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	<title>Arquivos Economia - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos Economia - MZ Notícia</title>
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		<title>Lula e Trump discutem tarifas e acertam nova rodada de negociações</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/lula-e-trump-discutem-tarifas-e-acertam-nova-rodada-de-negociacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 18:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidentes conversaram por telefone nesta...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="l2aw5v" data-start="114" data-end="265">Presidentes conversaram por telefone nesta sexta-feira (21); comércio, combate ao crime organizado e conflitos internacionais também foram tratados</h3>
<p data-start="267" data-end="606">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone, na manhã desta sexta-feira (21), com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante a ligação, os dois discutiram as tarifas impostas pelos norte-americanos sobre produtos brasileiros e concordaram com a necessidade de uma nova rodada de negociações entre os governos.</p>
<p data-start="608" data-end="974">Segundo o Palácio do Planalto, Lula classificou como “infundadas” as justificativas apresentadas pelos Estados Unidos para a aplicação das novas tarifas. Entre os argumentos citados estão questões relacionadas ao desmatamento, acordos preferenciais, propriedade intelectual, combate à corrupção, Pix, etanol e importações de produtos produzidos com trabalho forçado.</p>
<h3 data-section-id="1abga6c" data-start="976" data-end="1014">Tarifas sobre produtos brasileiros</h3>
<p data-start="1016" data-end="1227">Desde julho, os Estados Unidos aplicam novas tarifas sobre produtos brasileiros. Uma delas, de 12,5%, foi estabelecida com base em acusações relacionadas à entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado.</p>
<p data-start="1229" data-end="1382">O Brasil também já estava sujeito a uma sobretaxa de 25%, aplicada após uma investigação norte-americana sobre práticas comerciais consideradas injustas.</p>
<p data-start="1384" data-end="1572">Em determinados produtos, as duas tarifas podem ser acumuladas, chegando a 37,5%. Alguns produtos brasileiros, no entanto, ficaram fora da sobretaxa de 25%, entre eles carne bovina e café.</p>
<p data-start="1574" data-end="1770">Segundo o governo brasileiro, Trump concordou com a importância de preservar as relações comerciais entre os dois países e propôs que as equipes retomem as negociações o mais rapidamente possível.</p>
<h3 data-section-id="ej98cu" data-start="1772" data-end="1822">Presidentes também discutiram combate ao crime</h3>
<p data-start="1824" data-end="1948">Durante a conversa, Lula e Trump também trataram da cooperação entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado.</p>
<p data-start="1950" data-end="2133">O presidente brasileiro defendeu que os grupos criminosos sejam enfrentados por meio dos instrumentos já existentes, sem a necessidade de classificá-los como organizações terroristas.</p>
<p data-start="2135" data-end="2325">De acordo com o governo brasileiro, Trump demonstrou disposição para ampliar a cooperação nessa área. Representantes de alto escalão dos dois governos deverão dar continuidade às discussões.</p>
<h3 data-section-id="1omt3os" data-start="2327" data-end="2360">Ucrânia, Irã e atuação da ONU</h3>
<p data-start="2362" data-end="2493">Os presidentes também conversaram sobre os conflitos internacionais, incluindo a guerra entre Rússia e Ucrânia e a situação no Irã.</p>
<p data-start="2495" data-end="2635">Segundo o Palácio do Planalto, Lula e Trump concordaram sobre a necessidade de uma solução negociada para o conflito entre Rússia e Ucrânia.</p>
<p data-start="2637" data-end="2880">Lula ainda defendeu uma atuação mais efetiva do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) diante das crises internacionais e propôs a realização de uma reunião extraordinária do órgão para discutir alternativas diplomáticas.</p>
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		<title>Varejo fecha 45,9 mil vagas no primeiro semestre e registra pior resultado desde 2020</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/varejo-fecha-459-mil-vagas-no-primeiro-semestre-e-registra-pior-resultado-desde-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[apostas online]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
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		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comércio varejista perdeu postos de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Comércio varejista perdeu postos de trabalho enquanto o mercado brasileiro criou 921 mil empregos formais; juros altos, endividamento e avanço do comércio eletrônico estão entre os fatores apontados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O comércio varejista brasileiro fechou <strong>45,9 mil postos de trabalho com carteira assinada</strong> no primeiro semestre de 2026, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse foi o pior resultado para o período desde 2020. Na direção oposta, o mercado de trabalho brasileiro registrou a criação de <strong>921 mil empregos líquidos</strong> nos seis primeiros meses do ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Especialistas apontam uma combinação de fatores para o desempenho negativo do varejo, entre eles os juros elevados, a desaceleração da economia, o endividamento das famílias, o crescimento das apostas online e a migração dos consumidores para o comércio eletrônico.</p>
<h2>Comércio foi o único grande setor a eliminar vagas</h2>
<p class="isSelectedEnd">Considerando os grandes setores da economia, o comércio foi o único a registrar saldo negativo no primeiro semestre, com <strong>3,5 mil vagas eliminadas</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">No mesmo período, os serviços criaram <strong>571,9 mil empregos</strong>, a construção abriu <strong>168,9 mil postos</strong>, a indústria gerou <strong>143,4 mil vagas</strong> e a agropecuária teve saldo positivo de <strong>40,8 mil empregos</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O comércio varejista, que representa 68% do estoque de empregos do comércio, criou vagas apenas nos meses de março, maio e junho. No primeiro semestre de 2025, o setor havia registrado a criação de 23,7 mil postos.</p>
<h2>Vestuário lidera cortes</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre os segmentos do varejo, as lojas de artigos de vestuário e acessórios registraram o maior número de cortes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foram <strong>30,9 mil vagas fechadas</strong> nos primeiros seis meses de 2026, o equivalente a mais de dois terços do saldo negativo do setor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sequência aparecem as lojas de calçados, com <strong>11,3 mil postos eliminados</strong>, e os supermercados e hipermercados, que fecharam <strong>5,6 mil vagas</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esses segmentos também enfrentam o avanço da concorrência do comércio eletrônico.</p>
<h2>Juros altos pressionam consumo</h2>
<p class="isSelectedEnd">A alta dos juros é apontada como um dos fatores que dificultam a recuperação do varejo, principalmente nos setores que dependem de compras parceladas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A taxa de juros para pessoas físicas com recursos livres chegou a <strong>64% ao ano em junho</strong>, contra 59,4% no mesmo mês de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">No cartão de crédito, a taxa alcançou <strong>97,4% ao ano</strong>, ante 92,1% um ano antes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cenário afeta principalmente a venda de bens duráveis, como móveis e eletroeletrônicos, que dependem do financiamento ao consumidor.</p>
<h2>Apostas online também afetam consumo</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outro fator apontado por especialistas é o crescimento das apostas online, que pode reduzir a renda disponível para outras despesas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um levantamento citado no estudo mostra que cerca de <strong>23% dos apostadores reduziram gastos com roupas e calçados</strong> para direcionar dinheiro às apostas. Outros <strong>19% reduziram despesas em supermercados</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto ocorre em um cenário de endividamento elevado das famílias. Segundo dados do Banco Central, o comprometimento da renda com dívidas está em <strong>49,8%</strong>, limitando a capacidade de novos compromissos financeiros.</p>
<h2>Comércio eletrônico muda mercado de trabalho</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além das dificuldades econômicas, especialistas apontam uma mudança estrutural no setor: a migração dos consumidores para o comércio eletrônico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Grandes plataformas digitais conseguem operar com estruturas diferentes das lojas físicas e, em muitos casos, empregam menos trabalhadores diretamente no varejo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Parte dessas vagas, porém, acaba sendo deslocada para áreas como armazenamento, logística, transporte, controle de estoque e serviços relacionados às vendas online.</p>
<h2>Casas Bahia pode ampliar impacto no emprego</h2>
<p class="isSelectedEnd">O mercado de trabalho do varejo ainda poderá sentir os efeitos da crise enfrentada pelas Casas Bahia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa pediu recuperação judicial e anunciou o fechamento de <strong>298 lojas</strong>, além da demissão de aproximadamente <strong>3 mil funcionários</strong>.</p>
<p>Com tradicionalmente mais contratações no segundo semestre, a expectativa é de que o comércio encerre 2026 com um saldo líquido de empregos formais próximo de zero.</p>
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		<item>
		<title>Ponta Grossa pode mudar lei de 59 anos sobre funcionamento do comércio</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/ponta-grossa-pode-mudar-lei-de-59-anos-sobre-funcionamento-do-comercio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manu]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 21:45:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Grossa]]></category>
		<category><![CDATA[#PontaGrossa #Comércio #CâmaraMunicipal #Feriados #Política #Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto altera legislação de 1967...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Projeto altera legislação de 1967 e prevê que cada estabelecimento decida se mantém as portas abertas nos feriados; proposta está em primeira discussão na Câmara</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Câmara Municipal de Ponta Grossa analisa nesta quarta-feira (19) um projeto de lei que pode alterar as regras para o funcionamento do comércio durante os feriados. A proposta prevê que cada estabelecimento tenha autonomia para decidir se mantém ou não as portas abertas nessas datas.</p>
<p class="isSelectedEnd">De autoria do vereador <strong>Julio Kuller</strong>, o <strong>Projeto de Lei nº 86/2026</strong> altera a Lei Municipal nº 1.921, de 24 de maio de 1967, que estabelece regras para o fechamento dos estabelecimentos comerciais nos feriados.</p>
<h2>O que prevê o projeto</h2>
<p class="isSelectedEnd">O texto estabelece que os estabelecimentos comerciais <strong>poderão manter suas portas fechadas</strong> durante os feriados nacionais, estaduais e municipais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na justificativa, o autor afirma que a intenção é permitir que cada comerciante tenha liberdade para decidir sobre o funcionamento do próprio estabelecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta também determina que os feriados abrangidos pela legislação sejam relacionados anualmente por meio de <strong>decreto municipal</strong>, assinado pelo chefe do Poder Executivo e publicado no Diário Oficial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Caso seja aprovado, o projeto substituirá a regra atualmente prevista na legislação municipal. A mudança, entretanto, ainda dependerá da conclusão da tramitação na Câmara e de eventual sanção do Poder Executivo.</p>
<h2>Projeto recebeu questionamento jurídico</h2>
<p class="isSelectedEnd">Durante a análise da proposta, a <strong>Comissão de Legislação, Justiça e Redação</strong> consultou o Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam).</p>
<p class="isSelectedEnd">O parecer reconheceu que o município possui competência para estabelecer regras relacionadas ao horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais. Entretanto, o instituto considerou juridicamente inviável a proposta na forma apresentada, principalmente pela previsão de que o Poder Executivo defina anualmente os feriados por meio de decreto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o parecer, essa determinação poderia representar uma interferência entre os Poderes. O Ibam recomendou que a definição fosse feita por meio de <strong>lei</strong>, e não por decreto.</p>
<p class="isSelectedEnd">O posicionamento do instituto possui caráter consultivo. Na tramitação, o projeto recebeu pareceres favoráveis das comissões de <strong>Finanças, Orçamento e Fiscalização</strong> e de <strong>Obras, Serviços Públicos, Trânsito, Transporte, Mobilidade Urbana e Acessibilidade</strong>.</p>
<h2>Proposta está em primeira discussão</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Projeto de Lei nº 86/2026 foi incluído na pauta da sessão ordinária desta quarta-feira (19) para <strong>primeira discussão</strong>.</p>
<p>Até que a tramitação seja concluída e uma eventual nova legislação entre em vigor, <strong>as regras atuais sobre o funcionamento do comércio durante os feriados continuam valendo normalmente</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Crises de Casas Bahia e Marabraz podem dificultar acesso ao crédito para o varejo</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/crises-de-casas-bahia-e-marabraz-podem-dificultar-acesso-ao-credito-para-o-varejo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 13:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Americanas]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[campos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Casas Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[credito]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[Marabraz]]></category>
		<category><![CDATA[ponta grossa]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedidos de recuperação judicial reacendem...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Pedidos de recuperação judicial reacendem temor de restrição nas linhas de financiamento para empresas do setor, cenário semelhante ao observado após a crise da Americanas</h2>
<h3>Crise reacende preocupação no mercado financeiro</h3>
<p class="isSelectedEnd">Os pedidos de recuperação judicial das <strong>Casas Bahia e da Marabraz</strong> nesta semana reacenderam no mercado financeiro o temor de um novo aperto nas linhas de financiamento destinadas às empresas do varejo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cenário traz lembranças do que ocorreu em janeiro de 2023, quando vieram à tona inconsistências contábeis envolvendo a Americanas. Naquele momento, bancos e fundos adotaram uma postura de maior cautela e reduziram o acesso ao crédito da companhia, de sua cadeia de fornecedores e de concorrentes do setor.</p>
<p class="isSelectedEnd">O receio de que os problemas se espalhassem para outras empresas acabou contribuindo para uma redução da oferta de crédito ao varejo.</p>
<h3>Juros altos pressionam modelo de negócios</h3>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da preocupação semelhante, as origens das crises são diferentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso da Americanas, a crise veio após a descoberta de inconsistências contábeis e de operações de risco sacado não registradas. Já as dificuldades enfrentadas pelas Casas Bahia estão relacionadas a fatores macroeconômicos, especialmente ao impacto dos <strong>juros elevados sobre um modelo de negócios dependente do consumo a prazo</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A preocupação das instituições financeiras é que dificuldades enfrentadas por empresas do setor aumentem o risco de inadimplência e transformem novos empréstimos em prejuízos.</p>
<h3>Bancos estão entre os principais credores das Casas Bahia</h3>
<p class="isSelectedEnd">Os dados apresentados pelas Casas Bahia à Justiça mostram que instituições financeiras estão entre os principais credores da companhia.</p>
<p class="isSelectedEnd">O <strong>Banco Digio</strong>, instituição digital do Bradesco, aparece como principal credor, com <strong>R$ 2,6 bilhões</strong> a receber.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sequência estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Banco do Brasil:</strong> R$ 2,4 bilhões;</li>
<li><strong>Bradesco:</strong> R$ 1,5 bilhão;</li>
<li><strong>Riza Gestora de Recursos:</strong> R$ 803 milhões;</li>
<li><strong>Redasset Gestão:</strong> R$ 585 milhões.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">A exposição do sistema financeiro ao setor aumenta a preocupação com possíveis efeitos sobre a concessão de crédito para outras empresas do varejo.</p>
<h3>Restrição de crédito já ocorreu após crise da Americanas</h3>
<p class="isSelectedEnd">Dados do Banco Central mostram que, nos seis meses seguintes ao anúncio do rombo da Americanas, o volume de crédito bancário concedido às empresas do varejo <strong>caiu R$ 12 bilhões</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">No mesmo período, a exposição dos bancos ao setor recuou <strong>5%</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O comportamento foi diferente em outros segmentos da economia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na construção civil, o total de empréstimos cresceu <strong>8,4%</strong>, o equivalente a um aumento de R$ 8,7 bilhões. Nos serviços voltados às famílias, houve crescimento de <strong>0,4%</strong> no volume de crédito.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já a carteira destinada ao setor de transportes permaneceu estável.</p>
<h3>Efeito pode atingir empresas do varejo</h3>
<p class="isSelectedEnd">A possibilidade de novas restrições preocupa empresas que dependem de financiamento para manter estoques, realizar investimentos e sustentar suas operações.</p>
<p class="isSelectedEnd">O temor no mercado é de que os problemas financeiros de grandes companhias aumentem a percepção de risco e levem instituições financeiras a adotar critérios mais rigorosos para liberar recursos ao varejo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A situação das Casas Bahia e da Marabraz, portanto, passou a ser acompanhada não apenas pelos credores e consumidores das empresas, mas também por outros participantes do mercado varejista.</p>
<div contenteditable="false">
<hr />
</div>
<h3></h3>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Funcionário relata surpresa com possível fechamento das Casas Bahia em Ponta Grossa</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/funcionario-relata-surpresa-com-possivel-fechamento-das-casas-bahia-em-ponta-grossa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 20:43:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Grossa]]></category>
		<category><![CDATA[#PontaGrossa #CasasBahia #Comércio #Empregos #Economia #ACIPG #MercadoDeTrabalho #CamposGerais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=249512</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ex-colaborador afirma que cerca de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Ex-colaborador afirma que cerca de 31 funcionários foram afetados e relata que havia trabalhadores com até 12 anos de vínculo com a empresa; transferência teria sido apresentada como alternativa.</p>
<h2>Funcionários foram surpreendidos com anúncio</h2>
<p class="isSelectedEnd">Colaboradores das Casas Bahia receberam com surpresa, na manhã desta sexta-feira (14), a informação sobre o possível encerramento das atividades da unidade de Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um ex-colaborador, que preferiu não ser identificado, relatou que não havia sinais de que a loja seria fechada. Segundo ele, até então, o funcionamento ocorria normalmente e não havia percebido redução no estoque.</p>
<p class="isSelectedEnd">O funcionário, que trabalhava na unidade havia cerca de um ano, afirmou que a comunicação sobre a situação foi feita verbalmente dentro da loja.</p>
<h2>Trabalhadores com anos de empresa</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o ex-colaborador, cerca de 31 funcionários trabalhavam na unidade. Ele destacou que alguns integrantes da equipe tinham uma longa trajetória na empresa.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">“Tinha gente com 10, 12 anos de Casas Bahia”, relatou.</p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Ainda conforme o trabalhador, a única explicação apresentada aos funcionários até aquele momento teria sido relacionada a um corte de gastos.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">“Até onde sabemos, foi corte de gastos. Foi só essa informação que recebemos.”</p>
</blockquote>
<h2>Transferência teria sido apresentada como alternativa</h2>
<p class="isSelectedEnd">O ex-colaborador também relatou que foi apresentada aos funcionários a possibilidade de transferência para outra filial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo ele, porém, a proposta teria sido considerada inviável para os trabalhadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O funcionário afirmou ainda que não esperava a possibilidade de encerramento das atividades, principalmente pelo porte da empresa.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">“Foi uma surpresa, por ser uma empresa gigante, não se espera que iria acontecer isso assim. Estava tudo normal até então”, lamentou.</p>
</blockquote>
<h2>Empresa ainda não se manifestou</h2>
<p class="isSelectedEnd">Até o momento, as Casas Bahia não haviam se manifestado publicamente sobre o possível encerramento das atividades da unidade de Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa também foi procurada para prestar esclarecimentos sobre a situação.</p>
<h2>ACIPG considera situação preocupante</h2>
<p class="isSelectedEnd">O diretor de Comércio da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG), Heraldo Luz, se posicionou sobre a situação nesta sexta-feira e classificou o cenário como preocupante.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entidade informou que ainda busca informações oficiais sobre o caso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ACIPG também destacou que, independentemente dos motivos, o encerramento das atividades de uma empresa é motivo de preocupação para o comércio e para a economia local.</p>
<p>A entidade se colocou à disposição para dialogar com a empresa, o poder público e os demais setores envolvidos, com o objetivo de compreender o cenário.</p>
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		<title>Paraná se destaca como polo de expansão do mercado de franquias</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/parana-se-destaca-como-polo-de-expansao-do-mercado-de-franquias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manu]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 20:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[#Paraná #Franquias #Empreendedorismo #Negócios #Economia #Investimentos #FranquiasNoParaná #Curitiba #EmpreendedorismoFeminino #FeiraDaFranquia #MZNotícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=249116</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estado registra crescimento anual superior...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Estado registra crescimento anual superior a 30% no setor e reúne fatores como mercado consumidor descentralizado, incentivos à abertura de empresas e ecossistemas de inovação</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Paraná vem ganhando destaque no mercado nacional de franquias e já ocupa a <strong>quarta posição entre os maiores mercados do setor no Brasil</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o segmento registra crescimento anual superior a 30% no estado. A expansão é favorecida por iniciativas de desburocratização, pelo potencial do mercado consumidor e pela presença de ambientes voltados à inovação e ao empreendedorismo.</p>
<h2>Desburocratização favorece novos negócios</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre os mecanismos que contribuem para a abertura de empresas está a <strong>Lei de Liberdade Econômica estadual</strong>, além do programa Descomplica Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">A iniciativa dispensa o licenciamento prévio para <strong>975 atividades consideradas de baixo risco</strong>, facilitando a entrada de novos empreendedores no mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro fator apontado é a distribuição do mercado consumidor pelo estado. Além da capital, o Paraná possui grandes e médias cidades espalhadas pelas diferentes regiões, ampliando as possibilidades para a instalação de unidades franqueadas.</p>
<h2>Interiorização atrai investidores</h2>
<p class="isSelectedEnd">O movimento de expansão das franquias para municípios do interior também vem ganhando força.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com Arvid Auras, diretor-executivo da Feira da Franquia, cidades com alto poder de consumo têm despertado o interesse de grandes redes e marcas emergentes. O potencial de atração de investidores também inclui empresários ligados ao agronegócio.</p>
<p class="isSelectedEnd">O modelo de franquias é apontado como uma alternativa para quem busca investir em negócios com processos já estruturados, marca consolidada e operação padronizada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A forte cultura empreendedora do Paraná também contribui para o crescimento do segmento, que oferece modelos de negócios considerados de riscos calculados.</p>
<h2>Mercado de franquias movimenta bilhões</h2>
<p class="isSelectedEnd">No Paraná, o mercado de franquias registrou <strong>aumento de 5% no número de operações</strong> e crescimento de quase <strong>9% no faturamento das unidades franqueadas</strong> somente no primeiro trimestre deste ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">No período, o setor alcançou mais de <strong>R$ 5 bilhões em faturamento</strong> no estado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O desempenho do franchising, acima do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e de diferentes segmentos do varejo, é associado à experiência acumulada pelas marcas e à utilização de modelos de negócios previamente testados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o consultor Diniz Fiori, diretor de novos negócios da Acesso Franquias, que participou da comercialização de mais de 500 franquias, o franqueado recebe um modelo validado, suporte contínuo e orientação para a tomada de decisões.</p>
<h2>Empreendedorismo ainda enfrenta desafios</h2>
<p class="isSelectedEnd">Abrir o próprio negócio está entre os principais desejos de muitos brasileiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a pesquisa Retrato do Empreendedorismo no Brasil — GEM 2026, empreender é o maior desejo entre brasileiros de 35 a 54 anos. Para mais de <strong>41%</strong>, abrir um negócio aparece à frente de objetivos como adquirir a casa própria e viajar pelo Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do interesse, os empreendedores também enfrentam dificuldades para manter as empresas em funcionamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Sebrae, quase <strong>50% das empresas abertas no país não chegam aos dois anos de atividade</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesse cenário, o modelo de franquia é apresentado como uma alternativa que oferece suporte e processos estruturados, embora não elimine os desafios próprios do empreendedorismo.</p>
<h2>Mulheres ampliam participação no setor</h2>
<p class="isSelectedEnd">A presença feminina entre os empreendedores também vem crescendo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dados do Sebrae-PR apontam que as mulheres lideram mais de <strong>930 mil empresas ativas no Paraná</strong>, o equivalente a aproximadamente <strong>46,5% dos negócios</strong> existentes no estado.</p>
<p class="isSelectedEnd">No mercado de franquias, as mulheres representaram <strong>51% dos franqueados em 2025</strong>, segundo a ABF. O levantamento também aponta que <strong>32% dos gestores</strong> são mulheres.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um exemplo é o de Adriane Cordova Marques e Mariana Marques Toews, mãe e filha, que investiram em uma franquia voltada à comercialização de scooters, bicicletas, motos e hoverboards elétricos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A família conheceu a marca durante uma feira de franquias em Porto Alegre e posteriormente levou uma das primeiras lojas de mobilidade urbana elétrica para Curitiba.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mariana, que atua como influenciadora digital, também assumiu a gerência de marketing da loja.</p>
<p class="isSelectedEnd">Após oito meses de funcionamento, os resultados são considerados positivos pela empreendedora, que destaca o suporte oferecido pela matriz para treinamento dos funcionários e enfrentamento dos desafios da operação.</p>
<h2>Feira reúne opções de franquias em Curitiba</h2>
<p class="isSelectedEnd">Para quem busca conhecer oportunidades de investimento, a <strong>Feira da Franquia de Curitiba</strong> será realizada entre os dias <strong>28 e 30 de agosto</strong>, no Espaço Torres Kennedy.</p>
<p class="isSelectedEnd">O evento reunirá marcas de diferentes segmentos, com opções de franquias cujos investimentos iniciais variam de <strong>R$ 13 mil a R$ 3 milhões</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Serão <strong>48 estandes</strong> e aproximadamente <strong>100 opções de negócios</strong> disponíveis para os visitantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os segmentos estarão alimentação, com opções como gelaterias, pizzarias e massas, além de serviços como academias, lavanderias e mídia eletrônica.</p>
<h2>Evento terá programação durante três dias</h2>
<p class="isSelectedEnd">O passaporte para a feira custa <strong>R$ 65</strong>, enquanto a meia-entrada sai por <strong>R$ 32,50</strong>. O ingresso dá acesso aos três dias do evento e à programação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na edição realizada em 2025, a feira recebeu cerca de <strong>5 mil visitantes em Curitiba</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da exposição das marcas, o evento contará com a participação de franqueadores, franqueados, palestrantes e consultores.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta é permitir que os interessados conheçam diferentes modelos de negócio, comparem oportunidades e obtenham informações diretamente com representantes das redes.</p>
<p>Especialistas destacam ainda que planejamento e estudo de mercado são fundamentais antes da decisão de investimento. A análise do público-alvo, do mercado, dos pontos comerciais e da estrutura da franquia são apontadas como etapas importantes para reduzir riscos e aumentar as possibilidades de sucesso.</p>
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		<title>Gasolina fica mais barata em Ponta Grossa e cidade tem menor preço entre maiores do Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/gasolina-fica-mais-barata-em-ponta-grossa-e-cidade-tem-menor-preco-entre-maiores-do-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 23:12:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Grossa]]></category>
		<category><![CDATA[#PontaGrossa #Gasolina #Combustíveis #PreçoDaGasolina #ANP #Etanol #E32 #Paraná #Economia #MZNotícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento da ANP aponta redução...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Levantamento da ANP aponta redução de cerca de R$ 0,20 por litro nas gasolinas comum e aditivada; nova mistura de etanol já está em vigor no país</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Ponta Grossa registrou, na última semana, o menor preço médio da gasolina entre as maiores cidades do Paraná. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontam que os valores da gasolina comum e da gasolina aditivada tiveram redução de aproximadamente R$ 0,20 por litro entre 5 de julho e 8 de agosto.</p>
<p class="isSelectedEnd">O levantamento considerou os preços praticados em postos de Ponta Grossa, Cascavel, Curitiba, Maringá e Londrina.</p>
<h2>Gasolina comum chega a R$ 6,35 em Ponta Grossa</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em Ponta Grossa, o preço médio da gasolina comum permaneceu na faixa de R$ 6,40 por litro durante o período analisado.</p>
<p class="isSelectedEnd">No fim de julho, o valor chegou a R$ 6,55 por litro. Já na semana seguinte, em agosto, a média caiu para R$ 6,35 por litro, menor valor registrado entre os municípios analisados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Maringá e Curitiba apresentaram os maiores preços médios no período, com valores próximos de R$ 7,00 por litro.</p>
<h2>Gasolina aditivada também tem menor média</h2>
<p class="isSelectedEnd">Ponta Grossa também apresentou os menores preços médios na comparação da gasolina aditivada.</p>
<p class="isSelectedEnd">O maior valor médio entre os municípios analisados foi registrado em Maringá, entre os dias 19 e 25 de julho, quando o litro da gasolina aditivada chegou a R$ 7,12.</p>
<p class="isSelectedEnd">A comparação dos preços considera a evolução dos valores médios registrados nos postos das cinco maiores cidades analisadas.</p>
<h2>Mistura de etanol na gasolina aumenta para 32%</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além da variação nos preços, os consumidores passaram a conviver com uma mudança na composição da gasolina comercializada no país.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Resolução CNPE nº 9/2026, publicada no Diário Oficial da União em 30 de julho, determinou a alteração da proporção de etanol anidro na gasolina C comum e na gasolina C comum aditivada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mistura obrigatória passou de 20% para 32%, dando origem à chamada E32.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida tem caráter excepcional e temporário e entrou em vigor em 1º de agosto de 2026, com duração prevista de 180 dias. A determinação poderá ser prorrogada uma vez pelo mesmo período.</p>
<h2>Postos terão 30 dias para adaptação</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a ANP, as distribuidoras de combustíveis terão prazo de 15 dias para se adaptar à nova regulamentação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já os postos revendedores terão 30 dias para adequação à mudança na mistura obrigatória.</p>
<p>A alteração vale para todo o território nacional e alcança tanto a gasolina C comum quanto a gasolina C comum aditivada.</p>
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		<title>Exportações de Ponta Grossa ultrapassam R$ 837 milhões em julho</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/exportacoes-de-ponta-grossa-ultrapassam-r-837-milhoes-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 22:11:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Grossa]]></category>
		<category><![CDATA[#PontaGrossa #Exportações #Economia #ComércioExterior #Paraná #Indústria #Agronegócio #ComexStat #MDIC #EconomiaParanaense #MZNotícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indústria alimentícia e setor de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Indústria alimentícia e setor de óleos e gorduras lideraram as vendas externas do município, que movimentou mais de US$ 164 milhões no comércio internacional durante o mês.</p>
<h2>Ponta Grossa registra forte desempenho nas exportações</h2>
<p class="isSelectedEnd">Ponta Grossa alcançou <strong>US$ 164.511.113</strong>, o equivalente a <strong>R$ 837.394.467</strong>, em exportações durante julho de 2026. O valor considera a modalidade FOB (Free on Board), que inclui os custos da mercadoria até o embarque para o transporte internacional, sem incluir frete e seguro externos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados do Comex Stat, sistema do governo federal que reúne estatísticas do comércio exterior brasileiro, mostram a importância da indústria e do agronegócio de Ponta Grossa para a economia regional.</p>
<h2>Indústria alimentícia lidera embarques</h2>
<p class="isSelectedEnd">O principal destaque das exportações do município em julho foi o grupo formado por <strong>produtos das indústrias alimentares, bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres, tabaco e seus produtos manufaturados</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A categoria movimentou <strong>US$ 74.893.980</strong>, aproximadamente <strong>R$ 381.225.336</strong>, representando a maior parcela das vendas externas de Ponta Grossa no mês.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na segunda posição apareceu o segmento de <strong>gorduras e óleos animais ou vegetais, produtos da sua dissociação, gorduras alimentares elaboradas e ceras de origem animal ou vegetal</strong>, que registrou <strong>US$ 55.037.682</strong>, cerca de <strong>R$ 280.152.808</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já o grupo de <strong>pastas de madeira ou de outras matérias fibrosas celulósicas, papel ou cartão para reciclar, papel e suas obras</strong> movimentou <strong>US$ 16.867.963</strong>, equivalente a aproximadamente <strong>R$ 85.861.305</strong>.</p>
<h2>Outros setores também contribuíram</h2>
<p class="isSelectedEnd">O segmento de <strong>produtos das indústrias químicas ou conexas</strong> registrou <strong>US$ 9.778.592</strong>, o equivalente a <strong>R$ 49.774.988</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sequência, o grupo formado por <strong>madeira, carvão vegetal e obras dessas matérias, cortiça, espartaria e cestaria</strong> alcançou <strong>US$ 2.799.880</strong>, cerca de <strong>R$ 14.251.949</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os <strong>produtos do reino vegetal</strong> somaram <strong>US$ 1.685.555</strong>, enquanto o setor de <strong>máquinas, aparelhos e materiais elétricos e de som e imagem</strong> movimentou <strong>US$ 1.550.476</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os demais segmentos aparecem:</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Plásticos, borracha e suas obras:</strong> US$ 1.291.462;</li>
<li><strong>Metais comuns e suas obras:</strong> US$ 265.041;</li>
<li><strong>Matérias têxteis e suas obras:</strong> US$ 170.953;</li>
<li><strong>Produtos minerais:</strong> US$ 60.508;</li>
<li><strong>Material de transporte:</strong> US$ 54.725;</li>
<li><strong>Obras de pedra, gesso, cimento e vidro:</strong> US$ 17.602;</li>
<li><strong>Instrumentos ópticos, fotográficos, médico-cirúrgicos, relógios e instrumentos musicais:</strong> US$ 17.451;</li>
<li><strong>Animais vivos e produtos do reino animal:</strong> US$ 13.518;</li>
<li><strong>Peles, couros e artigos de viagem:</strong> US$ 5.391;</li>
<li><strong>Mercadorias e produtos diversos:</strong> US$ 334.</li>
</ul>
<h2>Município lidera exportações em cinco segmentos no Paraná</h2>
<p class="isSelectedEnd">O resultado de julho reforça o desempenho de Ponta Grossa no comércio exterior ao longo de 2026.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), referentes ao primeiro semestre, apontaram que o município terminou os primeiros seis meses do ano na liderança do Paraná em cinco segmentos importantes das exportações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ponta Grossa ficou em primeiro lugar no estado nas vendas de <strong>tortas e resíduos da extração de óleo de soja</strong>, com US$ 372,18 milhões; <strong>óleo de soja</strong>, com US$ 227,31 milhões; <strong>papel, cartão e pasta de celulose</strong>, com US$ 78,73 milhões; <strong>painéis de partículas de madeira</strong>, com US$ 16,20 milhões; e <strong>ácidos gordos industriais</strong>, com US$ 10,20 milhões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em quatro dessas categorias, Ponta Grossa também alcançou a primeira posição no ranking nacional. No segmento de resíduos da extração de óleo de soja, o município ficou na <strong>terceira colocação do país</strong>.</p>
<p>Os números reforçam a participação da indústria e do agronegócio de Ponta Grossa no comércio exterior e a relevância do município na pauta de exportações do Paraná.</p>
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		<item>
		<title>Justiça Federal debate traçado do Novo Contorno de Ponta Grossa em audiência nesta quarta-feira</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/justica-federal-debate-tracado-do-novo-contorno-de-ponta-grossa-em-audiencia-nesta-quarta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manu]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 22:08:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Grossa]]></category>
		<category><![CDATA[#PontaGrossa #NovoContorno #JustiçaFederal #Acipg #ANTT #PRVias #Infraestrutura #CamposGerais #Paraná #MZNotícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=248509</guid>

					<description><![CDATA[<p>Audiência virtual busca discutir alternativas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="111" data-end="311">Audiência virtual busca discutir alternativas para o traçado do Contorno Rodoviário Leste/Norte após ação apresentada por entidades da sociedade civil contra a concessionária e a ANTT.</p>
<h2 data-section-id="1xdre2u" data-start="313" data-end="360">Audiência discutirá traçado do novo contorno</h2>
<p data-start="362" data-end="640">A Justiça Federal do Paraná (JFPR), por meio do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscon/PR), realizará nesta quarta-feira (5), às 16h, uma audiência de planejamento e mediação para debater o traçado do <strong data-start="588" data-end="639">Contorno Rodoviário Leste/Norte de Ponta Grossa</strong>.</p>
<p data-start="642" data-end="797">A sessão será realizada de forma virtual, pela plataforma Zoom, e tem como objetivo buscar uma solução consensual para o projeto antes do avanço das obras.</p>
<h2 data-section-id="1v39zuh" data-start="799" data-end="842">Reclamação foi apresentada por entidades</h2>
<p data-start="844" data-end="1058">A audiência ocorre após uma <strong data-start="872" data-end="907">Reclamação Pré-Processual (RPP)</strong> protocolada pela Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (Acipg), em conjunto com entidades representativas da sociedade civil.</p>
<p data-start="1060" data-end="1247">A ação foi proposta contra a concessionária <strong data-start="1104" data-end="1119">PRVias S.A.</strong> e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), buscando a construção de um acordo sobre o traçado previsto para a obra.</p>
<p data-start="1249" data-end="1412">Segundo os autores da ação, o projeto apresentado pela concessionária pode provocar impactos socioeconômicos, urbanísticos e ambientais considerados irreversíveis.</p>
<h2 data-section-id="1lflzbd" data-start="1414" data-end="1453">Entidades apontam possíveis impactos</h2>
<p data-start="1455" data-end="1642">Entre as preocupações apresentadas estão possíveis interferências em áreas de preservação ambiental, propriedades privadas e áreas sob responsabilidade de órgãos como o Incra e a Embrapa.</p>
<p data-start="1644" data-end="1756">As entidades também argumentam que o traçado pode comprometer a expansão do Distrito Industrial de Ponta Grossa.</p>
<p data-start="1758" data-end="1883">Uma proposta alternativa foi apresentada pela sociedade civil ao Cejuscon/PR para análise durante o procedimento de mediação.</p>
<p data-start="1885" data-end="2062">A coordenadora do Cejuscon/PR, juíza federal Anne Karina Stipp Amador Costa, destacou a importância da busca por uma solução consensual e célere que atenda ao interesse público.</p>
<h2 data-section-id="1e4wgrk" data-start="2064" data-end="2113">Caso será acompanhado por equipe especializada</h2>
<p data-start="2115" data-end="2266">Em razão da complexidade do tema, a mediação será conduzida por uma equipe de magistrados especializados em processos estruturais e demandas complexas.</p>
<p data-start="2268" data-end="2385">O Ministério Público Federal (MPF) também acompanhará o procedimento e poderá atuar durante a tramitação da mediação.</p>
<h2 data-section-id="120ker5" data-start="2387" data-end="2424">Prefeitura defende análise técnica</h2>
<p data-start="2426" data-end="2586">A prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt, afirmou que o projeto deve ser analisado com base em critérios técnicos e nas limitações apontadas pelos estudos.</p>
<p data-start="2588" data-end="2760">Segundo ela, o objetivo é garantir uma solução que preserve as características do município, atenda às necessidades da população e acompanhe o crescimento urbano da cidade.</p>
<h2 data-section-id="90dghz" data-start="2762" data-end="2814">Entidades defendem diálogo para viabilizar a obra</h2>
<p data-start="2816" data-end="2972">As entidades participantes reforçam que não são contrárias à construção do novo contorno e reconhecem a importância da obra para o desenvolvimento regional.</p>
<p data-start="2974" data-end="3167">De acordo com o presidente da Acipg, Leonardo Puppi Bernardi, a Reclamação Pré-Processual busca justamente facilitar o diálogo entre as partes para evitar atrasos na execução do empreendimento.</p>
<p data-start="3169" data-end="3349">Segundo ele, a iniciativa pretende alinhar os interesses envolvidos e criar condições para que a obra seja concluída dentro do cronograma previsto, estimado entre seis e sete anos.</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/justica-federal-debate-tracado-do-novo-contorno-de-ponta-grossa-em-audiencia-nesta-quarta-feira/">Justiça Federal debate traçado do Novo Contorno de Ponta Grossa em audiência nesta quarta-feira</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br">MZ Notícia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ministério Público pede R$ 1,75 milhão em indenizações contra postos suspeitos de vender combustível adulterado no Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/ministerio-publico-pede-r-175-milhao-em-indenizacoes-contra-postos-suspeitos-de-vender-combustivel-adulterado-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manu]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 00:49:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[#Paraná #Colombo #MinistérioPúblico #CombustíveisAdulterados #PostosDeCombustíveis #ANP #Fiscalização #Consumidor #Justiça #Economia #MZNotícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=248394</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quatro estabelecimentos de Colombo foram...</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/ministerio-publico-pede-r-175-milhao-em-indenizacoes-contra-postos-suspeitos-de-vender-combustivel-adulterado-no-parana/">Ministério Público pede R$ 1,75 milhão em indenizações contra postos suspeitos de vender combustível adulterado no Paraná</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br">MZ Notícia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Quatro estabelecimentos de Colombo foram fiscalizados pela ANP entre 2019 e 2023; amostras coletadas apresentaram irregularidades</strong></p>
<h2>Ações foram ajuizadas contra quatro postos</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público do Paraná (MP-PR) ajuizou ações na Justiça contra quatro postos de combustíveis de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, e pede o pagamento de R$ 1,75 milhão por danos morais coletivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os estabelecimentos foram fiscalizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entre 2019 e 2023. Durante as fiscalizações, amostras dos combustíveis comercializados pelos postos apresentaram adulteração.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dois dos estabelecimentos mudaram de proprietários após as fiscalizações. Os novos responsáveis não são réus nos processos relacionados aos fatos investigados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na época em que as amostras foram coletadas, os estabelecimentos pertenciam a Onildo Chaves de Córdova II e Fabiano Manoel Cerqueira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os outros dois postos permanecem sob os mesmos proprietários: o Auto Posto Porã, de Gustavo Henrique De Almeida Ardenghi, e o Auto Posto Alfa, de Cintia Mitiko Iwakura Taira e Marcelo Juniti Iwakura.</p>
<h2>Proprietários já respondem a processos</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as informações apresentadas nas ações, os cinco proprietários citados já são réus na Justiça por crimes contra a ordem econômica. Os processos envolvem práticas consideradas ilegais e que podem prejudicar a concorrência, os consumidores, o mercado e a economia, incluindo a adulteração de combustíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Até a última atualização das informações, nenhum dos processos havia recebido sentença.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas ações civis propostas pelo Ministério Público, o órgão sustenta que processos administrativos já teriam comprovado a comercialização de combustíveis fora das especificações técnicas estabelecidas pela ANP.</p>
<h2>MP aponta riscos aos consumidores</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público argumenta que a comercialização de combustíveis fora dos padrões exigidos pode atingir os consumidores que abasteceram seus veículos nos estabelecimentos investigados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o órgão, a prática pode expor os clientes a prejuízos relacionados ao desempenho e ao desgaste dos veículos, além de representar uma possível indução ao erro em relação à natureza e à qualidade do produto adquirido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Diante disso, o MP-PR solicita indenizações individuais que variam entre R$ 250 mil e R$ 600 mil para cada réu.</p>
<h2>Valores podem ser destinados a fundo público</h2>
<p class="isSelectedEnd">Caso haja condenação, os valores das indenizações deverão ser destinados ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O fundo público é utilizado para reparar danos relacionados a áreas como meio ambiente, direitos dos consumidores, patrimônio histórico e cultural e livre concorrência.</p>
<p>Apesar dos pedidos de indenização, o Ministério Público não solicitou o fechamento dos postos de combustíveis envolvidos nas ações.</p>
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