de fatores.</p>
<p class="isSelectedEnd">A idade é considerada um dos principais fatores de risco para a doença. Cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos. Nas últimas décadas, a população brasileira e paranaense também passou por um processo de envelhecimento, o que se reflete nas estatísticas relacionadas ao câncer de mama.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mudanças no estilo de vida e fatores reprodutivos também estão entre os aspectos relacionados à evolução da doença. Entre eles estão o adiamento da primeira gestação, períodos mais curtos de amamentação, sedentarismo, obesidade e o consumo de álcool e ultraprocessados.</p>
<h2>Atenção aos sinais e ao diagnóstico precoce</h2>
<p class="isSelectedEnd">A recomendação é que as mulheres conheçam as próprias mamas e estejam atentas ao que é normal ou diferente em seu corpo. Alterações suspeitas devem ser avaliadas por um profissional de saúde.</p>
<p>Também é recomendada a realização de mamografia de rastreamento, exame realizado quando não existem sinais ou sintomas suspeitos, para mulheres entre 50 e 74 anos, a cada dois anos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>No Paraná, 88% dos municípios admitem problemas com circulação de drogas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 12:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Assistência Social]]></category>
		<category><![CDATA[circulação de drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento aponta que 38% dos municípios consideram alto o nível do problema; apenas 7% possuem Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas No Paraná, 88% dos municípios admitem enfrentar problemas relacionados à circulação de drogas. Entre essas cidades, 38% consideram o desafio alto e outros 38% avaliam como médio. Já 21% classificam o problema como baixo. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Levantamento aponta que 38% dos municípios consideram alto o nível do problema; apenas 7% possuem Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas</h2>
<p class="isSelectedEnd">No Paraná, 88% dos municípios admitem enfrentar problemas relacionados à circulação de drogas. Entre essas cidades, 38% consideram o desafio alto e outros 38% avaliam como médio. Já 21% classificam o problema como baixo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do cenário, apenas 7% dos municípios paranaenses possuem Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas. Entre as cidades que contam com o conselho, somente 30% realizam reuniões periódicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O levantamento também aponta que apenas 8% dos municípios possuem Plano Municipal de Políticas sobre Drogas.</p>
<h3>Saúde é a área mais afetada</h3>
<p class="isSelectedEnd">A circulação de drogas também impacta diretamente os serviços públicos oferecidos à população.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na avaliação dos gestores municipais do Paraná, a Saúde é a área mais afetada, com 93%. Na sequência aparecem a Assistência Social, com 88%, a Segurança Pública, com 85%, e a Educação, com 69%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o presidente da entidade responsável pelo levantamento, Paulo Ziulkoski, o enfrentamento do problema exige maior cooperação entre os diferentes níveis de governo, além de mecanismos de apoio técnico e financeiro aos municípios.</p>
<h2>Falta de financiamento dificulta ações</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outro ponto destacado pelo levantamento é a ausência de mecanismos de financiamento específicos para as políticas sobre drogas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cerca de 89% dos municípios paranaenses pesquisados não possuem Fundo Municipal de Políticas sobre Drogas. Além disso, 74% dependem de recursos próprios para executar ações nessa área.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apenas 2% utilizam recursos do Fundo Nacional Antidrogas (Funad).</p>
<p class="isSelectedEnd">O cenário aponta dificuldades relacionadas ao acesso a recursos, à disponibilidade de financiamento e aos mecanismos de transferência de verbas para os municípios.</p>
<h3>Quais ações são realizadas pelos municípios</h3>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo diante das dificuldades, os municípios paranaenses desenvolvem diferentes iniciativas para enfrentar a circulação e o uso de drogas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As ações de prevenção, como campanhas e palestras, são realizadas por 79% das cidades.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sequência aparecem as ações de assistência social, incluindo atividades desenvolvidas pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e unidades de acolhimento, presentes em 77% dos municípios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já as ações de atenção e cuidado na área da saúde são realizadas por 75% das cidades.</p>
<p>O levantamento aponta que a maior parte das ações relacionadas ao enfrentamento do uso ou da dependência de drogas ocorre diretamente nos municípios, que são responsáveis pela execução de diferentes políticas públicas voltadas à população.</p>
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		<title>Paraná em alerta para leptospirose após chuvas e alagamentos; veja os sintomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 21:39:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estado registrou 210 casos confirmados da doença entre janeiro e agosto de 2026. Contato com água e lama de enchentes pode aumentar o risco de contaminação. As chuvas intensas e os alagamentos registrados em diferentes regiões do Paraná aumentaram a preocupação com a leptospirose, doença infecciosa que pode ser transmitida pelo contato com água ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estado registrou 210 casos confirmados da doença entre janeiro e agosto de 2026. Contato com água e lama de enchentes pode aumentar o risco de contaminação.</strong></p>
<p>As chuvas intensas e os alagamentos registrados em diferentes regiões do <strong>Paraná</strong> aumentaram a preocupação com a <strong>leptospirose</strong>, doença infecciosa que pode ser transmitida pelo contato com água ou lama contaminadas.</p>
<p>Diante do cenário, a <strong>Secretaria de Estado da Saúde (Sesa)</strong> reforçou as orientações para reduzir os riscos, principalmente para pessoas que precisam entrar em locais atingidos por enchentes.</p>
<p>Entre janeiro e agosto de 2026, o Paraná contabilizou <strong>1.051 casos notificados de leptospirose, dos quais 210 foram confirmados</strong>.</p>
<h2>Como ocorre a transmissão da leptospirose?</h2>
<p>A doença é provocada por bactérias do gênero <strong>Leptospira</strong>, presentes principalmente na urina de animais infectados, com destaque para os ratos.</p>
<p>Durante enchentes, a água pode espalhar a bactéria e contaminar diferentes ambientes. A transmissão pode ocorrer quando a pessoa entra em contato com água contaminada por meio de lesões na pele ou pelas mucosas dos olhos, nariz e boca.</p>
<p>Permanecer por períodos prolongados em áreas alagadas contaminadas também representa risco.</p>
<p>Até mesmo a <strong>lama deixada dentro das residências, sobre móveis e veículos</strong> depois que a água baixa pode estar contaminada, exigindo cuidados durante a limpeza.</p>
<h2>Paraná registrou 210 casos confirmados</h2>
<p>Segundo dados da Sesa, foram <strong>1.051 notificações e 210 confirmações da doença no Estado entre janeiro e agosto deste ano</strong>.</p>
<p>O secretário estadual da Saúde, <strong>César Neves</strong>, alertou que os volumes elevados de chuva podem contribuir para o aumento de casos associados aos alagamentos.</p>
<p>Uma das principais recomendações é impedir que crianças brinquem ou nadem em águas de enchentes.</p>
<h2>Quais são os sintomas?</h2>
<p>Os primeiros sintomas normalmente aparecem entre <strong>cinco e 14 dias depois da exposição</strong>, mas podem surgir em um intervalo de até 30 dias.</p>
<p>Entre os sinais estão:</p>
<p>Febre alta<br />
Dor de cabeça<br />
Dores musculares, principalmente nas panturrilhas<br />
Dor nas articulações<br />
Náuseas<br />
Vômitos<br />
Diarreia<br />
Icterícia, caracterizada pela coloração amarelada da pele, mucosas e olhos</p>
<p>Segundo as informações divulgadas, nos quadros mais graves a leptospirose pode apresentar <strong>letalidade de até 40%</strong>.</p>
<p>Quem apresentar um ou mais desses sintomas depois de ter contato com água ou lama de alagamentos deve procurar uma <strong>Unidade Básica de Saúde (UBS) com urgência</strong> para avaliação, diagnóstico e tratamento.</p>
<h2>Tratamento é feito com antibióticos</h2>
<p>O tratamento da leptospirose envolve o uso de <strong>antibióticos</strong>.</p>
<p>Nos casos considerados graves, pode ser necessária a internação hospitalar para administração de medicamentos por via intravenosa.</p>
<p>Por isso, a recomendação é não ignorar sintomas após uma possível exposição.</p>
<h2>Como se proteger após enchentes e alagamentos</h2>
<p>A principal orientação é evitar contato direto com água e lama de enchentes. Quando isso não for possível, a recomendação é utilizar <strong>botas e luvas impermeáveis</strong>. Na ausência desses equipamentos, sacos plásticos podem ser utilizados para proteger mãos e pés.</p>
<p>Outras medidas incluem manter o lixo doméstico em sacos fechados, evitar entulhos e objetos que possam servir de abrigo para roedores, armazenar alimentos em recipientes fechados, consumir somente água tratada e manter as caixas-d&#8217;água limpas e tampadas.</p>
<p>Caso ocorra contato com água de enchente, a orientação é <strong>lavar o corpo com água e sabão o mais rapidamente possível</strong>.</p>
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		<title>Defesa Civil do Paraná recebe equipamentos de olho no El Niño</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 12:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[combate a incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estado entrega 110 caminhonetes e oito robôs de combate a incêndio; Ponta Grossa está entre as cidades que receberão os novos equipamentos O Governo do Paraná entregou, nesta quarta-feira (9), 110 caminhonetes Fiat Titano 4×4 para reforçar as ações da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil no enfrentamento a situações relacionadas ao fenômeno El Niño. Também [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Estado entrega 110 caminhonetes e oito robôs de combate a incêndio; Ponta Grossa está entre as cidades que receberão os novos equipamentos</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Governo do Paraná entregou, nesta quarta-feira (9), <strong>110 caminhonetes Fiat Titano 4×4</strong> para reforçar as ações da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil no enfrentamento a situações relacionadas ao fenômeno <strong>El Niño</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também foram entregues <strong>oito robôs de combate a incêndio</strong>, modelo Aircore TAF60X, fabricados pela empresa alemã Magirus.</p>
<h3>Veículos serão usados na prevenção de riscos</h3>
<p class="isSelectedEnd">Do total de caminhonetes, <strong>68 foram destinadas diretamente aos municípios</strong>, enquanto outras <strong>42 ficarão alocadas em órgãos e unidades operacionais da Defesa Civil</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os veículos serão utilizados no apoio às atividades permanentes de gestão de riscos, principalmente nas ações de <strong>prevenção, mitigação e preparação</strong>, desenvolvidas em conjunto pelo Estado e pelas prefeituras.</p>
<h3>Ponta Grossa receberá robô de combate a incêndio</h3>
<p class="isSelectedEnd">Os oito robôs serão encaminhados para unidades do <strong>Corpo de Bombeiros de Paranaguá, Curitiba, Cascavel, Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, Ponta Grossa e São José dos Pinhais</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os equipamentos foram desenvolvidos para auxiliar as equipes de emergência em <strong>incêndios de grande intensidade e ocorrências tecnológicas de alta complexidade</strong>, principalmente em situações nas quais a aproximação dos bombeiros pode representar riscos elevados.</p>
<h3>Equipamentos são controlados remotamente</h3>
<p class="isSelectedEnd">Os robôs foram projetados para atuar em ocorrências de grandes proporções, como <strong>áreas industriais, aeroportuárias e incêndios florestais</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Controlados remotamente, os equipamentos ajudam a reduzir a exposição dos bombeiros militares aos riscos e podem contribuir para diminuir o tempo de resposta durante as ocorrências.</p>
<p>Os robôs funcionam acoplados a uma mangueira e possuem capacidade para gerar um grande fluxo de água por meio de <strong>dois jatos</strong>, auxiliando o trabalho das equipes em cenários extremos.</p>
<p>Robôs de combate a incêndios (Franklin de Freitas)</p>
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		<item>
		<title>Castro realiza simulado para enfrentar eventos climáticos extremos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 13:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Castro]]></category>
		<category><![CDATA[chuva intensa]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
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		<category><![CDATA[Emergência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exercício reuniu Defesa Civil, Bombeiros, secretarias e voluntários para testar resposta a emergências Castro – O município de Castro realizou na terça-feira (8) o Simulado Integrado PLANCON Castro 2026, com participação da Defesa Civil Municipal e Estadual, Corpo de Bombeiros, secretarias municipais e voluntários. O exercício simulou situações de chuva intensa, granizo, ventos fortes e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Exercício reuniu Defesa Civil, Bombeiros, secretarias e voluntários para testar resposta a emergências</h2>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Castro</strong> – O município de Castro realizou na terça-feira (8) o <strong>Simulado Integrado PLANCON Castro 2026</strong>, com participação da Defesa Civil Municipal e Estadual, Corpo de Bombeiros, secretarias municipais e voluntários.</p>
<p class="isSelectedEnd">O exercício simulou situações de <strong>chuva intensa, granizo, ventos fortes e tempestades severas</strong>, além da necessidade de abrigos, compras emergenciais, falta de energia e bloqueios de acesso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A atividade teve como objetivo testar a integração entre os setores e identificar pontos que precisam ser aprimorados para garantir uma resposta rápida à população em situações de emergência.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Defesa Civil, cada secretaria teve que definir seu papel diante dos cenários apresentados. O trabalho também reforçou que a prioridade em uma ocorrência deve ser o <strong>socorro e a preservação de vidas</strong>, seguido pela estabilização da situação e proteção do patrimônio e do meio ambiente.</p>
<p>O município vem reforçando as ações preventivas diante da previsão de eventos climáticos extremos nos próximos meses. A estrutura também foi testada durante o temporal de granizo registrado no ano passado.</p>
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		<item>
		<title>Resposta a desastres pode demorar até 4 vezes mais no Litoral do Paraná que em Curitiba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 14:04:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diferença significativa na velocidade de resposta a desastres entre Curitiba, o Litoral e outras regiões do Paraná. O principal destaque é que municípios litorâneos podem esperar 24 a 36 horas pela primeira remessa de ajuda, enquanto cidades pequenas podem chegar a 48 a 72 horas. Período analisado: entre 2021 e 2025, o Paraná registrou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="0" data-end="356">A diferença significativa na velocidade de resposta a desastres entre Curitiba, o Litoral e outras regiões do Paraná. O principal destaque é que municípios litorâneos podem esperar 24 a 36 horas pela primeira remessa de ajuda, enquanto cidades pequenas podem chegar a 48 a 72 horas.</p>
<ul data-start="380" data-end="1173">
<li data-section-id="1v8nhi0" data-start="380" data-end="533">Período analisado: entre 2021 e 2025, o Paraná registrou 1.061 eventos climáticos, que afetaram aproximadamente 1,17 milhão de pessoas.</li>
<li data-section-id="1nuaxoc" data-start="534" data-end="676">Principal tipo de ocorrência: tempestades e vendavais foram responsáveis por 520 registros e atingiram cerca de 650 mil pessoas.</li>
<li data-section-id="156k83k" data-start="677" data-end="858">Diferença regional: na Região Metropolitana de Curitiba, o tempo médio entre a decretação da emergência e a chegada da primeira remessa de socorro fica entre 6 e 12 horas.</li>
<li data-section-id="13964id" data-start="859" data-end="936">Na região Norte e Noroeste, o intervalo aumenta para 12 a 24 horas.</li>
<li data-section-id="1wacgi4" data-start="937" data-end="1055">No Litoral do Paraná, chega a 24 a 36 horas, podendo ser até quatro vezes superior ao registrado na capital.</li>
<li data-section-id="aqu54m" data-start="1056" data-end="1173">Em municípios de pequeno porte, a espera pode alcançar 48 a 72 horas.</li>
</ul>
<h3 data-section-id="1k2edhl" data-start="1175" data-end="1207">Por que a ajuda demora mais?</h3>
<p data-start="1209" data-end="1385">Um dos principais problemas apontados é a chamada “última milha”, ou seja, a etapa final entre a organização do socorro e a chegada efetiva dos recursos às áreas atingidas.</p>
<p data-start="1387" data-end="1532">No Litoral, a logística também sofre com a dependência de importantes rodovias, especialmente a BR-277 e, no caso de Guaratuba, a BR-376.</p>
<p data-start="1534" data-end="1825">Quando ocorrem deslizamentos, bloqueios ou outros problemas nas rodovias, o transporte de materiais pode ficar comprometido. Em episódios graves registrados entre 2022 e 2023, foi necessário utilizar alternativas como transporte aéreo e fluvial.</p>
<h3 data-section-id="1x20yx9" data-start="1827" data-end="1872">Estrutura dos municípios é outro problema</h3>
<p data-start="1874" data-end="2043">O estudo destaca que a resposta inicial precisa ocorrer principalmente no próprio município. Porém, muitos municípios paranaenses ainda não possuem estrutura suficiente.</p>
<p data-start="2045" data-end="2235">Uma pesquisa do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) apontou que seis em cada dez municípios do Paraná não possuem estrutura adequada para o funcionamento da Defesa Civil.</p>
<p data-start="2237" data-end="2248">Além disso:</p>
<ul data-start="2250" data-end="2703">
<li data-section-id="nooirm" data-start="2250" data-end="2358">70,93% dos municípios não possuem sistemas de alerta capazes de alcançar rapidamente toda a população;</li>
<li data-section-id="1f3qez2" data-start="2359" data-end="2453">cerca de 270 das 399 cidades não têm servidores dedicados exclusivamente à Defesa Civil;</li>
<li data-section-id="s83ru2" data-start="2454" data-end="2541">aproximadamente 240 municípios não possuem estrutura física própria para o órgão;</li>
<li data-section-id="rot2yx" data-start="2542" data-end="2703">a utilização de cargos comissionados também pode provocar alta rotatividade de profissionais após mudanças de gestão.</li>
</ul>
<h3 data-section-id="ek82ew" data-start="2705" data-end="2739">Matinhos é citado como exemplo</h3>
<p data-start="2741" data-end="2830">O município de Matinhos aparece como exemplo das dificuldades enfrentadas no Litoral.</p>
<p data-start="2832" data-end="3013">Apesar de manter alguns materiais básicos para uma primeira resposta, a cidade ainda não possui um depósito próprio capaz de armazenar grandes quantidades de materiais humanitários.</p>
<p data-start="3015" data-end="3164">Quando ocorre uma emergência de maior proporção, parte dos recursos precisa ser enviada a partir de Curitiba, aumentando a dependência logística.</p>
<p data-start="3166" data-end="3310">Atualmente, a estrutura municipal conta com apenas um servidor próprio, o coordenador da Defesa Civil, que recebe apoio da Guarda Municipal.</p>
<p data-start="3312" data-end="3588">Em julho de 2026, Matinhos também criou o Fundo Municipal de Proteção e Defesa Civil, com o objetivo, entre outros, de viabilizar uma estrutura própria para armazenar materiais como colchões, barracas e itens necessários para abrigos.</p>
<h3 data-section-id="1jhsiji" data-start="3590" data-end="3637">Obras preventivas podem reduzir os impactos</h3>
<p data-start="3639" data-end="3807">Além de melhorar a estrutura da Defesa Civil, o estudo aponta que investimentos em prevenção são fundamentais para diminuir a necessidade de respostas emergenciais.</p>
<p data-start="3809" data-end="3847">Em Matinhos, foram citadas obras como:</p>
<ul data-start="3849" data-end="4040">
<li data-section-id="9of8h3" data-start="3849" data-end="3917">limpeza e desassoreamento de mais de 25 quilômetros de canais;</li>
<li data-section-id="1pzwpws" data-start="3918" data-end="3960">desobstrução de mais de mil bueiros;</li>
<li data-section-id="43omta" data-start="3961" data-end="4040">instalação de mais de 2 quilômetros de manilhas de PVC de 60 centímetros.</li>
</ul>
<p data-start="4042" data-end="4265">Segundo o coordenador municipal, em chuvas fortes recentes, a água chegou a baixar aproximadamente 10 minutos após o término da tempestade, indicando melhora no sistema de drenagem.</p>
<h3 data-section-id="1yo668z" data-start="4267" data-end="4295">O que o estudo recomenda</h3>
<p data-start="4297" data-end="4342">Entre as principais soluções apontadas estão:</p>
<ol data-start="4344" data-end="4810">
<li data-section-id="xch1rk" data-start="4344" data-end="4420">Criação de depósitos próprios para armazenar materiais de emergência;</li>
<li data-section-id="19e3vyw" data-start="4421" data-end="4503">Descentralização dos estoques, evitando depender exclusivamente da capital;</li>
<li data-section-id="gafp0t" data-start="4504" data-end="4583">Automatização do envio de materiais a partir dos alertas meteorológicos;</li>
<li data-section-id="pzb6sa" data-start="4584" data-end="4674">Fortalecimento das Coordenadorias Municipais de Proteção e Defesa Civil (COMPDECs);</li>
<li data-section-id="1yd8zuy" data-start="4675" data-end="4757">Melhoria da infraestrutura de prevenção contra alagamentos e deslizamentos;</li>
<li data-section-id="qdob59" data-start="4758" data-end="4810">Ampliação dos sistemas de alerta à população.</li>
</ol>
<h3 data-section-id="1io4wzh" data-start="4812" data-end="4825">Em resumo</h3>
<p data-start="4827" data-end="5032">O problema não está apenas na capacidade de a Defesa Civil agir, mas principalmente na estrutura disponível nos municípios e na logística para fazer os recursos chegarem rapidamente às áreas atingidas.</p>
<p data-start="5034" data-end="5462" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Enquanto Curitiba pode receber a primeira remessa de socorro em 6 a 12 horas, municípios do Litoral normalmente enfrentam 24 a 36 horas de espera, e algumas cidades pequenas podem chegar a 72 horas. A distância da capital, a concentração de estoques, a precariedade de estruturas municipais e os bloqueios nas rodovias são apontados como fatores importantes para essa diferença</p>
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		<title>Casos de dengue despencam no Paraná e passam de 88 mil para menos de 6 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:11:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
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		<category><![CDATA[parana]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estado registrou 5.878 casos confirmados até 18 de agosto, contra 88.488 no mesmo período de 2025; número de mortes também caiu Paraná registra forte redução nos casos O Paraná registrou uma queda expressiva nos casos de dengue em 2026. De acordo com o último boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), até 18 de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Estado registrou 5.878 casos confirmados até 18 de agosto, contra 88.488 no mesmo período de 2025; número de mortes também caiu</h2>
<h2>Paraná registra forte redução nos casos</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Paraná registrou uma queda expressiva nos casos de dengue em 2026. De acordo com o último boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), até 18 de agosto foram confirmados 5.878 casos da doença em todo o estado.</p>
<p class="isSelectedEnd">No mesmo período de 2025, o Paraná contabilizava 88.488 casos confirmados. A comparação mostra uma redução significativa no número de registros da doença.</p>
<p class="isSelectedEnd">O número de mortes também apresentou queda. Até 18 de agosto deste ano, foram registrados cinco óbitos por dengue. No mesmo período de 2025, eram 129 mortes.</p>
<h2>Mais de 92 mil casos foram confirmados em 2025</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os dados acumulados do ano epidemiológico de 2025 apontaram 305.594 notificações de dengue, com 92.620 casos confirmados e 145 óbitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2026, dos casos confirmados até o momento, 4.890 são autóctones, ou seja, foram contraídos dentro do próprio Paraná. Os demais registros são considerados casos importados.</p>
<p class="isSelectedEnd">A forma de contabilização do ano epidemiológico também mudou. Em 2025, passou a ser adotado o período de janeiro a dezembro. Antes, o ciclo começava no meio de um ano e terminava na metade do ano seguinte.</p>
<h2>Chegada do verão preocupa autoridades</h2>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da redução nos registros, a proximidade do verão e o aumento das chuvas mantêm o alerta para a dengue no Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">O fenômeno El Niño já está em andamento e deve se intensificar a partir da primavera. A previsão de maior volume de chuvas pode favorecer o surgimento de criadouros do mosquito <strong>Aedes aegypti</strong>, transmissor da dengue.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, as medidas de prevenção continuam sendo recomendadas. Entre os principais cuidados estão evitar o acúmulo de água, manter terrenos e quintais limpos e utilizar repelente.</p>
<h2>Método Wolbachia é utilizado no combate ao mosquito</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Paraná também mantém ações de combate ao mosquito transmissor por meio do Método Wolbachia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estratégia utiliza mosquitos infectados com a bactéria natural Wolbachia, que interfere na capacidade do inseto de transmitir doenças.</p>
<p>Mesmo com a queda nos casos, as autoridades reforçam que a manutenção dos cuidados preventivos é importante, principalmente diante da possibilidade de aumento das chuvas nos próximos meses.</p>
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