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	<title>Arquivo de TJPR - Mz Notícias</title>
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	<description>A informação que você precisa na hora certa!</description>
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	<title>Arquivo de TJPR - Mz Notícias</title>
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		<title>Casamento Coletivo será realizado no dia 17 de outubro em Castro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 13:20:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento Jurídico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inscrições para participar da cerimônia seguem até sexta-feira (9); programação do Justiça no Bairro também terá serviços jurídicos, sociais, de saúde e emprego Programa Justiça no Bairro terá dois dias de atendimentos O município de Castro recebe, nos dias 16 e 17 de outubro, uma nova edição do Programa Justiça no Bairro, iniciativa realizada pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Inscrições para participar da cerimônia seguem até sexta-feira (9); programação do Justiça no Bairro também terá serviços jurídicos, sociais, de saúde e emprego</p>
<h2>Programa Justiça no Bairro terá dois dias de atendimentos</h2>
<p class="isSelectedEnd">O município de Castro recebe, nos dias 16 e 17 de outubro, uma nova edição do Programa Justiça no Bairro, iniciativa realizada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR) e pelo Sesc Cidadão, em parceria com a Prefeitura de Castro.</p>
<p class="isSelectedEnd">As atividades serão realizadas no Centro da Juventude e oferecerão diversos serviços gratuitos à população. A programação inclui emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), atendimentos jurídicos, ações relacionadas a emprego e qualificação, além do Casamento Coletivo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cerimônia de casamento será realizada no dia 17 de outubro, às 16 horas, no Ginásio Gerson Torres.</p>
<h2>Atendimento jurídico gratuito</h2>
<p class="isSelectedEnd">Durante a ação, serão oferecidos atendimentos para questões que, normalmente, podem levar meses ou até anos para serem resolvidas judicialmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os serviços estão casos de guarda consensual, pensão alimentícia, união estável, tutela e exame de DNA, entre outras demandas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também haverá atendimento para divórcio consensual, reconhecimento de paternidade ou maternidade, retificação de registro civil e questões relacionadas ao direito de convivência e visitas.</p>
<h2>Inscrições para o Casamento Coletivo</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os interessados em participar do Casamento Coletivo devem realizar a inscrição até sexta-feira (9) em um dos CRAS do município.</p>
<p class="isSelectedEnd">Castro conta com quatro unidades de CRAS na área urbana e duas na área rural. A orientação é que os moradores procurem as unidades para obter informações sobre o casamento comunitário e os demais serviços disponíveis durante a ação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também será possível receber orientações sobre a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), tanto para primeira quanto para segunda via.</p>
<h2>Quase 50 casais já estão inscritos</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a organização, quase 50 casais já realizaram a inscrição para o Casamento Coletivo. A estrutura, porém, possui vagas para mais de 100 casais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para participar, é necessário apresentar a documentação civil básica do casal e comprovar renda familiar per capita de até três salários mínimos.</p>
<h2>Serviços jurídicos disponíveis</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além do casamento, o programa oferecerá gratuitamente:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Divórcio consensual;</li>
<li>Pensão alimentícia, incluindo fixação, revisão ou exoneração;</li>
<li>Guarda e direito de convivência ou visita;</li>
<li>Reconhecimento de paternidade ou maternidade;</li>
<li>Reconhecimento ou dissolução de união estável;</li>
<li>Tutela;</li>
<li>Exame de DNA gratuito;</li>
<li>Retificação de registro civil, incluindo correção de erros em certidões de nascimento, casamento ou óbito;</li>
<li>Emissão de RG/CIN, primeira e segunda via.</li>
</ul>
<h2>Outros serviços também serão oferecidos</h2>
<p class="isSelectedEnd">A programação contará ainda com a participação de diferentes setores e serviços públicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Agência do Trabalhador estará no local para consulta de vagas de emprego. A Sala do Empreendedor e Finanças oferecerá orientação empresarial e negociações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na área de Assistência Social, serão realizados atendimentos para atualização do Cadastro Único (CadÚnico) e orientações sobre benefícios.</p>
<p class="isSelectedEnd">O setor de Saúde oferecerá testes rápidos, aferição de pressão e orientações.</p>
<p>A programação também terá recreação infantil, distribuição de mudas de plantas, orientação do Procon e atendimento da Secretaria da Mulher.</p>
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		<title>Mulher é condenada no Paraná por extorsão após ameaçar expor suposto relacionamento do companheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 14:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[ameaça]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
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		<category><![CDATA[parana]]></category>
		<category><![CDATA[Pato Branco]]></category>
		<category><![CDATA[TJPR]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o processo, mulher teria exigido dinheiro sob ameaça de divulgar imagens e mensagens sobre a vida pessoal do companheiro Uma mulher foi condenada pela 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), em Pato Branco, no Sudoeste do estado, pelo crime de extorsão. Segundo o processo, ela teria coagido o companheiro a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Segundo o processo, mulher teria exigido dinheiro sob ameaça de divulgar imagens e mensagens sobre a vida pessoal do companheiro</h2>
<p class="isSelectedEnd">Uma mulher foi condenada pela 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), em Pato Branco, no Sudoeste do estado, pelo crime de extorsão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o processo, ela teria coagido o companheiro a pagar determinado valor sob a ameaça de divulgar informações sobre um suposto relacionamento homoafetivo dele.</p>
<h3>Imagens e mensagens foram divulgadas</h3>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o processo, como não recebeu o valor total que exigia, a mulher teria divulgado montagens fotográficas e mensagens em grupos de aplicativos, expondo a vítima.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o relator do caso, desembargador Marcus Vinícius de Lacerda Costa, o depoimento da vítima demonstrou que a conduta provocou constrangimentos pessoais e profissionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Tribunal considerou como provas do crime o depoimento da vítima, relatos de testemunhas, mensagens e vídeos.</p>
<h3>Vítima relatou constrangimentos</h3>
<p class="isSelectedEnd">Durante o processo, a vítima afirmou que passou a receber olhares de deboche quando saía em público e era questionada sobre a origem das imagens e mensagens divulgadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o relator, a situação também provocou preocupação em relação à vida profissional da vítima.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão destacou que, em casos de constrangimento mediante grave ameaça, o depoimento da vítima possui relevância para a comprovação da autoria do crime, quando analisado em conjunto com os demais elementos apresentados no processo.</p>
<h3>Extorsão prevê pena de até dez anos</h3>
<p>De acordo com o Código Penal, a pena-base prevista para o crime de extorsão simples é de quatro a dez anos de reclusão, além de multa.</p>
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		<title>Família no Paraná pode perder guarda do filho após insistir em homeschooling</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 19:15:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Família já foi multada pela Justiça por manter criança fora da escola; nova decisão menciona possibilidade de transferência da guarda aos avós Uma família de São Mateus do Sul, no Paraná, enfrenta uma nova etapa de uma disputa judicial envolvendo a educação domiciliar de um menino de 10 anos. Os pais optaram pelo homeschooling e, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Família já foi multada pela Justiça por manter criança fora da escola; nova decisão menciona possibilidade de transferência da guarda aos avós</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma família de São Mateus do Sul, no Paraná, enfrenta uma nova etapa de uma disputa judicial envolvendo a educação domiciliar de um menino de 10 anos. Os pais optaram pelo homeschooling e, segundo a decisão judicial, continuam descumprindo a determinação para que a criança seja matriculada e frequente uma escola regular.</p>
<p class="isSelectedEnd">A situação ganhou um novo capítulo após uma intimação expedida em 3 de setembro. O documento, segundo a família, menciona a possibilidade de concessão da guarda do menino aos avós maternos caso os pais permaneçam descumprindo as determinações relacionadas à matrícula e à frequência escolar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os responsáveis tiveram prazo para se manifestar sobre a situação da criança e sobre relatórios sociais relacionados ao caso.</p>
<h2>Família se preocupa com possibilidade de mudança na guarda</h2>
<p class="isSelectedEnd">A mãe afirmou que a nova decisão causou preocupação justamente por apresentar uma possibilidade que não havia sido colocada dessa maneira nas situações anteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo ela, o documento assinado pelo juiz responsável pelo caso aponta que o Ministério Público pode buscar a transferência da guarda aos avós maternos diante da insistência da família em manter a criança no ensino domiciliar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os pais contestam a possibilidade e afirmam que não há abandono, negligência ou falta de acompanhamento do filho. Eles também dizem ter apresentado documentos, registros das atividades e avaliações para demonstrar que a criança recebe acompanhamento educacional.</p>
<h2>Pais já foram alvo de multas</h2>
<p class="isSelectedEnd">A disputa envolvendo a educação do menino não começou agora. Os responsáveis já haviam sido condenados ao pagamento de multa diária por não cumprir a determinação judicial relacionada à matrícula escolar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em uma decisão anterior, a família chegou a receber uma multa de R$ 2 mil por dia, além da suspensão das Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs).</p>
<p class="isSelectedEnd">Posteriormente, após recurso apresentado ao Tribunal de Justiça do Paraná, a suspensão das CNHs foi derrubada. O valor da multa também foi alterado, passando a considerar três salários mínimos e R$ 250 por dia, sem estabelecimento de um teto máximo, conforme relatado pela família.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das mudanças, a determinação para que o menino seja matriculado e frequente a rede regular de ensino permaneceu.</p>
<h2>Como funciona a educação em casa</h2>
<p class="isSelectedEnd">A mãe, que possui formação na área de educação, afirma que acompanha diretamente os estudos do filho e conta com o auxílio de outros professores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a família, a criança realiza atividades envolvendo diferentes disciplinas e também participa de ações voltadas à socialização, esportes e outros projetos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os pais defendem que o menino não está sem educação e sustentam que o modelo adotado em casa proporciona acompanhamento constante.</p>
<h2>O que diz a legislação brasileira</h2>
<p class="isSelectedEnd">A discussão sobre homeschooling ainda envolve questões jurídicas no Brasil. Em 2018, o Supremo Tribunal Federal decidiu que não existe, naquele momento, um direito ao ensino domiciliar sem que haja uma legislação específica regulamentando a modalidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dessa forma, no caso dessa família, a Justiça mantém a determinação para que a criança esteja matriculada e frequente uma instituição de ensino.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os pais, por outro lado, defendem a educação domiciliar e continuam questionando judicialmente a obrigatoriedade de matrícula.</p>
<h2>Possível mudança de guarda</h2>
<p class="isSelectedEnd">A possibilidade de transferência da guarda para os avós maternos representa uma nova preocupação para a família. A medida aparece no contexto do processo relacionado ao cumprimento da determinação de matrícula e frequência escolar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os responsáveis afirmam que pretendem continuar utilizando os recursos judiciais disponíveis para defender a opção pela educação domiciliar.</p>
<p>Enquanto a disputa segue na Justiça, permanece a determinação para que o menino seja matriculado e frequente a rede regular de ensino.</p>
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		<item>
		<title>Homem é condenado no Paraná após enviar mensagens de cunho sexual para criança</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/homem-e-condenado-no-parana-apos-enviar-mensagens-de-cunho-sexual-para-crianca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:39:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Réu tentou justificar os contatos alegando que estava sob efeito de álcool, mas Justiça considerou conjunto de provas suficiente para a condenação Contato começou pelas redes sociais Um homem foi condenado pela Justiça do Paraná após manter contato de cunho sexual com uma menina que tinha entre 10 e 11 anos de idade. O caso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Réu tentou justificar os contatos alegando que estava sob efeito de álcool, mas Justiça considerou conjunto de provas suficiente para a condenação</h2>
<h2>Contato começou pelas redes sociais</h2>
<p class="isSelectedEnd">Um homem foi condenado pela Justiça do Paraná após manter contato de cunho sexual com uma menina que tinha entre 10 e 11 anos de idade. O caso aconteceu na Comarca de Guaíra, na região Oeste do estado, e foi analisado pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a decisão judicial, o homem teria iniciado o contato com a criança pelas redes sociais e posteriormente utilizado aplicativos de mensagens para continuar a comunicação.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o processo, ele teria utilizado perfis falsos para manter o contato mesmo após ser bloqueado pela vítima.</p>
<h2>Provas digitais foram consideradas pela Justiça</h2>
<p class="isSelectedEnd">A investigação reuniu boletim de ocorrência, depoimentos, capturas de tela e vídeos. O conjunto de provas foi utilizado para comprovar a materialidade e a autoria do crime.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas conversas, o acusado teria utilizado expressões de intimidade com a menina e enviado conteúdos de natureza sexual.</p>
<p class="isSelectedEnd">O crime é previsto no artigo 241-D do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que trata do aliciamento, assédio, instigação ou constrangimento de criança por meio de comunicação com a finalidade de praticar ato libidinoso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A legislação prevê pena de três a cinco anos de prisão para esse tipo de crime, com possibilidade de aumento em determinadas circunstâncias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A pena aplicada ao réu não foi divulgada, e o processo tramita sob sigilo.</p>
<h2>Réu alegou desconhecer a idade da vítima</h2>
<p class="isSelectedEnd">Durante o processo, o homem afirmou que não sabia a idade da menina e tentou justificar o envio dos conteúdos alegando que estaria sob efeito de álcool.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Justiça, porém, rejeitou o recurso apresentado pela defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na análise do caso, foram considerados os depoimentos da vítima e da mãe, além das provas digitais reunidas durante a investigação.</p>
<h2>Vítima apresentou consequências após os fatos</h2>
<p class="isSelectedEnd">Conforme os relatos considerados no processo, a criança passou a apresentar crises de ansiedade, automutilação, medo e dificuldades escolares após os episódios.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão destacou que as provas digitais e os depoimentos foram considerados convergentes e suficientes para demonstrar a prática do crime.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da condenação criminal, o homem também foi condenado ao pagamento de indenização por danos morais à vítima.</p>
<h2>Justiça mantém condenação</h2>
<p class="isSelectedEnd">A relatora do processo considerou comprovadas a materialidade e a autoria do crime com base no conjunto de documentos e depoimentos apresentados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O pedido de absolvição foi rejeitado pela 2ª Câmara Criminal do TJPR, que manteve a condenação do acusado.</p>
<p>O caso tramita em sigilo no Judiciário, por envolver uma criança vítima de crime sexual.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça do Paraná mantém condenação de dois advogados por ligação com o PCC</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/castro/justica-do-parana-mantem-condenacao-de-dois-advogados-por-ligacao-com-o-pcc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[TJPR]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>5ª Câmara Criminal do TJPR negou recurso e confirmou penas de sete anos de prisão em regime inicial semiaberto Condenação foi mantida A 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) negou provimento ao recurso apresentado pela defesa e manteve a condenação de dois advogados denunciados por ligação com o Primeiro Comando da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>5ª Câmara Criminal do TJPR negou recurso e confirmou penas de sete anos de prisão em regime inicial semiaberto</h2>
<h3>Condenação foi mantida</h3>
<p class="isSelectedEnd">A 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) negou provimento ao recurso apresentado pela defesa e manteve a condenação de dois advogados denunciados por ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dois foram condenados a <strong>sete anos de reclusão, em regime inicial semiaberto</strong>, pelo crime de organização criminosa, com aplicação de agravantes relacionadas ao emprego de arma de fogo e à conexão com outras organizações criminosas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação que levou à denúncia foi conduzida pelo Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com a Polícia Civil.</p>
<h3>Advogados fariam parte de setor da organização</h3>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a denúncia apresentada pelo Gaeco, os advogados integravam um setor da organização criminosa denominado <strong>“Geral dos Gravatas”</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o processo, eles seriam contratados e remunerados diretamente com recursos provenientes de atividades ilícitas da facção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da assistência jurídica a integrantes do grupo, a acusação apontou que os advogados teriam atuado em situações relacionadas a rebeliões, criado circunstâncias adversas dentro de unidades prisionais e servido como canal de comunicação e logística para líderes da organização que estavam encarcerados.</p>
<h3>Tribunal destaca limites das prerrogativas profissionais</h3>
<p class="isSelectedEnd">Ao manter a condenação, a 5ª Câmara Criminal do TJPR destacou que as prerrogativas previstas para o exercício da advocacia não podem ser utilizadas para práticas ilícitas destinadas a atender aos interesses de uma organização criminosa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O acórdão também apontou que a atuação em benefício de uma facção representa violação dos deveres profissionais e éticos atribuídos aos advogados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse entendimento foi considerado pelo Tribunal na avaliação da culpabilidade e na manutenção da pena-base aplicada aos réus.</p>
<h3>Aumentos de pena também foram mantidos</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Tribunal confirmou ainda a aplicação das causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo e à conexão com outras organizações criminosas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o entendimento adotado pelos magistrados, essas circunstâncias possuem caráter objetivo e podem ser aplicadas aos integrantes da organização criminosa quando presentes os requisitos previstos na legislação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão também considerou as características atribuídas ao grupo, incluindo seu poder bélico e as conexões mantidas com outras facções criminosas no Brasil e no exterior.</p>
<p>Com a decisão da 5ª Câmara Criminal, permanece válida a condenação dos dois advogados a sete anos de reclusão em regime inicial semiaberto.</p>
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