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	<title>gaeco Archives - Mz Notícias</title>
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	<description>A informação que você precisa na hora certa!</description>
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	<title>gaeco Archives - Mz Notícias</title>
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		<title>PR: Gaeco investiga suspeita de desvio de R$ 36,9 milhões destinados a entidades beneficentes e cumpre 17 mandados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Apaes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Samaritano apura possíveis fraudes envolvendo títulos de capitalização filantrópica. Santa Casa, Hospital do Câncer de Londrina e Federação Nacional das Apaes estão entre as possíveis vítimas. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou nesta segunda-feira (26) a Operação Samaritano, que investiga um possível esquema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Operação Samaritano apura possíveis fraudes envolvendo títulos de capitalização filantrópica. Santa Casa, Hospital do Câncer de Londrina e Federação Nacional das Apaes estão entre as possíveis vítimas.</p>
<p>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou nesta segunda-feira (26) a Operação Samaritano, que investiga um possível esquema de desvio de recursos destinados a entidades beneficentes.</p>
<p>A ação, coordenada pelo núcleo do Gaeco de Londrina, resultou no cumprimento de 17 mandados de busca e apreensão em municípios do Paraná e de São Paulo.</p>
<p>O prejuízo estimado pelas investigações chega a R$ 36.913.661,48.</p>
<p>As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara Criminal de Londrina e cumpridas em cinco cidades:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Londrina (PR)</li>
<li>Ibiporã (PR)</li>
<li>Maringá (PR)</li>
<li>São Paulo (SP)</li>
<li>Itupeva (SP)</li>
</ul>
<h2>Investigação começou em 2021</h2>
<p>As apurações tiveram início em 2021 e envolvem uma distribuidora de títulos de capitalização sediada em Londrina, além de empresas ligadas a ela.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, há suspeitas de que parte dos valores arrecadados com a comercialização de títulos de capitalização filantrópica tenha sido apropriada indevidamente, em vez de ser destinada às instituições beneficiárias.</p>
<p>Entre as possíveis vítimas identificadas estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Federação Nacional das Apaes (Fenapaes);</li>
<li>Irmandade Santa Casa de Londrina;</li>
<li>Hospital do Câncer de Londrina.</li>
</ul>
<p>As entidades são tratadas como possíveis vítimas dos fatos investigados.</p>
<h2>Como funcionaria o esquema investigado?</h2>
<p>Na modalidade filantrópica, quem adquire um título de capitalização participa de sorteios e cede a uma entidade beneficente o direito ao resgate do título.</p>
<p>Até 2019, os títulos eram comercializados em campanhas em benefício da Federação Nacional das Apaes.</p>
<p>Nesse período, a distribuidora investigada concentrava a arrecadação e apresentava à entidade a prestação de contas das despesas descontadas.</p>
<p>De acordo com os investigadores, existem indícios de que essas despesas teriam sido aumentadas artificialmente por meio de documentos fiscais irregulares.</p>
<p>Entre as práticas investigadas estão a utilização de notas fiscais sem comprovação de serviços, documentos duplicados e cobranças referentes a serviços prestados a outras empresas dos investigados.</p>
<p>O Gaeco também apura a suposta utilização de empresas de fachada registradas em nome de funcionários e distribuidores, que teriam sido utilizadas para ampliar indevidamente os lucros da distribuidora.</p>
<h2>Mudança nas regras teria levado à adaptação das fraudes</h2>
<p>A partir de 2020, uma alteração na regulamentação passou a exigir que a sociedade de capitalização depositasse diretamente os valores de resgate nas contas das entidades beneficentes.</p>
<p>A mudança buscava impedir a atuação de intermediários no repasse dos recursos.</p>
<p>Entretanto, segundo o Ministério Público, há indícios de que os investigados teriam adaptado a prática por meio de contratos de “promoção de vendas”.</p>
<p>Esses contratos teriam sido celebrados em desacordo com requisitos legais, incluindo a necessidade de fiscalização adequada pela sociedade de capitalização.</p>
<p>A investigação busca esclarecer se os acordos permitiram que recursos destinados às instituições retornassem indevidamente à distribuidora.</p>
<h2>Santa Casa e Hospital do Câncer transferiram milhões</h2>
<p>Os valores identificados durante as apurações incluem transferências realizadas por duas instituições de saúde de Londrina.</p>
<p>Santa Casa de Londrina</p>
<p>Entre março de 2020 e maio de 2022, a instituição transferiu R$ 33,16 milhões à distribuidora investigada.</p>
<p>Hospital do Câncer de Londrina</p>
<p>Entre julho de 2020 e abril de 2021, o hospital realizou transferências que somaram R$ 3,75 milhões.</p>
<p>Documentos apresentados pelo próprio Hospital do Câncer indicam que a prática investigada teria continuado com empresas sucessoras, sob uma nova marca, pelo menos até 2024.</p>
<p>Os investigadores procuram determinar a natureza dessas transferências, a legalidade dos contratos e a destinação final dos recursos.</p>
<h2>Empresas de familiares e veículos de luxo são investigados</h2>
<p>Outro ponto da Operação Samaritano é a suspeita de lavagem de dinheiro.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, os recursos supostamente desviados teriam passado por diferentes operações financeiras para dificultar a identificação de sua origem.</p>
<p>Entre os mecanismos investigados está a participação de empresas constituídas em nome de familiares dos sócios da distribuidora.</p>
<p>Essas empresas teriam sido utilizadas para a aquisição de imóveis e veículos de luxo, conforme os indícios reunidos na investigação.</p>
<h2>Justiça determina bloqueio de quase R$ 37 milhões</h2>
<p>Além de autorizar os 17 mandados de busca e apreensão, a Justiça determinou o sequestro de imóveis e o bloqueio de valores até o limite de R$ 36.913.661,48.</p>
<p>As medidas têm como objetivo preservar bens e recursos relacionados aos fatos investigados e permitir o aprofundamento das apurações.</p>
<p>Os possíveis crimes investigados são:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Apropriação indébita;</li>
<li>Estelionato contra entidades beneficentes;</li>
<li>Falsidade ideológica;</li>
<li>Lavagem de dinheiro.</li>
</ul>
<p>Até o momento, as informações divulgadas tratam de suspeitas em investigação, sem conclusão definitiva sobre a responsabilidade dos envolvidos.</p>
<h2>Ministério Público esclarece que títulos filantrópicos são legais</h2>
<p>O Ministério Público do Paraná ressaltou que a comercialização de títulos de capitalização na modalidade filantrópica é uma atividade permitida por lei e regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).</p>
<p>A investigação não questiona a legalidade dessa modalidade de título, mas a possível utilização de mecanismos fraudulentos para desviar recursos que deveriam beneficiar instituições de assistência social e saúde.</p>
<p>As apurações continuam para esclarecer a participação dos envolvidos, a movimentação financeira e o destino dos valores.</p>
<p>O processo tramita em segredo de justiça.</p>
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		<title>Gaeco prende cinco suspeitos de integrar o PCC em operação no Paraná e em São Paulo</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/jaguariaiva/gaeco-prende-cinco-suspeitos-de-integrar-o-pcc-em-operacao-no-parana-e-em-sao-paulo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 15:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Sentinela mira 15 investigados por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital. Sete já estavam presos, cinco foram detidos nesta quarta-feira (14) e três permanecem foragidos. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), deflagrou nesta quarta-feira (14 de outubro) a Operação Sentinela, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Operação Sentinela mira 15 investigados por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital. Sete já estavam presos, cinco foram detidos nesta quarta-feira (14) e três permanecem foragidos.</strong></p>
<p>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), deflagrou nesta quarta-feira (14 de outubro) a Operação Sentinela, que resultou na prisão de cinco suspeitos de integrar a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p>A ofensiva ocorreu em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, e Cotia, em São Paulo, com o cumprimento de mandados judiciais contra 15 investigados.</p>
<p>Dos alvos, sete já estavam no sistema prisional, cinco foram presos durante a operação e três continuam foragidos.</p>
<h2>Celulares, drones e documentos são apreendidos</h2>
<p>Além das prisões, as equipes cumpriram sete mandados de busca e apreensão.</p>
<p>Durante as diligências, foram recolhidos celulares, dois drones, documentos e outros materiais que poderão auxiliar no avanço das investigações.</p>
<p>A operação foi coordenada pelo núcleo regional do Gaeco de Foz do Iguaçu, com apoio de forças policiais do Paraná e de São Paulo.</p>
<h2>Investigação envolve 333 denunciados</h2>
<p>A Operação Sentinela é um desdobramento da <strong>Operação Panóptico</strong>, realizada em 15 de junho de 2026.</p>
<p>Na ocasião, os dez núcleos do Gaeco no Paraná participaram de uma ação que envolveu 304 mandados de prisão e 255 de busca e apreensão nos estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>A investigação atual teve início em maio de 2026 e tramita sob sigilo.</p>
<p>No âmbito da Operação Panóptico, o Ministério Público denunciou 333 pessoas, incluindo os 15 investigados que são alvos da nova fase.</p>
<p>Segundo o MPPR, os suspeitos respondem a uma ação penal na 1ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu por suposta participação em uma organização criminosa considerada ultraviolenta pela acusação.</p>
<h2>Operação contou com apoio de diversas forças policiais</h2>
<p>A ação teve participação de equipes do Gaeco do Paraná e de São Paulo, além do Batalhão de Polícia de Choque, da Rondas Ostensivas com Aplicação de Motocicletas (Rocam), do 14º Batalhão da Polícia Militar e do Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen).</p>
<p>As prisões preventivas foram determinadas pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná, após recurso apresentado pelo Ministério Público.</p>
<p>Já os mandados de busca e apreensão foram autorizados pela 1ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu.</p>
<p>As investigações continuam, e três dos 15 alvos permanecem foragidos.</p>
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		<item>
		<title>Gaeco cumpre 19 mandados em operação contra policiais no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 13:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Rota 466]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Rodoviária Estadual]]></category>
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		<category><![CDATA[Telêmaco Borba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terceira fase da Operação Rota 466 investiga suspeitas de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro em oito municípios O Núcleo Regional de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), deflagrou na manhã desta quinta-feira (8) a terceira fase da Operação Rota 466. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Terceira fase da Operação Rota 466 investiga suspeitas de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro em oito municípios</p>
<p class="isSelectedEnd">O Núcleo Regional de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), deflagrou na manhã desta quinta-feira (8) a terceira fase da Operação Rota 466.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ação contou com apoio da Corregedoria da Polícia Militar e dá continuidade às investigações sobre a suposta prática de crimes de organização criminosa, corrupção passiva, concussão, falsidade ideológica e lavagem de ativos envolvendo policiais, em sua maioria vinculados à Polícia Rodoviária Estadual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesta etapa, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em oito municípios do Paraná: Guarapuava, Ponta Grossa, Telêmaco Borba, Pitanga, Bituruna, Castro, Palmeira e Wenceslau Braz.</p>
<p class="isSelectedEnd">As ordens judiciais foram expedidas pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual e tiveram como alvo endereços relacionados a 15 policiais militares e quatro civis investigados.</p>
<h3>Policiais foram afastados das atividades operacionais</h3>
<p class="isSelectedEnd">A Justiça determinou o afastamento cautelar dos 15 policiais militares investigados nesta fase das atividades operacionais e ostensivas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a medida, os agentes passam a exercer exclusivamente funções administrativas. Também foi determinado o recolhimento de armamentos funcionais e particulares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o cumprimento dos mandados, uma pessoa foi presa por posse irregular de arma de fogo. O armamento foi apreendido.</p>
<p class="isSelectedEnd">As equipes também recolheram aparelhos eletrônicos com indícios de descaminho, celulares que serão submetidos a análise e documentos.</p>
<h3>Investigação aponta possível esquema em postos rodoviários</h3>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com as apurações, a terceira fase da operação foi desencadeada após a análise de materiais eletrônicos e documentos apreendidos nas etapas anteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O material teria permitido identificar indícios de reiteração das condutas investigadas e possíveis novos envolvidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">As investigações apontam para a existência de um suposto esquema de corrupção em postos da Polícia Rodoviária Estadual, incluindo a unidade de Telêmaco Borba.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Gaeco, a atividade de fiscalização de trânsito teria sido utilizada para obtenção de vantagens indevidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as irregularidades investigadas estão acordos financeiros fixos e o fornecimento contínuo de combustíveis por empresas transportadoras em troca da suposta isenção de fiscalizações de caminhões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também são investigadas possíveis fraudes na classificação de avarias veiculares registradas em Boletins de Acidente de Trânsito Eletrônico Unificado (Bateu) e o suposto direcionamento de serviços de guincho mediante pagamento.</p>
<h3>Investigação também apura possível lavagem de dinheiro</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Gaeco também identificou possíveis mecanismos utilizados para dissimulação e lavagem dos recursos supostamente ilícitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as investigações, valores que teriam sido arrecadados nas rodovias eram movimentados por meio de transferências eletrônicas envolvendo contas bancárias de terceiros, incluindo familiares de agentes públicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Empresas dos setores de transporte e guincho também teriam sido utilizadas como intermediárias nas movimentações financeiras, conforme as apurações.</p>
<h3>Três fases já alcançaram 30 policiais</h3>
<p class="isSelectedEnd">Considerando as três fases da Operação Rota 466, as investigações já alcançaram 30 policiais militares, a maioria vinculada à Polícia Rodoviária Estadual.</p>
<p class="isSelectedEnd">A apuração possui ainda três investigados em comum com a Operação Via Pix, conduzida pelo Gaeco de Ponta Grossa. As duas operações, entretanto, são realizadas de forma independente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Consideradas conjuntamente, as investigações já alcançaram 50 policiais militares, dos quais 42 foram afastados das funções operacionais.</p>
<h3>Gaeco e Polícia Militar realizam coletiva</h3>
<p class="isSelectedEnd">Representantes do Gaeco e da Polícia Militar concederão uma entrevista coletiva nesta quinta-feira (8), às 10h30, na sede do Ministério Público do Paraná em Ponta Grossa.</p>
<p>O endereço é Rua Ermelino de Leão, 2533, bairro Olarias</p>
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		<title></title>
		<link>https://mznoticia.com.br/jaguariaiva/9880-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 12:28:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ANPC]]></category>
		<category><![CDATA[Celepar]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[funcionário fantasma]]></category>
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		<category><![CDATA[Lauro Rodrigues da Costa Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Rangel]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público]]></category>
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		<category><![CDATA[Ponta Grossa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lauro Rodrigues da Costa Neto reconheceu, em acordo com o Ministério Público, que recebeu remuneração sem comprovação efetiva da prestação de serviços; valor será devolvido em 36 parcelas Investigação apontou recebimento de cerca de R$ 17 mil mensais Lauro Rodrigues da Costa Neto, ex-funcionário da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Lauro Rodrigues da Costa Neto reconheceu, em acordo com o Ministério Público, que recebeu remuneração sem comprovação efetiva da prestação de serviços; valor será devolvido em 36 parcelas</h2>
<h3>Investigação apontou recebimento de cerca de R$ 17 mil mensais</h3>
<p class="isSelectedEnd">Lauro Rodrigues da Costa Neto, ex-funcionário da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), firmou um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC) com o Ministério Público do Paraná (MPPR), no qual reconheceu ter atuado como funcionário “fantasma” entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a investigação do Ministério Público, Lauro ocupava um cargo comissionado na Celepar, com atribuições relacionadas à articulação institucional junto aos municípios do Paraná. A remuneração era de aproximadamente R$ 17 mil por mês.</p>
<p class="isSelectedEnd">As apurações apontaram que ele não desempenhava efetivamente as funções para as quais havia sido contratado e não apresentou relatórios ou outros elementos que comprovassem a realização do trabalho. O vínculo funcional foi posteriormente encerrado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A conduta foi enquadrada pelo Ministério Público como ato de improbidade administrativa com enriquecimento ilícito, com violação aos princípios da legalidade, moralidade, eficiência e lealdade às instituições.</p>
<h3>Acordo prevê devolução de R$ 286 mil</h3>
<p class="isSelectedEnd">O interesse de Lauro no acordo com o Ministério Público foi manifestado em junho de 2026. O ANPC foi firmado em 28 de setembro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pelos termos estabelecidos, o ex-funcionário deverá reparar integralmente o dano apontado na investigação, com a devolução de R$ 286.112,11.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além disso, foi estabelecida uma multa de R$ 26.010,19, correspondente a 10% do acréscimo patrimonial considerado indevido.</p>
<p class="isSelectedEnd">O valor total deverá ser pago em 36 parcelas mensais, com os depósitos destinados diretamente à conta-corrente da Celepar.</p>
<h3>Penalidades em caso de descumprimento</h3>
<p class="isSelectedEnd">O acordo também estabelece consequências caso as obrigações não sejam cumpridas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as medidas previstas estão multa diária de R$ 100, vencimento antecipado da dívida, execução judicial imediata e impedimento para a realização de novos acordos pelo período de cinco anos.</p>
<h3>Relação com a família Rangel</h3>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a investigação do Ministério Público, Lauro Rodrigues da Costa Neto exerceu atividades tanto em Curitiba quanto no escritório regional da Celepar em Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ex-funcionário mantém histórico profissional ligado à família do deputado estadual e ex-prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre março de 2011 e julho de 2012, Lauro atuou como assessor parlamentar de Sandro Alex, irmão de Marcelo Rangel, na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2013, foi nomeado Controlador Geral do Município de Ponta Grossa durante a gestão de Marcelo Rangel na Prefeitura.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já em 2023, quando Rangel assumiu a Secretaria de Inovação, Modernização e Transformação Digital, no governo estadual, Lauro Rodrigues da Costa Neto ocupava a diretoria de operações da pasta.</p>
<h3>Exoneração ocorreu após investigação do Gaeco</h3>
<p class="isSelectedEnd">Em 2024, Lauro foi exonerado por Marcelo Rangel após vir a público uma investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), relacionada à Operação Pactum.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação apurava a existência de uma organização criminosa que, segundo as autoridades, seria formada por agentes políticos, servidores públicos e empresários. O grupo era investigado por suspeitas relacionadas a fraude em licitações, tráfico de influência, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Lauro estava entre os investigados. Na ocasião, o Gaeco chegou a solicitar à Justiça um mandado de busca e apreensão na residência dele, mas o pedido foi indeferido pela Justiça de Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">As informações apresentadas apontam ainda que a investigação permanece em andamento e que a Justiça autorizou a quebra dos sigilos fiscal e bancário do ex-assessor da Celepar.</p>
<h3>Ex-assessor deixou a Celepar em janeiro de 2025</h3>
<p class="isSelectedEnd">Lauro Rodrigues da Costa Neto assumiu um cargo na Celepar no início de 2024, em uma nomeação que, segundo as informações da investigação, teria ocorrido por indicação de Marcelo Rangel.</p>
<p class="isSelectedEnd">A exoneração ocorreu em 31 de janeiro de 2025, por meio da Portaria nº 022/2025, assinada pelo diretor-presidente da Celepar, André Gustavo Souza Garbosa.</p>
<p>Conforme o caso apresentado pelo Ministério Público, a empresa passou a ser oficiada para fornecer informações sobre as atividades desempenhadas por Lauro. A partir das apurações, ele reconheceu os fatos e optou pela celebração do Acordo de Não Persecução Civil.</p>
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		<title>Quase R$ 200 mil em dinheiro são apreendidos em carro durante investigação do Gaeco em Londrina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 17:06:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[apreensão de dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Imagens e análise de dados ficam indisponíveis até seu uso ser redefinido à(s) 17:48. Continue conversando só por texto ou faça upgrade para ter mais acesso. Fazer upgrade para o Plus]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
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		<category><![CDATA[Londrina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Black Bag apura possível lavagem de dinheiro ligada a organização criminosa suspeita de tráfico interestadual de drogas O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu, nesta terça-feira (29), um mandado de busca e apreensão em Londrina, no Norte do Paraná. A ação faz parte da Operação Black Bag, que investiga [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Operação Black Bag apura possível lavagem de dinheiro ligada a organização criminosa suspeita de tráfico interestadual de drogas</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu, nesta terça-feira (29), um mandado de busca e apreensão em Londrina, no Norte do Paraná. A ação faz parte da Operação Black Bag, que investiga um possível esquema de lavagem de dinheiro relacionado a uma organização criminosa suspeita de envolvimento com o tráfico interestadual de drogas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação teve início após uma abordagem realizada pela Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM), em junho deste ano, quando policiais encontraram R$ 199.850 em dinheiro vivo dentro de uma sacola, no interior de um veículo.</p>
<h3>Investigação começou após apreensão de quase R$ 200 mil</h3>
<p class="isSelectedEnd">O caso aconteceu em 19 de junho de 2026, quando uma equipe da ROTAM abordou um veículo em Londrina. Durante a fiscalização, os policiais localizaram o dinheiro em espécie.</p>
<p class="isSelectedEnd">O motorista não apresentou uma explicação para a origem dos valores. Diante disso, os policiais apreenderam o dinheiro, o veículo e o celular do condutor.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir da ocorrência, o Gaeco passou a investigar possíveis conexões entre o homem e integrantes de uma organização criminosa de atuação nacional. Segundo as investigações, o grupo teria ligação com o tráfico de drogas, principalmente maconha, além de crimes violentos.</p>
<h3>Suspeita de uso de “laranja” para ocultar veículo</h3>
<p class="isSelectedEnd">Durante as diligências, os investigadores identificaram uma caminhonete registrada em nome do motorista abordado. De acordo com o Gaeco, um dos suspeitos já utilizava o veículo.</p>
<p class="isSelectedEnd">No interior do carro, também foi localizado um documento que indicaria que o veículo pertenceria, na realidade, a outro integrante da organização, que possui registros criminais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A caminhonete está avaliada em R$ 103 mil. Mesmo assim, o alvo da busca realizada nesta terça-feira declarou à Justiça que havia comprado o automóvel e chegou a solicitar a restituição do bem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores, porém, identificaram indícios de que o homem pode ter atuado como “laranja” da organização criminosa para ocultar a propriedade do veículo. Entre os elementos considerados está a ausência de renda ou de atividade lícita compatível com a aquisição do automóvel à vista e em dinheiro.</p>
<h3>Celular será analisado pelos investigadores</h3>
<p class="isSelectedEnd">O delegado de Polícia Ricardo Jorge Rocha Pereira Filho explicou que o aparelho celular apreendido durante a operação será analisado para verificar informações relacionadas à aquisição do veículo e às possíveis conexões do investigado com a organização criminosa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação busca esclarecer se o homem efetivamente comprou a caminhonete ou se atuou como intermediário para ocultar o patrimônio de outro integrante do grupo.</p>
<h3>Operação busca novas provas</h3>
<p class="isSelectedEnd">O mandado de busca e apreensão domiciliar e pessoal foi expedido pelo Juízo das Garantias da 5ª Vara Criminal de Londrina.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a operação, os investigadores procuram dinheiro em espécie, drogas, computadores, celulares, anotações e documentos que possam ajudar a esclarecer a origem dos valores apreendidos e a eventual participação de outras pessoas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ação foi realizada pelo Gaeco em conjunto com o Ministério Público do Paraná (MPPR), a Agência de Inteligência do 30º Batalhão da Polícia Militar e a 10ª Subdivisão Policial de Londrina.</p>
<p>A investigação continua com a perícia e a análise do celular apreendido. Os envolvidos são investigados por possíveis crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de drogas.</p>
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		<title>Ex-executivo do Banco Genial e empresário ligado ao Master são alvos da 3ª fase da Operação Carbono Oculto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 14:33:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Operação cumpre 27 mandados em sete estados e investiga suposta lavagem de dinheiro na aquisição de distribuidora de combustíveis O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público de São Paulo, em parceria com a Receita Federal e outros órgãos, deflagrou nesta quinta-feira (24) a terceira fase da Operação Carbono [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Operação cumpre 27 mandados em sete estados e investiga suposta lavagem de dinheiro na aquisição de distribuidora de combustíveis</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público de São Paulo, em parceria com a Receita Federal e outros órgãos, deflagrou nesta quinta-feira (24) a terceira fase da Operação Carbono Oculto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação, denominada Crédito Oculto, cumpre 27 mandados de busca e apreensão em sete estados e investiga indícios de lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial relacionados à aquisição da distribuidora de combustíveis Terrana.</p>
<h2>Ex-executivo do Banco Genial está entre os alvos</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre os alvos estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, ex-executivo do Banco Genial, e seus irmãos André e Bruno Tupinambá.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também é alvo Antonio Carlos Freixo Junior, dono da Entre Investimentos e delator no caso envolvendo o Banco Master.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Banco Genial informou que Humberto Tupinambá não integra mais a diretoria nem é sócio da instituição desde maio de 2026, quando foi destituído.</p>
<h2>Buscas acontecem em sete estados</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os mandados foram autorizados pela 2ª Vara Criminal de Catanduva e são cumpridos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Santa Catarina e Espírito Santo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Participam da ação a Receita Federal, o GAECO, a Secretaria da Fazenda de São Paulo, a Procuradoria-Geral do Estado, além das polícias Civil e Militar e unidades do GAECO de outros estados.</p>
<h2>Investigação envolve compra da Terrana</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as investigações, uma estrutura financeira e societária teria sido utilizada para ocultar os verdadeiros controladores de empresas e posteriormente viabilizar a aquisição da distribuidora Terrana.</p>
<p class="isSelectedEnd">A apuração aponta a utilização de fundos de investimento, empresas de fachada e operações financeiras consideradas suspeitas para movimentar recursos e dificultar a identificação da origem e dos destinatários dos valores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as estruturas investigadas estão os fundos Radford, Derby 44 e Los Angeles 01, além das empresas Berna Holdings e Branson Holdings.</p>
<h2>Mais de R$ 120 milhões teriam circulado</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o Ministério Público, mais de R$ 120 milhões teriam circulado por diferentes empresas e contas utilizadas como estruturas de passagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as empresas citadas na investigação estão Aster Petróleo, SM Serviços Empresariais, Duvale Distribuidora e Usina Itajobi.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores analisam relatórios do Coaf, documentos bancários, informações fornecidas pelo Banco Genial, movimentações financeiras e mensagens extraídas de aparelhos celulares apreendidos em fases anteriores da operação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação também aponta a possível utilização de pessoas interpostas, conhecidas como “laranjas”, para ocultar os verdadeiros controladores de ativos e empresas.</p>
<h2>Investigação aponta dois supostos líderes</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o GAECO, a estrutura investigada teria sido comandada por Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como “Beto Louco”, e Mohamad Hussein Mourad, chamado de “Primo”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dois são apontados pelos investigadores como chefes da organização criminosa, mas não estão entre os alvos dos mandados de busca e apreensão desta terceira fase.</p>
<h2>Banco Genial afirma ter colaborado com as autoridades</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em nota, o Banco Genial afirmou que forneceu ao GAECO informações relacionadas às operações envolvendo o Fundo Radford e as empresas Berna e Branson Holdings.</p>
<p class="isSelectedEnd">A instituição declarou ainda que realizou as comunicações cabíveis ao Coaf e que adotou medidas adicionais de governança e controle após tomar conhecimento dos fatos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o banco, Humberto Tupinambá foi afastado dos processos decisórios relacionados às operações e posteriormente destituído. A instituição também informou que renunciou à administração do Fundo Radford após a deflagração da Operação Carbono Oculto e manteve colaboração com as autoridades.</p>
<p>As investigações continuam para esclarecer a origem dos recursos, a estrutura societária utilizada e a eventual responsabilidade dos envolvidos.</p>
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		<title>Denúncia sobre suposta “rachadinha” envolvendo vereador de Ponta Grossa será encaminhada ao MP e à Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 18:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Munícipe afirma ter recebido documentos que apontariam para supostos repasses mensais envolvendo servidores comissionados ligados ao gabinete de um vereador Uma denúncia envolvendo um vereador de Ponta Grossa, que também é candidato a deputado estadual, estreitamente ligado a prefeita, deverá ser encaminhada nos próximos dias ao Ministério Público do Paraná (MPPR) e à Câmara Municipal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Munícipe afirma ter recebido documentos que apontariam para supostos repasses mensais envolvendo servidores comissionados ligados ao gabinete de um vereador</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma denúncia envolvendo um vereador de Ponta Grossa, que também é candidato a deputado estadual, estreitamente ligado a prefeita, deverá ser encaminhada nos próximos dias ao Ministério Público do Paraná (MPPR) e à Câmara Municipal de Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o munícipe que pretende apresentar a documentação, os materiais recebidos apontariam para um suposto esquema de repasses mensais envolvendo servidores comissionados ligados ao gabinete do parlamentar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Até o momento, não há informação de que os fatos tenham sido formalmente investigados pelas autoridades.</p>
<h2>Documentos apontariam para supostos repasses</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o denunciante, os documentos obtidos indicariam que servidores comissionados teriam sido incluídos em um grupo de comunicação utilizado para orientar depósitos periódicos de valores na conta de outra assessora, apontada como pessoa de confiança do vereador.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda segundo o relato, o grupo reuniria integrantes da equipe de comissionados do parlamentar e teria sido posteriormente removido após o período eleitoral.</p>
<p class="isSelectedEnd">O denunciante afirma possuir registros relacionados aos servidores comissionados vinculados ao vereador, além de outros documentos que, segundo ele, poderiam ajudar a esclarecer a origem, a frequência e a finalidade dos supostos repasses.</p>
<p class="isSelectedEnd">As informações deverão ser entregues formalmente para que sejam analisadas pelas autoridades competentes.</p>
<h2>Denúncia será encaminhada ao Ministério Público</h2>
<p class="isSelectedEnd">A documentação deverá ser protocolada junto ao Ministério Público do Paraná, com pedido de encaminhamento para conhecimento do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).</p>
<p class="isSelectedEnd">O MPPR informa que o GAECO recebe representações e expedientes de pessoas ou entidades e atua em investigações relacionadas ao crime organizado e outras situações dentro de suas atribuições.</p>
<p class="isSelectedEnd">A própria regulamentação do Ministério Público prevê que representações podem apresentar a descrição dos fatos, indicação do possível autor, informações para esclarecimento e documentos relacionados aos fatos.</p>
<h2>Câmara Municipal também deverá receber documentação</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além do Ministério Público, o denunciante pretende apresentar os documentos à Câmara Municipal de Ponta Grossa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A expectativa é que o material seja encaminhado aos órgãos competentes para análise e eventual adoção das providências previstas nas normas da Casa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Câmara possui uma Corregedoria, que já recebeu representações relacionadas a possíveis quebras de decoro parlamentar. Em processo anterior, por exemplo, uma representação protocolada na Corregedoria foi analisada com base na Resolução nº 335/2008.</p>
<h2>Denunciante pede apuração</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em declaração apresentada sobre o caso, o denunciante afirma que decidiu encaminhar os documentos para que os órgãos competentes possam verificar a existência de irregularidades.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">“Estou apresentando documentos para que as autoridades competentes investiguem a prática irregular envolvendo dinheiro público e servidores comissionados. Isso precisa ser esclarecido e, se houver responsabilidade, que seja apurada dentro da lei”, afirma.</p>
</blockquote>
<h2>Apuração dependerá das autoridades</h2>
<p class="isSelectedEnd">A documentação deverá ser apresentada oficialmente nos próximos dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir do eventual protocolo, caberá aos órgãos competentes analisar os documentos, verificar a consistência das informações, ouvir os envolvidos e decidir sobre a necessidade de abertura de procedimentos de apuração. Em breve mais informações</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Homem apontado como responsável pelas redes sociais do Comando Vermelho é preso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[CV]]></category>
		<category><![CDATA[facção criminosa]]></category>
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		<category><![CDATA[Juscimeira]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[polícia militar]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Suspeito foi localizado em Juscimeira (MT) e, segundo as investigações, atuaria na edição e divulgação de conteúdos relacionados a integrantes da facção Um homem apontado pela polícia como responsável pelas redes sociais do Comando Vermelho (CV) em Mato Grosso do Sul foi preso na manhã desta quinta-feira (3), em Juscimeira, no interior de Mato Grosso. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Suspeito foi localizado em Juscimeira (MT) e, segundo as investigações, atuaria na edição e divulgação de conteúdos relacionados a integrantes da facção</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um homem apontado pela polícia como responsável pelas redes sociais do Comando Vermelho (CV) em Mato Grosso do Sul foi preso na manhã desta quinta-feira (3), em Juscimeira, no interior de Mato Grosso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A prisão ocorreu durante uma operação de combate à atuação de organizações criminosas, realizada de forma conjunta pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Mato Grosso do Sul e equipes do 28º Batalhão da Polícia Militar de Jaciara.</p>
<h2>Suspeito teria produzido conteúdos para a facção</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as investigações, o homem seria responsável por editar e publicar vídeos e fotografias relacionados a integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) que teriam sido marcados para morrer pelo grupo criminoso rival.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a apuração policial, os conteúdos seriam utilizados para divulgar ações criminosas e demonstrar a atuação e a expansão territorial do Comando Vermelho em Mato Grosso do Sul.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ordem de prisão foi expedida pela Vara de Garantias de Três Lagoas (MS), com base no artigo 2º da Lei nº 12.850/2013, que trata dos crimes relacionados a organizações criminosas.</p>
<h2>Caso envolvendo crianças também é investigado</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre os episódios analisados pelas autoridades está o caso de um homem identificado como Márcio, que teria tido sua morte determinada por integrantes da facção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a execução, a filha dele, de 3 anos, também foi morta. Outra filha, de 12 anos, foi atingida por disparos de arma de fogo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Conforme as investigações, imagens e outros conteúdos relacionados a crimes desse tipo fariam parte de uma estratégia de comunicação utilizada pelo grupo para expor execuções e demonstrar poder e força da organização criminosa.</p>
<h2>Investigação continua</h2>
<p class="isSelectedEnd">Após ser localizado e preso em Juscimeira, o suspeito foi encaminhado para uma unidade da Polícia Civil, onde permaneceu à disposição da Justiça.</p>
<p>As investigações devem continuar com o objetivo de identificar outros possíveis integrantes envolvidos na estrutura da organização criminosa e esclarecer a participação de cada suspeito na produção, edição e divulgação dos conteúdos.</p>
<p>The post <a href="https://mznoticia.com.br/jaguariaiva/homem-apontado-como-responsavel-pelas-redes-sociais-do-comando-vermelho-e-preso/">Homem apontado como responsável pelas redes sociais do Comando Vermelho é preso</a> appeared first on <a href="https://mznoticia.com.br/jaguariaiva">Mz Notícias</a>.</p>
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		<title>Gaeco realiza operação contra suspeita de fraude em licitações e produtos médicos no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mandados foram cumpridos em Londrina e na Bahia nesta quinta-feira (27); investigação apura possível uso de documentos falsos e comercialização irregular de equipamentos médicos. Operação Nascituro O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, cumpriu três mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (27), em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="95" data-end="277">Mandados foram cumpridos em Londrina e na Bahia nesta quinta-feira (27); investigação apura possível uso de documentos falsos e comercialização irregular de equipamentos médicos.</p>
<h2 data-section-id="1lpursd" data-start="279" data-end="300">Operação Nascituro</h2>
<p data-start="302" data-end="550">O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, cumpriu três mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (27), em Londrina, no norte do Paraná, e Lauro de Freitas, na Bahia.</p>
<p data-start="552" data-end="800">A ação faz parte da Operação Nascituro, que investiga suspeitas de fraudes sanitárias e em licitações públicas. Os mandados foram autorizados pela Justiça e cumpridos em dois apartamentos em Londrina e em um endereço comercial na cidade baiana.</p>
<h2 data-section-id="1m0tkl5" data-start="802" data-end="840">Investigação começou após denúncias</h2>
<p data-start="842" data-end="1051">Segundo as investigações, o caso teve início a partir de denúncias encaminhadas pela Autarquia Municipal de Saúde de Londrina e de informações fornecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p data-start="1053" data-end="1263">O principal investigado é um empresário que teria utilizado uma empresa registrada em um endereço residencial de Londrina para participar de pregões eletrônicos de órgãos públicos em diferentes regiões do país.</p>
<p data-start="1265" data-end="1431">As apurações apontam que ele teria apresentado Autorizações de Funcionamento de Empresa e Licença Sanitária falsificadas para dar aparência regular às atividades.</p>
<h2 data-section-id="ww7pvs" data-start="1433" data-end="1466">Dispositivo médico falsificado</h2>
<p data-start="1468" data-end="1614">Entre os casos investigados está uma licitação envolvendo dispositivos médicos de alta complexidade, incluindo um extrator obstétrico a vácuo.</p>
<p data-start="1616" data-end="1879">De acordo com o Gaeco, números de registros da Anvisa pertencentes a uma empresa regular teriam sido utilizados indevidamente. As propostas também apresentavam imagens de produtos com características diferentes dos equipamentos originais autorizados pela agência.</p>
<p data-start="1881" data-end="2068">A investigação apura possíveis crimes relacionados à comercialização irregular de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais, falsidade ideológica e uso de documento falso.</p>
<h2 data-section-id="tia503" data-start="2070" data-end="2113">Equipamentos eletrônicos são apreendidos</h2>
<p data-start="2115" data-end="2282">Durante a operação, os investigadores buscaram documentos, anotações, celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos relacionados ao empresário e à empresa.</p>
<p data-start="2284" data-end="2360">Também são procurados possíveis produtos mantidos irregularmente em estoque.</p>
<p data-start="2362" data-end="2518">O material apreendido será analisado e periciado pelo Gaeco. A investigação ainda busca identificar se outras pessoas teriam participado do suposto esquema.</p>
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		<title>Policiais militares são denunciados por roubo a caminhoneiro na BR-376</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[BR-376]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhoneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
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		<category><![CDATA[polícia militar]]></category>
		<category><![CDATA[roubo]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro agentes são suspeitos de abordar motorista durante o serviço, levá-lo para local isolado sob ameaça e roubar celulares Quatro policiais militares foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) sob suspeita de praticarem roubo qualificado contra um caminhoneiro durante o horário de serviço. O caso aconteceu em setembro de 2025 e a ação penal, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quatro agentes são suspeitos de abordar motorista durante o serviço, levá-lo para local isolado sob ameaça e roubar celulares</h2>
<p class="isSelectedEnd">Quatro policiais militares foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) sob suspeita de praticarem roubo qualificado contra um caminhoneiro durante o horário de serviço. O caso aconteceu em setembro de 2025 e a ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a denúncia, os policiais integravam uma equipe que estava em uma viatura quando abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-376.</p>
<h2>Caminhoneiro teria sido levado para local isolado</h2>
<p class="isSelectedEnd">Conforme o Ministério Público, os policiais teriam abordado a vítima com armas de fogo em punho e, sob ameaça, obrigado o caminhoneiro a conduzir o veículo de carga até um local isolado.</p>
<p class="isSelectedEnd">No local, os agentes são suspeitos de terem levado aparelhos celulares para proveito próprio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda segundo a denúncia, não teria sido realizado qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.</p>
<h2>Justiça mantém medidas cautelares</h2>
<p class="isSelectedEnd">Após o recebimento da ação penal, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido determinadas em fevereiro de 2026 contra os quatro investigados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as restrições impostas estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>afastamento das atividades operacionais;</li>
<li>proibição do uso de fardamento;</li>
<li>proibição do uso de armamento da corporação ou particular;</li>
<li>suspensão do acesso aos sistemas de investigação policial;</li>
<li>proibição de deixar a comarca sem autorização judicial;</li>
<li>obrigação de comparecer aos atos processuais.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">Os policiais respondem à ação penal sob suspeita de roubo qualificado.</p>
<h2>MP pede indenização de R$ 50 mil</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além da responsabilização na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja estabelecido um valor mínimo de R$ 50 mil para indenização por danos morais em favor da vítima.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) também solicitou o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida tem o objetivo de permitir a apuração administrativa dos fatos e de eventuais outros crimes identificados durante o processo.</p>
<h2>Mandados foram cumpridos em Curitiba e Joinville</h2>
<p class="isSelectedEnd">O caso teve novos desdobramentos em 26 de fevereiro de 2026, quando os quatro policiais foram alvo de mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville, em Santa Catarina.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ação também fez parte da Operação Rapina, deflagrada pelo núcleo de Curitiba do Gaeco, com apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar do Paraná e do Gaeco de Santa Catarina.</p>
<p class="isSelectedEnd">As ordens foram autorizadas pela Vara de Auditoria da Justiça Militar do Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos celulares, documentos, valores e outros materiais.</p>
<p>O processo segue na Justiça Militar para apuração dos fatos e da eventual responsabilidade dos policiais.</p>
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