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- Na manhã de terça‑feira (28), um terremoto de magnitude 7,1 atingiu a província de Kumamoto, no sul do Japão, provocando desabamentos, explosões em um shopping de Kashima e deixando dezenas de feridos e várias vítimas fatais. Minoru Kihara, chefe de gabinete do governo japonês, pediu que a população permaneça em alerta. “Pedimos que todos estejam preparados para novas sacudidas de até magnitude 7 nos próximos dias, especialmente nas áreas mais afetadas”, afirmou, reforçando a necessidade de seguir as instruções de evacuação. O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) explicou que as réplicas são abalos menores que ocorrem na mesma zona do choque principal e que a frequência diminui com o tempo. Como o sismo foi raso – menos de 30 km de profundidade – a probabilidade de novas sacudidas é alta, e autoridades japonesas já alertam para a possibilidade de outro grande terremoto nos próximos três dias. O Japão está situado no Círculo de Fogo do Pacífico, uma faixa de cerca de 40 mil quilômetros que concentra 90% dos terremotos globais. O constante movimento das placas tectônicas gera milhares de tremores diários e aumenta o risco de tsunamis quando o deslocamento ocorre próximo ao fundo do oceano, como ocorreu nos eventos de 2011 e 2025.

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