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	<title>Feminicídio Archives - Mz Notícias</title>
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	<description>A informação que você precisa na hora certa!</description>
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	<title>Feminicídio Archives - Mz Notícias</title>
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		<title>Pai de Eduarda Shigematsu confessa assassinato da filha e é condenado a 23 anos no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 14:34:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Seidi Shigematsu admitiu pela primeira vez ter matado a menina de 11 anos; avó paterna foi absolvida pelo júri Ricardo Seidi Shigematsu confessou durante o júri popular ter assassinado a filha Eduarda Shigematsu, de 11 anos. Ele foi condenado a 23 anos, 6 meses e 22 dias de prisão pelo crime. A avó paterna [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Ricardo Seidi Shigematsu admitiu pela primeira vez ter matado a menina de 11 anos; avó paterna foi absolvida pelo júri</h2>
<p class="isSelectedEnd">Ricardo Seidi Shigematsu confessou durante o júri popular ter assassinado a filha Eduarda Shigematsu, de 11 anos. Ele foi condenado a 23 anos, 6 meses e 22 dias de prisão pelo crime.</p>
<p class="isSelectedEnd">A avó paterna da menina, Terezinha de Jesus Guinaia, foi absolvida pelo conselho de sentença.</p>
<p class="isSelectedEnd">O julgamento começou na quarta-feira (16) e terminou nesta quinta-feira (17), em Maringá, no Norte do Paraná. O júri ocorreu sete anos após o crime e depois de oito adiamentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da pena de prisão, a Justiça determinou que Ricardo pague R$ 90 mil de reparação mínima por danos morais à mãe da vítima.</p>
<h3>Pai mudou versão apresentada durante investigação</h3>
<p class="isSelectedEnd">Antes da confissão durante o julgamento, Ricardo afirmava que havia encontrado a filha morta e que ela teria sido enforcada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A perícia, porém, apontou que a causa da morte foi esganadura, contrariando a versão apresentada pelo pai.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a investigação da Polícia Civil e a denúncia do Ministério Público, Eduarda foi morta pelo pai e teve o corpo ocultado posteriormente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ricardo respondia por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica.</p>
<h3>Crimes atribuídos a Ricardo</h3>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a sentença, Ricardo foi responsabilizado pelos seguintes crimes:</p>
<ul data-spread="false">
<li>homicídio consumado, com qualificadoras de asfixia, dificultação da defesa da vítima e violência de gênero;</li>
<li>ocultação de cadáver, com agravante de violência doméstica;</li>
<li>falsidade ideológica.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">No caso de Eduarda, o feminicídio é tratado como qualificadora porque se tornou crime autônomo em 2024, por meio da Lei nº 14.994. O assassinato da menina, entretanto, aconteceu em 2019.</p>
<h3>Avó é absolvida</h3>
<p class="isSelectedEnd">Terezinha de Jesus Guinaia tinha a guarda judicial de Eduarda e também respondia no processo por ocultação de cadáver e falsidade ideológica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Ministério Público, ela teria contribuído para a morte da menina ao permitir que ela permanecesse sob os cuidados do pai. A acusação também apontava que pai e avó teriam tentado dificultar as investigações.</p>
<p class="isSelectedEnd">O conselho de sentença, porém, recusou as acusações contra Terezinha e determinou sua absolvição.</p>
<p class="isSelectedEnd">A defesa da avó afirmou que a decisão fez justiça e que não havia provas suficientes para uma condenação.</p>
<h3>Relembre o desaparecimento de Eduarda</h3>
<p class="isSelectedEnd">Eduarda desapareceu em 24 de abril de 2019, em Rolândia, no Norte do Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as informações divulgadas na época, a menina foi à escola pela manhã, voltou para casa, deixou a mochila no sofá e não foi mais vista.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma câmera de segurança registrou Eduarda chegando à residência onde vivia com a família às 11h52. Não foram registradas imagens dela deixando o local.</p>
<p class="isSelectedEnd">No dia seguinte, 25 de abril, Terezinha, avó paterna e responsável pela guarda da menina, registrou um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">O pai, Ricardo Seidi, também publicou uma mensagem nas redes sociais pedindo ajuda para localizar a filha.</p>
<h3>Corpo foi encontrado quatro dias depois</h3>
<p class="isSelectedEnd">O corpo de Eduarda foi localizado por volta das 14h30 de 28 de abril de 2019, quatro dias após o desaparecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma denúncia anônima levou a Polícia Militar até o local. O corpo estava enterrado nos fundos de uma casa pertencente à família.</p>
<p class="isSelectedEnd">Eduarda estava com pés e mãos amarrados, uma corda no pescoço e a cabeça envolvida por um saco preto e uma toalha.</p>
<p class="isSelectedEnd">O laudo da Polícia Científica apontou que a menina morreu por esganadura.</p>
<h3>Versão do pai foi contrariada pela perícia</h3>
<p class="isSelectedEnd">Na época, Ricardo havia declarado à polícia que encontrou a filha enforcada no quarto e que, desesperado, decidiu esconder o corpo em outro imóvel da família.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo essa versão, ele teria colocado o corpo em um buraco existente no local, relacionado a uma fossa, e depois fechado o espaço com cimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">A perícia, entretanto, identificou a esganadura como causa da morte, contrariando a versão de enforcamento apresentada pelo pai.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 29 de abril de 2019, a Polícia Civil solicitou a prisão temporária de Ricardo Seidi. Posteriormente, a prisão foi convertida em preventiva.</p>
<p>Com a confissão apresentada no júri, o caso teve uma nova etapa judicial concluída sete anos após a morte de Eduarda.</p>
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		<title>Jovem enviou áudios antes de ser morta durante tentativa de estupro em Londrina</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/jaguariaiva/jovem-enviou-audios-antes-de-ser-morta-durante-tentativa-de-estupro-em-londrina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 12:41:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Thaissa de Oliveira Marques, de 21 anos, relatou a um amigo visitas constantes de um homem à academia onde trabalhava; polícia afirma que investigado é o mesmo suspeito preso pelo crime Antes de sofrer uma tentativa de estupro e ser assassinada a facadas, Thaissa de Oliveira Marques, de 21 anos, enviou áudios a um amigo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Thaissa de Oliveira Marques, de 21 anos, relatou a um amigo visitas constantes de um homem à academia onde trabalhava; polícia afirma que investigado é o mesmo suspeito preso pelo crime</h2>
<p class="isSelectedEnd">Antes de sofrer uma tentativa de estupro e ser assassinada a facadas, <strong>Thaissa de Oliveira Marques</strong>, de 21 anos, enviou áudios a um amigo relatando visitas constantes de um “menino” ao local onde trabalhava.</p>
<p class="isSelectedEnd">A jovem foi morta no estacionamento de uma academia que se preparava para a inauguração, em <strong>Londrina, no Norte do Paraná</strong>, enquanto entregava panfletos, na sexta-feira (11).</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a <strong>Polícia Civil do Paraná (PC-PR)</strong>, o principal suspeito é <strong>Gabriel de Andrade, de 21 anos</strong>, preso em flagrante no mesmo dia do crime.</p>
<p class="isSelectedEnd">A polícia confirmou que os áudios enviados pela vítima fazem parte da investigação e foram incluídos no inquérito. Segundo o comunicado policial, os elementos obtidos até o momento permitem identificar a pessoa mencionada por Thaissa nos áudios como o mesmo indivíduo preso pelo feminicídio.</p>
<h2>Jovem relatou visitas frequentes à academia</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os áudios foram enviados por Thaissa no dia <strong>8 de setembro</strong>. Nas mensagens, ela contou ao amigo que um homem já havia ido pelo menos cinco vezes à academia, tanto para perguntar sobre oportunidades de emprego quanto para conhecer o estabelecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em determinado momento, Thaissa demonstrou incômodo com a insistência das visitas e relatou uma situação em que acompanhou o homem pelo interior da academia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ela contou que mostrou o estabelecimento ao visitante e chegou a pensar na existência de câmeras de segurança e na possibilidade de o gerente estar observando a situação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O amigo da vítima, que preferiu não se identificar, relatou que encontrou Gabriel no endereço durante uma das visitas. Os dois, porém, não chegaram a conversar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O delegado Magno Miranda afirmou, na segunda-feira (14), que o gerente da academia confirmou em depoimento que Gabriel havia se inscrito para uma vaga de emprego antes do crime. Ele, entretanto, não foi selecionado.</p>
<h2>Suspeito teria alegado que foi assaltado</h2>
<p class="isSelectedEnd">Após o crime, Gabriel fugiu e parou em uma rua próxima ao estabelecimento porque apresentava ferimentos na mão. Pessoas que estavam no local prestaram atendimento e ele afirmou que havia sido assaltado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O <strong>Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)</strong> e a Polícia Militar foram acionados para atender a ocorrência do suposto assalto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto as equipes realizavam o atendimento, trabalhadores que foram até a academia para prestar serviços encontraram manchas de sangue no local e avisaram a polícia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os agentes foram até o estabelecimento e encontraram o corpo de Thaissa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Confrontado pelos policiais, Gabriel confessou o crime, segundo as informações policiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda conforme a Polícia Civil, ele teria declarado que pretendia estuprar a jovem e que, após não conseguir consumar o ato, acabou matando-a.</p>
<p class="isSelectedEnd">Gabriel foi preso em flagrante por <strong>homicídio qualificado consumado e tentativa de estupro</strong>.</p>
<h2>Investigado permanece preso</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em depoimento à Polícia Civil, Gabriel apresentou versões contraditórias e afirmou que não se lembrava de detalhes do ocorrido. Ele disse se recordar apenas de ter ido à academia onde o crime aconteceu.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesta quinta-feira (17), o suspeito permanecia preso.</p>
<p>A defesa de Gabriel informou que não iria se manifestar sobre o caso naquele momento.</p>
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		<item>
		<title>Laudo aponta 14 hematomas em mulher morta com tiro na cabeça</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/jaguariaiva/laudo-aponta-14-hematomas-em-mulher-morta-com-tiro-na-cabeca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 14:13:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Larissa Morata foi encontrada morta em casa, em Embu das Artes; marido, um soldado da PM, está preso e nega envolvimento O laudo necroscópico de Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, identificou pelo menos 14 equimoses, semelhantes a hematomas, nas mãos, pés, joelhos e perna esquerda. O exame, porém, não determina quando nem como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Larissa Morata foi encontrada morta em casa, em Embu das Artes; marido, um soldado da PM, está preso e nega envolvimento</p>
<p class="isSelectedEnd">O laudo necroscópico de Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, identificou pelo menos 14 equimoses, semelhantes a hematomas, nas mãos, pés, joelhos e perna esquerda. O exame, porém, não determina quando nem como as lesões foram provocadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Larissa foi encontrada morta com um tiro na cabeça, no banheiro da casa onde vivia com o marido, o soldado da Polícia Militar Vinícius Costa Silva, de 26 anos. Ele está preso temporariamente e é investigado pela morte. A defesa nega o crime e afirma que os laudos devem comprovar sua versão.</p>
<h2>Perícia aponta trajetória do disparo</h2>
<p class="isSelectedEnd">O exame confirmou que Larissa morreu em decorrência de um ferimento por arma de fogo na cabeça. O projétil entrou pela região temporal esquerda e saiu pela região temporoparietal direita, com trajetória de trás para frente e da esquerda para a direita.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo informações preliminares da perícia, o disparo não teria sido feito à queima-roupa e Larissa teria sido atingida pelas costas enquanto estava em pé. A trajetória do tiro é considerada um dos elementos que levaram os investigadores a considerar improvável a hipótese de suicídio e a apurar um possível feminicídio.</p>
<p class="isSelectedEnd">A arma do policial, uma pistola Taurus calibre .357, foi encontrada sob o corpo da vítima e encaminhada para perícia.</p>
<p class="isSelectedEnd">O laudo também registrou fios de cabelos soltos presos à calça de Larissa, mas não identificou a origem deles nem como chegaram à roupa. O exame toxicológico ainda não foi concluído.</p>
<p>A investigação continua para esclarecer a dinâmica da morte. Vinícius sustenta que encontrou a esposa caída no banheiro depois de ouvir um barulho e afirma que não praticou o crime.</p>
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		<title>Delegado descreve ‘cenário de terror’ em apartamento onde médica foi morta no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 12:36:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Gassi Paola de Souza Mazia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gassi Paola de Souza Mazia, de 37 anos, foi encontrada morta em Maringá; companheiro é suspeito de feminicídio e está preso A Polícia Civil investiga como feminicídio a morte da médica Gassi Paola de Souza Mazia, de 37 anos, encontrada morta dentro do próprio apartamento, em Maringá, no Norte do Paraná. O delegado Adriano Garcia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Gassi Paola de Souza Mazia, de 37 anos, foi encontrada morta em Maringá; companheiro é suspeito de feminicídio e está preso</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Polícia Civil investiga como feminicídio a morte da médica Gassi Paola de Souza Mazia, de 37 anos, encontrada morta dentro do próprio apartamento, em Maringá, no Norte do Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">O delegado Adriano Garcia, chefe da Delegacia de Homicídios de Maringá, relatou que o imóvel apresentava marcas de sangue em diferentes cômodos e facas com vestígios de sangue. Segundo ele, a médica teria sido atingida por ao menos dez golpes de arma branca. O investigador classificou o local como um “cenário de terror”.</p>
<h3>Suspeito foi preso em Mandaguari</h3>
<p class="isSelectedEnd">O principal suspeito é João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos, companheiro da vítima. Segundo as informações reunidas pela investigação, ele havia ido até Maringá na noite de sábado (5) para visitar o filho de oito meses que tinha com Gassi.</p>
<p class="isSelectedEnd">O casal estava separado, mas, conforme o relato do delegado, o homem procurava reatar o relacionamento. Durante a visita, os dois teriam tido um desentendimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Após o crime, o suspeito teria deixado o apartamento e seguido para Mandaguari, onde foi localizado pela Polícia Militar na casa da mãe.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o delegado, Romeiro teria contado a pessoas próximas o que havia acontecido. Uma dessas pessoas foi ouvida pela polícia e relatou que o suspeito havia confessado o crime.</p>
<p class="isSelectedEnd">O homem apresentava ferimentos provocados por arma branca e foi encaminhado ao Hospital Universitário de Maringá, permanecendo sob escolta policial.</p>
<h3>Bebê estava no apartamento</h3>
<p class="isSelectedEnd">O filho do casal, de apenas oito meses, estava no apartamento quando a mãe foi encontrada morta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a versão apresentada pelo delegado, o suspeito teria colocado a criança para dormir antes de deixar o imóvel.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vizinhos teriam percebido o choro do bebê e acionado as autoridades. A criança foi encontrada próxima ao corpo da mãe e ficou posteriormente sob os cuidados da família.</p>
<p class="isSelectedEnd">A polícia também apreendeu o telefone do suspeito e pretende analisar os dados armazenados no aparelho, que podem contribuir para esclarecer a dinâmica do crime.</p>
<h3>Investigação está com a Delegacia da Mulher</h3>
<p class="isSelectedEnd">O flagrante de João Vitor foi inicialmente formalizado pela Delegacia de Homicídios. Posteriormente, o inquérito foi transferido para a Delegacia da Mulher de Maringá, que dará continuidade às investigações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Gassi Paola trabalhava como médica na Unidade Básica de Saúde (UBS) Nova Aliança, em Sarandi, município vizinho a Maringá.</p>
<p class="isSelectedEnd">A defesa do suspeito informou que analisa o caso e deverá se manifestar posteriormente.</p>
<h3>Denúncias de violência contra a mulher</h3>
<p class="isSelectedEnd">Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados pelo <strong>Disque 180</strong>, serviço gratuito que funciona 24 horas por dia.</p>
<p>Em situações de emergência, a orientação é procurar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone <strong>190</strong>.</p>
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		<item>
		<title>Laudo descarta suicídio e aponta que PM Gisele Santana foi assassinada em SP</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/jaguariaiva/laudo-descarta-suicidio-e-aponta-que-pm-gisele-santana-foi-assassinada-em-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:53:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Perícia afirma que padrões de manchas de sangue e outros elementos encontrados no apartamento são incompatíveis com a hipótese de suicídio; investigação aponta participação de uma segunda pessoa Um laudo complementar do Instituto de Criminalística de São Paulo concluiu que a morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana não é compatível com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Perícia afirma que padrões de manchas de sangue e outros elementos encontrados no apartamento são incompatíveis com a hipótese de suicídio; investigação aponta participação de uma segunda pessoa</h2>
<p class="isSelectedEnd">Um laudo complementar do Instituto de Criminalística de São Paulo concluiu que a morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana não é compatível com a hipótese de suicídio.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento, assinado na terça-feira (1º), aponta que os elementos materiais analisados no local contradizem a versão de que a policial teria tirado a própria vida.</p>
<h2>Perícia aponta intervenção de outra pessoa</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o laudo, a análise dos padrões de manchas de sangue e de outros vestígios encontrados no apartamento não sustenta a hipótese de um evento suicida.</p>
<p class="isSelectedEnd">A perícia também identificou elementos que indicam a intervenção de uma segunda pessoa na morte da policial. Segundo o documento, essa hipótese permanece compatível com o conjunto de evidências analisadas e não foi encontrado material que a contradissesse.</p>
<p class="isSelectedEnd">A conclusão reforça a linha investigativa de que Gisele foi assassinada.</p>
<h2>Tenente-coronel é réu por feminicídio</h2>
<p class="isSelectedEnd">O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, então companheiro de Gisele, é réu por feminicídio relacionado à morte da policial, ocorrida em fevereiro deste ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde o casal morava, no dia 18 de fevereiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Geraldo estava no imóvel no momento do ocorrido. Ele acionou o socorro e comunicou às autoridades que se tratava de um suicídio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Posteriormente, o registro do caso foi alterado para morte suspeita, e a investigação passou a considerar outras possibilidades para explicar as circunstâncias da morte.</p>
<h2>Família contestou versão desde o início</h2>
<p class="isSelectedEnd">Desde os primeiros momentos da investigação, a família de Gisele contestou a hipótese de suicídio e questionou as circunstâncias apresentadas inicialmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Agora, o laudo complementar da perícia reforça a conclusão de que os vestígios encontrados no local são incompatíveis com a versão de que a policial teria cometido suicídio.</p>
<p>A investigação continua para esclarecer a dinâmica da morte e determinar as responsabilidades pelo crime.</p>
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		<title>Sargento aposentado é condenado a 37 anos de prisão por matar ex-esposa no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[crime no Paraná]]></category>
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		<category><![CDATA[Feminicídio]]></category>
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		<category><![CDATA[parana]]></category>
		<category><![CDATA[polícia militar]]></category>
		<category><![CDATA[sargento aposentado]]></category>
		<category><![CDATA[violencia domestica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Haroldo Augusto da Cruz foi condenado por feminicídio em Marialva; crime aconteceu em 2024, na frente da filha de 12 anos. Defesa informou que vai recorrer da sentença. Haroldo Augusto da Cruz, sargento aposentado da Polícia Militar do Paraná, foi condenado a 37 anos e oito meses de prisão pelo assassinato da ex-esposa, Viviane Aparecida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="4bl37e" data-start="86" data-end="258">Haroldo Augusto da Cruz foi condenado por feminicídio em Marialva; crime aconteceu em 2024, na frente da filha de 12 anos. Defesa informou que vai recorrer da sentença.</h3>
<p data-start="260" data-end="503">Haroldo Augusto da Cruz, sargento aposentado da Polícia Militar do Paraná, foi condenado a 37 anos e oito meses de prisão pelo assassinato da ex-esposa, Viviane Aparecida Castro Furlan. O julgamento ocorreu em Marialva, no Norte do Paraná.</p>
<p data-start="505" data-end="778">O crime aconteceu na madrugada de 2 de janeiro de 2024, quando Haroldo invadiu a residência onde Viviane e a filha mais nova do casal estavam dormindo. Segundo a investigação, ele atacou a ex-companheira com uma faca e desferiu ao menos cinco golpes na região do tórax.</p>
<p data-start="780" data-end="980">A filha do casal, que tinha 12 anos na época, presenciou o crime e tentou impedir as agressões. Depois, conseguiu pedir ajuda a um vizinho e acionou o socorro, mas Viviane não resistiu aos ferimentos.</p>
<h3 data-section-id="4d2wo0" data-start="982" data-end="1015">Vítima tinha medida protetiva</h3>
<p data-start="1017" data-end="1125">Antes do assassinato, Viviane havia solicitado uma medida protetiva contra Haroldo, em setembro de 2023.</p>
<p data-start="1127" data-end="1388">Durante o julgamento, uma das filhas do casal relatou que o pai apresentava comportamento violento e fazia ameaças contra a família. Segundo ela, ele dizia que mataria a ex-esposa, as filhas e depois tiraria a própria vida, afirmando que não iria para a cadeia.</p>
<h3 data-section-id="uz4ne6" data-start="1390" data-end="1416">Réu fugiu após o crime</h3>
<p data-start="1418" data-end="1552">Após matar Viviane, Haroldo fugiu de Marialva. Cerca de uma semana depois, foi localizado em Formosa do Oeste, no Oeste do Paraná.</p>
<p data-start="1554" data-end="1655">No momento da prisão, ele tentou ferir o próprio peito com uma faca, mas foi contido pelos policiais.</p>
<p data-start="1657" data-end="1738">Em depoimento à Polícia Civil, o sargento aposentado confessou o assassinato.</p>
<p data-start="1740" data-end="1859">Haroldo trabalhou durante 31 anos na Polícia Militar. Sua última unidade foi o 7º Batalhão da PM, em Cruzeiro do Oeste.</p>
<h3 data-section-id="euydsw" data-start="1861" data-end="1891">Condenação por feminicídio</h3>
<p data-start="1893" data-end="2107">Os sete jurados decidiram de forma unânime pela condenação. Haroldo foi responsabilizado por homicídio com as qualificadoras de feminicídio, motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.</p>
<p data-start="2109" data-end="2206">A investigação apontou que o crime ocorreu porque o acusado não aceitava o fim do relacionamento.</p>
<p data-start="2208" data-end="2294">A pena de 37 anos e oito meses deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado.</p>
<h3 data-section-id="wrqk78" data-start="2296" data-end="2319">Defesa vai recorrer</h3>
<p data-start="2321" data-end="2426">A defesa informou que respeita a decisão do Conselho de Sentença, mas pretende recorrer da pena aplicada.</p>
<p data-start="2428" data-end="2691">Segundo os advogados, Haroldo reconheceu a gravidade do crime, confessou os fatos e demonstrou arrependimento. A defesa questiona principalmente a dosimetria da pena e afirma que houve possível duplicidade na consideração de agravantes e circunstâncias judiciais.</p>
<p data-start="2693" data-end="2779">O recurso será apresentado às instâncias superiores para análise da aplicação da pena.</p>
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		<title>Mulher é morta a tiros e rastro de sangue leva polícia até bar no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 12:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Colônia Murici]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
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		<category><![CDATA[Karolyn Lima Peluti Machado]]></category>
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		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
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		<category><![CDATA[São José dos Pinhais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Karolyn Lima Peluti Machado, de 34 anos, foi baleada no peito na Colônia Murici, em São José dos Pinhais; suspeito de 70 anos foi preso Uma mulher de 34 anos foi morta a tiros na Colônia Murici, área rural de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A vítima foi identificada como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Karolyn Lima Peluti Machado, de 34 anos, foi baleada no peito na Colônia Murici, em São José dos Pinhais; suspeito de 70 anos foi preso</h2>
<p class="isSelectedEnd">Uma mulher de 34 anos foi morta a tiros na Colônia Murici, área rural de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A vítima foi identificada como Karolyn Lima Peluti Machado.</p>
<h3>Vítima foi baleada dentro de bar</h3>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as informações, Karolyn estava em um bar quando foi atingida por um disparo no peito.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo ferida, ela conseguiu sair do estabelecimento e correu aproximadamente 20 metros até uma residência próxima, onde pediu ajuda.</p>
<p class="isSelectedEnd">A moradora acolheu a vítima e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Apesar dos esforços da equipe de socorro, Karolyn não resistiu aos ferimentos e morreu no local.</p>
<h3>Rastro de sangue levou investigadores até o bar</h3>
<p class="isSelectedEnd">Durante as diligências, a polícia encontrou marcas de sangue no trajeto entre a residência onde Karolyn foi socorrida e o bar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O rastro levou os investigadores novamente até o estabelecimento, reforçando a suspeita de que o disparo teria ocorrido no local.</p>
<h3>Suspeito foi localizado na casa da filha</h3>
<p class="isSelectedEnd">Um homem de 70 anos foi identificado como suspeito e localizado na casa da filha.</p>
<p class="isSelectedEnd">Conforme a polícia, ele confessou o crime e afirmou que mantinha um relacionamento afetivo e sexual com Karolyn.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda segundo o relato apresentado pelo suspeito, ele teria sido agredido pela mulher naquela noite e o disparo teria ocorrido durante a suposta agressão.</p>
<p class="isSelectedEnd">O homem foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia.</p>
<h3>Caso é investigado como feminicídio</h3>
<p>A ocorrência é investigada como feminicídio. As circunstâncias do crime deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis pela investigação.</p>
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		<item>
		<title>Policial militar é preso suspeito de matar mulher trans e esconder corpo em área de mata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 16:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Conselheira tutelar]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Maryna Colucci de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher trans]]></category>
		<category><![CDATA[MZ Notícias.]]></category>
		<category><![CDATA[Ocultação de cadáver]]></category>
		<category><![CDATA[POLICIA]]></category>
		<category><![CDATA[Policial militar]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão Preventiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PM de 43 anos confessou o crime durante depoimento e levou os policiais até o local onde o corpo da conselheira tutelar Maryna Colucci de Jesus foi enterrado Um policial militar de 43 anos foi preso preventivamente, suspeito de matar a conselheira tutelar Maryna Colucci de Jesus, de 34 anos, e ocultar o corpo em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="1rq05k3" data-start="92" data-end="252">PM de 43 anos confessou o crime durante depoimento e levou os policiais até o local onde o corpo da conselheira tutelar Maryna Colucci de Jesus foi enterrado</h2>
<p data-start="254" data-end="458">Um policial militar de 43 anos foi preso preventivamente, suspeito de matar a conselheira tutelar Maryna Colucci de Jesus, de 34 anos, e ocultar o corpo em uma área de mata. A vítima era uma mulher trans.</p>
<p data-start="460" data-end="613">A prisão foi determinada na quarta-feira (26), durante audiência de custódia. O militar é investigado pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver.</p>
<h3 data-section-id="345tuq" data-start="615" data-end="645">Vítima estava desaparecida</h3>
<p data-start="647" data-end="871">O caso começou a ser investigado após a mãe de Maryna comunicar o desaparecimento da filha na sexta-feira (21). Segundo as informações apresentadas na investigação, ela havia saído de casa no início da tarde e não retornado.</p>
<p data-start="873" data-end="1045">Conforme o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o próprio policial militar chegou a figurar como relator no boletim de ocorrência registrado sobre o desaparecimento.</p>
<h3 data-section-id="1bw35u1" data-start="1047" data-end="1097">Polícia descobriu relacionamento entre os dois</h3>
<p data-start="1099" data-end="1339">Durante as investigações, policiais analisaram diários, redes sociais e depoimentos de familiares. A partir dessas informações, foi identificado que o militar e Maryna mantinham um relacionamento amoroso e trocavam mensagens com frequência.</p>
<p data-start="1341" data-end="1401">No dia do desaparecimento, os dois também haviam conversado.</p>
<p data-start="1403" data-end="1532">O policial compareceu espontaneamente à sede da corporação acompanhado de advogados. Durante o depoimento, ele confessou o crime.</p>
<p data-start="1534" data-end="1738">Segundo o relato apresentado pelo investigado, Maryna teria ameaçado revelar o relacionamento extraconjugal à esposa dele, além de expor a situação para pessoas da cidade e para a própria Polícia Militar.</p>
<h3 data-section-id="r5dp86" data-start="1740" data-end="1781">Suspeito levou vítima para área rural</h3>
<p data-start="1783" data-end="1911">Ainda de acordo com a versão apresentada pelo policial, ele teria levado Maryna até uma região rural utilizando uma caminhonete.</p>
<p data-start="1913" data-end="2044">O militar afirmou que, no local, a vítima teria se exaltado e tentado atacá-lo com uma faca, atingindo o banco traseiro do veículo.</p>
<p data-start="2046" data-end="2212">O suspeito declarou que reagiu efetuando três ou quatro disparos de arma de fogo contra o rosto da mulher. Segundo o depoimento, os tiros provocaram a morte imediata.</p>
<h3 data-section-id="s9s7yo" data-start="2214" data-end="2253">Corpo foi enterrado em área de mata</h3>
<p data-start="2255" data-end="2372">Após a morte, o policial afirmou que levou o corpo de Maryna para uma área de mata e o enterrou próximo a uma árvore.</p>
<p data-start="2374" data-end="2505">Posteriormente, o próprio investigado acompanhou os policiais até o local indicado como cenário do crime e da ocultação do cadáver.</p>
<p data-start="2507" data-end="2626">Durante os trabalhos, a perícia apreendeu a caminhonete utilizada no deslocamento e uma faca localizada junto ao corpo.</p>
<h3 data-section-id="1i6wqsl" data-start="2628" data-end="2661">Justiça mantém policial preso</h3>
<p data-start="2663" data-end="2771">O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) pediu a conversão da prisão em flagrante para prisão preventiva.</p>
<p data-start="2773" data-end="2891">A defesa do policial solicitou liberdade provisória mediante medidas cautelares, mas o pedido foi negado pela Justiça.</p>
<p data-start="2893" data-end="2999">O caso segue sob investigação para esclarecer todas as circunstâncias da morte de Maryna Colucci de Jesus.</p>
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		<item>
		<title>Estudante de 19 anos é encontrada morta na casa do namorado em Santa Catarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Estudante]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Joviana Evelyn Iankovski]]></category>
		<category><![CDATA[POLICIA]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Científica]]></category>
		<category><![CDATA[polícia militar]]></category>
		<category><![CDATA[Sangão]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Joviana Evelyn Iankovski havia iniciado faculdade de Ciências Biológicas uma semana antes; namorado confessou ter aplicado um golpe mata-leão e foi preso A estudante Joviana Evelyn Iankovski, de 19 anos, foi encontrada morta na casa do namorado, em Sangão, no Sul de Santa Catarina, na segunda-feira (10). A jovem havia começado, uma semana antes, o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Joviana Evelyn Iankovski havia iniciado faculdade de Ciências Biológicas uma semana antes; namorado confessou ter aplicado um golpe mata-leão e foi preso</h2>
<p class="isSelectedEnd">A estudante <strong>Joviana Evelyn Iankovski, de 19 anos</strong>, foi encontrada morta na casa do namorado, em <strong>Sangão, no Sul de Santa Catarina</strong>, na segunda-feira (10). A jovem havia começado, uma semana antes, o curso de <strong>Ciências Biológicas</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">As aulas na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) começaram em <strong>3 de agosto</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O namorado da vítima, <strong>José Gustavo Rabelo, de 21 anos</strong>, se apresentou em uma delegacia e confessou ter aplicado um golpe conhecido como <strong>mata-leão</strong> na jovem. Ele foi preso em flagrante e é investigado por feminicídio.</p>
<h2>Corpo foi encontrado em quarto trancado</h2>
<p class="isSelectedEnd">O corpo de Joviana foi localizado dentro de um quarto trancado na residência do namorado, na manhã de segunda-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na casa vivem o suspeito, a mãe e uma avó dele. Nenhuma das duas estava no imóvel quando a Polícia Militar chegou ao local.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o delegado responsável pela investigação, <strong>Murilo da Cunha</strong>, o suspeito costumava manter o quarto trancado e as demais moradoras da residência não tinham acesso ao cômodo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O delegado afirmou ainda que o homem levava mulheres com quem se relacionava para o quarto e permanecia isolado no local.</p>
<h2>Suspeito diz que houve discussão</h2>
<p class="isSelectedEnd">José Gustavo afirmou à polícia que aplicou o golpe na vítima após uma discussão entre o casal.</p>
<p class="isSelectedEnd">A versão apresentada pelo suspeito ainda depende de confirmação por meio da perícia.</p>
<p class="isSelectedEnd">O delegado informou que aguarda os resultados dos exames para esclarecer as circunstâncias da morte.</p>
<p class="isSelectedEnd">O suspeito também deverá passar por exame de corpo de delito antes de ser transferido para o presídio. Conforme a investigação, ele apresenta algumas lesões que podem ser compatíveis com ferimentos provocados durante uma possível defesa da vítima.</p>
<h2>Mãe desconfiou de mensagens</h2>
<p class="isSelectedEnd">A localização do corpo ocorreu após a mãe de Joviana procurar a Polícia Militar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o relato, a jovem havia informado que sairia na quinta-feira (6). Durante o fim de semana, a mãe recebeu mensagens pelo celular, mas desconfiou que os textos não haviam sido escritos pela filha.</p>
<p class="isSelectedEnd">Diante da suspeita de que Joviana pudesse estar morta, ela acionou a polícia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os policiais foram até a residência do namorado, no bairro <strong>Santa Apolônia</strong>. Como não havia ninguém no imóvel e o quarto estava trancado, os agentes arrombaram a porta e encontraram o corpo da jovem.</p>
<h2>Polícia aguarda resultado da perícia</h2>
<p class="isSelectedEnd">Joviana estava enrolada em cobertores e apresentava ferimentos no rosto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Polícia Militar, a Polícia Científica avaliou inicialmente que a jovem poderia estar morta havia mais de um dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Exames periciais deverão apontar com precisão a <strong>causa da morte</strong> e contribuir para esclarecer a dinâmica do caso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação continua para esclarecer todas as circunstâncias da morte e a responsabilidade do suspeito.</p>
<h2>Jovem havia acabado de iniciar a faculdade</h2>
<p class="isSelectedEnd">Joviana iniciou o segundo semestre de 2026 na Universidade do Extremo Sul Catarinense. As aulas do curso de Ciências Biológicas começaram em 3 de agosto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A universidade publicou uma nota de pesar pela morte da estudante.</p>
<h2>Santa Catarina registrou 32 feminicídios até julho</h2>
<p class="isSelectedEnd">Dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública apontam que <strong>Santa Catarina havia registrado 32 feminicídios até julho de 2026</strong>.</p>
<p>O caso de Joviana é investigado pelas autoridades como suspeita de feminicídio.</p>
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		<title>Mãe de meninas mortas pelo pai relata ameaças e perseguição após separação em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 18:22:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Crianças de 3 e 5 anos foram encontradas mortas dentro de um carro na Zona Sul de São Paulo; pai foi preso após confessar o crime A mãe das duas meninas, de 3 e 5 anos, encontradas mortas dentro de um carro na Zona Sul de São Paulo, relatou à polícia que vinha sendo perseguida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Crianças de 3 e 5 anos foram encontradas mortas dentro de um carro na Zona Sul de São Paulo; pai foi preso após confessar o crime</h2>
<p class="isSelectedEnd">A mãe das duas meninas, de 3 e 5 anos, encontradas mortas dentro de um carro na Zona Sul de São Paulo, relatou à polícia que vinha sendo perseguida e ameaçada pelo ex-companheiro desde a separação, ocorrida em março deste ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o relato, o relacionamento durou cerca de oito anos e terminou após episódios de agressão e traição. As agressões, no entanto, nunca haviam sido registradas em uma delegacia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Após o fim da relação, a mulher afirmou que Breno de Souza Castro, de 24 anos, passou a persegui-la e fazer ameaças.</p>
<h3>Pai buscou as crianças no sábado</h3>
<p class="isSelectedEnd">No sábado (8), a mãe entregou as meninas à ex-sogra, que costumava ficar com as crianças durante os fins de semana. Para evitar encontros com o ex-companheiro, a entrega das filhas era feita em um ponto intermediário.</p>
<p class="isSelectedEnd">Breno buscou as crianças e afirmou que as levaria ao Museu do Ipiranga. Depois, a mãe recebeu uma mensagem dele dizendo que aquela seria a última vez que ela veria as filhas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Horas mais tarde, uma familiar questionou Breno sobre a demora para retornar com as crianças. Segundo o relato registrado pela polícia, ele afirmou que ninguém mais veria as meninas e disse que iria matá-las e depois tirar a própria vida.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mãe retornou à residência da ex-sogra e passou a noite acompanhada por familiares, enquanto eram realizadas buscas pelo homem e pelas crianças.</p>
<h3>Meninas foram encontradas mortas dentro de carro</h3>
<p class="isSelectedEnd">Na manhã deste domingo (9), Dia dos Pais, Breno se apresentou no 48º Distrito Policial, em Cidade Dutra, e informou aos policiais que havia matado as filhas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As equipes foram até o endereço indicado por ele e encontraram os corpos das duas meninas dentro de um carro, na Rua Luiz Supertti, no bairro Jardim Guanabara, na Zona Sul de São Paulo.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o boletim de ocorrência, as crianças foram mortas por asfixia. A motivação apontada no registro policial seria ciúmes da ex-companheira.</p>
<h3>Suspeito foi preso</h3>
<p class="isSelectedEnd">Breno foi preso em flagrante por homicídio e violência doméstica. O caso foi registrado no 101º Distrito Policial, no Jardim das Imbuias.</p>
<p>Até a última atualização das informações, a defesa de Breno não havia sido localizada.</p>
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