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	<title>Organização Criminosa Archives - Mz Notícias</title>
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	<description>A informação que você precisa na hora certa!</description>
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	<title>Organização Criminosa Archives - Mz Notícias</title>
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		<title>Delegada do Pará é presa suspeita de receber R$ 50 mil para vazar informações sigilosas ao PCC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:56:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Maria Virgínia Grimwood Pinto foi presa em Brasília durante a Operação Sinalagma, conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco para investigar um esquema criminoso interestadual. A delegada da Polícia Civil do Pará, Maria Virgínia Grimwood Pinto, foi presa na quinta-feira (15 de outubro), em Brasília, sob suspeita de receber R$ 50 mil para repassar informações sigilosas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Maria Virgínia Grimwood Pinto foi presa em Brasília durante a Operação Sinalagma, conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco para investigar um esquema criminoso interestadual.</strong></p>
<p>A delegada da <strong>Polícia Civil do Pará, Maria Virgínia Grimwood Pinto</strong>, foi presa na quinta-feira (15 de outubro), em Brasília, sob suspeita de receber <strong>R$ 50 mil para repassar informações sigilosas</strong> que poderiam beneficiar integrantes do <strong>Primeiro Comando da Capital (PCC)</strong>.</p>
<p>A prisão ocorreu durante a <strong>Operação Sinalagma</strong>, realizada pela Polícia Civil de Pernambuco com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de atuação interestadual.</p>
<h2>Investigação aponta suspeita de vazamento de informações</h2>
<p>Segundo as informações divulgadas, a delegada é investigada por supostamente fornecer dados sigilosos em troca de pagamento.</p>
<p>Os investigadores suspeitam que o repasse das informações teria como finalidade beneficiar a organização criminosa PCC.</p>
<p>O valor mencionado na apuração é de <strong>R$ 50 mil</strong>.</p>
<p>Até o momento, as informações apresentadas não detalham quais dados teriam sido compartilhados nem como o suposto pagamento teria ocorrido.</p>
<h2>Prisão aconteceu durante operação em Brasília</h2>
<p>Embora integrasse a Polícia Civil do Pará, Maria Virgínia Grimwood Pinto foi presa na capital federal.</p>
<p>A ação faz parte da Operação Sinalagma, coordenada pela <strong>Polícia Civil de Pernambuco</strong>, que investiga a atuação de um esquema criminoso envolvendo diferentes estados.</p>
<p>A prisão integra as medidas adotadas no decorrer das investigações.</p>
<h2>Delegada permanece sob investigação</h2>
<p>A suspeita de recebimento de dinheiro e de vazamento de informações ainda depende da apuração dos órgãos responsáveis.</p>
<p>A prisão não representa condenação, e a investigada tem direito à defesa e ao devido processo legal.</p>
<p>As informações fornecidas até agora não incluem detalhes sobre manifestação da defesa ou eventuais medidas administrativas relacionadas ao cargo da delegada.</p>
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		<title>Chefe do PCC solto por desembargador e outros dois são presos em operação contra tráfico internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 13:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Aguinaldo Chaleira]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico internacional de drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Capolinea mobiliza cerca de 100 policiais em quatro estados, investiga transporte de entorpecentes em caminhões de minério e determina bloqueio de R$ 24 milhões em bens. Uma operação contra o tráfico internacional de drogas, deflagrada nesta quinta-feira (15), tem entre os principais alvos Gerson Palermo, apontado como uma das lideranças do Primeiro Comando da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Operação Capolinea mobiliza cerca de 100 policiais em quatro estados, investiga transporte de entorpecentes em caminhões de minério e determina bloqueio de R$ 24 milhões em bens.</strong></p>
<p>Uma operação contra o tráfico internacional de drogas, deflagrada nesta quinta-feira (15), tem entre os principais alvos <strong>Gerson Palermo, apontado como uma das lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC)</strong>. Ele havia sido capturado na Bolívia em maio de 2026, após permanecer aproximadamente seis anos foragido, e teve um novo mandado de prisão cumprido.</p>
<p>A <strong>Operação Capolinea</strong>, coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso do Sul (FICCO/MS), investiga uma organização criminosa suspeita de transportar drogas da Bolívia para o Brasil e distribuí-las em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e Minas Gerais.</p>
<p>Segundo os investigadores, o grupo teria negociado aproximadamente <strong>24 toneladas de entorpecentes</strong> durante o período analisado.</p>
<h2>Operação cumpre 41 mandados e bloqueia R$ 24 milhões</h2>
<p>Cerca de 100 policiais participam da ação, que prevê o cumprimento de:</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>14 mandados de prisão preventiva;</strong></li>
<li><strong>7 mandados de prisão temporária;</strong></li>
<li><strong>20 mandados de busca e apreensão.</strong></li>
</ul>
<p>As ordens foram expedidas pela 1ª Vara Federal de Corumbá e são cumpridas em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e Minas Gerais.</p>
<p>A Justiça também determinou o bloqueio e sequestro de <strong>R$ 24 milhões em bens</strong> dos investigados.</p>
<p>Entre os envolvidos está <strong>Aguinaldo Chaleira</strong>, identificado como traficante e entregue às autoridades brasileiras em Corumbá após permanecer na Bolívia.</p>
<p>Outro preso é apontado como responsável pelo sequestro de uma sobrinha de Palermo. A informação sobre as prisões foi confirmada pela força-tarefa, mas não foram divulgadas as datas em que todas ocorreram.</p>
<h2>Vigilante da Polícia Federal é investigado por vazamento de informações</h2>
<p>Um dos presos trabalhava como vigilante na Delegacia da Polícia Federal em Corumbá.</p>
<p>De acordo com a investigação, ele seria enteado de uma das lideranças da organização e teria utilizado seu acesso à unidade policial para transmitir informações aos traficantes.</p>
<p>Entre os dados repassados estariam a rotina da delegacia, a movimentação de equipes policiais, a situação de presos e fotografias de documentos e apreensões.</p>
<p>A FICCO/MS também aponta que o vigilante armazenava drogas em sua residência e participava do transporte de entorpecentes entre a Bolívia e o Brasil.</p>
<p>Ele ainda é investigado por possível participação no transporte de uma carga apreendida em Três Lagoas, em agosto de 2025, quando foram encontrados <strong>35 quilos de cocaína e 12,5 quilos de maconha</strong> escondidos em um pneu.</p>
<h2>Drogas eram transportadas em caminhões carregados de minério de ferro</h2>
<p>Segundo a força-tarefa, a organização aproveitava o fluxo de caminhões utilizados no transporte de minério de ferro na região de Corumbá para esconder cargas de drogas.</p>
<p>Os investigadores identificaram indícios de aliciamento de funcionários de mineradoras, incluindo supervisores e operadores de balança.</p>
<p>Esses trabalhadores receberiam pagamentos por Pix para facilitar o carregamento dos veículos sem fiscalização.</p>
<p>Além do minério, os suspeitos utilizariam pneus, tanques de combustível e cargas de grãos para ocultar os entorpecentes.</p>
<p>A investigação teve início após a análise de um celular apreendido com um dos principais operadores do esquema, que estava escondido na Bolívia. As informações encontradas permitiram identificar outros integrantes e avançar na apuração sobre o comando da organização.</p>
<h2>Quem é Gerson Palermo, apontado como liderança do PCC?</h2>
<p>Gerson Palermo é conhecido das autoridades por investigações relacionadas ao tráfico internacional de drogas e por sua participação no sequestro de um avião da antiga Vasp, em 2000.</p>
<p>Ele também foi investigado na <strong>Operação All In</strong>, realizada pela Polícia Federal em 2017, que apurou o transporte de cocaína da Bolívia para o Brasil.</p>
<p>Em 2020, Palermo deixou a Penitenciária Federal de Campo Grande após obter prisão domiciliar por decisão do desembargador <strong>Divoncir Schreiner Maran</strong>, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Após a soltura, rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu para a Bolívia, onde permaneceu por cerca de seis anos.</p>
<p>A decisão judicial foi investigada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que determinou a aposentadoria compulsória do desembargador.</p>
<p>Palermo acabou localizado e preso em território boliviano em maio de 2026. Embora já estivesse sob custódia, foi novamente alvo de mandado de prisão nesta quinta-feira.</p>
<h2>Investigados no exterior poderão ser procurados pela Interpol</h2>
<p>A Justiça Federal autorizou a inclusão de três investigados que vivem no exterior na <strong>Difusão Vermelha da Interpol</strong>, mecanismo de cooperação internacional utilizado para localizar pessoas procuradas.</p>
<p>Os envolvidos poderão responder por tráfico internacional de drogas e organização criminosa, conforme a participação individual identificada nas investigações.</p>
<p>O nome da operação, <strong>Capolinea</strong>, significa “fim da linha” em italiano e faz referência à tentativa de interromper o esquema de transporte de drogas escondidas em cargas de minério de ferro.</p>
<p>Até a atualização das informações, a defesa de Gerson Palermo não havia se manifestado, e as defesas dos outros dois investigados citados não haviam sido localizadas.</p>
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		<title>Polícia Federal deflagra operação contra esquema de venda ilegal de vinhos argentinos em seis unidades da federação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 13:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Nerovino mobiliza mais de 100 policiais e cumpre 25 mandados de busca e apreensão. Investigação começou após apreensão de 4,2 mil garrafas avaliadas em mais de R$ 900 mil. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15), a Operação Nerovino, para combater uma organização criminosa suspeita de importar clandestinamente, armazenar e comercializar vinhos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Operação Nerovino mobiliza mais de 100 policiais e cumpre 25 mandados de busca e apreensão. Investigação começou após apreensão de 4,2 mil garrafas avaliadas em mais de R$ 900 mil.</strong></p>
<p>A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15), a <strong>Operação Nerovino</strong>, para combater uma organização criminosa suspeita de importar clandestinamente, armazenar e comercializar vinhos argentinos no Brasil sem o pagamento dos tributos federais devidos.</p>
<p>A ação mobiliza <strong>mais de 100 policiais federais</strong> e cumpre <strong>25 mandados de busca e apreensão</strong>, autorizados pela 23ª Vara Federal de Curitiba, em cinco estados e no Distrito Federal.</p>
<h2>Mandados são cumpridos em 16 cidades</h2>
<p>No Paraná, as equipes atuam em <strong>Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Ampére, Foz do Iguaçu e Umuarama</strong>.</p>
<p>A operação também ocorre em Volta Redonda, Campos dos Goytacazes e Niterói (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Vila Velha e Vitória (ES); Teresina (PI); e Brasília (DF).</p>
<p>Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de imóveis e veículos vinculados aos investigados, para impedir a transferência de bens possivelmente adquiridos com recursos ilícitos.</p>
<h2>Investigação começou com apreensão de R$ 900 mil em vinhos</h2>
<p>As apurações tiveram início em março de 2025, após a apreensão de aproximadamente <strong>4.200 garrafas de vinho estrangeiro</strong>, avaliadas em mais de <strong>R$ 900 mil</strong>, em um depósito na Região Metropolitana de Curitiba.</p>
<p>Segundo a Polícia Federal, os investigados utilizariam uma estrutura organizada para trazer vinhos argentinos irregularmente ao Brasil, armazená-los na região de Curitiba e distribuí-los a revendedores de diferentes estados.</p>
<p>Para tentar ocultar as operações, o grupo teria utilizado empresas de fachada, documentos fiscais com informações falsas e contas bancárias de terceiros.</p>
<h2>Polícia investiga ocultação de patrimônio</h2>
<p>As investigações também apontaram indícios de registro de imóveis e veículos em nome de familiares e outras pessoas, além da movimentação de valores por terceiros.</p>
<p>A Receita Federal participou das diligências em um dos endereços, onde havia suspeita de armazenamento irregular de mercadorias estrangeiras.</p>
<p>Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, por <strong>descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa</strong>, além de eventuais outros crimes identificados.</p>
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		<title>PF prende Márcio Canella e ex-chefe da Polícia Civil em operação contra esquema de R$ 7,6 bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:43:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Unha e Carne]]></category>
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		<category><![CDATA[Postos de Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Unha e Carne 8, autorizada por Alexandre de Moraes, investiga suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e participação de agentes públicos em organização criminosa no Rio de Janeiro. A Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira (15), Márcio Canella (União Brasil), deputado estadual eleito e ex-prefeito de Belford Roxo, e Marcus Vinicius Amim Fernandes, delegado e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mznoticia.com.br/jaguariaiva/pf-prende-marcio-canella-e-ex-chefe-da-policia-civil-em-operacao-contra-esquema-de-r-76-bilhoes/">PF prende Márcio Canella e ex-chefe da Polícia Civil em operação contra esquema de R$ 7,6 bilhões</a> appeared first on <a href="https://mznoticia.com.br/jaguariaiva">Mz Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Operação Unha e Carne 8, autorizada por Alexandre de Moraes, investiga suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e participação de agentes públicos em organização criminosa no Rio de Janeiro.</p>
<p>A Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira (15), Márcio Canella (União Brasil), deputado estadual eleito e ex-prefeito de Belford Roxo, e Marcus Vinicius Amim Fernandes, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro.</p>
<p>As prisões fazem parte da oitava fase da Operação Unha e Carne, que investiga uma organização criminosa armada suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis para lavagem de dinheiro.</p>
<p>Segundo a PF, o grupo teria movimentado R$ 7,6 bilhões em seis anos, por meio de uma estrutura que envolve 96 postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio.</p>
<h2>Moraes determina prisões e bloqueio de bens</h2>
<p>A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e prevê:</p>
<ul data-spread="false">
<li>6 mandados de prisão;</li>
<li>16 mandados de busca e apreensão;</li>
<li>Sequestro de bens e valores;</li>
<li>Suspensão das atividades econômicas de 112 empresas investigadas.</li>
</ul>
<p>As ações ocorrem no Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Niterói, São Gonçalo, Petrópolis, Angra dos Reis e Armação dos Búzios.</p>
<p>Além de Canella e Amim, quatro inspetores da Polícia Civil foram presos: Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes, José Carlos Alves de Souza Júnior e Pablo Jukia Felix Ferreira, conhecido como Pablo Russo.</p>
<h2>Investigação apura corrupção e ligação com crime organizado</h2>
<p>Os investigados são suspeitos de crimes como lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, formação de cartel, violação de sigilo funcional e venda ilegal de combustíveis.</p>
<p>A operação teve início em dezembro de 2025 e também apura possíveis ligações entre agentes públicos e organizações criminosas no estado.</p>
<p>Canella e Amim já haviam sido alvos de buscas em julho, durante a sexta fase da investigação.</p>
<p>A defesa de Márcio Canella informou que não se manifestará antes de ter acesso aos autos. As investigações continuam, e as suspeitas ainda dependem de apuração e julgamento.</p>
<p>The post <a href="https://mznoticia.com.br/jaguariaiva/pf-prende-marcio-canella-e-ex-chefe-da-policia-civil-em-operacao-contra-esquema-de-r-76-bilhoes/">PF prende Márcio Canella e ex-chefe da Polícia Civil em operação contra esquema de R$ 7,6 bilhões</a> appeared first on <a href="https://mznoticia.com.br/jaguariaiva">Mz Notícias</a>.</p>
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		<title>Polícia Civil deflagra operação com 57 mandados contra grupo de tráfico comandado de Londres</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/jaguariaiva/policia-civil-deflagra-operacao-com-57-mandados-contra-grupo-de-trafico-comandado-de-londres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:10:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Franco da Rocha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação mobiliza cerca de 100 policiais no Paraná e em São Paulo. Investigação aponta que um dos principais suspeitos coordenava o envio de drogas da Inglaterra para cidades paranaenses. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15), uma operação contra uma organização criminosa suspeita de tráfico de drogas, associação para o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Ação mobiliza cerca de 100 policiais no Paraná e em São Paulo. Investigação aponta que um dos principais suspeitos coordenava o envio de drogas da Inglaterra para cidades paranaenses.</strong></p>
<p>A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15), uma operação contra uma organização criminosa suspeita de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. A investigação aponta que uma das principais lideranças do grupo estaria em Londres, na Inglaterra, de onde coordenaria o envio de entorpecentes ao Paraná.</p>
<p>A ação ocorre em Maringá, Sarandi, Praia de Leste e Franco da Rocha (SP), com a participação de aproximadamente 100 policiais civis, apoio de helicóptero, cães farejadores e equipes da Polícia Civil de São Paulo.</p>
<h2>Operação cumpre 57 mandados judiciais</h2>
<p>Ao todo, foram expedidas 57 medidas judiciais, distribuídas da seguinte forma:</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>21 mandados de prisão preventiva;</strong></li>
<li><strong>5 mandados de prisão temporária;</strong></li>
<li><strong>14 mandados de busca e apreensão;</strong></li>
<li><strong>16 ordens de bloqueio de contas bancárias;</strong></li>
<li><strong>1 medida de sequestro de veículo.</strong></li>
</ul>
<p>O objetivo é atingir diferentes setores da organização, incluindo fornecedores, responsáveis pelo armazenamento, distribuidores e operadores financeiros.</p>
<h2>Suspeito comandaria tráfico de Londres</h2>
<p>As investigações começaram há aproximadamente um ano, após a prisão de suspeitos de distribuir drogas em Sarandi, no Noroeste do Paraná.</p>
<p>Segundo a PCPR, o grupo abastecia Sarandi e Maringá, utilizando inclusive um sistema de entregas por delivery.</p>
<p>O delegado Leandro Munin explicou que as principais lideranças e fornecedores atuavam de outras localidades, utilizando a internet para coordenar as atividades.</p>
<p>Um dos investigados estaria residindo em Londres, enquanto outro fornecedor foi identificado em Praia de Leste, no litoral paranaense.</p>
<h2>Polícia investiga lavagem de dinheiro e vínculos criminosos</h2>
<p>Conforme as apurações, a organização apresentava divisão de tarefas entre lideranças, fornecedores atacadistas, responsáveis pelo armazenamento e fracionamento das drogas, distribuidores, entregadores e operadores financeiros.</p>
<p>A investigação também identificou suspeitos de ceder contas bancárias para movimentar recursos relacionados ao tráfico, prática investigada por possíveis indícios de lavagem de dinheiro.</p>
<p>Os policiais apuram ainda possíveis ligações com uma organização criminosa de atuação nacional. Um dos investigados seria sobrinho de um homem apontado como liderança desse grupo no Paraná, atualmente foragido no Paraguai.</p>
<p>Além das medidas de prisão e busca, a operação pretende bloquear recursos financeiros e atingir o patrimônio dos suspeitos para dificultar a continuidade das atividades ilícitas.</p>
<p>A Polícia Civil informou que mantém cinco Laboratórios de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro, vinculados ao Departamento de Inteligência Policial, como parte das ações de enfrentamento aos crimes financeiros.</p>
<p>As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e rastrear a movimentação financeira do grupo. Os nomes dos investigados não foram divulgados.</p>
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		<title>URGENTE PR: Megaoperação mobiliza mais de 500 policiais e mira organização criminosa com 215 mandados em três estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[120 Mandados de Busca e Apreensão]]></category>
		<category><![CDATA[215 Mandados]]></category>
		<category><![CDATA[95 Mandados de Prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polícia Civil do Paraná coordena ofensiva contra grupo investigado por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, tortura e cárcere privado. Investigação aponta ordens emitidas de dentro de presídios e movimentações financeiras por PIX. Uma megaoperação coordenada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) mobiliza mais de 500 policiais nesta quarta-feira (14 de outubro) para cumprir 215 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Polícia Civil do Paraná coordena ofensiva contra grupo investigado por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, tortura e cárcere privado. Investigação aponta ordens emitidas de dentro de presídios e movimentações financeiras por PIX.</strong></p>
<p>Uma megaoperação coordenada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) mobiliza <strong>mais de 500 policiais nesta quarta-feira (14 de outubro)</strong> para cumprir 215 mandados judiciais contra uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas, na lavagem de dinheiro e em crimes violentos.</p>
<p>A ofensiva acontece em diversas cidades do Paraná e também alcança municípios de Santa Catarina e São Paulo.</p>
<p>Ao todo, a Justiça expediu <strong>95 mandados de prisão e 120 mandados de busca e apreensão</strong>, além de autorizar medidas destinadas ao aprofundamento das investigações, incluindo quebra de sigilo bancário e acesso a dados de aparelhos eletrônicos apreendidos.</p>
<p>A operação envolve diferentes forças de segurança e busca desarticular uma estrutura criminosa que, segundo os investigadores, atuaria tanto nas ruas quanto de dentro do sistema prisional.</p>
<h2>Operação acontece em diversas cidades do Paraná</h2>
<p>A maior parte dos mandados está concentrada em municípios paranaenses.</p>
<p>Entre as cidades onde as equipes realizam diligências estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Clevelândia;</li>
<li>Pato Branco;</li>
<li>Francisco Beltrão;</li>
<li>Palmas;</li>
<li>Cascavel;</li>
<li>Curitiba;</li>
<li>Piraquara;</li>
<li>Guarapuava;</li>
<li>Laranjeiras do Sul;</li>
<li>Capanema;</li>
<li>Cruzeiro do Oeste.</li>
</ul>
<p>Outros municípios também estão incluídos na ofensiva, assim como localidades de Santa Catarina e São Paulo.</p>
<p>A ação é coordenada pela Polícia Civil do Paraná e conta com a participação do Ministério Público do Paraná (MPPR), da Polícia Militar, da Polícia Penal e de forças de segurança de outros estados.</p>
<p>Cães de faro também são utilizados durante as buscas.</p>
<h2>Investigação começou após crimes violentos no Sudoeste do Paraná</h2>
<p>As investigações tiveram início em Clevelândia, no Sudoeste paranaense, depois de episódios de violência atribuídos a integrantes do grupo investigado.</p>
<p>Segundo a Polícia Civil, a organização é suspeita de envolvimento em crimes como tortura, cárcere privado e ameaças.</p>
<p>Parte dessas situações estaria relacionada a cobranças de dívidas do tráfico de drogas.</p>
<p>Com o avanço das apurações, os investigadores passaram a identificar uma estrutura organizada de distribuição de entorpecentes, com atuação em diferentes municípios.</p>
<p>Entre as drogas que seriam comercializadas pelo grupo estão cocaína, crack e maconha.</p>
<h2>Grupo teria depósitos de drogas e pontos de venda controlados à distância</h2>
<p>De acordo com a investigação, a organização criminosa não atuaria apenas na comercialização direta de entorpecentes.</p>
<p>O grupo também manteria imóveis utilizados para armazenar drogas antes da distribuição.</p>
<p>Os investigadores apontam ainda que determinados pontos de venda seriam administrados à distância, com integrantes responsáveis por coordenar as atividades e orientar outras pessoas envolvidas no esquema.</p>
<p>A apuração identificou indícios de divisão de tarefas dentro da organização.</p>
<p>Alguns suspeitos teriam funções relacionadas à fiscalização de regras internas e à aplicação de punições contra integrantes que descumprissem determinações do grupo.</p>
<h2>Polícia investiga ordens emitidas de dentro de presídios</h2>
<p>Um dos principais pontos da investigação envolve a possível participação de pessoas que já estavam presas em unidades penitenciárias do Paraná.</p>
<p>Conforme a PCPR, celulares clandestinos encontrados em uma penitenciária do Sudoeste do Estado ajudaram a identificar comunicações entre detentos e integrantes que atuavam fora do sistema prisional.</p>
<p>Os aparelhos teriam sido utilizados para transmitir ordens relacionadas às atividades da organização criminosa.</p>
<p>A suspeita é de que parte das decisões e determinações do grupo fosse emitida de dentro dos presídios.</p>
<p>As informações obtidas a partir desses dispositivos contribuíram para o avanço das investigações e para a identificação da estrutura de atuação dos suspeitos.</p>
<h2>Transferências por PIX e empresa de fachada estão na mira</h2>
<p>Além dos crimes relacionados ao tráfico de drogas e à violência, a Polícia Civil investiga possíveis mecanismos de lavagem de dinheiro utilizados pela organização.</p>
<p>Segundo as apurações, valores provenientes da comercialização de entorpecentes teriam sido movimentados por meio de transferências via PIX para contas bancárias de terceiros.</p>
<p>Os investigadores também identificaram indícios de depósitos fracionados e saques realizados pouco tempo depois do recebimento dos recursos.</p>
<p>Esse tipo de movimentação estaria entre as estratégias suspeitas de dificultar o rastreamento da origem e do destino do dinheiro.</p>
<p>Outra linha da investigação envolve uma empresa que poderia ter sido utilizada como fachada para receber pagamentos relacionados ao tráfico de drogas.</p>
<p>A eventual participação da empresa e dos responsáveis pelas contas bancárias integra a apuração policial.</p>
<h2>Justiça autorizou quebra de sigilo e análise de celulares</h2>
<p>Além das ordens de prisão e busca e apreensão, a Justiça autorizou medidas para permitir o aprofundamento das investigações financeiras e das comunicações dos suspeitos.</p>
<p>Entre elas estão a quebra de sigilo bancário e o acesso a informações armazenadas em dispositivos eletrônicos apreendidos.</p>
<p>Essas medidas poderão auxiliar na identificação de movimentações financeiras, possíveis conexões entre os investigados e outros elementos relacionados à atuação da organização.</p>
<h2>Megaoperação continua em andamento nesta quarta-feira</h2>
<p>A mobilização das forças de segurança prossegue nesta quarta-feira (14), com equipes atuando simultaneamente em diferentes localidades.</p>
<p>O balanço inicial divulgado pelas autoridades informa a expedição de 215 mandados judiciais, mas ainda não apresenta um resultado definitivo sobre o número de prisões efetivamente realizadas.</p>
<p>Novas informações sobre detenções, apreensões e eventuais desdobramentos poderão ser divulgadas conforme o andamento da operação.</p>
<p>Os investigados são suspeitos dos crimes apontados pela Polícia Civil, e a responsabilização de cada envolvido dependerá das provas reunidas e dos procedimentos judiciais.</p>
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		<item>
		<title>Quase R$ 200 mil em dinheiro são apreendidos em carro durante investigação do Gaeco em Londrina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 17:06:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[apreensão de dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Imagens e análise de dados ficam indisponíveis até seu uso ser redefinido à(s) 17:48. Continue conversando só por texto ou faça upgrade para ter mais acesso. Fazer upgrade para o Plus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Black Bag apura possível lavagem de dinheiro ligada a organização criminosa suspeita de tráfico interestadual de drogas O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu, nesta terça-feira (29), um mandado de busca e apreensão em Londrina, no Norte do Paraná. A ação faz parte da Operação Black Bag, que investiga [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Operação Black Bag apura possível lavagem de dinheiro ligada a organização criminosa suspeita de tráfico interestadual de drogas</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu, nesta terça-feira (29), um mandado de busca e apreensão em Londrina, no Norte do Paraná. A ação faz parte da Operação Black Bag, que investiga um possível esquema de lavagem de dinheiro relacionado a uma organização criminosa suspeita de envolvimento com o tráfico interestadual de drogas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação teve início após uma abordagem realizada pela Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM), em junho deste ano, quando policiais encontraram R$ 199.850 em dinheiro vivo dentro de uma sacola, no interior de um veículo.</p>
<h3>Investigação começou após apreensão de quase R$ 200 mil</h3>
<p class="isSelectedEnd">O caso aconteceu em 19 de junho de 2026, quando uma equipe da ROTAM abordou um veículo em Londrina. Durante a fiscalização, os policiais localizaram o dinheiro em espécie.</p>
<p class="isSelectedEnd">O motorista não apresentou uma explicação para a origem dos valores. Diante disso, os policiais apreenderam o dinheiro, o veículo e o celular do condutor.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir da ocorrência, o Gaeco passou a investigar possíveis conexões entre o homem e integrantes de uma organização criminosa de atuação nacional. Segundo as investigações, o grupo teria ligação com o tráfico de drogas, principalmente maconha, além de crimes violentos.</p>
<h3>Suspeita de uso de “laranja” para ocultar veículo</h3>
<p class="isSelectedEnd">Durante as diligências, os investigadores identificaram uma caminhonete registrada em nome do motorista abordado. De acordo com o Gaeco, um dos suspeitos já utilizava o veículo.</p>
<p class="isSelectedEnd">No interior do carro, também foi localizado um documento que indicaria que o veículo pertenceria, na realidade, a outro integrante da organização, que possui registros criminais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A caminhonete está avaliada em R$ 103 mil. Mesmo assim, o alvo da busca realizada nesta terça-feira declarou à Justiça que havia comprado o automóvel e chegou a solicitar a restituição do bem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores, porém, identificaram indícios de que o homem pode ter atuado como “laranja” da organização criminosa para ocultar a propriedade do veículo. Entre os elementos considerados está a ausência de renda ou de atividade lícita compatível com a aquisição do automóvel à vista e em dinheiro.</p>
<h3>Celular será analisado pelos investigadores</h3>
<p class="isSelectedEnd">O delegado de Polícia Ricardo Jorge Rocha Pereira Filho explicou que o aparelho celular apreendido durante a operação será analisado para verificar informações relacionadas à aquisição do veículo e às possíveis conexões do investigado com a organização criminosa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação busca esclarecer se o homem efetivamente comprou a caminhonete ou se atuou como intermediário para ocultar o patrimônio de outro integrante do grupo.</p>
<h3>Operação busca novas provas</h3>
<p class="isSelectedEnd">O mandado de busca e apreensão domiciliar e pessoal foi expedido pelo Juízo das Garantias da 5ª Vara Criminal de Londrina.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a operação, os investigadores procuram dinheiro em espécie, drogas, computadores, celulares, anotações e documentos que possam ajudar a esclarecer a origem dos valores apreendidos e a eventual participação de outras pessoas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ação foi realizada pelo Gaeco em conjunto com o Ministério Público do Paraná (MPPR), a Agência de Inteligência do 30º Batalhão da Polícia Militar e a 10ª Subdivisão Policial de Londrina.</p>
<p>A investigação continua com a perícia e a análise do celular apreendido. Os envolvidos são investigados por possíveis crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de drogas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Oruam: Justiça concede liberdade e rapper deixa de ser considerado foragido</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/jaguariaiva/justica-concede-habeas-corpus-e-oruam-deixa-de-ser-considerado-foragido-decisao-afasta-restricoes-de-liberdade-contra-o-musico-no-curso-da-acao-penal-por-suposta-lavagem-de-dinheiro-para-o-comando-ver/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 18:28:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[habeas corpus]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Organização Criminosa]]></category>
		<category><![CDATA[Oruam]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[TJRJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão unânime do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro permite que o rapper responda em liberdade à ação penal em que é acusado de organização criminosa e lavagem de dinheiro. O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, deixou de ser considerado foragido da Justiça após conseguir um habeas corpus nesta quarta-feira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Decisão unânime do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro permite que o rapper responda em liberdade à ação penal em que é acusado de organização criminosa e lavagem de dinheiro.</strong></p>
<p>O rapper <strong>Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam</strong>, deixou de ser considerado foragido da Justiça após conseguir um habeas corpus nesta quarta-feira (23).</p>
<p>A decisão foi tomada por unanimidade pela <strong>8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)</strong> e permite que o artista responda em liberdade ao processo.</p>
<p>Oruam é réu em uma ação penal que apura supostos crimes de <strong>organização criminosa e lavagem de dinheiro</strong>. As acusações são contestadas pela defesa.</p>
<h2>Defesa agora busca encerrar ação penal</h2>
<p>Após a concessão do habeas corpus, a defesa informou que pretende buscar o <strong>trancamento da ação penal</strong>.</p>
<p>O advogado Thiago Lemos sustenta que as provas utilizadas no processo seriam ilícitas e afirma que essa condição teria sido apontada em laudo pericial. Essa é a posição apresentada pela defesa e ainda depende de análise judicial.</p>
<p>Na denúncia que originou o processo, o Ministério Público do Rio de Janeiro havia solicitado a prisão preventiva do rapper sob a alegação de risco de fuga.</p>
<p>Com a nova decisão, as restrições de liberdade relacionadas a essa ação foram afastadas enquanto o processo continua.</p>
<h2>Oruam e outras dez pessoas viraram réus</h2>
<p>O Ministério Público apresentou denúncia em <strong>30 de janeiro de 2026</strong> contra Oruam, o pai dele, <strong>Márcio Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP</strong>, e outras nove pessoas.</p>
<p>Dois meses depois, a Justiça recebeu a denúncia, tornando os 11 acusados réus.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, existiria uma estrutura destinada à lavagem de recursos provenientes do tráfico de drogas em comunidades do Rio de Janeiro.</p>
<p>A acusação sustenta que Marcinho VP, mesmo preso há mais de 20 anos, manteria influência sobre o Comando Vermelho e participaria de decisões estratégicas e da movimentação financeira da organização. As alegações fazem parte da denúncia e ainda são objeto do processo judicial.</p>
<h2>MP aponta diferentes núcleos no suposto esquema</h2>
<p>A denúncia divide os investigados em quatro núcleos. Segundo o Ministério Público, haveria uma liderança encarcerada, um núcleo familiar responsável pela gestão de recursos, pessoas utilizadas para dar suporte à ocultação de patrimônio e integrantes ligados à atuação operacional nas comunidades.</p>
<p>Oruam é citado pela acusação no chamado núcleo familiar.</p>
<p>A concessão do habeas corpus <strong>não representa o encerramento da ação penal nem uma decisão sobre a culpa ou inocência do rapper</strong>. O processo continua em andamento.</p>
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		<title>Operação da PF mira grupo ligado à máfia italiana que atuava no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 11:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Cocaína]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Porto de Paranaguá]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico internacional de drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação cumpre sete mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão; investigação aponta uso do Porto de Paranaguá para envio de cocaína à Europa Integrantes de uma organização criminosa brasileira que atuava em parceria com integrantes da máfia italiana são alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (17). A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Ação cumpre sete mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão; investigação aponta uso do Porto de Paranaguá para envio de cocaína à Europa</h2>
<p class="isSelectedEnd">Integrantes de uma organização criminosa brasileira que atuava em parceria com integrantes da máfia italiana são alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (17).</p>
<p class="isSelectedEnd">A ação cumpre <strong>sete mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão</strong>. O grupo investigado utilizava o <strong>Porto de Paranaguá</strong>, no Litoral do Paraná, para a movimentação de grandes carregamentos de cocaína com destino à Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação também inclui o <strong>sequestro de imóveis</strong> e o <strong>bloqueio de bens e valores</strong> existentes em contas bancárias e aplicações financeiras de pessoas físicas e jurídicas investigadas.</p>
<h3>Operação Eredità investiga estrutura criminosa transnacional</h3>
<p class="isSelectedEnd">Batizada de <strong>Operação Eredità</strong>, a ação tem como objetivo desarticular e impedir a continuidade de uma estrutura criminosa transnacional formada pela associação entre integrantes da máfia italiana e organizações criminosas brasileiras.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com as investigações, o principal negócio do grupo era o envio de grandes carregamentos de cocaína da América do Sul para a Europa, principalmente por meio do Porto de Paranaguá.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação teve origem no aprofundamento de fatos apurados nas operações <strong>Retis e Spiderweb</strong>, que identificaram a associação entre integrantes da máfia italiana e organizações criminosas brasileiras responsáveis por fornecer a logística necessária para a exportação dos carregamentos.</p>
<h3>Estrutura criminosa continuou ativa após prisões em 2019</h3>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo após a prisão de dois mafiosos italianos em <strong>2019</strong>, na cidade de <strong>Praia Grande, em São Paulo</strong>, sucessivas apreensões de cocaína foram realizadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as investigações, a estrutura criminosa permaneceu ativa por meio de familiares e antigos associados, que deram continuidade às etapas de aquisição, transporte, armazenamento e envio da droga para a Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O destino incluía o abastecimento de um clã mafioso estabelecido na região de <strong>Piemonte, no norte da Itália</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A continuidade das atividades ocorreu por meio de um processo de sucessão. Familiares e associados do clã mafioso passaram a coordenar os negócios ilícitos a partir do Brasil, mantendo os vínculos anteriormente estabelecidos com fornecedores de cocaína, operadores logísticos e financeiros.</p>
<h3>Mais de 4,6 toneladas de cocaína foram apreendidas</h3>
<p class="isSelectedEnd">As investigações apontaram que a organização continuou utilizando as mesmas rotas, mecanismos financeiros e rede de contatos dos mafiosos italianos presos pela Polícia Federal em 2019.</p>
<p class="isSelectedEnd">O trabalho investigativo comprovou o vínculo dessa estrutura criminosa com pelo menos <strong>11 apreensões realizadas entre 2019 e 2020</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao todo, foram apreendidas <strong>mais de 4,6 toneladas de cocaína</strong>, que tinham como destino diferentes países europeus, entre eles <strong>Itália, Bélgica, Holanda, França e Portugal</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Parte desse volume, aproximadamente <strong>2,2 toneladas</strong>, estava armazenada no Brasil quando ocorreram as prisões de 2019 e posteriormente foi movimentada pela organização reorganizada.</p>
<h3>Organização utilizava comunicação criptografada</h3>
<p class="isSelectedEnd">A investigação também identificou um elevado grau de sofisticação tecnológica e operacional empregado pela organização criminosa transnacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigados utilizavam <strong>plataformas de comunicação criptografadas</strong>, com recursos tecnológicos de contrainteligência, além de operadores financeiros especializados em transferências clandestinas internacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também foram identificados mecanismos voltados à ocultação patrimonial e à lavagem dos lucros obtidos com o narcotráfico.</p>
<p class="isSelectedEnd">As evidências indicam que parte relevante dos recursos provenientes da venda da cocaína na Europa era reinvestida em novas operações criminosas, mantendo um ciclo de financiamento das remessas de drogas da América do Sul para o continente europeu.</p>
<h3>Estrutura financeira movimentava recursos ilícitos</h3>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores identificaram uma estrutura financeira complexa utilizada para movimentar, ocultar e dissimular grandes quantias provenientes do narcotráfico internacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os mecanismos identificados estão <strong>operações clandestinas de remessa internacional de valores, operadores financeiros especializados em sistemas paralelos de compensação, empresas de fachada, aquisição de imóveis e bens de elevado valor econômico</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também foram identificadas movimentações financeiras realizadas em diferentes países com o objetivo de dificultar o rastreamento dos recursos ilícitos.</p>
<h3>Investigados podem responder por diversos crimes</h3>
<p class="isSelectedEnd">Os investigados poderão responder, de acordo com suas responsabilidades individuais, pelos crimes de <strong>tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro</strong>, além de outros delitos que possam ser identificados durante o andamento das investigações.</p>
<h3>Cooperação entre Brasil e Itália</h3>
<p class="isSelectedEnd">A investigação contou com um trabalho contínuo de cooperação jurídica e policial internacional entre autoridades brasileiras e italianas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A atuação conjunta permitiu reconstruir a cadeia criminosa transnacional, desde a aquisição da droga na América do Sul até sua distribuição em território europeu.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Operação Eredità é resultado do trabalho desenvolvido no âmbito da <strong>Equipe Conjunta de Investigação (ECI)</strong> formada entre Brasil e Itália entre <strong>2020 e 2025</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Do lado brasileiro, participaram a <strong>Polícia Federal e o Ministério Público Federal</strong>. Na Itália, participaram o <strong>Departamento Anticrime de Turim do Raggruppamento Operativo Speciale Carabinieri (ROS Carabinieri)</strong> e o <strong>Ministério Público de Turim – Diretoria Antimáfia</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A constituição da ECI permitiu a integração entre autoridades dos dois países e o compartilhamento direto de informações e provas relacionadas à conexão entre a máfia italiana e organizações criminosas brasileiras.</p>
<h3>Operação também envolve ações realizadas em 2024</h3>
<p class="isSelectedEnd">A Operação Eredità também é um desdobramento das operações <strong>Samba e Mafiusi</strong>, deflagradas no Brasil e na Itália em <strong>10 de dezembro de 2024</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">As ações representaram a primeira fase ostensiva de investigações conduzidas pelas autoridades brasileiras e italianas no âmbito da cooperação jurídica e policial internacional.</p>
<h3>Europol participou das investigações</h3>
<p class="isSelectedEnd">A <strong>Europol</strong> também prestou apoio à investigação, fornecendo relatórios de análise operacional e análises financeiras para rastrear fluxos financeiros ilícitos na Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Investigadores italianos e um especialista financeiro da Europol foram mobilizados para o Brasil para acompanhar a deflagração da operação policial.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Europol também organizou reuniões operacionais para promover a colaboração entre as autoridades italianas e brasileiras durante a investigação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O trabalho contou ainda com apoio da <strong>rede @ON</strong>, financiada pela União Europeia e liderada pela Direção de Investigação Antimáfia (DIA) da Itália.</p>
<h3>Operação recebeu nome relacionado à continuidade criminosa</h3>
<p class="isSelectedEnd">O nome <strong>Eredità</strong>, que significa “herança” em italiano, faz referência à continuidade das atividades criminosas e ao processo de sucessão operacional identificado durante as investigações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o que foi apurado, familiares e associados assumiram funções estratégicas anteriormente desempenhadas por integrantes do clã mafioso, mantendo a continuidade das remessas de cocaína para a Europa mesmo após ações realizadas pelas autoridades brasileiras e italianas.</p>
<p>A operação reforça o trabalho de cooperação internacional no enfrentamento ao tráfico internacional de drogas e ao crime organizado transnacional.</p>
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		<title>Da pregação nos presídios ao envolvimento com o crime organizado: investigação aponta suposta vida dupla de missionária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 13:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[investigação policial]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça de Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[missionária]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Criminosa]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
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		<category><![CDATA[Tráfico de Drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polícia Civil de Mato Grosso investiga família de religiosos que teria usado acesso a presídios para manter contato com integrantes do Comando Vermelho Uma investigação da Polícia Civil de Mato Grosso revelou a suposta atuação de uma família de missionários religiosos em um esquema ligado ao Comando Vermelho. Segundo os investigadores, Rhavenna Barcelos de Almeida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Polícia Civil de Mato Grosso investiga família de religiosos que teria usado acesso a presídios para manter contato com integrantes do Comando Vermelho</h2>
<p class="isSelectedEnd">Uma investigação da Polícia Civil de Mato Grosso revelou a <strong>suposta atuação de uma família de missionários religiosos em um esquema ligado ao Comando Vermelho</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo os investigadores, <strong>Rhavenna Barcelos de Almeida</strong> e seus pais, os pastores <strong>Nivaldo de Almeida</strong> e <strong>Orminda de Almeida</strong>, usavam o acesso a presídios para manter contato com integrantes da facção, movimentar recursos financeiros e fortalecer vínculos com criminosos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), a família fazia parte de um grupo autorizado pelo governo de Mato Grosso a prestar assistência religiosa em unidades prisionais. A investigação começou após uma denúncia que apontava a ligação dos três com integrantes da organização criminosa.</p>
<h2>Acesso a presídios é alvo da investigação</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores afirmam que os suspeitos teriam se aproveitado da atividade religiosa para se aproximar de lideranças do crime organizado que cumpriam pena na Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a polícia, eles transmitiam recados, emprestavam contas bancárias para movimentação de dinheiro e ajudavam a ocultar recursos provenientes do tráfico de drogas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Materiais obtidos durante a investigação, com autorização judicial, incluem <strong>mensagens, fotos, vídeos e áudios</strong> que, segundo a polícia, demonstrariam a proximidade de Rhavenna Barcelos de Almeida com integrantes da facção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os registros analisados estão imagens da investigada exibindo armas, grandes quantias em dinheiro, joias e veículos de luxo.</p>
<h2>Relação com traficante foragido</h2>
<p class="isSelectedEnd">Um dos principais nomes citados no inquérito é <strong>Jonas Souza Gonçalves Júnior</strong>, conhecido como Batman. Ele é apontado pela polícia como uma das lideranças do Comando Vermelho em Mato Grosso e cumpria pena na mesma unidade prisional frequentada pela família durante as atividades religiosas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a investigação, Batman recebeu autorização para cumprir pena em regime semiaberto em setembro de 2024, mas rompeu a tornozeleira eletrônica poucos dias depois e fugiu para o Rio de Janeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A polícia afirma que Rhavenna mantinha contato frequente com o criminoso e sabia onde ele estava escondido. Mensagens analisadas pelos investigadores mostram o compartilhamento de localização e diálogos sobre operações policiais realizadas no Complexo do Alemão.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação também concluiu que os dois mantinham um relacionamento amoroso.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a polícia, a missionária viajava com frequência ao Rio de Janeiro, onde se encontrava com o traficante e participava de momentos de lazer financiados pelo grupo criminoso.</p>
<h2>Investigação aponta ostentação</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores apontam que a rotina de Rhavenna era marcada pela ostentação. Entre os materiais apreendidos estão registros envolvendo carros de luxo, joias, festas e viagens.</p>
<p class="isSelectedEnd">A polícia afirma que um <strong>Porsche avaliado em cerca de R$ 600 mil</strong>, exibido pela investigada nas redes sociais, pertencia a Batman.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além dela, outras mulheres que frequentavam os presídios como missionárias também passaram a ser investigadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Draco, algumas mantinham relacionamentos com traficantes e teriam mentido em depoimentos prestados à polícia. Por esse motivo, foram indiciadas por falso testemunho.</p>
<h2>Segundo relacionamento com liderança da facção</h2>
<p class="isSelectedEnd">A polícia também identificou uma ligação de Rhavenna Barcelos de Almeida com <strong>Renildo Silva Rios</strong>, apontado como um dos fundadores do Comando Vermelho em Mato Grosso e preso há mais de duas décadas por crimes como homicídio, tráfico e organização criminosa.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o inquérito, os dois mantinham um relacionamento amoroso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação aponta que o preso enviava presentes à investigada, incluindo joias e um veículo. Conversas obtidas pela polícia mostram que ela tinha conhecimento da posição de destaque ocupada por Renildo dentro da facção.</p>
<h2>Indiciamentos e defesa</h2>
<p class="isSelectedEnd">Rhavenna Barcelos de Almeida, Orminda de Almeida e Nivaldo de Almeida foram indiciados por <strong>organização criminosa e lavagem de dinheiro</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Posteriormente, o Ministério Público denunciou <strong>Rhavenna, Orminda e Renildo</strong> pelos mesmos crimes. O pai de Rhavenna, Nivaldo, faleceu de câncer nesta semana.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Justiça de Mato Grosso proibiu os investigados e outras quatro pessoas citadas no inquérito de participarem de atividades de assistência religiosa em unidades prisionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Secretaria de Justiça informou que reforçou a fiscalização contra o uso de celulares dentro da Penitenciária Central de Cuiabá.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em nota, a defesa de Rhavenna Barcelos de Almeida negou as acusações e afirmou que os fatos serão esclarecidos durante o processo.</p>
<p>Já a defesa de Orminda de Almeida declarou que a investigada não tem qualquer participação em organização criminosa.</p>
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