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Deputada Aline Sleutjes faz esclarecimentos sobre acusações de atos antidemocráticos

 

 

A Deputada Federal Aline Sleutjes se posicionou após denúncias veiculadas em emissora de TV, blogs e jornais. A deputada enfatiza que os meios de comunicação em momento algum procuraram para checar as informações e através de comunicado e mídias sociais Sleutjes exerce seu direito de resposta.

Diante dos fatos a parlamentar divulgou um informativo:

 

1) Em abril de 2020 o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, a pedido da Procuradoria Geral da República, determinou a instauração de inquérito para apurar a suposta participação de deputados federais na organização de atos contra a democracia.

2) Juntamente com outros 9 (nove) parlamentares, fui investigada por supostamente atentar contra a democracia participativa brasileira, financiando manifestações. Tive ainda meu sigilo bancário e telefônico quebrados durante a persecução.

3) Informo que jamais participei de atos antidemocráticos, pedi intervenção militar, entoei palavras de ordem contra o STF, ou pedi o fechamento da Corte e do Congresso Nacional, bem como, nunca financiei qualquer empresa ou pessoa que tivesse este fim.

4) Em 14 de setembro de 2020, prestei depoimento na Polícia Federal, em Curitiba, e apresentei todos os documentos comprovando que jamais financiei atos antidemocráticos ou manifestações públicas neste sentido.

5) A Polícia Federal, em 26 de fevereiro de 2021 enviou um relatório ao ministro Alexandre de Moraes, informando que com o final de várias investigações, foi constatado que não há sustentação para acusar a parlamentar pela participação e ou financiamento em atos antidemocráticos.

6) Diante disso, no dia 04 de junho, não tendo sido encontradas provas de minha participação em crimes que violam a Lei de Segurança Nacional, a Procuradoria-Geral da República solicitou ao Supremo Tribunal Federal o arquivamento de inquérito que apurava atos antidemocráticos.

7) Desde então, a mídia opositora e rivais políticos vem fabricando notícias falsas de que eu supostamente adoto a prática de “rachadinha” em meu gabinete, cobrando indevidamente valores de meus assessores. Tais publicações agridem não apenas a minha imagem como representante do povo, mas também agride minha família, e de alguns membros da equipe que tem tido suas vidas expostas.

8) Quanto a essas alegações, informo que nunca houve divisão de salário com minha equipe, que jamais recebi algum valor ilicitamente de meus funcionários e que sou totalmente contra a referida prática. Sempre exijo de meus assessores dedicação diária, o zelo pela minha imagem e o respeito com a coisa pública.

9) Por fim, reitero meu compromisso com os meus eleitores e apoiadores, com a valorização do Poder Legislativo como fundamento da democracia; com a responsabilidade na utilização de recursos públicos; e com o estímulo à liberdade de exposição de opiniões e ideias, sejam quais forem, desde que dentro dos limites legais.

10) Sei que estou sofrendo por ser apoiadora do Presidente da República, vice-líder do Governo no Congresso, a primeira mulher a assumir a presidência da Comissão de Agricultura no Brasil , uma das parlamentares mais ativas da base do Governo e por ter ampliado rapidamente minhas bases no estado do Paraná.
Isso causa um desconforto aos adversários e a aqueles que não desejam que este o Brasil avance.

11) A fabricação de crimes que nunca existiram demonstra uma narrativa completamente enviesada e fora da realidade. Informo que meu corpo jurídico, tomará as medidas legais cabíveis para responsabilizar esses veículos pelas ilegalidades cometidas e também responsabilizar aqueles que tem propagado essas notícias falsas.

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