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	<title>Arquivos ANP - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos ANP - MZ Notícia</title>
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	<item>
		<title>Gasolina cai em Ponta Grossa, mas diesel dispara mais de 4% em uma semana; veja os preços</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/gasolina-cai-em-ponta-grossa-mas-diesel-dispara-mais-de-4-em-uma-semana-veja-os-precos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 15:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ponta Grossa]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[campos gerais]]></category>
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		<category><![CDATA[ponta grossa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem abasteceu em Ponta Grossa...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem abasteceu em Ponta Grossa entre os dias 4 e 10 de outubro encontrou uma redução no preço médio da gasolina comum, mas a movimentação foi diferente para quem depende do diesel. Levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontou queda de 1,12% na gasolina comum e alta de 4,29% no diesel comum vendido no município.</p>
<p>De acordo com os dados divulgados pelo UOL com base na pesquisa da ANP, o litro da gasolina comum passou de R$ 6,27 para R$ 6,20. A gasolina aditivada recuou de R$ 6,50 para R$ 6,43, enquanto o etanol hidratado caiu de R$ 4,06 para R$ 4,03. O gás de cozinha, comercializado em botijões de 13 quilos, teve redução de R$ 119,12 para R$ 117,70.</p>
<p>Na direção oposta, o diesel comum subiu de R$ 6,53 para R$ 6,81 por litro, uma elevação de 4,29%. O diesel S10 também avançou, passando de R$ 7,18 para R$ 7,33, alta de 2,09%. Os valores representam médias dos preços encontrados durante o período pesquisado e não significam que todos os postos pratiquem exatamente essas tarifas.</p>
<p>A diferença entre os combustíveis importa para além do orçamento de quem dirige. O diesel é utilizado por caminhões, ônibus, máquinas agrícolas e parte importante da logística de mercadorias. Uma elevação persistente pode pressionar o custo do transporte e, dependendo da capacidade de absorção das empresas e das condições de mercado, contribuir para o encarecimento de produtos e serviços. Isso não significa que toda alta na bomba seja automaticamente repassada ao consumidor, mas ajuda a explicar por que o comportamento do diesel merece atenção especial.</p>
<p>A pesquisa foi realizada em 16 postos de combustíveis de Ponta Grossa. Como se trata de uma média semanal, os números não substituem a consulta aos preços praticados individualmente. O consumidor pode encontrar diferenças entre estabelecimentos, inclusive dentro de uma mesma região da cidade. Comparar o preço por litro e considerar o consumo do próprio veículo continua sendo uma forma prática de avaliar onde abastecer.</p>
<p>O levantamento também mostra que os preços podem caminhar em direções diferentes dentro do mesmo mercado. A redução da gasolina e do etanol não foi suficiente para impedir a alta do diesel, o que reforça a importância de acompanhar cada produto separadamente. Para saber se a tendência continuará nas próximas semanas, será necessário observar os novos levantamentos da ANP e a evolução dos custos de distribuição e comercialização.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo federal eleva para R$ 500 milhões multa máxima por preço abusivo de combustíveis</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/governo-federal-eleva-para-r-500-milhoes-multa-maxima-por-preco-abusivo-de-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 13:20:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
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		<category><![CDATA[subvenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova penalidade vale para empresas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Nova penalidade vale para empresas e postos que aumentarem injustificadamente as margens de lucro ou recusarem o fornecimento de produtos disponíveis em estoque</p>
<p class="isSelectedEnd">O governo federal aumentou de R$ 14 milhões para R$ 500 milhões o valor máximo da multa aplicada a importadores, produtores, distribuidoras, transportadoras e proprietários de postos de combustíveis que praticarem preços abusivos na gasolina, no diesel ou no etanol.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova penalidade foi incluída em uma medida provisória sobre renegociação de dívidas publicada na sexta-feira (25). A medida vale para empresas que promovam aumentos injustificados na margem de lucro e também para aquelas que tenham produtos em estoque, mas se recusem a fornecê-los.</p>
<h2>Fiscalização alcança postos em 12 estados</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o chefe da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Ricardo Morishita, 154 postos de combustíveis em 12 estados foram fiscalizados na última semana por equipes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), da Senacon e dos Procons.</p>
<p class="isSelectedEnd">A previsão é de que o número de estabelecimentos fiscalizados chegue a 241 nesta semana.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o governo, as ações foram desencadeadas pela alta recente dos combustíveis, identificada a partir de dados e de centenas de denúncias recebidas pela ANP.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fiscalizações realizadas anteriormente já resultaram em R$ 700 milhões em multas contra distribuidoras, mas os valores ainda estão sujeitos a recursos.</p>
<h2>Medidas para conter alta dos combustíveis</h2>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo deste ano, o governo federal adotou uma série de medidas com impacto estimado em R$ 27 bilhões para tentar conter a alta dos preços dos combustíveis em meio à Guerra do Irã e à disputa eleitoral.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as medidas estão a subvenção à importação e à produção de diesel, a redução do PIS/Cofins sobre a gasolina e a isenção de tributos federais sobre o etanol.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Ricardo Morishita, o aumento da margem de lucro em um cenário de esforço público para reduzir os impactos sobre os preços caracteriza uma prática abusiva.</p>
<h2>Governo monitora aplicação das subvenções</h2>
<p class="isSelectedEnd">O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, afirmou que as fiscalizações também têm como objetivo verificar a aplicação dos recursos públicos destinados às subvenções.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo ele, os valores envolvidos chegam a quase R$ 27 bilhões, o que exige acompanhamento dos resultados das medidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Moretti afirmou ainda que o governo trabalha com um prazo de 30 dias para reavaliar cada medida. Na sexta-feira (25), uma portaria renovou a subvenção de R$ 2,12 para o diesel.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro também declarou que o Brasil tem obtido resultados na política de mitigação dos efeitos da guerra sobre os preços dos combustíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Moretti, a política de subvenção funciona como um mecanismo de amortecimento dos impactos sobre os preços, com o valor definido de acordo com a necessidade de reduzir os efeitos do choque.</p>
<h2>Fiscalização e preços dos combustíveis</h2>
<p class="isSelectedEnd">Com a elevação do limite máximo da multa para R$ 500 milhões, o governo amplia a penalidade prevista para práticas consideradas abusivas no mercado de combustíveis.</p>
<p>As fiscalizações continuam sendo realizadas pela ANP, Senacon e Procons, com foco em aumentos de margem de lucro sem justificativa e na recusa de fornecimento de produtos disponíveis em estoque.</p>
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		<item>
		<title>Combustível adulterado pode destruir o motor; veja como identificar</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/combustivel-adulterado-pode-destruir-o-motor-veja-como-identificar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 19:43:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gasolina, etanol e diesel fora...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gasolina, etanol e diesel fora das especificações podem aumentar o consumo, reduzir a potência e provocar danos caros ao motor. Até o Arla 32 está entre os produtos que podem ser adulterados.</strong></p>
<p>Abastecer o veículo com <strong>combustível adulterado</strong> pode resultar em problemas que vão desde aumento no consumo e perda de desempenho até danos graves ao motor e prejuízos de milhares de reais.</p>
<p>Os efeitos variam conforme o tipo e o nível da adulteração, o período em que o veículo circulou com o produto e as características do motor. Quanto mais sofisticado o conjunto mecânico, maior pode ser a sensibilidade a combustíveis fora das especificações.</p>
<h2>Gasolina adulterada pode causar grandes prejuízos</h2>
<p>Entre as irregularidades encontradas na gasolina está a presença de etanol acima do percentual permitido.</p>
<p>Nos veículos flex, o principal impacto pode estar na eficiência e no bolso do motorista. Já em automóveis que não são flex, o excesso de etanol pode provocar corrosão precoce de componentes metálicos, ressecamento de mangueiras e problemas no sistema de injeção.</p>
<p>Outro risco é a adulteração com solventes industriais. Essas substâncias podem reduzir a octanagem e provocar a chamada <strong>“batida de pino”</strong>. A longo prazo, o problema pode danificar anéis e pistões.</p>
<p>Solventes também podem contaminar o óleo lubrificante, acelerar a degradação de peças de borracha e causar entupimento dos bicos injetores.</p>
<h2>Motores modernos exigem ainda mais atenção</h2>
<p>Veículos equipados com tecnologias como <strong>turbo, injeção direta, sistema start-stop e diferentes níveis de eletrificação</strong> podem ser ainda mais sensíveis à qualidade do combustível.</p>
<p>Motores com injeção direta, por exemplo, trabalham com pressões e temperaturas mais elevadas e apresentam menor tolerância a produtos fora das especificações.</p>
<p>Os prejuízos podem atingir bombas de alta e baixa pressão, catalisadores e injetores.</p>
<p>Em um dos casos relatados no material, uma BMW abastecida com gasolina adulterada apresentou problema em um bico injetor, que ficou travado. O combustível contaminou o catalisador e houve um princípio de incêndio. O prejuízo ficou próximo de <strong>R$ 30 mil</strong>.</p>
<h2>Etanol com excesso de água também prejudica o carro</h2>
<p>No caso do etanol, uma das fraudes envolve a adição de água acima do permitido, prática que dá origem ao chamado <strong>“álcool molhado”</strong>.</p>
<p>O excesso pode provocar corrosão e problemas no sistema de injeção. Na mistura com gasolina, também existe o risco de separação de fases, comprometendo a combustão e o funcionamento adequado do motor.</p>
<h2>Diesel adulterado afeta bomba e injetores</h2>
<p>O diesel também está sujeito a irregularidades. Além de alterações na quantidade de biodiesel, existem casos de adição criminosa de <strong>querosene ou nafta</strong> para aumentar o volume do produto.</p>
<p>Como o diesel também exerce funções relacionadas à lubrificação e refrigeração de componentes, a adulteração pode causar problemas principalmente na bomba de alta pressão e nos bicos injetores.</p>
<p>Sistemas como o <strong>DPF (Filtro de Partículas Diesel)</strong> e o <strong>SCR (Redução Catalítica Seletiva)</strong> também podem ser prejudicados.</p>
<h2>Até o Arla 32 pode ser adulterado</h2>
<p>O problema não se limita aos combustíveis. O <strong>Arla 32</strong>, utilizado em veículos a diesel para reduzir emissões de poluentes, também é alvo de adulterações.</p>
<p>Quando está fora das especificações, pode provocar cristalização, entupimento de injetores, problemas em bombas e sensores e até danos ao catalisador. O veículo ainda pode entrar em modo de proteção e ter seu desempenho limitado.</p>
<h2>Quais são os sinais de combustível adulterado?</h2>
<p>O motorista deve ficar atento principalmente quando os sintomas aparecem pouco depois de um abastecimento.</p>
<p>Entre os principais sinais estão:</p>
<p>Dificuldade para dar partida<br />
Motor irregular em marcha lenta<br />
Perda de potência<br />
Falhas durante a aceleração<br />
Aumento do consumo de combustível<br />
Batida de pino<br />
Formação excessiva de depósitos<br />
Falhas no sistema de injeção<br />
Defeitos precoces em bombas, injetores e velas</p>
<p>Esses problemas estão entre os sintomas associados ao uso de combustível fora das especificações.</p>
<h2>Como se prevenir na hora de abastecer</h2>
<p>Uma das recomendações é dar preferência a postos conhecidos e observar as condições das bombas.</p>
<p>Elas devem estar lacradas e apresentar informações exigidas pela ANP, incluindo CNPJ e endereço correto do estabelecimento, além do selo do Inmetro.</p>
<p>O consumidor também pode solicitar o <strong>teste de proveta</strong>, que verifica a quantidade de etanol presente na gasolina, e o teste de vazão, usado para conferir se o volume fornecido corresponde ao registrado na bomba.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Etanol pode receber corante verde e gosto amargo</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/etanol-pode-receber-corante-verde-e-gosto-amargo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 11:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[adulteração de bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[anfavea]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas clandestinas]]></category>
		<category><![CDATA[benzoato de denatônio]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CNPE]]></category>
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		<category><![CDATA[Postos de Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[TCU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ANP estuda mudanças no combustível...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>ANP estuda mudanças no combustível para impedir seu uso na fabricação clandestina de bebidas; medida provisória pode começar em 2027</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estuda alterar o etanol hidratado para dificultar seu desvio para a fabricação clandestina de bebidas, após casos de intoxicação por metanol registrados no Brasil em 2025.</p>
<h2>Corante verde e gosto amargo</h2>
<p class="isSelectedEnd">A proposta provisória prevê a adição de <strong>corante verde</strong> ao etanol produzido nas usinas, com expectativa de implementação em 2027, após revisão das regras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como solução definitiva, a ANP avalia a adição de <strong>benzoato de denatônio</strong>, uma substância de sabor extremamente amargo que poderia denunciar o uso do combustível em bebidas adulteradas.</p>
<h2>Mudança ainda depende de testes</h2>
<p class="isSelectedEnd">Antes da adoção do benzoato de denatônio, serão necessários testes para avaliar possíveis impactos nos motores e nas emissões dos veículos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Anfavea recomendou ensaios de durabilidade e emissões e defendeu o uso de substâncias livres de metais para evitar possíveis danos aos catalisadores.</p>
<p>O estudo da ANP foi realizado com participação de representantes do setor de combustíveis, produtores de etanol, fabricantes de veículos e outros segmentos, seguindo diretrizes do CNPE e recomendações do TCU.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prepare o bolso: preço do botijão de gás sobe no Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/prepare-o-bolso-preco-do-botijao-de-gas-sobe-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 21:49:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de preços]]></category>
		<category><![CDATA[botijão de gás]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[gas de cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reajuste no preço do gás...</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/prepare-o-bolso-preco-do-botijao-de-gas-sobe-no-parana/">Prepare o bolso: preço do botijão de gás sobe no Paraná</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br">MZ Notícia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Reajuste no preço do gás de cozinha começou nesta terça-feira (1º) e é atribuído a custos trabalhistas, aumento das engarrafadoras e despesas operacionais.</p>
<h2>Preço do botijão aumenta no Paraná</h2>
<p class="isSelectedEnd">O preço do botijão de gás de cozinha de 13 quilos registrou aumento no Paraná nesta terça-feira (1º). O reajuste pode chegar a <strong>R$ 9 por unidade</strong>, dependendo da região e das condições de cada revenda.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo informações do setor, a alta está relacionada a uma combinação de fatores, incluindo as negociações da Convenção Coletiva de Trabalho do comércio varejista e atacadista, reajustes promovidos pelas engarrafadoras e o aumento dos custos operacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as despesas que impactam o valor final estão combustível, manutenção e operação da frota, seguros e obrigações regulatórias.</p>
<h2>Preço médio do gás era de R$ 111,52 no estado</h2>
<p class="isSelectedEnd">Levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontava que, até sábado (29), o preço médio do botijão de 13 quilos no Paraná era de <strong>R$ 111,52</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os valores, no entanto, variam significativamente entre as cidades.</p>
<p class="isSelectedEnd">O botijão mais caro registrado no levantamento estava em <strong>Pato Branco</strong>, no Sudoeste do Paraná, onde o preço chegava a <strong>R$ 130,31</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já o menor valor foi encontrado em <strong>São José dos Pinhais</strong>, na Região Metropolitana de Curitiba, com o botijão sendo vendido por <strong>R$ 101,43</strong>.</p>
<h2>Curitiba deve ter novo preço médio</h2>
<p class="isSelectedEnd">Com o reajuste, a expectativa é de que o preço médio do botijão de 13 quilos em Curitiba fique entre <strong>R$ 115,13 e R$ 116,63</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto estimado pelo setor varia de acordo com o tamanho do recipiente.</p>
<h3>Veja o aumento estimado</h3>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Botijão P13:</strong> entre <strong>R$ 7,50 e R$ 9</strong></li>
<li><strong>Botijão P20:</strong> entre <strong>R$ 11,50 e R$ 13,80</strong></li>
<li><strong>Botijão P45:</strong> entre <strong>R$ 25,96 e R$ 31,15</strong></li>
</ul>
<h2>Valores podem variar entre as revendas</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os valores divulgados representam estimativas baseadas na média praticada pelo setor e não funcionam como uma tabela obrigatória de preços.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto final para o consumidor pode variar conforme fatores como a região, distância de abastecimento, volume comercializado, estrutura de frota e funcionários, regime tributário e as condições negociadas entre cada revenda e as distribuidoras.</p>
<p>Dessa forma, o aumento pode ser maior ou menor dependendo do estabelecimento e da cidade onde o consumidor compra o gás.</p>
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