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	<title>Estados Unidos Archives - Mz Notícias</title>
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	<description>A informação que você precisa na hora certa!</description>
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	<title>Estados Unidos Archives - Mz Notícias</title>
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		<title>Aliado de Maduro admite lavagem de dinheiro nos EUA e aceita entregar mais de R$ 1 bilhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 19:51:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alex Saab fechou acordo com a Justiça americana, mudou sua declaração para culpado e se comprometeu a colaborar com as autoridades. Empresário pode enfrentar pena de até 20 anos de prisão. Um dos nomes mais próximos de Nicolás Maduro, o empresário colombiano Alex Saab, declarou-se culpado de conspiração para lavagem de dinheiro e transações financeiras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alex Saab fechou acordo com a Justiça americana, mudou sua declaração para culpado e se comprometeu a colaborar com as autoridades. Empresário pode enfrentar pena de até 20 anos de prisão.</strong></p>
<p>Um dos nomes mais próximos de <strong>Nicolás Maduro</strong>, o empresário colombiano <strong>Alex Saab</strong>, declarou-se culpado de conspiração para lavagem de dinheiro e transações financeiras ilícitas em um tribunal federal de Miami, nos Estados Unidos.</p>
<p>A declaração ocorreu na terça-feira (15). Saab, que anteriormente havia se declarado inocente, mudou sua posição após chegar a um acordo com a promotoria americana.</p>
<p>Como parte do acordo, o empresário se comprometeu a <strong>entregar US$ 195 milhões, cerca de R$ 1,03 bilhão</strong>, que teria obtido por meio de operações ilícitas relacionadas a um esquema de corrupção.</p>
<p>Saab também aceitou colaborar com as autoridades e fornecer informações consideradas relevantes para as investigações. Os detalhes completos do acordo não foram divulgados.</p>
<h2>Cooperação pode reduzir eventual pena</h2>
<p>Quando foi inicialmente acusado, Saab poderia enfrentar uma pena máxima de <strong>20 anos de prisão por lavagem de dinheiro</strong>.</p>
<p>A promotoria, porém, teria concordado em recomendar uma pena menor caso a colaboração do empresário contra outros acusados seja considerada relevante.</p>
<p>Saab, de 54 anos, foi levado aos Estados Unidos em maio de 2026, quatro meses depois da detenção de Maduro em Caracas. Dois dias depois, compareceu a um tribunal federal de Miami para responder às acusações.</p>
<p>O processo também envolve referências a supostas fraudes eletrônicas, subornos e desvio de recursos públicos.</p>
<h2>Saab ganhou espaço durante governo Maduro</h2>
<p>O empresário se tornou uma figura importante na Venezuela durante o governo de Maduro. Inicialmente, esteve envolvido em projetos de construção de moradias e, posteriormente, passou a atuar no <strong>CLAP</strong>, programa criado para centralizar a importação de alimentos posteriormente distribuídos à população.</p>
<p>A participação de Saab nesses negócios passou a ser questionada por suspeitas de corrupção.</p>
<p>Em 2019, autoridades americanas acusaram Saab e o empresário colombiano <strong>Álvaro Enrique Pulido Vargas</strong> de terem lavado até US$ 350 milhões por meio do sistema venezuelano de controle cambial.</p>
<p>As acusações apresentadas em Miami estão relacionadas à participação de Saab no programa de alimentos.</p>
<h2>Empresário já havia sido preso e libertado</h2>
<p>Saab foi detido em 2020, quando o avião em que viajava fez uma escala para reabastecimento em Cabo Verde. Na época, o governo venezuelano afirmou que ele estava em uma missão humanitária com destino ao Irã.</p>
<p>Posteriormente, foi extraditado aos Estados Unidos e permaneceu preso durante dois anos.</p>
<p>Em dezembro de 2023, acabou libertado em uma troca de prisioneiros negociada com o governo de Joe Biden. O acordo envolveu cerca de 20 pessoas, incluindo dez americanos que estavam presos na Venezuela.</p>
<p>Depois de retornar à Venezuela, Saab foi nomeado <strong>ministro da Indústria</strong>.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, foi novamente detido em Caracas durante uma operação conjunta de autoridades americanas e venezuelanas. Três meses depois, voltou a ser extraditado para os Estados Unidos.</p>
<h2>Processo cita autoridades venezuelanas</h2>
<p>Os documentos judiciais apontam que Saab e outros envolvidos teriam utilizado empresas de fachada, faturas falsas e registros fraudulentos para desviar centenas de milhões de dólares relacionados a contratos de importação de alimentos e medicamentos.</p>
<p>Entre os nomes citados está <strong>José Gregorio Vielma Mora</strong>, que ocupou diferentes cargos públicos na Venezuela.</p>
<p>Segundo o processo, aproximadamente <strong>US$ 17 milhões</strong> teriam sido destinados a Vielma Mora em subornos, comissões ilegais e outros pagamentos ilícitos relacionados à concessão de contratos.</p>
<p>Os documentos também mencionam outras pessoas que não tiveram suas identidades divulgadas.</p>
<h2>Maduro não é mencionado expressamente no esquema</h2>
<p>Apesar da proximidade entre Saab e Nicolás Maduro, os documentos do processo descritos até agora <strong>não mencionam expressamente Maduro ou sua esposa, Cilia Flores, como participantes do esquema</strong>.</p>
<p>O processo, entretanto, cita autoridades venezuelanas de alto escalão e menciona uma pessoa identificada apenas como <strong>“Funcionário do Governo 1A”</strong>.</p>
<p>A identidade dessa pessoa não foi revelada nos documentos.</p>
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		<title>Ataques do Irã causaram destruição em centenas de estruturas de bases dos EUA no Oriente Médio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 19:30:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório de fiscalização do Pentágono revela a dimensão dos danos provocados pelo conflito, com dezenas de aeronaves atingidas e bilhões de dólares em equipamentos perdidos. Os ataques realizados pelo Irã contra instalações militares dos Estados Unidos no Oriente Médio provocaram danos em centenas de construções e estruturas espalhadas por diferentes países da região. A dimensão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Relatório de fiscalização do Pentágono revela a dimensão dos danos provocados pelo conflito, com dezenas de aeronaves atingidas e bilhões de dólares em equipamentos perdidos.</strong></p>
<p>Os ataques realizados pelo <strong>Irã contra instalações militares dos Estados Unidos no Oriente Médio</strong> provocaram danos em centenas de construções e estruturas espalhadas por diferentes países da região.</p>
<p>A dimensão dos prejuízos foi detalhada em um relatório do órgão fiscalizador do Pentágono, divulgado meses após o início do conflito. O documento aponta que instalações americanas no <strong>Kuwait, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Iraque, Omã e Jordânia</strong> foram atingidas.</p>
<p>Além das estruturas militares, dezenas de aeronaves americanas teriam sido destruídas ou danificadas desde o início da guerra.</p>
<h2>Avião-radar foi destruído na Arábia Saudita</h2>
<p>Entre os equipamentos atingidos está um <strong>Boeing E-3 Sentry</strong>, aeronave utilizada para alerta e controle aéreo a longa distância.</p>
<p>O avião foi destruído na Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita. O modelo é utilizado para detectar e acompanhar possíveis alvos e fornecer alerta antecipado sobre ameaças.</p>
<p>Durante um ataque iraniano contra a base em março, uma autoridade americana informou que <strong>12 militares ficaram feridos, sendo dois deles gravemente</strong>.</p>
<p>O relatório também aponta que cinco aviões de reabastecimento foram danificados ou destruídos em solo na Arábia Saudita por munições iranianas.</p>
<h2>Prejuízo com equipamentos chega a US$ 3,7 bilhões</h2>
<p>Os danos provocados pelos ataques também tiveram impacto financeiro significativo.</p>
<p>Segundo o relatório, as perdas relacionadas a equipamentos chegaram a aproximadamente <strong>US$ 3,7 bilhões</strong>, o equivalente a cerca de <strong>R$ 19 bilhões</strong>.</p>
<p>Até 29 de junho, os Estados Unidos haviam desembolsado aproximadamente <strong>US$ 33,4 bilhões</strong>, cerca de R$ 172 bilhões, com a guerra.</p>
<p>Outro levantamento, produzido pelo Escritório de Orçamento do Congresso americano, estimou em <strong>US$ 1,9 bilhão</strong>, aproximadamente R$ 9,8 bilhões, o custo dos equipamentos perdidos em batalha considerados em sua análise, incluindo aviões, drones e um sistema de defesa aérea.</p>
<p>As estimativas partem de levantamentos diferentes e possuem metodologias e abrangências distintas.</p>
<h2>Centenas de construções foram atingidas</h2>
<p>O relatório do órgão fiscalizador do Pentágono concluiu que os ataques iranianos <strong>danificaram ou destruíram centenas de construções e estruturas</strong> utilizadas pelos Estados Unidos no Oriente Médio.</p>
<p>No Kuwait, instalações nos acampamentos Buehring e Arifjan estão entre as estruturas atingidas durante o conflito.</p>
<p>A extensão total dos reparos e da reconstrução que serão realizados pelas Forças Armadas americanas ainda é incerta.</p>
<h2>Guerra começou em fevereiro</h2>
<p>O conflito começou em <strong>28 de fevereiro</strong>, quando Estados Unidos e Israel lançaram ataques conjuntos contra o Irã.</p>
<p>Desde então, o Irã realizou ataques contra bases americanas e contra países aliados dos Estados Unidos no Golfo, além de Israel.</p>
<p>A duração e os custos da guerra também passaram a provocar pressão política dentro dos Estados Unidos.</p>
<p>Na noite de terça-feira (15), a Câmara dos Representantes votou pela terceira vez a favor de uma medida destinada a obrigar o presidente <strong>Donald Trump</strong> a encerrar as ações militares realizadas sem aprovação do Congresso.</p>
<p>A proposta recebeu apoio de vários republicanos, mas seu avanço permanece indefinido porque o Senado ainda não indicou se levará a medida adiante.</p>
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		<title>Repórter de 38 anos morre em queda de helicóptero durante cobertura nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 13:32:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eliana Moreno trabalhava para NBC e Telemundo e fazia coberturas aéreas desde 2010; piloto e uma pessoa que estava em solo também morreram A jornalista Eliana Moreno, de 38 anos, morreu na terça-feira (15) após a queda de um helicóptero de reportagem em Los Angeles, nos Estados Unidos. Ela estava a bordo da aeronave durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Eliana Moreno trabalhava para NBC e Telemundo e fazia coberturas aéreas desde 2010; piloto e uma pessoa que estava em solo também morreram</h2>
<p class="isSelectedEnd">A jornalista <strong>Eliana Moreno, de 38 anos</strong>, morreu na terça-feira (15) após a queda de um helicóptero de reportagem em <strong>Los Angeles, nos Estados Unidos</strong>. Ela estava a bordo da aeronave durante a cobertura de um acidente de trânsito no bairro de <strong>Chatsworth</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Moreno era formada em jornalismo televisivo e ciências sociais pela Universidade Chapman e, desde 2010, trabalhava com coberturas aéreas. Ela atuava para a <strong>NBC e a Telemundo</strong> e era conhecida pelo apelido de <strong>“Eli in the heli”</strong>.</p>
<h2>Acidente durante cobertura jornalística</h2>
<p class="isSelectedEnd">O helicóptero fazia imagens de uma colisão envolvendo um ônibus do transporte público de Los Angeles e um carro quando caiu em um estacionamento próximo a um centro de armazenamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além de Eliana Moreno, o piloto <strong>George Marciniw</strong>, também funcionário da NBC, morreu no acidente. Uma terceira pessoa, que estava em solo, também morreu.</p>
<p class="isSelectedEnd">O helicóptero ficou destruído após o impacto. <strong>As causas da queda ainda são desconhecidas.</strong></p>
<h2>Emissoras lamentaram as mortes</h2>
<p class="isSelectedEnd">A NBC4 e a Telemundo 52 lamentaram a morte dos profissionais. Durante a transmissão ao vivo, a âncora <strong>Colleen Williams</strong> anunciou a perda da equipe e afirmou que a emissora havia perdido amigos e colegas queridos.</p>
<p>Moreno compartilhava nas redes sociais registros de seu trabalho a bordo do helicóptero. Em uma das publicações, afirmou que tinha “o melhor trabalho do mundo”.</p>
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		<title>Brasil corta juros enquanto EUA elevam taxas; veja impactos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 12:48:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Selic caiu de 14% para 13,75%, enquanto o Federal Reserve elevou os juros americanos para a faixa entre 3,75% e 4%; decisões podem influenciar dólar e crédito no Brasil A chamada “Superquarta” desta semana foi marcada por decisões em sentidos opostos dos dois principais bancos centrais que influenciam os mercados. No Brasil, o Comitê de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Selic caiu de 14% para 13,75%, enquanto o Federal Reserve elevou os juros americanos para a faixa entre 3,75% e 4%; decisões podem influenciar dólar e crédito no Brasil</h2>
<p class="isSelectedEnd">A chamada <strong>“Superquarta”</strong> desta semana foi marcada por decisões em sentidos opostos dos dois principais bancos centrais que influenciam os mercados.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Brasil, o <strong>Comitê de Política Monetária (Copom)</strong> reduziu a taxa Selic de <strong>14% para 13,75% ao ano</strong>. Nos Estados Unidos, o <strong>Federal Reserve (Fed)</strong> elevou os juros, após três anos, para a faixa entre <strong>3,75% e 4% ao ano</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">As decisões passam agora a ser acompanhadas pelos investidores, principalmente pelos sinais sobre os próximos passos das autoridades monetárias. As medidas podem influenciar o <strong>dólar, os investimentos e o custo do crédito</strong> no Brasil.</p>
<h2>Inflação segue no centro das decisões</h2>
<p class="isSelectedEnd">Nos Estados Unidos, a inflação em 12 meses está em <strong>3,4%</strong>, acima da meta de 2% estabelecida pelo Fed. Ao mesmo tempo, a atividade econômica perdeu força e cresceu <strong>0,4% no segundo trimestre</strong>, em relação aos três meses anteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Brasil, a inflação em 12 meses está em <strong>4,22%</strong>, ainda dentro da margem de tolerância da meta do Banco Central. A economia brasileira cresceu <strong>0,5% no segundo trimestre</strong>, desacelerando em relação aos <strong>1,1%</strong> registrados nos três meses anteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir desse cenário, o mercado passa a observar se a alta dos juros americanos será o início de uma sequência de aumentos ou apenas um movimento isolado.</p>
<h2>Efeito sobre o bolso não é imediato</h2>
<p class="isSelectedEnd">As decisões do Fed podem chegar ao Brasil por diferentes caminhos. Entre os principais estão o <strong>dólar e o crédito</strong>, embora os efeitos não apareçam necessariamente de forma imediata.</p>
<p class="isSelectedEnd">O especialista em investimentos e sócio-fundador da Anvex Capital, Fernando Benavenuto, explica que uma das vias é o câmbio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dólar mais pressionado pode encarecer produtos importados e insumos utilizados pela indústria brasileira. Segundo o especialista, esse impacto pode levar semanas ou meses para chegar aos preços praticados no mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro canal é o crédito. Juros americanos mais elevados podem reduzir o espaço para novos cortes da Selic no Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, financiamentos, empréstimos e o crédito rotativo do cartão podem permanecer mais caros por mais tempo, dependendo da trajetória dos juros nos dois países.</p>
<h2>Projeções do Fed também influenciam o dólar</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além da decisão sobre a taxa de juros, os investidores acompanham as projeções divulgadas pelo Federal Reserve, que ajudam a indicar como os juros americanos podem evoluir nos próximos anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Gabriel Magno, chefe de alocação de investimentos e sócio da AW Capital, as expectativas do mercado têm papel importante na movimentação do câmbio.</p>
<p class="isSelectedEnd">A possibilidade de novos aumentos dos juros americanos pode levar investidores a buscar títulos dos Estados Unidos, considerados investimentos de maior segurança e que passam a oferecer remuneração maior.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com mais recursos direcionados para esses investimentos, o dólar pode ganhar força.</p>
<p class="isSelectedEnd">Benavenuto também destaca que uma eventual indicação de que os juros americanos permanecerão elevados por mais tempo pode ter impacto sobre o real.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isso ocorre porque a diferença entre os juros oferecidos no Brasil e nos Estados Unidos pode diminuir. Esse diferencial é um dos fatores considerados pelos investidores estrangeiros ao decidir onde manter seus recursos.</p>
<h2>Cenário brasileiro também influencia o real</h2>
<p class="isSelectedEnd">O comportamento do dólar, entretanto, não depende apenas das decisões do Federal Reserve.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Brasil, fatores como a situação das <strong>contas públicas</strong> e o cenário das <strong>eleições de outubro</strong> também podem influenciar a percepção dos investidores e aumentar a pressão sobre o real.</p>
<p class="isSelectedEnd">Separar exatamente quanto de uma eventual valorização do dólar vem de fatores externos ou domésticos é difícil, já que diferentes fatores podem atuar simultaneamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das formas de avaliar a origem dos movimentos é comparar o desempenho do real com o de outras moedas de países emergentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando o dólar sobe de forma generalizada diante de diversas moedas, isso pode indicar uma influência externa. Caso o real apresente desempenho pior que moedas como o peso mexicano, o rand sul-africano ou o peso chileno, fatores domésticos podem estar tendo maior peso.</p>
<p>Ainda assim, fatores externos e internos podem atuar ao mesmo tempo e até compensar os efeitos uns dos outros nos próximos meses.</p>
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		<title>Governo Trump critica Brasil por atuação contra PCC e Comando Vermelho</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 17:32:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Documento enviado ao Congresso dos EUA faz críticas ao governo brasileiro, mas mantém o Brasil fora das listas formais de grandes produtores ou rotas de drogas O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma crítica direta à atuação do Brasil no combate ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Documento enviado ao Congresso dos EUA faz críticas ao governo brasileiro, mas mantém o Brasil fora das listas formais de grandes produtores ou rotas de drogas</h2>
<p class="isSelectedEnd">O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma crítica direta à atuação do Brasil no combate ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho. A manifestação consta em um documento anual encaminhado pela Casa Branca ao Congresso americano na terça-feira (15).</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o governo norte-americano, as duas facções criminosas contribuíram para transformar o Brasil em um ponto importante no fluxo internacional de cocaína. Washington também afirmou que o governo brasileiro precisa adotar medidas consideradas firmes contra os grupos.</p>
<h3>Brasil não aparece nas listas formais dos EUA</h3>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das críticas, o Brasil não foi incluído na relação de 23 países classificados neste ano pelos Estados Unidos como grandes produtores ou importantes rotas de trânsito de drogas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A lista inclui países como México, Colômbia, Venezuela, Peru, Bolívia e Equador.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Brasil também ficou fora da categoria de países apontados pelo governo americano como aqueles que não fizeram esforços suficientes para cumprir compromissos internacionais de combate ao narcotráfico nos últimos 12 meses.</p>
<h3>Crítica direta ao governo brasileiro</h3>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo fora das duas classificações oficiais, o documento reservou um trecho específico para o Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na avaliação do governo Trump, o país não teria enfrentado de maneira suficiente o PCC e o Comando Vermelho. Washington também classificou as duas organizações como uma ameaça crescente à segurança internacional e defendeu medidas mais firmes contra elas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A manifestação representa uma mudança em relação ao documento divulgado em 2025, quando o Brasil não havia sido citado diretamente. Naquele ano, as críticas da Casa Branca estavam concentradas em países como México, China, Colômbia e Venezuela.</p>
<h3>PCC e Comando Vermelho foram classificados pelos EUA como terroristas</h3>
<p class="isSelectedEnd">A nova crítica ocorre após outra medida adotada pelo governo americano neste ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em maio, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, classificou o PCC e o Comando Vermelho como “Specially Designated Global Terrorists”, categoria utilizada pelo governo americano para designar organizações consideradas terroristas globais especialmente designadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão foi assinada em 28 de maio e publicada no Federal Register no início de junho. Segundo a determinação, os grupos teriam cometido, tentado cometer ou representariam risco significativo de cometer atos de terrorismo que ameaçassem cidadãos americanos ou a segurança nacional, a política externa ou a economia dos Estados Unidos.</p>
<h3>Relação entre Brasil e Estados Unidos passa por período de tensão</h3>
<p class="isSelectedEnd">A manifestação acontece em meio a uma série de atritos diplomáticos entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em maio, Lula foi recebido por Trump na Casa Branca, em uma reunião de aproximadamente três horas. Os dois trataram de temas como comércio, minerais críticos e combate ao crime organizado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Poucas semanas depois, Flávio Bolsonaro se reuniu com Trump e pediu a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais. A medida acabou sendo adotada pelo Departamento de Estado americano, enquanto o governo brasileiro se posicionou contra a classificação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em julho, os Estados Unidos anunciaram novas tarifas sobre produtos brasileiros. No mês seguinte, Washington revogou o visto da embaixadora brasileira nos Estados Unidos, Maria Luiza Ribeiro Viotti, em meio a outros conflitos diplomáticos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das divergências, os governos dos dois países mantiveram canais de diálogo direto.</p>
<h3>Segurança pública ganha destaque no cenário brasileiro</h3>
<p class="isSelectedEnd">A pressão dos Estados Unidos sobre o PCC e o Comando Vermelho ocorre durante a campanha presidencial brasileira de 2026, período em que a segurança pública aparece entre os temas de destaque.</p>
<p>O documento americano também faz referências positivas à atuação de outros governos latino-americanos no combate ao narcotráfico, incluindo Argentina, Equador e El Salvador.</p>
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		<title>Armas no espaço? EUA afirmam pela primeira vez ter armamentos em órbita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 20:13:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Governo americano confirmou que a Força Espacial já mantém armamentos de “controle espacial” em órbita. Detalhes sobre quantidade, funcionamento e capacidade dos sistemas permanecem em segredo. Os Estados Unidos confirmaram publicamente, pela primeira vez, que possuem armas posicionadas no espaço. A revelação foi feita pelo secretário da Força Aérea americana, Troy Meink, durante uma conferência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Governo americano confirmou que a Força Espacial já mantém armamentos de “controle espacial” em órbita. Detalhes sobre quantidade, funcionamento e capacidade dos sistemas permanecem em segredo.</strong></p>
<p>Os <strong>Estados Unidos confirmaram publicamente, pela primeira vez, que possuem armas posicionadas no espaço</strong>. A revelação foi feita pelo secretário da Força Aérea americana, Troy Meink, durante uma conferência militar realizada na segunda-feira (14), em Maryland.</p>
<p>Segundo Meink, a Força Espacial dos EUA já dispõe de <strong>“armas de controle espacial” em órbita</strong>, preparadas para proteger forças americanas e aliadas diante de eventuais ações hostis.</p>
<p>A declaração representa uma mudança importante na postura pública do Pentágono. Embora autoridades americanas discutam há anos ameaças e capacidades militares no espaço, esta foi a confirmação mais direta até agora de que sistemas desse tipo já foram colocados em órbita.</p>
<h2>EUA mantêm detalhes das armas em segredo</h2>
<p>Apesar da confirmação, o governo americano não revelou <strong>quais armas foram enviadas ao espaço, quantas existem ou quando os sistemas foram lançados</strong>.</p>
<p>Meink também não esclareceu se os equipamentos utilizam meios físicos para atingir um alvo ou tecnologias não cinéticas, que podem envolver, por exemplo, interferência eletrônica.</p>
<p>O secretário afirmou que a decisão de reconhecer publicamente a existência dos armamentos foi deliberada, mas defendeu a manutenção do sigilo sobre suas características.</p>
<p>O objetivo declarado é garantir que os Estados Unidos possam responder a ameaças e continuar operando no espaço em um cenário de crescente disputa militar entre potências.</p>
<h2>Sistemas podem ser usados contra satélites</h2>
<p>Uma das principais questões levantadas após o anúncio é justamente o que essas armas seriam capazes de fazer.</p>
<p>Informações divulgadas após a declaração indicam que as capacidades de “controle espacial” podem ser empregadas para <strong>neutralizar um satélite adversário caso ele seja utilizado para ameaçar tropas, satélites ou outros interesses americanos</strong>.</p>
<p>A Força Espacial trabalha com o conceito de controle do domínio espacial tanto para proteger seus próprios recursos quanto para impedir que um adversário utilize suas capacidades contra os Estados Unidos.</p>
<p>No entanto, nenhuma característica técnica dos sistemas que já estão em órbita foi apresentada publicamente.</p>
<h2>Espaço ganha importância em possíveis conflitos</h2>
<p>A revelação ocorre em meio ao crescimento da importância militar dos satélites.</p>
<p>Comunicações, sistemas de posicionamento, inteligência, vigilância e operações militares dependem cada vez mais de estruturas posicionadas em órbita.</p>
<p>Os Estados Unidos também vêm acusando <strong>China e Rússia de desenvolver capacidades capazes de ameaçar satélites</strong>, incluindo sistemas de interferência e tecnologias antissatélite.</p>
<p>A Força Espacial americana foi criada em 2019, durante o governo de Donald Trump, justamente em um contexto de maior atenção dos EUA à disputa estratégica fora da atmosfera terrestre.</p>
<h2>China reage ao anúncio americano</h2>
<p>A confirmação provocou reação de <strong>Pequim</strong> nesta terça-feira (15).</p>
<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, afirmou que o país defende o uso pacífico do espaço e se opõe à transformação do ambiente espacial em uma zona de conflito.</p>
<p>A China pediu que Washington interrompa a expansão de sua presença militar no espaço e adote medidas voltadas à manutenção da estabilidade estratégica global.</p>
<h2>Rússia também defende espaço sem armas</h2>
<p>A Rússia também se manifestou contra o avanço da militarização espacial.</p>
<p>O Kremlin defendeu esforços internacionais para impedir uma escalada armamentista fora da Terra e voltou a sustentar a necessidade de manter o espaço livre de armas.</p>
<p>O posicionamento de Moscou e Pequim ocorre justamente quando as três potências ampliam investimentos e capacidades relacionadas ao domínio espacial.</p>
<h2>Tratado proíbe armas nucleares em órbita</h2>
<p>A presença de equipamentos militares no espaço também reacende o debate sobre os limites estabelecidos pelo <strong>Tratado do Espaço Exterior de 1967</strong>, principal acordo internacional sobre atividades fora da Terra.</p>
<p>O tratado proíbe a colocação de <strong>armas nucleares e outras armas de destruição em massa em órbita</strong>, além de estabelecer restrições relacionadas ao uso militar de corpos celestes.</p>
<p>O acordo, entretanto, não estabelece uma proibição geral equivalente para todas as categorias de armas convencionais em órbita.</p>
<p>Com a confirmação americana, a discussão sobre uma possível <strong>corrida armamentista no espaço</strong> ganha novo capítulo, enquanto Estados Unidos, China e Rússia ampliam suas capacidades militares e tecnológicas nesse domínio.</p>
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		<title>Petrobras fecha acordo de 20 anos para importar gás dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 18:28:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Contrato com a norte-americana Sempra Infrastructure prevê fornecimento de 800 mil toneladas de gás natural liquefeito por ano. GNL virá de complexo em construção no Texas. A Petrobras fechou um acordo de longo prazo para comprar gás natural liquefeito (GNL) dos Estados Unidos durante 20 anos. O contrato foi firmado com a Sempra Infrastructure e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Contrato com a norte-americana Sempra Infrastructure prevê fornecimento de 800 mil toneladas de gás natural liquefeito por ano. GNL virá de complexo em construção no Texas.</strong></p>
<p>A Petrobras fechou um acordo de longo prazo para <strong>comprar gás natural liquefeito (GNL) dos Estados Unidos durante 20 anos</strong>. O contrato foi firmado com a Sempra Infrastructure e prevê o fornecimento de aproximadamente <strong>800 mil toneladas por ano</strong> para a estatal brasileira.</p>
<p>O contrato foi assinado no fim de agosto e anunciado pelas empresas nesta semana. Ao longo das duas décadas, o volume contratado corresponde a aproximadamente <strong>16 milhões de toneladas de GNL</strong>, considerando a quantidade anual prevista.</p>
<p>O gás destinado à Petrobras será fornecido a partir da capacidade de liquefação contratada pela Sempra Infrastructure no projeto <strong>Port Arthur LNG Fase 2</strong>, localizado no Condado de Jefferson, no Texas.</p>
<h2>Petrobras busca reduzir exposição às oscilações do mercado</h2>
<p>Para a Petrobras, um dos principais objetivos da contratação por um período tão longo é aumentar a previsibilidade no abastecimento de gás.</p>
<p>A estatal afirma que o acordo contribui para <strong>reduzir sua exposição à volatilidade do mercado spot</strong>, no qual as cargas são negociadas em prazos mais curtos e podem sofrer oscilações de preço.</p>
<p>O contrato também deve fortalecer a gestão de riscos do portfólio de gás natural e ampliar a capacidade da Petrobras de atender seus compromissos de maneira mais flexível e segura.</p>
<h2>Petrobras será primeira cliente sul-americana da Sempra</h2>
<p>O acordo também representa a entrada da Petrobras na carteira de clientes de GNL da Sempra Infrastructure como a <strong>primeira companhia sul-americana</strong> atendida pela empresa nesse segmento.</p>
<p>A Sempra Infrastructure é uma subsidiária da Sempra e atua no desenvolvimento, construção, operação e investimento em infraestrutura energética, incluindo projetos de GNL, redes de energia e soluções de baixo carbono.</p>
<p>A controladora Sempra atua no setor de energia na América do Norte.</p>
<h2>Gás virá de megaprojeto no Texas</h2>
<p>O Port Arthur LNG está sendo desenvolvido na costa do Texas e terá acesso às reservas norte-americanas de gás natural, além de infraestrutura logística para levar o produto ao mercado internacional.</p>
<p>A Fase 2 do empreendimento, de onde sairá o volume relacionado ao acordo com a Petrobras, está em construção e recebeu decisão final positiva de investimento em setembro de 2025.</p>
<p>Essa etapa terá <strong>dois trens de liquefação capazes de produzir aproximadamente 13 milhões de toneladas de GNL por ano</strong>.</p>
<p>Somadas as fases 1 e 2, a capacidade de liquefação do complexo poderá chegar a aproximadamente <strong>26 milhões de toneladas anuais</strong>.</p>
<p>A previsão divulgada pela Sempra é de que os trens 3 e 4, integrantes da Fase 2, iniciem suas operações comerciais em <strong>2030 e 2031</strong>, respectivamente.</p>
<h2>O que é GNL?</h2>
<p>O gás natural liquefeito é obtido a partir do resfriamento do gás natural até que ele passe ao estado líquido. Esse processo reduz significativamente seu volume e facilita o transporte em grandes quantidades, principalmente por navios.</p>
<p>Depois de chegar ao destino, o produto pode passar pelo processo de regaseificação e voltar ao estado gasoso para ser distribuído e utilizado.</p>
<p>A contratação de longo prazo nos Estados Unidos passa a integrar a estratégia da Petrobras para diversificar e administrar seu portfólio de gás natural, buscando maior segurança para atender seus contratos e menor exposição às oscilações das negociações de curto prazo.</p>
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		<title>Esposa de Maduro pede prisão domiciliar após apresentar problemas cardíacos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 20:48:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Política Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[problema cardíaco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Defesa de Cilia Flores afirma que ela precisa de atendimento especializado e propõe vigilância armada 24 horas, monitoramento eletrônico e restrições de visitas. Defesa pede mudança no regime de prisão A defesa de Cilia Flores, esposa do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, pediu à Justiça dos Estados Unidos que ela aguarde em prisão domiciliar o julgamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Defesa de Cilia Flores afirma que ela precisa de atendimento especializado e propõe vigilância armada 24 horas, monitoramento eletrônico e restrições de visitas.</p>
<h2>Defesa pede mudança no regime de prisão</h2>
<p class="isSelectedEnd">A defesa de Cilia Flores, esposa do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, pediu à Justiça dos Estados Unidos que ela aguarde em prisão domiciliar o julgamento das acusações que enfrenta no país.</p>
<p class="isSelectedEnd">O pedido tem como principal justificativa o agravamento de problemas cardíacos. Segundo os advogados, Flores, de 69 anos, passou a utilizar quatro medicamentos desde que foi presa e precisa realizar exames e um procedimento para avaliar as condições das artérias coronárias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta apresentada à Justiça prevê que ela seja transferida para uma residência particular em Nova York, mas permaneça sob um regime rígido de controle. Entre as medidas sugeridas estão vigilância armada durante 24 horas, tornozeleira eletrônica, monitoramento por vídeo, restrições para receber visitantes e entrega do passaporte às autoridades.</p>
<h2>Defesa relata sintomas e possível problema no coração</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com os advogados, Cilia Flores apresentava boas condições de saúde antes da prisão e não fazia uso contínuo de medicamentos, além de uma aplicação mensal.</p>
<p class="isSelectedEnd">A situação teria mudado durante o período de detenção. A defesa afirma que ela passou a apresentar palpitações, fraqueza, falta de ar, tonturas e dores no peito. Em julho, teria ocorrido um episódio de aproximadamente 30 minutos de forte pressão no peito e dificuldade para respirar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os advogados também levantaram a possibilidade de que o episódio tenha sido um infarto leve, embora essa hipótese não tenha sido confirmada por exames médicos. A defesa afirma ainda que Flores perdeu mais de 11 quilos desde que foi presa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a petição, médicos recomendaram uma avaliação das artérias coronárias e um cateterismo cardíaco, que pode resultar na necessidade de procedimentos mais invasivos.</p>
<h2>Pedido prevê prisão domiciliar com forte controle</h2>
<p class="isSelectedEnd">A defesa argumenta que o Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, onde Flores está presa, não oferece as condições consideradas adequadas para um eventual período de recuperação após o procedimento cardíaco.</p>
<p class="isSelectedEnd">Caso a Justiça aceite a solicitação, a venezuelana ficaria em uma residência em Nova York com segurança armada permanente. As comunicações também poderiam ser monitoradas, e as visitas dependeriam de autorização judicial ou das autoridades responsáveis pelo processo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os advogados afirmam que Flores não representa risco de fuga e que pretende permanecer nos Estados Unidos para acompanhar o processo judicial e o caso do marido.</p>
<h2>Cilia Flores e Maduro estão presos nos EUA</h2>
<p class="isSelectedEnd">Cilia Flores e Nicolás Maduro foram capturados em Caracas durante uma operação militar dos Estados Unidos em janeiro e posteriormente levados para Nova York, onde permanecem detidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dois enfrentam acusações relacionadas ao tráfico de cocaína para os Estados Unidos. As defesas negam as acusações. Maduro também é acusado de narcoterrorismo, enquanto o processo inclui outras acusações relacionadas a armas e corrupção.</p>
<p>O julgamento está previsto para começar em <strong>1º de junho de 2027</strong>. A defesa de Maduro também tenta derrubar as acusações ao alegar imunidade por ele ter ocupado a Presidência da Venezuela.</p>
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		<title>Trump e Putin conversam por telefone sobre guerra na Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 19:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ligação durou cerca de uma hora e ocorreu após representantes dos Estados Unidos visitarem Rússia e Ucrânia em busca de avanços nas negociações Os presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Vladimir Putin, da Rússia, conversaram por telefone nesta terça-feira (8) sobre a guerra na Ucrânia. O contato ocorreu poucos dias depois de representantes do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Ligação durou cerca de uma hora e ocorreu após representantes dos Estados Unidos visitarem Rússia e Ucrânia em busca de avanços nas negociações</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os presidentes <strong>Donald Trump</strong>, dos Estados Unidos, e <strong>Vladimir Putin</strong>, da Rússia, conversaram por telefone nesta terça-feira (8) sobre a guerra na Ucrânia. O contato ocorreu poucos dias depois de representantes do governo norte-americano viajarem para Rússia e Ucrânia com o objetivo de buscar caminhos para uma negociação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ligação durou aproximadamente <strong>uma hora</strong> e, segundo o assessor internacional do presidente russo, <strong>Yuri Ushakov</strong>, foi conduzida de maneira profissional e respeitosa.</p>
<h2>Trump quer encerrar o conflito durante o mandato</h2>
<p class="isSelectedEnd">Durante a conversa, Donald Trump teria manifestado novamente o desejo de <strong>colocar fim à guerra ainda durante seu mandato</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Ushakov, Vladimir Putin demonstrou apoio à intenção apresentada pelo presidente norte-americano e o encorajou na tentativa de encontrar uma solução para o conflito.</p>
<p class="isSelectedEnd">A guerra entre Rússia e Ucrânia já se estende por mais de quatro anos e segue sem um acordo definitivo de paz.</p>
<h2>Putin nega intenção de atacar países europeus</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outro assunto abordado durante a ligação foi a relação entre a Rússia e os países europeus.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com Ushakov, Putin afirmou a Trump que <strong>não possui intenções hostis contra países da Europa</strong>. O presidente russo também teria argumentado que as especulações sobre uma possível ameaça russa são utilizadas como justificativa para ampliar o apoio europeu à Ucrânia e aumentar os investimentos militares dos países da União Europeia.</p>
<h2>Enviados de Trump estiveram na região</h2>
<p class="isSelectedEnd">A conversa entre os dois presidentes aconteceu após uma nova tentativa de aproximação diplomática.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o último fim de semana, o enviado especial de Trump, <strong>Steve Witkoff</strong>, e <strong>Jared Kushner</strong>, genro do presidente dos Estados Unidos, estiveram envolvidos em contatos relacionados às negociações com Rússia e Ucrânia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar dos esforços diplomáticos, os dois países voltaram a realizar ataques durante o período das visitas.</p>
<h2>Zelensky questiona disposição russa para negociar</h2>
<p class="isSelectedEnd">O presidente da Ucrânia, <strong>Volodymyr Zelensky</strong>, tem afirmado que Vladimir Putin não demonstraria interesse em negociar um encerramento definitivo da guerra.</p>
<p class="isSelectedEnd">Do lado russo, Putin tem criticado as condições e as exigências apresentadas pela Ucrânia nas discussões sobre um possível cessar-fogo.</p>
<p class="isSelectedEnd">As divergências continuam sendo um dos principais obstáculos para que as negociações avancem para um acordo duradouro.</p>
<h2>Guerra começou em fevereiro de 2022</h2>
<p class="isSelectedEnd">O conflito teve início em <strong>fevereiro de 2022</strong>, quando Vladimir Putin ordenou a entrada de tropas russas em território ucraniano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde que iniciou seu segundo mandato, em 2025, Donald Trump colocou o encerramento da guerra entre as prioridades de seu governo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo desse período, foram realizadas tentativas de estabelecer tréguas entre os dois países, mas os acordos não conseguiram se manter por períodos prolongados.</p>
<p>Agora, o governo norte-americano volta a concentrar esforços em uma possível solução diplomática para o conflito europeu.</p>
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		<title>Julgamento de enfermeira acusada de matar os três filhos termina sem veredito nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 16:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[crime internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Duxbury]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
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		<category><![CDATA[Massachusetts]]></category>
		<category><![CDATA[psicose pós-parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Júri não conseguiu chegar a um consenso sobre Lindsay Clancy, que responde pela morte de três crianças; defesa alegou psicose pós-parto O julgamento de Lindsay Clancy, de 36 anos, acusada de matar os três filhos, terminou sem veredito nesta sexta-feira (4), nos Estados Unidos. O júri não conseguiu chegar a um consenso sobre as acusações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Júri não conseguiu chegar a um consenso sobre Lindsay Clancy, que responde pela morte de três crianças; defesa alegou psicose pós-parto</h2>
<p class="isSelectedEnd">O julgamento de Lindsay Clancy, de 36 anos, acusada de matar os três filhos, terminou sem veredito nesta sexta-feira (4), nos Estados Unidos. O júri não conseguiu chegar a um consenso sobre as acusações apresentadas contra a ex-enfermeira.</p>
<p class="isSelectedEnd">O juiz William Sullivan declarou que pretendia anular o julgamento diante do impasse entre os jurados. A defesa, comandada pelo advogado Kevin Reddington, pediu prazo para apresentar um recurso de emergência ao Supremo Tribunal Judicial.</p>
<h2>Crianças morreram em janeiro de 2023</h2>
<p class="isSelectedEnd">Lindsay Clancy respondia a três acusações de homicídio em primeiro grau pelas mortes dos filhos Cora, de 5 anos; Dawson, de 3; e Callan, de 8 meses.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os jurados também tinham a possibilidade de considerar acusações menos graves, como homicídio em segundo grau e homicídio culposo.</p>
<p class="isSelectedEnd">As mortes aconteceram em janeiro de 2023, na residência da família em Duxbury, subúrbio de Boston, no estado de Massachusetts.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as informações apresentadas no julgamento, Clancy estrangulou os três filhos utilizando faixas elásticas de exercícios no porão da casa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois, ela teria tentado tirar a própria vida. A mulher se feriu com uma faca e pulou de uma janela do segundo andar. A tentativa deixou Clancy paralisada.</p>
<h2>Defesa alegou psicose pós-parto</h2>
<p class="isSelectedEnd">A defesa não contestou que Lindsay tenha estrangulado os filhos, mas sustentou que ela não deveria ser responsabilizada criminalmente porque sofria de psicose pós-parto no momento das mortes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O advogado Kevin Reddington afirmou que Clancy estava passando por um episódio psicótico e tentou apresentá-la aos jurados como uma mãe amorosa que enfrentava graves problemas de saúde mental.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estratégia buscava convencer o júri de que ela não tinha condições de compreender plenamente seus atos quando matou as crianças.</p>
<h2>Acusação apresentou comportamento antes das mortes</h2>
<p class="isSelectedEnd">A promotoria concentrou parte de sua argumentação nas ações de Lindsay pouco antes da tragédia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo os promotores, ela teria enviado o marido, Patrick Clancy, para buscar comida e passar em uma farmácia. Antes disso, teria consultado no celular quanto tempo ele demoraria para retornar à residência.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando voltou para casa, Patrick encontrou a esposa caída no quintal, com ferimentos nos pulsos e no pescoço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ele correu para o porão, onde Lindsay havia informado que as crianças estavam, e encontrou os três filhos com as faixas elásticas presas ao redor do pescoço.</p>
<h2>Relato de uma suposta voz</h2>
<p class="isSelectedEnd">Após o crime, Lindsay teria contado ao marido e a outras testemunhas que ouviu a voz de um homem dizendo que, caso ela não agisse, perderia uma oportunidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para a defesa, esse relato seria um indicativo de que ela sofria de um episódio psicótico relacionado à condição pós-parto.</p>
<p class="isSelectedEnd">O caso chamou atenção nos Estados Unidos e também reacendeu discussões sobre saúde mental no período pós-parto, além dos limites da responsabilidade criminal em situações envolvendo transtornos psiquiátricos.</p>
<h2>Júri não chegou a uma decisão</h2>
<p class="isSelectedEnd">Após analisar as provas e os argumentos apresentados durante o julgamento, os jurados não conseguiram alcançar um consenso.</p>
<p>Com o impasse, o juiz declarou o julgamento sem veredito. A defesa agora pretende recorrer ao Supremo Tribunal Judicial, enquanto o caso permanece sem uma decisão definitiva sobre a responsabilidade criminal de Lindsay Clancy.</p>
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