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	<title>pecuária Archives - Mz Notícias</title>
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	<title>pecuária Archives - Mz Notícias</title>
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		<title>Região de Ponta Grossa movimenta bilhões e fica em 3º lugar no VBP do Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 19:41:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Campos Gerais respondem por 9,62% de toda a renda gerada pela agropecuária paranaense; Castro e Carambeí estão entre os cinco municípios com maior Valor Bruto da Produção do Estado A Regional de Ponta Grossa alcançou R$ 20,51 bilhões em Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em 2025, consolidando a força dos Campos Gerais no setor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Campos Gerais respondem por 9,62% de toda a renda gerada pela agropecuária paranaense; Castro e Carambeí estão entre os cinco municípios com maior Valor Bruto da Produção do Estado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Regional de Ponta Grossa alcançou <strong>R$ 20,51 bilhões em Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em 2025</strong>, consolidando a força dos Campos Gerais no setor agropecuário do Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">O resultado representa <strong>9,62% de toda a renda gerada pela agropecuária no Estado</strong> e colocou os 20 municípios que integram a Regional de Ponta Grossa na <strong>terceira posição do ranking estadual</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A região ficou atrás da Regional de Matelândia, que liderou o ranking com <strong>R$ 48,25 bilhões</strong>, equivalente a 22,64% do total, e da Regional de Pato Branco, formada por 42 municípios, que alcançou <strong>R$ 27,46 bilhões</strong>, ou 12,89%.</p>
<h2>Paraná registra recorde no VBP</h2>
<p class="isSelectedEnd">O desempenho dos Campos Gerais contribuiu para o resultado histórico do Paraná. Em 2025, o Estado alcançou <strong>R$ 213,06 bilhões em Valor Bruto da Produção Agropecuária</strong>, o maior valor registrado até então.</p>
<p class="isSelectedEnd">O montante representa crescimento nominal de <strong>13%</strong> em comparação aos R$ 188,3 bilhões registrados em 2024. Considerando a inflação do período, a expansão real foi de <strong>9%</strong>.</p>
<h2>Castro e Carambeí se destacam no ranking</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os municípios da Regional de Ponta Grossa tiveram participação importante entre as cidades com maior produção agropecuária do Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Castro ficou na terceira colocação geral</strong>, com VBP de <strong>R$ 4,05 bilhões</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já <strong>Carambeí ocupou a quinta posição</strong>, com <strong>R$ 2,55 bilhões</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dois municípios fazem parte do grupo de apenas nove cidades paranaenses que ultrapassaram a marca de <strong>R$ 2 bilhões</strong> em Valor Bruto da Produção Agropecuária.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além de Castro e Carambeí, integram esse grupo Toledo, Cascavel, Santa Helena, Guarapuava, Marechal Cândido Rondon, Dois Vizinhos e Assis Chateaubriand.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao todo, <strong>45 municípios paranaenses ultrapassaram R$ 1 bilhão em VBP</strong>. Essas cidades representam aproximadamente 11% dos municípios do Estado, mas concentraram <strong>35,4% de toda a renda bruta gerada pela agropecuária paranaense</strong>.</p>
<h2>Toledo lidera entre os municípios</h2>
<p class="isSelectedEnd">Na classificação geral dos municípios, <strong>Toledo ficou na primeira posição</strong>, com R$ 5,16 bilhões em VBP, equivalente a 2,42% do total estadual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sequência aparece <strong>Cascavel</strong>, com R$ 4,25 bilhões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as demais regionais do Sistema FAEP, também foram registrados valores expressivos. Campo Mourão alcançou R$ 18,82 bilhões; Maringá, R$ 17,87 bilhões; Londrina, R$ 16,53 bilhões; Umuarama, R$ 14,64 bilhões; Santo Antônio da Platina, R$ 13,80 bilhões; Irati, R$ 13,63 bilhões; Guarapuava, R$ 13,15 bilhões; e Curitiba, R$ 8,42 bilhões.</p>
<h2>Pecuária representa mais da metade do VBP</h2>
<p class="isSelectedEnd">Na divisão por setores, a <strong>pecuária foi responsável pela maior parcela da renda agropecuária do Paraná</strong>, com R$ 111,7 bilhões, correspondentes a 53% do VBP estadual.</p>
<p class="isSelectedEnd">O segmento apresentou alta nominal de 14% e crescimento real de 10%, impulsionado pela valorização e pelo aumento dos abates de aves, bovinos e suínos, além da produção de pescados.</p>
<p class="isSelectedEnd">A agricultura movimentou <strong>R$ 91,2 bilhões</strong>, equivalente a 43% do total, favorecida pela recuperação dos grãos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A fruticultura respondeu por <strong>R$ 4,3 bilhões</strong>, enquanto as hortaliças movimentaram <strong>R$ 5,2 bilhões</strong>.</p>
<h2>Soja lidera entre os produtos</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre as principais atividades agropecuárias do Paraná, a <strong>soja da primeira safra</strong> permaneceu na liderança, com <strong>R$ 41,95 bilhões</strong>, equivalente a 19,69% de todo o VBP estadual.</p>
<p class="isSelectedEnd">O segundo lugar ficou com o <strong>frango de corte</strong>, responsável por R$ 34,58 bilhões, ou 16,23% do total.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sequência aparecem o <strong>milho da segunda safra</strong>, com R$ 16,12 bilhões; o <strong>leite</strong>, com R$ 12,75 bilhões; e os <strong>suínos para corte</strong>, com R$ 9,46 bilhões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Juntas, essas cinco principais cadeias produtivas responderam por aproximadamente <strong>54% de toda a renda bruta gerada pela agropecuária paranaense em 2025</strong>.</p>
<h2>Levantamento reúne 347 atividades</h2>
<p class="isSelectedEnd">O levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral), órgão da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab), considerou <strong>347 produtos e atividades agropecuárias distribuídos pelos 399 municípios do Paraná</strong>.</p>
<p>O resultado reforça a importância do agronegócio para a economia estadual e o peso dos Campos Gerais na produção agropecuária paranaense.</p>
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		<title>Exportações de carne bovina caem 26% em agosto diante de temor de tarifa maior na China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 18:25:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Queda preocupa o setor, que teme aumento da tarifa de importação de 12% para 55% após o limite da cota chinesa As exportações brasileiras de carne bovina registraram queda de 26% na média diária em agosto, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O volume caiu de 12,7 mil toneladas por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="28zlww" data-start="91" data-end="204">Queda preocupa o setor, que teme aumento da tarifa de importação de 12% para 55% após o limite da cota chinesa</h2>
<p data-start="206" data-end="491">As exportações brasileiras de carne bovina registraram <strong data-start="261" data-end="303">queda de 26% na média diária em agosto</strong>, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O volume caiu de <strong data-start="409" data-end="490">12,7 mil toneladas por dia em agosto de 2025 para 9,4 mil toneladas neste mês</strong>.</p>
<p data-start="493" data-end="653">A redução ocorre em meio à preocupação do setor com o possível esgotamento da <strong data-start="571" data-end="606">cota de exportação para a China</strong>, principal mercado da carne bovina brasileira.</p>
<p data-start="655" data-end="983">A indústria afirma que a cota de <strong data-start="688" data-end="717">1,106 milhão de toneladas</strong> já teria sido atingida quando são consideradas as cargas embarcadas em julho e ainda em trânsito para a China. Oficialmente, porém, as autoridades chinesas informam que cerca de <strong data-start="896" data-end="925">90% da cota foi utilizada</strong>, sem contabilizar os produtos que ainda estão nos navios.</p>
<h3 data-section-id="i9jjjd" data-start="985" data-end="1015">Tarifa pode subir para 55%</h3>
<p data-start="1017" data-end="1274">Dentro da cota, a carne brasileira continua sujeita a uma tarifa de importação de <strong data-start="1099" data-end="1106">12%</strong>. Após o limite ser ultrapassado, o produto poderá continuar entrando na China, mas com uma tarifa de <strong data-start="1208" data-end="1215">55%</strong>, o que pode reduzir a competitividade da carne brasileira.</p>
<p data-start="1276" data-end="1522">A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirma que frigoríficos já começam a sentir os efeitos da situação, com algumas empresas adotando medidas como <strong data-start="1457" data-end="1477">férias coletivas</strong> diante da expectativa de redução das vendas.</p>
<h3 data-section-id="cne3a4" data-start="1524" data-end="1556">Outros mercados podem ajudar</h3>
<p data-start="1558" data-end="1754">Apesar da preocupação com a China, as exportações brasileiras de carne bovina cresceram cerca de <strong data-start="1655" data-end="1702">10% em volume entre janeiro e julho de 2026</strong>, na comparação com o mesmo período do ano anterior.</p>
<p data-start="1756" data-end="1981">A indústria aposta na expansão das vendas para outros mercados, principalmente na Ásia. Porém, segundo a Abiec, atualmente nenhum outro país consegue absorver sozinho o volume que poderia deixar de ser exportado para a China.</p>
<h3 data-section-id="58v33f" data-start="1983" data-end="2014">Governo negocia com a China</h3>
<p data-start="2016" data-end="2164">O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que mantém negociações com as autoridades chinesas para tentar reduzir os impactos da medida.</p>
<p data-start="2166" data-end="2391">O governo brasileiro defende, entre outras alternativas, a <strong data-start="2225" data-end="2274">ampliação da cota destinada ao Brasil em 2026</strong> e afirma trabalhar também na abertura e diversificação de novos mercados para os produtos agropecuários brasileiros.</p>
<h3 data-section-id="opmv9n" data-start="2393" data-end="2418">Impacto para o Paraná</h3>
<p data-start="2420" data-end="2681">A situação merece atenção no Paraná, importante produtor e exportador de carne bovina. Uma eventual redução das vendas para a China ou aumento da tarifa pode afetar frigoríficos, produtores e toda a cadeia de produção, inclusive na região dos <strong data-start="2663" data-end="2680">Campos Gerais</strong>.</p>
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		<title>União Europeia mantém bloqueio à carne brasileira e retomada das compras pode levar mais de dois anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 13:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Antimicrobianos]]></category>
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		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
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		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Suspensão das importações de produtos de origem animal do Brasil entra em vigor em 3 de setembro e ainda não há acordo para reverter a decisão. Bloqueio começa em setembro A partir de 3 de setembro, a União Europeia deixará de importar produtos de origem animal do Brasil, após excluir o país da lista de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Suspensão das importações de produtos de origem animal do Brasil entra em vigor em 3 de setembro e ainda não há acordo para reverter a decisão.</p>
<h2>Bloqueio começa em setembro</h2>
<p class="isSelectedEnd">A partir de 3 de setembro, a União Europeia deixará de importar produtos de origem animal do Brasil, após excluir o país da lista de nações que atendem às exigências do bloco sobre o uso de antimicrobianos na pecuária.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida afeta principalmente as exportações de carne bovina, carne de frango e mel, considerados os principais produtos brasileiros de origem animal comercializados com os países europeus.</p>
<h2>Decisão está ligada ao uso de antimicrobianos</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a União Europeia, a decisão não foi motivada pela identificação de irregularidades na qualidade da carne brasileira, mas pela avaliação de que os mecanismos de controle sobre o uso de antimicrobianos na produção pecuária não atendem aos padrões exigidos pelo bloco.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os antimicrobianos são utilizados para tratar e prevenir infecções em animais. Em alguns casos, também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática que possui restrições na legislação europeia.</p>
<h2>Retomada pode demorar</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o presidente da Câmara Setorial da Carne Bovina, André Bartocci, a expectativa é de que a União Europeia não volte a importar carne bovina brasileira antes de dois anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo ele, a informação foi apresentada durante reunião com representantes do Ministério da Agricultura e está relacionada ao ciclo de produção dos animais. O prazo seria necessário para que os rebanhos passem a seguir integralmente os novos protocolos exigidos sobre o uso de antimicrobianos.</p>
<h2>Não há prazo oficial para o fim da suspensão</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em manifestação, a Comissão Europeia não confirmou o período de dois anos, mas informou que a retomada das exportações dependerá dos ciclos de produção dos animais e da adequação aos critérios estabelecidos pelo bloco.</p>
<p>Até o momento, não há acordo firmado entre Brasil e União Europeia para reverter a suspensão das importações, que passa a valer oficialmente no próximo mês.</p>
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		<item>
		<title>Produtores rurais já podem manifestar interesse em aderir ao programa de renegociação de dívidas</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/jaguariaiva/produtores-rurais-ja-podem-manifestar-interesse-em-aderir-ao-programa-de-renegociacao-de-dividas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:58:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Monetário Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[Medida Provisória 1376]]></category>
		<category><![CDATA[MZ Notícias.]]></category>
		<category><![CDATA[parana]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores rurais]]></category>
		<category><![CDATA[renegociação de dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema FAEP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sistema FAEP orienta agricultores e pecuaristas a procurarem suas instituições financeiras para agilizar o processo de renegociação previsto em medida provisória. Sistema FAEP orienta produtores Mesmo antes da publicação das resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), os produtores rurais interessados em aderir ao programa de renegociação de dívidas previsto na Medida Provisória nº 1.376/2026 já [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="116" data-end="296">Sistema FAEP orienta agricultores e pecuaristas a procurarem suas instituições financeiras para agilizar o processo de renegociação previsto em medida provisória.</p>
<h2 data-section-id="1rbgitm" data-start="298" data-end="332">Sistema FAEP orienta produtores</h2>
<p data-start="334" data-end="574">Mesmo antes da publicação das resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), os produtores rurais interessados em aderir ao programa de renegociação de dívidas previsto na Medida Provisória nº 1.376/2026 já podem iniciar os procedimentos.</p>
<p data-start="576" data-end="763">A orientação do Sistema FAEP é que agricultores e pecuaristas procurem a instituição financeira onde possuem operações de crédito rural e formalizem o interesse em participar do programa.</p>
<p data-start="765" data-end="970">Para facilitar o processo, a entidade disponibilizou um modelo de documento que deve ser entregue ao banco, permitindo que as providências sejam antecipadas antes da regulamentação operacional do programa.</p>
<h2 data-section-id="2qne9o" data-start="972" data-end="1009">Objetivo é agilizar a renegociação</h2>
<p data-start="1011" data-end="1196">Segundo o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette, a expectativa é que muitos produtores utilizem a oportunidade para reorganizar as finanças e planejar as próximas safras.</p>
<p data-start="1198" data-end="1392">Ele destaca que a medida representa um alívio importante para o setor rural, mas ressalta que a entidade continuará buscando novas políticas públicas para reduzir o endividamento dos produtores.</p>
<h2 data-section-id="1g96orj" data-start="1394" data-end="1442">Instituições financeiras analisarão cada caso</h2>
<p data-start="1444" data-end="1711">A orientação vale para todas as instituições financeiras que operam crédito rural. No entanto, a concessão da renegociação dependerá da análise individual de cada operação, conforme os critérios estabelecidos pela Medida Provisória e pela regulamentação complementar.</p>
<p data-start="1713" data-end="1871">No documento de manifestação, o produtor deverá informar dados pessoais, município, agência bancária e declarar formalmente o interesse em aderir ao programa.</p>
<p data-start="1873" data-end="2050">Também será necessário solicitar que a instituição registre o pedido, realize o levantamento das operações de crédito e analise o enquadramento das dívidas nas regras previstas.</p>
<h2 data-section-id="7nkoho" data-start="2052" data-end="2103">Produtor deverá informar causas das dificuldades</h2>
<p data-start="2105" data-end="2230">Outro ponto previsto no documento é a descrição dos fatores que comprometeram a capacidade de pagamento da propriedade rural.</p>
<p data-start="2232" data-end="2282">Entre as situações que podem ser informadas estão:</p>
<ul data-start="2284" data-end="2508">
<li data-section-id="rag7wi" data-start="2284" data-end="2334">perdas de safra causadas por eventos climáticos;</li>
<li data-section-id="1utro3t" data-start="2335" data-end="2381">dificuldades na comercialização da produção;</li>
<li data-section-id="1qdh1zk" data-start="2382" data-end="2419">preços abaixo do custo de produção;</li>
<li data-section-id="15rvt6h" data-start="2420" data-end="2453">aumento dos custos de produção;</li>
<li data-section-id="k9sdra" data-start="2454" data-end="2508">outros fatores que tenham afetado a atividade rural.</li>
</ul>
<h2 data-section-id="uy9acs" data-start="2510" data-end="2550">Critérios para participar do programa</h2>
<p data-start="2552" data-end="2627">A Medida Provisória estabelece critérios para enquadramento dos produtores.</p>
<p data-start="2629" data-end="2743">Na regra geral, será necessário comprovar perdas em pelo menos duas safras e redução mínima de 30% da renda bruta.</p>
<p data-start="2745" data-end="2879">Para os casos considerados mais graves, será exigida comprovação de perdas em três ou mais safras, com redução mínima de 40% da renda.</p>
<p data-start="2881" data-end="3143">Os contratos poderão ser renegociados em até oito anos na regra geral e em até dez anos para os produtores enquadrados nas situações de maiores perdas. Em ambos os casos, haverá carência de até dois anos, período em que será exigido apenas o pagamento dos juros.</p>
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