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	<title>mel Archives - Mz Notícias</title>
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	<description>A informação que você precisa na hora certa!</description>
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	<title>mel Archives - Mz Notícias</title>
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		<title>Paraná tem 2º maior valor de produção pecuária do Brasil, com R$ 18,5 bilhões em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 12:55:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estado responde por 13% do valor nacional e lidera a produção de galináceos, peixes e casulos do bicho-da-seda O Paraná registrou R$ 18,5 bilhões em valor de produção pecuária em 2025, considerando produtos de origem animal e aquicultura. O resultado coloca o Estado na segunda posição nacional, responsável por 13% do valor total do setor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Estado responde por 13% do valor nacional e lidera a produção de galináceos, peixes e casulos do bicho-da-seda</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Paraná registrou R$ 18,5 bilhões em valor de produção pecuária em 2025, considerando produtos de origem animal e aquicultura. O resultado coloca o Estado na segunda posição nacional, responsável por 13% do valor total do setor no Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados apontam ainda que o Paraná é o maior produtor brasileiro de galináceos, peixes e casulos do bicho-da-seda, além de liderar o valor da produção de mel.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Estado também aparece na segunda posição nacional no rebanho de suínos, na produção de leite e no efetivo de galinhas.</p>
<h3>Leite movimenta R$ 12,7 bilhões no Paraná</h3>
<p class="isSelectedEnd">O leite foi o principal produto da pecuária paranaense em 2025, com R$ 12,7 bilhões, alta de 4,4% em relação ao ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">O valor representa 77,5% dos produtos de origem animal produzidos no Estado e 14,2% do valor nacional do leite.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Paraná produziu 4,8 bilhões de litros de leite, ficando atrás apenas de Minas Gerais. A produtividade chegou a 4.297 litros por vaca ao ano, 72% acima da média nacional, de 2.499 litros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O número de vacas ordenhadas caiu 1%, para 1,1 milhão de animais, enquanto a produção cresceu 3,9%. O preço médio pago ao produtor foi de aproximadamente R$ 2,64 por litro, acima da média nacional de R$ 2,44.</p>
<h3>Castro lidera produção de leite entre municípios</h3>
<p class="isSelectedEnd">Nos Campos Gerais, Castro lidera o ranking nacional de produção de leite, com 532,8 milhões de litros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Carambeí aparece na segunda posição nacional, com 306,8 milhões de litros, enquanto Arapoti ocupa o oitavo lugar, com 137,2 milhões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Castro também possui o segundo maior rebanho de vacas ordenhadas do Brasil, com 51,5 mil animais, e produtividade superior a 10 mil litros por vaca ao ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">O município gerou R$ 1,5 bilhão em produtos de origem animal, segundo maior valor entre os municípios brasileiros, atrás de Santa Maria de Jetibá, no Espírito Santo.</p>
<h3>Paraná lidera rebanho de galináceos</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Paraná mantém desde 2006 a liderança nacional no número de galináceos. Em 2025, o Estado contabilizou 463,5 milhões de aves, alta de 1,8%, correspondendo a 28,8% do total brasileiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Toledo, no Oeste, possui o quinto maior efetivo do país, com 12,7 milhões de cabeças.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também aparecem entre os 15 maiores efetivos nacionais os municípios de Cianorte, Dois Vizinhos, Cascavel, Assis Chateaubriand e Santa Helena.</p>
<p class="isSelectedEnd">No número de galinhas destinadas à produção de ovos, o Paraná ocupa a segunda posição nacional, com 29,2 milhões de cabeças, alta de 4,4%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na produção de ovos para consumo, o Estado é o terceiro maior do Brasil, com 535,7 milhões de dúzias, aumento de 3,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O valor dessa produção chegou a R$ 3,4 bilhões, alta de 15%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Arapongas lidera a produção estadual em quantidade, com 36,2 milhões de dúzias. Em valor, Santa Helena aparece na primeira posição, com R$ 243,9 milhões, seguida por Pato Branco, com R$ 222,7 milhões, e Arapongas, com R$ 205,6 milhões.</p>
<h3>Paraná tem segundo maior rebanho de suínos</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Estado possui 7 milhões de suínos, o segundo maior rebanho do Brasil, equivalente a 16% do total nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Paraná também tem o segundo maior número de matrizes suínas, com 614,6 mil animais, crescimento de 1,7%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Toledo lidera entre os municípios brasileiros, com 935 mil suínos, equivalente a 2,1% do rebanho nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Marechal Cândido Rondon, com 449 mil animais, e Santa Helena, com 414,9 mil, ocupam a quarta e a sexta posições nacionais, respectivamente.</p>
<h3>Paraná lidera valor da produção de mel</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Paraná produziu 10,7 mil toneladas de mel em 2025, alta de 7,1%, ficando na segunda posição nacional em quantidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em valor, porém, o Estado liderou o ranking, com R$ 217,7 milhões, crescimento de 17,1%. O resultado corresponde a 17,9% do valor nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">O preço médio do mel paranaense foi de R$ 20,34 por quilo, 19% acima da média brasileira, de R$ 17, e 42% superior ao preço médio do Rio Grande do Sul, de R$ 14,32.</p>
<p class="isSelectedEnd">Arapoti e Ortigueira aparecem entre os cinco maiores municípios produtores do país em quantidade. Em valor, ocupam a segunda e a quarta posições, respectivamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bituruna e Prudentópolis também estão entre os dez primeiros municípios nacionais.</p>
<h3>Paraná possui três méis com Indicação Geográfica</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Paraná possui três méis com Indicação Geográfica (IG), certificação concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) a produtos ligados a uma determinada região.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mel de Ortigueira recebeu a certificação em 2015. Já o mel do Oeste do Paraná, que abrange 48 municípios, recebeu a IG em 2017.</p>
<p class="isSelectedEnd">O terceiro produto é o mel de melato da bracatinga do Planalto Sul do Brasil, cuja IG foi concedida em 2021 a Santa Catarina e inclui 12 municípios paranaenses.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cadeia apícola conta com assistência técnica e apoio sanitário por meio da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná e da Agência de Defesa Agropecuária.</p>
<p class="isSelectedEnd">Programas como o Coopera Paraná e o Banco do Agricultor Paranaense também financiam estruturas e investimentos na atividade.</p>
<h3>Paraná concentra produção de bicho-da-seda</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Estado é praticamente o único polo nacional da sericicultura, atividade de criação do bicho-da-seda.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2025, foram produzidas 1.170 toneladas de casulos, correspondentes a 86% do total brasileiro. O valor chegou a R$ 39,3 milhões, apesar de uma queda de 17,2% em relação a 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">Diamante do Sul, no Centro-Sul do Paraná, foi o maior produtor municipal do Brasil, com 112,5 toneladas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nova Esperança e Cândido de Abreu ficaram na terceira e quarta posições nacionais. Municípios paranaenses ocupam 18 das 20 primeiras posições do ranking brasileiro.</p>
<h3>Paraná é líder nacional na produção de peixes</h3>
<p class="isSelectedEnd">Na aquicultura, o Paraná gerou R$ 2,1 bilhões em 2025, segundo maior valor do Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Estado é o maior produtor nacional de peixes, com 214,2 mil toneladas, crescimento de 6,2% e participação de 27,4% do total brasileiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tilápia representa 97,7% dos peixes produzidos no Paraná e responde por 89,9% do valor da aquicultura estadual, equivalente a R$ 1,9 bilhão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foram produzidas 209,3 mil toneladas de tilápia, o equivalente a 39,2% da produção nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nova Aurora é a segunda maior produtora de tilápia do Brasil, com 26 mil toneladas. Palotina aparece na terceira posição, com 18 mil toneladas, e Toledo ocupa a quinta, com 15,3 mil toneladas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Paraná também lidera a produção nacional de alevinos, com 536,2 milhões de unidades.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Estado ainda é líder na produção de traíra e trairão. Na produção de pacu e patinga, ocupa a terceira posição em quantidade e a segunda em valor, com R$ 17,2 milhões.</p>
<h3>Pesquisa reúne dados de todos os municípios</h3>
<p class="isSelectedEnd">A Pesquisa da Pecuária Municipal reúne estatísticas sobre a produção pecuária brasileira.</p>
<p class="isSelectedEnd">O levantamento considera os efetivos dos rebanhos em 31 de dezembro, além da produção de leite, ovos de galinha e de codorna, mel, casulos do bicho-da-seda e lã.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também são levantados dados da aquicultura e os respectivos valores de produção.</p>
<p>As informações são coletadas em todos os municípios junto a entidades públicas e privadas, produtores e técnicos ligados ao setor.</p>
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		<title>União Europeia suspende importações de carnes e outros produtos de origem animal do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 14:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Começa nesta quinta-feira (3) o embargo da União Europeia (UE) a produtos de origem animal do Brasil. A medida impede, inicialmente, a exportação de carnes bovina, suína e de frango, além de mel, pescados e ovos para os 27 países do bloco. A decisão foi anunciada em maio, depois que a UE retirou o Brasil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Começa nesta quinta-feira (3) o embargo da União Europeia (UE) a produtos de origem animal do Brasil. A medida impede, inicialmente, a exportação de <strong>carnes bovina, suína e de frango, além de mel, pescados e ovos</strong> para os 27 países do bloco.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão foi anunciada em maio, depois que a UE retirou o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras europeias sobre o uso de antimicrobianos na pecuária. O bloco proíbe o uso dessas substâncias como promotores de crescimento e também não permite antimicrobianos destinados ao tratamento de seres humanos em animais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a avaliação europeia, o problema está nos <strong>mecanismos de controle adotados pelo Brasil</strong>, e não em irregularidades encontradas diretamente nos produtos brasileiros.</p>
<h2>Auditoria pode abrir caminho para retomada</h2>
<p class="isSelectedEnd">Nesta semana, técnicos da União Europeia realizam uma auditoria no Brasil nas cadeias de produção de <strong>frango e mel</strong>. A inspeção deve terminar até sexta-feira (4), mas o resultado ainda será analisado pelas autoridades europeias, em um processo que pode levar cerca de dois meses.</p>
<p class="isSelectedEnd">O governo brasileiro vem negociando uma solução desde o anúncio do embargo. Em abril, o Ministério da Agricultura proibiu o uso de alguns antimicrobianos. Em junho, foi criado um novo protocolo de controle que prevê o <strong>rastreamento dos animais desde o nascimento até o abate</strong>, com o objetivo de comprovar que as substâncias proibidas não foram utilizadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo com as medidas adotadas, a UE ainda não reverteu o bloqueio.</p>
<h2>Carne bovina pode demorar anos para voltar</h2>
<p class="isSelectedEnd">No caso da carne bovina, mesmo que a União Europeia suspenda o embargo, a retomada das exportações poderá levar <strong>pelo menos dois anos</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isso ocorre porque os animais precisam cumprir as novas exigências durante todo o ciclo de produção. Um bovino que comece agora a seguir os protocolos pode levar de <strong>24 a 36 meses</strong> até o abate.</p>
<p class="isSelectedEnd">A carne bovina é um dos produtos mais afetados porque a União Europeia é um mercado estratégico para cortes de maior valor agregado. Apesar disso, o bloco representa apenas <strong>5,8% das exportações brasileiras de carne bovina</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">No setor de frango, o cenário é diferente. O ciclo entre nascimento e abate é de aproximadamente <strong>45 dias</strong>, o que permite uma eventual adequação mais rápida às exigências.</p>
<h2>Setor agropecuário demonstra preocupação</h2>
<p class="isSelectedEnd">Representantes do agronegócio brasileiro classificaram a decisão como protecionista, especialmente porque o anúncio ocorreu próximo à entrada em vigor do acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os demais países do Mercosul — <strong>Argentina, Paraguai e Uruguai</strong> — continuam autorizados a exportar para o mercado europeu.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Associação Brasileira de Proteína Animal espera que as vendas de frango sejam retomadas ainda neste ano, dependendo do resultado da auditoria. Caso o bloqueio permaneça, o setor afirma que poderá redirecionar a produção para o mercado brasileiro e para outros países que já compram produtos nacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já o setor de carne bovina considera a situação preocupante por se tratar de um mercado estratégico para produtos de maior valor.</p>
<h2>Exportações de mel também são afetadas</h2>
<p class="isSelectedEnd">O embargo também atinge o mel brasileiro. As exportações para a União Europeia vinham crescendo, principalmente após o aumento das tarifas sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">No primeiro semestre deste ano, as vendas de mel brasileiro para o bloco chegaram a <strong>US$ 6,3 milhões</strong>, o dobro do registrado no mesmo período anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">O setor afirma que o mel brasileiro exportado é, em grande parte, orgânico e possui certificação voltada ao controle de resíduos e antibióticos. Uma das preocupações, porém, é a chamada <strong>contaminação cruzada</strong>, que pode ocorrer, por exemplo, quando colmeias ficam próximas a áreas de criação de gado.</p>
<p>A retomada das exportações dependerá, portanto, das negociações entre Brasil e União Europeia e da avaliação dos controles adotados pelo país.</p>
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