Um caso que mobilizou o país. Orelha era um cão comunitário cuidado por moradores da Praia Brava, em Florianópolis. No início de janeiro, Orelha foi encontrado agonizando e não resistiu aos ferimentos. A investigação aponta que ele foi vítima de agressão, e a polícia apura o envolvimento de adolescentes.
Na quinta-feira (29), dois dos quatro adolescentes apontados como suspeitos da morte do Orelha voltaram dos Estados Unidos. De acordo com as famílias e com a polícia, eles estavam em uma viagem pré-programada com a turma da escola. Ainda no aeroporto, os investigadores apreenderam os telefones celulares, concluindo os mandados de busca e apreensão.
Muita gente cobrou sobre as identidades dos suspeitos que não foram divulgadas pela polícia. Como se trata de menores de 18 anos, o Estatuto da Criança e do Adolescente proíbe a divulgação de imagens ou informações de jovens que estejam ou que possam estar envolvidos em atos infracionais.
Na busca por informações sobre os agressores do cão Orelha, a polícia já ouviu mais de 20 testemunhas e analisa cerca de mil horas de imagens, registradas por câmeras de segurança na Praia Brava.





