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	<title>meio ambiente Archives - Mz Notícias</title>
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	<title>meio ambiente Archives - Mz Notícias</title>
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		<title>Paraná: estudo usa saúde de peixes para mapear poluição em rios do Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:50:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa aponta sinais de pressão ambiental em mananciais e alerta para possíveis impactos na biodiversidade, no abastecimento de água, na irrigação e na piscicultura. Uma pesquisa desenvolvida no Paraná está utilizando a saúde dos peixes como indicador para identificar a presença de poluição em rios do Estado. Os resultados apontam sinais mensuráveis de pressão ambiental [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pesquisa aponta sinais de pressão ambiental em mananciais e alerta para possíveis impactos na biodiversidade, no abastecimento de água, na irrigação e na piscicultura.</strong></p>
<p>Uma pesquisa desenvolvida no Paraná está utilizando a <strong>saúde dos peixes como indicador para identificar a presença de poluição em rios do Estado</strong>. Os resultados apontam sinais mensuráveis de pressão ambiental nos mananciais analisados.</p>
<p>A contaminação identificada pode provocar consequências que vão além das espécies aquáticas, já que os rios estão diretamente relacionados a atividades essenciais para a população e para a economia regional.</p>
<h2>Contaminação ameaça equilíbrio dos rios</h2>
<p>Segundo o estudo, a presença de contaminantes representa uma ameaça à biodiversidade e pode provocar desequilíbrios no ecossistema.</p>
<p>Caso a pressão ambiental permaneça ao longo do tempo, existe o risco de comprometimento da integridade ecológica dos rios.</p>
<p>Os possíveis impactos também atingem atividades dependentes da qualidade da água, entre elas o <strong>abastecimento da população, a irrigação e a piscicultura</strong>.</p>
<h2>Peixes ajudam a revelar condições ambientais</h2>
<p>A metodologia adotada utiliza informações relacionadas à saúde dos peixes para avaliar os efeitos da poluição nos ambientes aquáticos.</p>
<p>A análise permite identificar sinais biológicos associados às condições dos mananciais, contribuindo para o acompanhamento dos impactos ambientais existentes nos rios estudados.</p>
<h2>Pesquisa recebeu apoio</h2>
<p>O trabalho contou com fomento da <strong>Fundação Araucária</strong> para o desenvolvimento da metodologia.</p>
<p>A pesquisa também recebeu bolsas do <strong>Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)</strong> e da <strong>Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)</strong>.</p>
<p>Os resultados reforçam a importância do monitoramento dos mananciais para identificar alterações ambientais e acompanhar possíveis riscos aos ecossistemas aquáticos.</p>
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		<title>Lago de Olarias terá limpeza pesada com investimento previsto de até R$ 3 milhões em PG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:21:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Contrato prevê uso de escavadeiras, caminhões e equipes especializadas; valor será pago conforme os serviços efetivamente executados e fiscalizados. O Lago de Olarias, em Ponta Grossa, deverá receber uma intervenção de limpeza pesada com previsão financeira de até R$ 3.055.301. As condições para execução dos trabalhos foram publicadas no Diário Oficial do Município desta segunda-feira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Contrato prevê uso de escavadeiras, caminhões e equipes especializadas; valor será pago conforme os serviços efetivamente executados e fiscalizados.</strong></p>
<p>O <strong>Lago de Olarias, em Ponta Grossa</strong>, deverá receber uma intervenção de limpeza pesada com previsão financeira de até <strong>R$ 3.055.301</strong>. As condições para execução dos trabalhos foram publicadas no Diário Oficial do Município desta segunda-feira (21).</p>
<p>O serviço prevê uma operação de <strong>limpeza de fundo de vale</strong>, com utilização de máquinas pesadas, caminhões e equipes de trabalho.</p>
<p>O valor consta no 126º aditivo ao Contrato de Prestação de Serviços nº 189/2008, firmado entre o Município e a Ponta Grossa Ambiental Concessionária de Serviço Público S/A.</p>
<h2>Limpeza terá máquinas e equipes especializadas</h2>
<p>Entre os equipamentos previstos para os trabalhos estão caminhões basculantes, escavadeiras hidráulicas de diferentes capacidades, pá carregadeira, retroescavadeira, caminhão Munck e motobomba.</p>
<p>Também está prevista uma escavadeira hidráulica de 22 toneladas equipada com braço de 15 metros. Para esse equipamento, foi estabelecido valor variável de <strong>R$ 169,44 por hora</strong>, com limite mensal de R$ 137.652,15.</p>
<p>Já a equipe padrão destinada à limpeza do lago tem previsão máxima de <strong>R$ 143.624,08 por mês</strong>.</p>
<h2>R$ 3 milhões representam valor previsto</h2>
<p>Apesar de o contrato estabelecer um montante de R$ 3.055.301, isso não significa que todo o dinheiro será necessariamente gasto.</p>
<p>Os pagamentos deverão ocorrer por meio de medições mensais e serão calculados de acordo com os serviços efetivamente realizados e aprovados pela fiscalização municipal.</p>
<p>Para receber, a empresa deverá apresentar documentação como relatórios mensais, diários de obra, registros fotográficos, relação dos equipamentos utilizados e informações sobre os dias trabalhados.</p>
<p>Caso parte do montante previsto não seja utilizada, o saldo deverá retornar ao <strong>Fundo Municipal de Meio Ambiente</strong>.</p>
<h2>Prefeitura ficará responsável por acompanhamento</h2>
<p>A intervenção terá participação da <strong>Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA)</strong> e da <strong>Secretaria Municipal de Infraestrutura (SMI)</strong>, além da concessionária nas atividades previstas no aditivo.</p>
<p>O Município também ficará responsável pela licença ambiental necessária para a intervenção. As responsabilidades técnicas deverão ser individualizadas de acordo com as atribuições de cada executor.</p>
<p>O contrato determina ainda que sejam utilizados somente os equipamentos e serviços considerados necessários para a execução da limpeza.</p>
<h2>Contrato vai até dezembro</h2>
<p>A vigência estabelecida no aditivo compreende o período entre <strong>9 de março e 31 de dezembro de 2026</strong>, com convalidação da data inicial.</p>
<p>O documento publicado não detalha quanto do valor já foi efetivamente gasto, quais etapas da limpeza já foram concluídas nem apresenta o cronograma das atividades que ainda precisam ser realizadas.</p>
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		<title>Arara-azul volta à lista nacional de espécies ameaçadas de extinção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:30:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nova lista reúne 789 espécies ameaçadas e nove extintas; arara-azul-grande foi reclassificada como Vulnerável A arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus) voltou a integrar a Lista Nacional de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção. A inclusão foi feita pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em uma atualização publicada no Diário Oficial da União em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Nova lista reúne 789 espécies ameaçadas e nove extintas; arara-azul-grande foi reclassificada como Vulnerável</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A arara-azul-grande (<em>Anodorhynchus hyacinthinus</em>) voltou a integrar a Lista Nacional de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção. A inclusão foi feita pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em uma atualização publicada no Diário Oficial da União em junho.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova relação reúne <strong>789 espécies ameaçadas e nove consideradas extintas</strong>, entre mamíferos, aves, répteis, anfíbios e invertebrados terrestres. A lista substitui a versão anterior, de 2022, e considera avaliações realizadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>
<h2>Arara-azul retorna após 12 anos</h2>
<p class="isSelectedEnd">As araras-azuis voltaram à lista nacional após 12 anos. A espécie havia sido incluída pela primeira vez na década de 1980.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo informações do Instituto Arara-Azul, mais de <strong>10 mil aves foram retiradas da natureza</strong> ao longo dos anos em razão do tráfico e da caça.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2014, após ações de preservação e repovoamento, a arara-azul-grande deixou a lista oficial. Agora, a espécie retorna à relação e foi classificada como <strong>Vulnerável (VU)</strong>.</p>
<h2>Quase 180 espécies foram incluídas</h2>
<p class="isSelectedEnd">A atualização acrescentou aproximadamente <strong>180 espécies ou subespécies</strong> à lista de ameaçadas. Segundo o MMA, são animais que apresentaram agravamento em seu estado de conservação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os destaques estão, além da arara-azul-grande, o <strong>bugio-preto (</strong><em><strong>Alouatta caraya</strong></em><strong>)</strong> e o <strong>tamanduaí (</strong><em><strong>Cyclopes rufus</strong></em><strong>)</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das novas inclusões, cerca de <strong>150 espécies deixaram de ser consideradas ameaçadas</strong>. O resultado está relacionado a fatores como avanço do conhecimento científico, revisões taxonômicas e melhora no estado de conservação de determinadas populações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também houve espécies reclassificadas para categorias que não representam ameaça de extinção, como Menos Preocupante, Quase Ameaçada ou Dados Insuficientes.</p>
<h2>Categorias de risco</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre as espécies ameaçadas, <strong>168 estão na categoria Criticamente em Perigo (CR)</strong>. Desse total, 25 são consideradas Possivelmente Extintas (CR-PE).</p>
<p class="isSelectedEnd">Outras <strong>285 espécies estão Em Perigo (EN)</strong>, enquanto <strong>336 são classificadas como Vulneráveis (VU)</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mutum-do-nordeste (<em>Pauxi mitu</em>) permanece como a única espécie classificada como <strong>Extinta na Natureza (EW)</strong>, com exemplares existentes somente em cativeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os invertebrados terrestres representam o maior grupo entre os ameaçados, com <strong>264 espécies ou subespécies</strong>. Em seguida aparecem as aves, com 242 registros; répteis, com 123; mamíferos, com 102; e anfíbios, com 59.</p>
<h2>Nove espécies são consideradas extintas</h2>
<p class="isSelectedEnd">A lista também mantém <strong>nove espécies oficialmente extintas</strong>, sendo duas de anfíbios, seis de aves e uma de mamífero.</p>
<p class="isSelectedEnd">O número permanece igual ao registrado na lista nacional de 2022.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as espécies classificadas como Extinta (EX) está a <strong>perereca-gladiadora-de-sino (</strong><em><strong>Boana cymbalum</strong></em><strong>)</strong>, endêmica das áreas altas da Serra do Mar, em São Paulo.</p>
<p>A espécie não é registrada desde 1962, apesar de décadas de buscas realizadas em seu habitat histórico. Entre os fatores associados à extinção estão a expansão urbana, a poluição industrial e doenças.</p>
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		<title>Palmeira recebe feira de sementes crioulas com produtos, cultura e tradição neste sábado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 20:41:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>12ª edição do evento reúne agricultores familiares, sementes, alimentos, artesanato e atividades culturais das 8h às 17h, com entrada gratuita. Feira reúne agricultura familiar e agrobiodiversidade Palmeira recebe neste sábado (12) a 12ª Feira Municipal de Sementes Crioulas e da Agrobiodiversidade, evento que valoriza a agricultura familiar, a preservação ambiental e os conhecimentos tradicionais. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">12ª edição do evento reúne agricultores familiares, sementes, alimentos, artesanato e atividades culturais das 8h às 17h, com entrada gratuita.</p>
<h2>Feira reúne agricultura familiar e agrobiodiversidade</h2>
<p class="isSelectedEnd">Palmeira recebe neste sábado (12) a <strong>12ª Feira Municipal de Sementes Crioulas e da Agrobiodiversidade</strong>, evento que valoriza a agricultura familiar, a preservação ambiental e os conhecimentos tradicionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A programação será realizada das <strong>8h às 17h</strong>, no estacionamento do <strong>Supermercado Franco</strong>, com participação de agricultores familiares, organizações e moradores do município.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da comercialização e troca de sementes crioulas, os visitantes poderão encontrar <strong>mudas, plantas, flores, alimentos produzidos pelas famílias agricultoras e artesanato</strong>.</p>
<h2>Programação começa com Café da Partilha</h2>
<p class="isSelectedEnd">As atividades terão início pela manhã com o tradicional <strong>Café da Partilha</strong>. Na sequência, será realizado o ato de abertura, com a presença de representantes das entidades organizadoras e autoridades.</p>
<p class="isSelectedEnd">A programação também contará com um momento de espiritualidade, reunindo representantes das igrejas <strong>Luterana e Católica, religiões de matriz africana e benzedeiras</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro momento tradicional será a <strong>bênção das sementes e das bancas de exposição</strong>.</p>
<h2>Oficina aborda produção e geração de renda</h2>
<p class="isSelectedEnd">Depois do almoço, o público poderá acompanhar a oficina <strong>“Curso de Produção e Agregação de Valor”</strong>, realizada dentro do <strong>Convênio Economia de Cooperação e Educação Ambiental</strong>, do Núcleo Socioambiental Campos Gerais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A atividade vai abordar temas como o <strong>milho crioulo livre de transgênicos, conservação da agrobiodiversidade, soberania alimentar e geração de renda na agricultura familiar</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A programação cultural segue com a apresentação da <strong>Banda Filhos da Mãe Terra</strong>, que levará ao evento um repertório relacionado à proteção das sementes, à biodiversidade e à preservação ambiental e cultural.</p>
<h2>Feira preserva tradição iniciada em 2000</h2>
<p class="isSelectedEnd">A iniciativa de realizar feiras de sementes em Palmeira começou no <strong>ano 2000</strong>, a partir de um movimento regional motivado pela preocupação de agricultores e comunidades com a perda de variedades tradicionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo dos anos, a feira passou a ter uma atuação mais ampla. Além da troca de sementes, o evento também se tornou espaço para comercialização de produtos das famílias agricultoras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Palmeira, a realização ocorre de forma alternada entre a área urbana e comunidades rurais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Luís Alfredo, integrante da organização, o encontro representa uma oportunidade de aproximar diferentes conhecimentos e produtos ligados à agricultura familiar.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">“É uma troca de saberes e sabores. A feira hoje abrange a culinária, a produção ligada às sementes e também o artesanato, trazendo junto toda a cultura da agricultura familiar”, destaca.</p>
</blockquote>
<h2>Organizações participam da realização</h2>
<p class="isSelectedEnd">A organização da 12ª edição envolve a <strong>Associação dos Produtores Ecológicos de Palmeira (APEP)</strong>, por meio do Grupo São Francisco; a <strong>Cooperativa da Agricultura Familiar de Palmeira (Cafepal)</strong>; a <strong>AS-PTA – Assessoria e Serviços a Projetos em Tecnologia Alternativa</strong>; a <strong>Casa Monjolo</strong> e o <strong>Coletivo Triunfo</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O evento também recebe apoio da <strong>Prefeitura de Palmeira</strong> e da <strong>Itaipu Binacional</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A feira integra ainda as ações acompanhadas pelo <strong>Projeto Economia de Cooperação e Educação Ambiental</strong>, do <strong>Núcleo de Cooperação Socioambiental Campos Gerais</strong>. A iniciativa desenvolve trabalhos relacionados à agricultura familiar, economia de cooperação, educação ambiental e comunicação socioambiental na região.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p><strong>Evento:</strong> 12ª Feira Municipal de Sementes Crioulas e da Agrobiodiversidade<br />
<strong>Data:</strong> 12 de setembro de 2026 (sábado)<br />
<strong>Horário:</strong> das 8h às 17h<br />
<strong>Local:</strong> estacionamento do Supermercado Franco – Palmeira/PR<br />
<strong>Entrada:</strong> gratuita</p>
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		<title>Seca avança no Rio da Prata e mais de 200 peixes são resgatados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 20:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estiagem já compromete cerca de 4 quilômetros do rio em Jardim, no Mato Grosso do Sul Mais de 200 peixes já foram retirados de áreas de risco no Rio da Prata, em Jardim, no Mato Grosso do Sul, após a redução do nível da água provocada pela estiagem. Os animais estavam concentrados em pequenas poças, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Estiagem já compromete cerca de 4 quilômetros do rio em Jardim, no Mato Grosso do Sul</h2>
<p class="isSelectedEnd">Mais de <strong>200 peixes já foram retirados de áreas de risco no Rio da Prata</strong>, em Jardim, no Mato Grosso do Sul, após a redução do nível da água provocada pela estiagem. Os animais estavam concentrados em pequenas poças, onde a quantidade de água e oxigênio era insuficiente para garantir a sobrevivência.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os peixes são levados para pontos mais profundos e com fluxo contínuo, onde encontram condições adequadas para permanecer no rio.</p>
<h2>Equipes monitoram o rio a cada três dias</h2>
<p class="isSelectedEnd">O trabalho emergencial é realizado pelo <strong>Instituto Guarda Mirim Ambiental (IGMA)</strong> em parceria com o <strong>Instituto Amigos do Rio da Prata</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">As equipes percorrem os trechos afetados a cada três dias para verificar a situação do curso d&#8217;água e identificar novos locais onde os animais possam ficar isolados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Até o momento, a estiagem já atingiu aproximadamente <strong>4 quilômetros do leito do Rio da Prata</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as espécies encontradas durante os resgates estão <strong>lambaris, piraputangas, cascudos, joaninhas e traíras</strong>.</p>
<h2>Moradores ajudam a localizar pontos de risco</h2>
<p class="isSelectedEnd">O acompanhamento também conta com a participação de moradores que vivem nas proximidades do rio. Eles observam diariamente as condições da água e avisam as equipes quando percebem novos pontos de seca ou a concentração de peixes em poças.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o coordenador do IGMA, <strong>Nisroque Soares</strong>, o monitoramento é necessário para identificar rapidamente os locais que possam representar ameaça à fauna aquática.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando a situação exige uma intervenção, o instituto aciona o plano de emergência para realizar a retirada dos animais.</p>
<h2>Situação pode piorar sem novas chuvas</h2>
<p class="isSelectedEnd">A preocupação das equipes é que a área afetada aumente caso não sejam registradas chuvas suficientes nos próximos dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a diminuição do volume de água, outros segmentos do rio podem acabar isolados, elevando o risco não apenas para os peixes, mas também para outros organismos que dependem do ambiente aquático.</p>
<h2>Estiagem já provocou situação semelhante em 2025</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Rio da Prata passou por um cenário ainda mais grave em <strong>2025</strong>, quando aproximadamente <strong>11 quilômetros do leito</strong> foram afetados pela estiagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Naquele período, a água chegou a ficar restrita a pequenas poças em determinados pontos, deixando centenas de animais em situação de risco.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma operação de resgate precisou ser realizada e retirou cerca de <strong>1.273 peixes</strong> das áreas afetadas. Os animais foram transferidos cuidadosamente para um trecho do rio que mantinha fluxo normal, dentro do Recanto Ecológico.</p>
<h2>Rio também enfrentou seca em 2024</h2>
<p class="isSelectedEnd">A redução do nível do Rio da Prata não é um fenômeno recente. Entre junho e julho de <strong>2024</strong>, aproximadamente <strong>20 dos 90 quilômetros de extensão do rio</strong> registraram uma queda significativa no volume de água.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em alguns pontos, o curso d&#8217;água chegou a desaparecer completamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Naquele ano, os impactos foram identificados em diferentes partes do rio, incluindo a região localizada sob a ponte do Curé, levando as equipes do instituto a acompanhar de perto as condições ambientais.</p>
<p>A situação atual volta a exigir atenção devido ao avanço da estiagem e à possibilidade de novos trechos ficarem sem água suficiente para a fauna aquática.</p>
<p>Imagem Ilustrativa.</p>
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		<title>Desmatamento gera R$ 5,7 milhões em multas no Paraná durante operação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 21:54:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Multas]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Mata Atlântica em Pé]]></category>
		<category><![CDATA[parana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fiscalização identificou mais de 760 hectares de vegetação afetada e aplicou 392 autos de infração nas regiões Central, Centro-Sul e Sudoeste. Fiscalização encontra centenas de irregularidades Uma força-tarefa de combate ao desmatamento ilegal resultou em 392 Autos de Infração Ambiental nas regiões Central, Centro-Sul e Sudoeste do Paraná. As ações, realizadas entre os dias 17 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Fiscalização identificou mais de 760 hectares de vegetação afetada e aplicou 392 autos de infração nas regiões Central, Centro-Sul e Sudoeste.</p>
<h2>Fiscalização encontra centenas de irregularidades</h2>
<p class="isSelectedEnd">Uma força-tarefa de combate ao desmatamento ilegal resultou em <strong>392 Autos de Infração Ambiental</strong> nas regiões Central, Centro-Sul e Sudoeste do Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">As ações, realizadas entre os dias <strong>17 e 27 de agosto</strong>, identificaram danos em <strong>760,34 hectares de vegetação</strong>. As infrações aplicadas somaram aproximadamente <strong>R$ 5,696 milhões em multas</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os números fazem parte do balanço da Operação Mata Atlântica em Pé 2026, divulgado nesta sexta-feira (4).</p>
<h2>Satélites ajudaram a localizar áreas suspeitas</h2>
<p class="isSelectedEnd">Para aumentar a eficiência da fiscalização, o Instituto Água e Terra (IAT) utilizou informações obtidas por sistemas de monitoramento por satélite, incluindo o MapBiomas e a Rede MAIS.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os alertas permitiram que os fiscais identificassem previamente locais com possíveis alterações na vegetação. Depois do levantamento, as equipes foram até as propriedades para verificar presencialmente as situações apontadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante as vistorias, foram constatados diferentes tipos de irregularidades ambientais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os problemas encontrados estavam ocupações ou intervenções em Áreas de Preservação Permanente (APPs), desrespeito às reservas legais, destruição de florestas em diferentes estágios de desenvolvimento e descumprimento de embargos já determinados anteriormente.</p>
<h2>Casos chamaram atenção pelo tamanho da área afetada</h2>
<p class="isSelectedEnd">Algumas ocorrências apresentaram grandes extensões de vegetação atingida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em <strong>Prudentópolis</strong>, na região Centro-Sul, uma única infração envolveu <strong>23,69 hectares</strong> e resultou em uma multa de <strong>R$ 130 mil</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já em <strong>Nova Tebas</strong>, na região Central do Estado, uma área de <strong>30 hectares</strong> foi identificada como desmatada, gerando uma penalidade de <strong>R$ 150 mil</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também foram registrados casos em que uma mesma propriedade recebeu mais de uma autuação devido à identificação de diferentes irregularidades no local.</p>
<h2>Tecnologia amplia alcance da fiscalização</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o IAT, a utilização de ferramentas de monitoramento permitiu ampliar a área acompanhada pelas equipes e direcionar as operações para pontos onde havia indícios de crimes ambientais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estratégia combinou o levantamento tecnológico com a presença dos fiscais em campo, responsável por confirmar as alterações detectadas e formalizar as autuações.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação nacional é coordenada pelo Ministério Público e reúne órgãos ambientais e forças policiais.</p>
<h2>Paraná teve 445 autos durante força-tarefa</h2>
<p class="isSelectedEnd">Considerando também as ações realizadas pelo <strong>IAT, Batalhão de Polícia Ambiental e Ibama</strong>, o Paraná teve cerca de <strong>2 mil hectares fiscalizados</strong> durante a operação.</p>
<p class="isSelectedEnd">No balanço geral do Estado, foram registrados <strong>445 autos de infração</strong>, que representam aproximadamente <strong>R$ 14,2 milhões em multas</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em âmbito nacional, a Operação Mata Atlântica em Pé passou por <strong>17 estados</strong> e fiscalizou mais de <strong>8,3 mil hectares</strong>.</p>
<p>As multas aplicadas no país ultrapassaram <strong>R$ 100 milhões</strong>.</p>
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		<title>Ibama autoriza Petrobras a perfurar três novos poços na Margem Equatorial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 20:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[exploração de petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Margem Equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Licença permite novas perfurações em águas ultraprofundas do Amapá; Petrobras terá 30 dias para apresentar cronograma atualizado e deverá cumprir exigências ambientais. Ibama libera novas perfurações O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizou a Petrobras a realizar a perfuração de mais três poços exploratórios na Margem Equatorial, em águas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Licença permite novas perfurações em águas ultraprofundas do Amapá; Petrobras terá 30 dias para apresentar cronograma atualizado e deverá cumprir exigências ambientais.</p>
<h2>Ibama libera novas perfurações</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizou a Petrobras a realizar a perfuração de mais três poços exploratórios na Margem Equatorial, em águas ultraprofundas na costa do Amapá.</p>
<p class="isSelectedEnd">A autorização representa um novo avanço na estratégia da Petrobras para avaliar o potencial petrolífero da região, considerada ambientalmente sensível por estar localizada na costa amazônica.</p>
<p class="isSelectedEnd">As novas perfurações são importantes para determinar se a descoberta de petróleo feita recentemente pela empresa na área apresenta condições de exploração comercial.</p>
<h2>Descoberta é vista como estratégica</h2>
<p class="isSelectedEnd">A possibilidade de encontrar reservas de petróleo na Margem Equatorial vem sendo tratada como estratégica para a Petrobras, que busca ampliar e recompor suas reservas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou a descoberta anunciada no mês passado. Dias depois, ele esteve no Amapá e classificou o petróleo encontrado na região como um “passaporte para o futuro deste país”.</p>
<p class="isSelectedEnd">A exploração, porém, também provoca discussões dentro do governo federal devido aos possíveis impactos ambientais.</p>
<h2>Petrobras terá novas exigências</h2>
<p class="isSelectedEnd">A decisão do Ibama foi assinada na quinta-feira (3) pelo diretor-geral da agência, Jair Schmitt.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as condições estabelecidas está a obrigação de a Petrobras apresentar um cronograma de perfuração atualizado no prazo de 30 dias após receber a licença.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento também determina a atualização da análise de riscos ambientais relacionada ao projeto. O cumprimento das exigências será necessário para a manutenção da autorização.</p>
<h2>Margem Equatorial é considerada área promissora</h2>
<p class="isSelectedEnd">A região onde estão os poços apresenta características geológicas semelhantes às encontradas em áreas da Guiana, país vizinho onde a ExxonMobil desenvolve grandes campos de petróleo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Margem Equatorial brasileira é considerada pela Petrobras uma das principais fronteiras para novas descobertas de petróleo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Caso os resultados das perfurações confirmem a viabilidade comercial da descoberta, a produção poderá começar dentro de aproximadamente sete anos, segundo uma estimativa apresentada anteriormente pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard.</p>
<h2>Exploração gera preocupação ambiental</h2>
<p class="isSelectedEnd">O avanço da atividade petrolífera na região também é acompanhado com preocupação por setores ambientais e povos indígenas.</p>
<p class="isSelectedEnd">No início deste ano, houve um vazamento de fluido durante a perfuração do primeiro poço. O episódio aumentou os questionamentos sobre os possíveis impactos de uma expansão da exploração de petróleo em uma área próxima à Amazônia.</p>
<p>A discussão envolve, de um lado, o potencial econômico e energético da Margem Equatorial e, de outro, os cuidados necessários para evitar impactos ambientais em uma região considerada de grande importância ecológica.</p>
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		<title>IAT aplica R$ 5,7 milhões em multas durante a Operação Mata Atlântica em Pé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 18:18:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[danos ambientais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Água e Terra (IAT) aplicou R$ 5,696 milhões em multas durante a Operação Mata Atlântica em Pé 2026, realizada entre 17 e 27 de agosto nas regiões Central, Centro-Sul e Sudoeste do Paraná. Ao todo, foram registrados 392 Autos de Infração Ambiental (AIA), relacionados a 760,34 hectares de danos ambientais identificados pelas equipes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="22" data-end="237">O Instituto Água e Terra (IAT) aplicou R$ 5,696 milhões em multas durante a Operação Mata Atlântica em Pé 2026, realizada entre 17 e 27 de agosto nas regiões Central, Centro-Sul e Sudoeste do Paraná.</p>
<p data-start="239" data-end="408">Ao todo, foram registrados 392 Autos de Infração Ambiental (AIA), relacionados a 760,34 hectares de danos ambientais identificados pelas equipes de fiscalização.</p>
<h3 data-section-id="xbnpf3" data-start="410" data-end="447">Como foi realizada a fiscalização</h3>
<p data-start="449" data-end="620">A operação foi coordenada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) e contou com diferentes órgãos públicos no combate ao desmatamento e à degradação da Mata Atlântica.</p>
<p data-start="622" data-end="802">O IAT utilizou imagens de satélite e sistemas de monitoramento, incluindo dados do MapBiomas e da Rede MAIS, para identificar possíveis alterações na cobertura vegetal.</p>
<p data-start="804" data-end="851">O processo funcionou em três etapas principais:</p>
<ol data-start="853" data-end="1176">
<li data-section-id="n04gef" data-start="853" data-end="922">Sistemas de monitoramento identificam alterações na vegetação;</li>
<li data-section-id="1picwp3" data-start="923" data-end="1012">Técnicos analisam os alertas e selecionam os pontos que precisam ser fiscalizados;</li>
<li data-section-id="1je62p7" data-start="1013" data-end="1176">Equipes vão até as propriedades para verificar presencialmente os danos e, quando confirmada a irregularidade, aplicam as medidas administrativas previstas.</li>
</ol>
<p data-start="1178" data-end="1347">Segundo o IAT, a tecnologia não substitui a fiscalização presencial, mas permite que os recursos sejam direcionados para locais onde existem indícios de irregularidades.</p>
<h3 data-section-id="1ofgwbp" data-start="1349" data-end="1391">Principais irregularidades encontradas</h3>
<p data-start="1393" data-end="1467">Entre os problemas identificados durante a operação estão intervenções em:</p>
<ul data-start="1469" data-end="1724">
<li data-section-id="1yjq08m" data-start="1469" data-end="1513">Áreas de Preservação Permanente (APP);</li>
<li data-section-id="olx1g4" data-start="1514" data-end="1534">Reserva Legal;</li>
<li data-section-id="w0mpx6" data-start="1535" data-end="1599">Áreas com vegetação em diferentes estágios de desenvolvimento;</li>
<li data-section-id="1eoqfc1" data-start="1600" data-end="1664">Locais onde houve impedimento da regeneração da vegetação;</li>
<li data-section-id="snh6wc" data-start="1665" data-end="1724">Situações relacionadas ao descumprimento de embargos.</li>
</ul>
<p data-start="1726" data-end="1979">Um ponto importante é que os 392 autos de infração não representam necessariamente 392 propriedades ou áreas diferentes. Um único alerta pode resultar em vários autos quando são encontradas diferentes irregularidades dentro de uma mesma propriedade.</p>
<h3 data-section-id="1i3fhw1" data-start="1981" data-end="2014">Casos em municípios do Paraná</h3>
<p data-start="2016" data-end="2304">Em Pitanga, na região Central, foram identificadas ocorrências com base em alertas do MapBiomas e da Rede MAIS. Alguns registros apresentaram diferentes tipos de infração relacionados a uma mesma área, incluindo problemas em APP, Reserva Legal e vegetação em estágios inicial e médio.</p>
<p data-start="2306" data-end="2485">Em Santa Maria do Oeste, também na região Central, registros vinculados ao MapBiomas deram origem a autos relacionados a APP, Reserva Legal e diferentes estágios da vegetação.</p>
<p data-start="2487" data-end="2621">Já em Prudentópolis, no Centro-Sul do Estado, uma ocorrência atingiu 23,69 hectares e resultou em uma multa de R$ 130 mil.</p>
<p data-start="2623" data-end="2713">Em Nova Tebas, outra ocorrência alcançou 30 hectares, com multa de R$ 150 mil.</p>
<h3 data-section-id="15x2dxw" data-start="2715" data-end="2744">Resultado geral no Paraná</h3>
<p data-start="2746" data-end="2918">Considerando toda a operação no Estado, o balanço divulgado pelo MPPR aponta que foram fiscalizados aproximadamente 2 mil hectares com suspeitas de desmatamento ilegal.</p>
<p data-start="2920" data-end="2949">No Paraná, foram registrados:</p>
<ul data-start="2951" data-end="3076">
<li data-section-id="pxc387" data-start="2951" data-end="2989">445 autos de infração ambiental;</li>
<li data-section-id="10hrulj" data-start="2990" data-end="3032">R$ 14,2 milhões em multas aplicadas;</li>
<li data-section-id="1d6vyi4" data-start="3033" data-end="3076">Cerca de 2 mil hectares fiscalizados.</li>
</ul>
<p data-start="3078" data-end="3194">Além do IAT, participaram das ações o Batalhão de Polícia Ambiental e a Superintendência do Paraná do Ibama.</p>
<h3 data-section-id="q84b1j" data-start="3196" data-end="3216">Balanço nacional</h3>
<p data-start="3218" data-end="3344">Em todo o Brasil, a Operação Mata Atlântica em Pé fiscalizou 8.370,28 hectares com possíveis casos de desmatamento ilegal.</p>
<p data-start="3346" data-end="3408">As ações resultaram em R$ 100.031.473 em multas aplicadas.</p>
<p data-start="3410" data-end="3652">Além do Paraná, a operação ocorreu em Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.</p>
<h3 data-section-id="1io4wzh" data-start="3654" data-end="3667">Em resumo</h3>
<p data-start="3669" data-end="4022" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A operação mostrou o uso integrado de tecnologia, análise técnica e fiscalização presencial para combater o desmatamento. No Paraná, o IAT identificou 760,34 hectares de danos ambientais e aplicou R$ 5,696 milhões em multas em sua área de atuação, enquanto o balanço estadual geral chegou a R$ 14,2 milhões em multas e 445 autos de infração.</p>
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		<item>
		<title>Lula e Janja recebem Leonardo DiCaprio no Palácio do Planalto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 18:26:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ator e ativista ambiental esteve em Brasília acompanhado de representantes da organização Re, voltada à restauração e proteção de ecossistemas O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama, Janja da Silva, receberam nesta quarta-feira (2) o ator e ativista ambiental Leonardo DiCaprio no Palácio do Planalto, em Brasília. O encontro começou por volta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Ator e ativista ambiental esteve em Brasília acompanhado de representantes da organização Re, voltada à restauração e proteção de ecossistemas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama, Janja da Silva, receberam nesta quarta-feira (2) o ator e ativista ambiental Leonardo DiCaprio no Palácio do Planalto, em Brasília.</p>
<p class="isSelectedEnd">O encontro começou por volta das 13h. De acordo com a agenda de Janja, DiCaprio estava acompanhado de representantes da Re, organização ambiental global sem fins lucrativos da qual o ator participou da fundação em 2021.</p>
<h2>Re atua na restauração ambiental</h2>
<p class="isSelectedEnd">A organização tem como foco a restauração ecológica e atua em parceria com comunidades indígenas, governos e cientistas na recuperação de ecossistemas e na proteção de espécies ameaçadas de extinção.</p>
<p class="isSelectedEnd">A presença de DiCaprio em Brasília ocorre em meio às discussões sobre preservação ambiental e proteção de ecossistemas.</p>
<h2>DiCaprio já foi alvo de críticas de Bolsonaro</h2>
<p class="isSelectedEnd">A relação do ator com questões ambientais no Brasil já havia provocado repercussão internacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2019, o então presidente Jair Bolsonaro acusou, sem apresentar provas, Leonardo DiCaprio e a organização WWF de financiarem queimadas criminosas no Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">A declaração ocorreu em novembro daquele ano, no Palácio da Alvorada, no contexto da prisão de quatro brigadistas em Alter do Chão, no Pará. Eles haviam sido presos pela Polícia Civil do estado sob suspeita de provocar incêndios na floresta com o objetivo de obter doações.</p>
<p class="isSelectedEnd">As prisões foram posteriormente criticadas por entidades ambientalistas que apoiavam o trabalho realizado pelos brigadistas.</p>
<p>O encontro entre Lula, Janja e Leonardo DiCaprio marca uma nova aproximação pública do ator com autoridades brasileiras em torno de temas relacionados à preservação ambiental.</p>
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		<title>Queima controlada atinge 120 hectares no Parque Vila Velha e ajuda a prevenir grandes incêndios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[conservação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
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		<category><![CDATA[Incêndios Florestais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação realizada em Ponta Grossa também busca controlar espécies invasoras, recuperar campos naturais e aumentar a diversidade da vegetação Uma operação de queima prescrita atingiu 120 hectares de campos naturais no Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, entre os dias 23 e 28 de agosto. A ação foi realizada pelo Instituto Água e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Ação realizada em Ponta Grossa também busca controlar espécies invasoras, recuperar campos naturais e aumentar a diversidade da vegetação</h2>
<p class="isSelectedEnd">Uma operação de queima prescrita atingiu 120 hectares de campos naturais no Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, entre os dias 23 e 28 de agosto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ação foi realizada pelo Instituto Água e Terra (IAT) em parceria com o Corpo de Bombeiros do Paraná e teve como objetivo controlar espécies invasoras, recuperar a vegetação característica da região e reduzir o risco de incêndios de grandes proporções.</p>
<p class="isSelectedEnd">A área manejada equivale, aproximadamente, a <strong>168 campos de futebol</strong>. Segundo as informações divulgadas, os trabalhos mobilizaram <strong>512 pessoas</strong> ao longo da operação.</p>
<h2>Meta é restaurar mais de 1,4 mil hectares</h2>
<p class="isSelectedEnd">O uso planejado do fogo faz parte das estratégias de conservação e restauração dos campos naturais do Parque Estadual de Vila Velha.</p>
<p class="isSelectedEnd">A meta do IAT é restaurar cerca de <strong>1,43 mil hectares até 2030</strong>, com intervenções realizadas gradualmente em áreas previamente delimitadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A técnica não é novidade no parque e vem sendo utilizada desde 2014. Outras unidades de conservação do Paraná também utilizam o método, como o Parque Estadual do Cerrado, na região de Jaguariaíva e Sengés.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Parque Estadual do Guartelá, em Tibagi, também deverá receber operações semelhantes.</p>
<h2>Fogo controlado ajuda no combate a espécies invasoras</h2>
<p class="isSelectedEnd">A queima prescrita é utilizada para impedir o avanço de espécies que podem modificar as características naturais dos campos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as plantas monitoradas estão espécies do gênero <em>Baccharis</em>, conhecidas popularmente como vassouras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando esses arbustos e árvores avançam sobre áreas campestres, podem reduzir a entrada de luz no solo e alterar a vegetação típica dos Campos Gerais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação é realizada principalmente durante o inverno, entre julho e agosto, período em que fatores como umidade do ar, temperatura, velocidade e direção do vento são monitorados para garantir condições adequadas e seguras para o manejo.</p>
<h2>Área manejada registrou 89% mais espécies</h2>
<p class="isSelectedEnd">Dados apresentados pelo IAT apontam resultados positivos após a utilização da técnica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em uma área onde a queima prescrita foi aplicada em 2024, pesquisadores identificaram <strong>36 espécies de vegetação características dos campos naturais</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em uma área sem intervenção, foram encontradas <strong>19 espécies</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O resultado representa aproximadamente <strong>89% mais espécies</strong> na área submetida ao manejo controlado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro índice, que considera tanto a quantidade quanto a distribuição das espécies, apontou uma diversidade <strong>72,5% maior</strong> na área onde o fogo foi utilizado de forma planejada.</p>
<h2>Estratégia também busca evitar incêndios de grandes proporções</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além da recuperação ambiental, a queima controlada também ajuda a reduzir o material combustível acumulado no solo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante períodos de estiagem, grandes quantidades de vegetação seca podem favorecer incêndios mais intensos e difíceis de controlar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a retirada planejada de parte desse material, a estratégia reduz a quantidade de combustível disponível para um eventual incêndio fora de controle.</p>
<h2>Manejo também beneficia a fauna</h2>
<p class="isSelectedEnd">A conservação dos campos naturais também influencia diretamente os animais que dependem desse tipo de ambiente para alimentação e abrigo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos exemplos destacados é o <strong>tamanduá-bandeira</strong>, espécie que voltou a ser registrada no Parque Estadual de Vila Velha após cerca de 30 anos sem aparições documentadas no local.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o IAT, a utilização do fogo está prevista no Plano de Manejo do parque.</p>
<p>A realização das operações durante o inverno também busca reduzir os impactos sobre a fauna, já que, nesse período, as aves da região não estão em sua principal fase reprodutiva e há menor presença de ninhos nas áreas onde ocorre a intervenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foto Divulgação.</p>
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