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	<title>Arquivos assassinato - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos assassinato - MZ Notícia</title>
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	<item>
		<title>PR: Empresário é assassinado a tiros ao sair de casa para trabalhar em Londrina</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/pr-empresario-e-assassinado-a-tiros-ao-sair-de-casa-para-trabalhar-em-londrina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 18:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Criminosos em Motocicleta]]></category>
		<category><![CDATA[disparos de arma de fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Empresário Assassinado]]></category>
		<category><![CDATA[Empresário Morto]]></category>
		<category><![CDATA[Homicídio em Londrina]]></category>
		<category><![CDATA[Iml]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Médico-Legal]]></category>
		<category><![CDATA[investigação criminal]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Vinicius]]></category>
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		<category><![CDATA[Norte do Paraná]]></category>
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		<category><![CDATA[Zona Oeste de Londrina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jorge Vinicius foi surpreendido por...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Jorge Vinicius foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta na zona oeste da cidade. Criminosos efetuaram pelo menos seis disparos e fugiram; Polícia Civil investiga o homicídio.</p>
<p>O empresário Jorge Vinicius foi morto a tiros na manhã desta sexta-feira (16 de outubro), quando saía de casa para trabalhar, na Rua Professora Kazuko Ohara, na zona oeste de Londrina, no Norte do Paraná.</p>
<p>De acordo com as informações iniciais, dois homens chegaram em uma motocicleta e surpreenderam a vítima, efetuando ao menos seis disparos de arma de fogo antes de fugir.</p>
<p>O empresário foi atingido e morreu ainda no local, apesar das tentativas de reanimação realizadas por uma vizinha e da mobilização das equipes de emergência.</p>
<h2>Criminosos chegaram de motocicleta e fugiram após os disparos</h2>
<p>O ataque aconteceu no momento em que Jorge Vinicius deixava sua residência para iniciar mais um dia de trabalho.</p>
<p>Segundo os levantamentos iniciais, dois homens se aproximaram em uma motocicleta e abriram fogo contra o empresário.</p>
<p>Após os disparos, a dupla fugiu.</p>
<p>A esposa da vítima estava dentro da residência quando o crime aconteceu e percebeu a situação ao ouvir os tiros.</p>
<p>Os disparos também foram captados por câmeras de segurança instaladas nas proximidades do imóvel.</p>
<h2>Vizinha tentou reanimar empresário antes da chegada do socorro</h2>
<p>Uma vizinha da vítima, que trabalha como técnica de enfermagem, ouviu os disparos e foi até o local para prestar atendimento.</p>
<p>Ela iniciou procedimentos de reanimação cardiopulmonar na tentativa de salvar o empresário.</p>
<p>Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) foram acionadas.</p>
<p>Apesar dos esforços, os socorristas constataram a morte de Jorge Vinicius ainda na via pública.</p>
<h2>Perícia encontra marcas de tiros em caminhonete</h2>
<p>Após o homicídio, a área foi isolada para o trabalho da Polícia Científica, responsável pelos levantamentos periciais.</p>
<p>Durante a análise, foram identificadas marcas de perfurações provocadas por projéteis no para-brisa e na porta traseira da caminhonete da vítima.</p>
<p>Esses vestígios deverão contribuir para a investigação sobre a dinâmica do ataque.</p>
<p>Conforme as informações preliminares das autoridades, o empresário não possuía passagens pela polícia.</p>
<h2>Polícia Civil investiga autoria e motivação do assassinato</h2>
<p>O corpo de Jorge Vinicius foi recolhido e encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina.</p>
<p>A Polícia Civil instaurou um inquérito para identificar os responsáveis pelos disparos e esclarecer a motivação do crime.</p>
<p>Até a divulgação das informações, não havia confirmação sobre a identidade dos dois envolvidos nem registro de prisões relacionadas ao homicídio.</p>
<p>As circunstâncias do assassinato seguem sob investigação.</p>
<p>Foto: Júlio Moura/Reprodução</p>
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		<item>
		<title>Pai de Eduarda Shigematsu confessa assassinato da filha e é condenado a 23 anos no Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/pai-de-eduarda-shigematsu-confessa-assassinato-da-filha-e-e-condenado-a-23-anos-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 14:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Eduarda Shigematsu]]></category>
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		<category><![CDATA[MARINGA]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[policia civil]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Seidi Shigematsu]]></category>
		<category><![CDATA[Rolândia]]></category>
		<category><![CDATA[Terezinha de Jesus Guinaia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Seidi Shigematsu admitiu pela...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Ricardo Seidi Shigematsu admitiu pela primeira vez ter matado a menina de 11 anos; avó paterna foi absolvida pelo júri</h2>
<p class="isSelectedEnd">Ricardo Seidi Shigematsu confessou durante o júri popular ter assassinado a filha Eduarda Shigematsu, de 11 anos. Ele foi condenado a 23 anos, 6 meses e 22 dias de prisão pelo crime.</p>
<p class="isSelectedEnd">A avó paterna da menina, Terezinha de Jesus Guinaia, foi absolvida pelo conselho de sentença.</p>
<p class="isSelectedEnd">O julgamento começou na quarta-feira (16) e terminou nesta quinta-feira (17), em Maringá, no Norte do Paraná. O júri ocorreu sete anos após o crime e depois de oito adiamentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da pena de prisão, a Justiça determinou que Ricardo pague R$ 90 mil de reparação mínima por danos morais à mãe da vítima.</p>
<h3>Pai mudou versão apresentada durante investigação</h3>
<p class="isSelectedEnd">Antes da confissão durante o julgamento, Ricardo afirmava que havia encontrado a filha morta e que ela teria sido enforcada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A perícia, porém, apontou que a causa da morte foi esganadura, contrariando a versão apresentada pelo pai.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a investigação da Polícia Civil e a denúncia do Ministério Público, Eduarda foi morta pelo pai e teve o corpo ocultado posteriormente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ricardo respondia por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica.</p>
<h3>Crimes atribuídos a Ricardo</h3>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a sentença, Ricardo foi responsabilizado pelos seguintes crimes:</p>
<ul data-spread="false">
<li>homicídio consumado, com qualificadoras de asfixia, dificultação da defesa da vítima e violência de gênero;</li>
<li>ocultação de cadáver, com agravante de violência doméstica;</li>
<li>falsidade ideológica.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">No caso de Eduarda, o feminicídio é tratado como qualificadora porque se tornou crime autônomo em 2024, por meio da Lei nº 14.994. O assassinato da menina, entretanto, aconteceu em 2019.</p>
<h3>Avó é absolvida</h3>
<p class="isSelectedEnd">Terezinha de Jesus Guinaia tinha a guarda judicial de Eduarda e também respondia no processo por ocultação de cadáver e falsidade ideológica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Ministério Público, ela teria contribuído para a morte da menina ao permitir que ela permanecesse sob os cuidados do pai. A acusação também apontava que pai e avó teriam tentado dificultar as investigações.</p>
<p class="isSelectedEnd">O conselho de sentença, porém, recusou as acusações contra Terezinha e determinou sua absolvição.</p>
<p class="isSelectedEnd">A defesa da avó afirmou que a decisão fez justiça e que não havia provas suficientes para uma condenação.</p>
<h3>Relembre o desaparecimento de Eduarda</h3>
<p class="isSelectedEnd">Eduarda desapareceu em 24 de abril de 2019, em Rolândia, no Norte do Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as informações divulgadas na época, a menina foi à escola pela manhã, voltou para casa, deixou a mochila no sofá e não foi mais vista.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma câmera de segurança registrou Eduarda chegando à residência onde vivia com a família às 11h52. Não foram registradas imagens dela deixando o local.</p>
<p class="isSelectedEnd">No dia seguinte, 25 de abril, Terezinha, avó paterna e responsável pela guarda da menina, registrou um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">O pai, Ricardo Seidi, também publicou uma mensagem nas redes sociais pedindo ajuda para localizar a filha.</p>
<h3>Corpo foi encontrado quatro dias depois</h3>
<p class="isSelectedEnd">O corpo de Eduarda foi localizado por volta das 14h30 de 28 de abril de 2019, quatro dias após o desaparecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma denúncia anônima levou a Polícia Militar até o local. O corpo estava enterrado nos fundos de uma casa pertencente à família.</p>
<p class="isSelectedEnd">Eduarda estava com pés e mãos amarrados, uma corda no pescoço e a cabeça envolvida por um saco preto e uma toalha.</p>
<p class="isSelectedEnd">O laudo da Polícia Científica apontou que a menina morreu por esganadura.</p>
<h3>Versão do pai foi contrariada pela perícia</h3>
<p class="isSelectedEnd">Na época, Ricardo havia declarado à polícia que encontrou a filha enforcada no quarto e que, desesperado, decidiu esconder o corpo em outro imóvel da família.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo essa versão, ele teria colocado o corpo em um buraco existente no local, relacionado a uma fossa, e depois fechado o espaço com cimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">A perícia, entretanto, identificou a esganadura como causa da morte, contrariando a versão de enforcamento apresentada pelo pai.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 29 de abril de 2019, a Polícia Civil solicitou a prisão temporária de Ricardo Seidi. Posteriormente, a prisão foi convertida em preventiva.</p>
<p>Com a confissão apresentada no júri, o caso teve uma nova etapa judicial concluída sete anos após a morte de Eduarda.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Jovem enviou áudios antes de ser morta durante tentativa de estupro em Londrina</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/jovem-enviou-audios-antes-de-ser-morta-durante-tentativa-de-estupro-em-londrina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 12:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
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		<category><![CDATA[Gabriel de Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
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		<category><![CDATA[tentativa de estupro]]></category>
		<category><![CDATA[Thaissa de Oliveira Marques]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Thaissa de Oliveira Marques, de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Thaissa de Oliveira Marques, de 21 anos, relatou a um amigo visitas constantes de um homem à academia onde trabalhava; polícia afirma que investigado é o mesmo suspeito preso pelo crime</h2>
<p class="isSelectedEnd">Antes de sofrer uma tentativa de estupro e ser assassinada a facadas, <strong>Thaissa de Oliveira Marques</strong>, de 21 anos, enviou áudios a um amigo relatando visitas constantes de um “menino” ao local onde trabalhava.</p>
<p class="isSelectedEnd">A jovem foi morta no estacionamento de uma academia que se preparava para a inauguração, em <strong>Londrina, no Norte do Paraná</strong>, enquanto entregava panfletos, na sexta-feira (11).</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a <strong>Polícia Civil do Paraná (PC-PR)</strong>, o principal suspeito é <strong>Gabriel de Andrade, de 21 anos</strong>, preso em flagrante no mesmo dia do crime.</p>
<p class="isSelectedEnd">A polícia confirmou que os áudios enviados pela vítima fazem parte da investigação e foram incluídos no inquérito. Segundo o comunicado policial, os elementos obtidos até o momento permitem identificar a pessoa mencionada por Thaissa nos áudios como o mesmo indivíduo preso pelo feminicídio.</p>
<h2>Jovem relatou visitas frequentes à academia</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os áudios foram enviados por Thaissa no dia <strong>8 de setembro</strong>. Nas mensagens, ela contou ao amigo que um homem já havia ido pelo menos cinco vezes à academia, tanto para perguntar sobre oportunidades de emprego quanto para conhecer o estabelecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em determinado momento, Thaissa demonstrou incômodo com a insistência das visitas e relatou uma situação em que acompanhou o homem pelo interior da academia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ela contou que mostrou o estabelecimento ao visitante e chegou a pensar na existência de câmeras de segurança e na possibilidade de o gerente estar observando a situação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O amigo da vítima, que preferiu não se identificar, relatou que encontrou Gabriel no endereço durante uma das visitas. Os dois, porém, não chegaram a conversar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O delegado Magno Miranda afirmou, na segunda-feira (14), que o gerente da academia confirmou em depoimento que Gabriel havia se inscrito para uma vaga de emprego antes do crime. Ele, entretanto, não foi selecionado.</p>
<h2>Suspeito teria alegado que foi assaltado</h2>
<p class="isSelectedEnd">Após o crime, Gabriel fugiu e parou em uma rua próxima ao estabelecimento porque apresentava ferimentos na mão. Pessoas que estavam no local prestaram atendimento e ele afirmou que havia sido assaltado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O <strong>Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)</strong> e a Polícia Militar foram acionados para atender a ocorrência do suposto assalto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto as equipes realizavam o atendimento, trabalhadores que foram até a academia para prestar serviços encontraram manchas de sangue no local e avisaram a polícia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os agentes foram até o estabelecimento e encontraram o corpo de Thaissa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Confrontado pelos policiais, Gabriel confessou o crime, segundo as informações policiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda conforme a Polícia Civil, ele teria declarado que pretendia estuprar a jovem e que, após não conseguir consumar o ato, acabou matando-a.</p>
<p class="isSelectedEnd">Gabriel foi preso em flagrante por <strong>homicídio qualificado consumado e tentativa de estupro</strong>.</p>
<h2>Investigado permanece preso</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em depoimento à Polícia Civil, Gabriel apresentou versões contraditórias e afirmou que não se lembrava de detalhes do ocorrido. Ele disse se recordar apenas de ter ido à academia onde o crime aconteceu.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesta quinta-feira (17), o suspeito permanecia preso.</p>
<p>A defesa de Gabriel informou que não iria se manifestar sobre o caso naquele momento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Trabalhador é morto a facadas após pegar carne da marmita de colega</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/trabalhador-e-morto-a-facadas-apos-pegar-carne-da-marmita-de-colega/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 15:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Facadas]]></category>
		<category><![CDATA[Homicidio]]></category>
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		<category><![CDATA[república de trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Homem de 37 anos foi...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Homem de 37 anos foi atacado com um punhal durante uma discussão em uma república de trabalhadores em Patos de Minas (MG)</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um trabalhador de 37 anos foi morto a facadas por um colega de alojamento, de 29 anos, na noite de domingo (6), em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O crime aconteceu dentro de uma república que abriga trabalhadores sazonais, durante o jantar. Segundo testemunhas, a vítima pegou um pedaço de carne da marmita do colega e fez uma brincadeira. A atitude teria provocado uma discussão entre os dois.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o desentendimento, o suspeito pegou um punhal com aproximadamente 15 centímetros de lâmina e atingiu a vítima com diversos golpes.</p>
<h3>Vítima foi socorrida, mas morreu</h3>
<p class="isSelectedEnd">Os demais trabalhadores que estavam na residência conseguiram conter o suspeito até a chegada da Polícia Militar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto isso, alguns colegas socorreram a vítima e a levaram ao pronto-socorro do Hospital Regional Antônio Dias. O homem chegou à unidade de saúde ainda com vida, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu.</p>
<p class="isSelectedEnd">Testemunhas relataram aos policiais que o suspeito e a vítima haviam passado o domingo juntos consumindo bebidas alcoólicas antes do homicídio.</p>
<p class="isSelectedEnd">A república possui 14 trabalhadores, mas nove estavam no imóvel no momento da ocorrência.</p>
<h3>Suspeito foi preso</h3>
<p class="isSelectedEnd">O homem apontado como autor do crime foi preso em flagrante dentro da própria residência e encaminhado à delegacia da Polícia Civil, responsável pela investigação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O punhal utilizado no ataque foi apreendido pela Polícia Militar. A perícia técnica esteve no local para realizar os levantamentos necessários e auxiliar na investigação.</p>
<p>O caso segue sob investigação da Polícia Civil.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Laudo descarta suicídio e aponta que PM Gisele Santana foi assassinada em SP</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/laudo-descarta-suicidio-e-aponta-que-pm-gisele-santana-foi-assassinada-em-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 18:01:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Leite Rosa Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Gisele Alves Santana]]></category>
		<category><![CDATA[Gisele Santana]]></category>
		<category><![CDATA[instituto de criminalística]]></category>
		<category><![CDATA[investigação policial]]></category>
		<category><![CDATA[laudo pericial]]></category>
		<category><![CDATA[Morte Suspeita]]></category>
		<category><![CDATA[PM de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[policia militar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=251276</guid>

					<description><![CDATA[<p>Perícia afirma que padrões de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Perícia afirma que padrões de manchas de sangue e outros elementos encontrados no apartamento são incompatíveis com a hipótese de suicídio; investigação aponta participação de uma segunda pessoa</h2>
<p class="isSelectedEnd">Um laudo complementar do Instituto de Criminalística de São Paulo concluiu que a morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana não é compatível com a hipótese de suicídio.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento, assinado na terça-feira (1º), aponta que os elementos materiais analisados no local contradizem a versão de que a policial teria tirado a própria vida.</p>
<h2>Perícia aponta intervenção de outra pessoa</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o laudo, a análise dos padrões de manchas de sangue e de outros vestígios encontrados no apartamento não sustenta a hipótese de um evento suicida.</p>
<p class="isSelectedEnd">A perícia também identificou elementos que indicam a intervenção de uma segunda pessoa na morte da policial. Segundo o documento, essa hipótese permanece compatível com o conjunto de evidências analisadas e não foi encontrado material que a contradissesse.</p>
<p class="isSelectedEnd">A conclusão reforça a linha investigativa de que Gisele foi assassinada.</p>
<h2>Tenente-coronel é réu por feminicídio</h2>
<p class="isSelectedEnd">O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, então companheiro de Gisele, é réu por feminicídio relacionado à morte da policial, ocorrida em fevereiro deste ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde o casal morava, no dia 18 de fevereiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Geraldo estava no imóvel no momento do ocorrido. Ele acionou o socorro e comunicou às autoridades que se tratava de um suicídio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Posteriormente, o registro do caso foi alterado para morte suspeita, e a investigação passou a considerar outras possibilidades para explicar as circunstâncias da morte.</p>
<h2>Família contestou versão desde o início</h2>
<p class="isSelectedEnd">Desde os primeiros momentos da investigação, a família de Gisele contestou a hipótese de suicídio e questionou as circunstâncias apresentadas inicialmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Agora, o laudo complementar da perícia reforça a conclusão de que os vestígios encontrados no local são incompatíveis com a versão de que a policial teria cometido suicídio.</p>
<p>A investigação continua para esclarecer a dinâmica da morte e determinar as responsabilidades pelo crime.</p>
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		<item>
		<title>Como pai e filho foram encontrados mais de um ano após o assassinato de quatro amigos no Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/como-pai-e-filho-foram-encontrados-mais-de-um-ano-apos-o-assassinato-de-quatro-amigos-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 14:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antônio e Paulo Ricardo Buscariollo...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="1jutwby" data-start="102" data-end="290">Antônio e Paulo Ricardo Buscariollo foram encontrados escondidos em um sítio na zona rural de Rio das Pedras, no interior de São Paulo; outros dois filhos também foram alvos da operação</h2>
<p data-start="292" data-end="600">Pai e filho que estavam na lista vermelha da <strong data-start="337" data-end="349">Interpol</strong> foram presos nesta terça-feira (18), em um sítio na zona rural de Rio das Pedras, no interior de São Paulo. <strong data-start="458" data-end="497">Antônio e Paulo Ricardo Buscariollo</strong> são investigados pelo assassinato de quatro amigos ocorrido em agosto de 2025, em Icaraíma, no Paraná.</p>
<p data-start="602" data-end="785">Os dois estavam foragidos havia mais de um ano. A investigação aponta que as vítimas viajaram ao Paraná para cobrar uma dívida de <strong data-start="732" data-end="746">R$ 255 mil</strong> relacionada à negociação de um imóvel.</p>
<h3 data-section-id="1nzqsd9" data-start="787" data-end="827">Outros dois filhos também foram alvo</h3>
<p data-start="829" data-end="921">Além de Antônio e Paulo Ricardo, outros dois filhos de Antônio foram envolvidos na operação.</p>
<p data-start="923" data-end="1085"><strong data-start="923" data-end="954">Carlos Henrique Buscariollo</strong> foi preso em Santa Bárbara d’Oeste, no interior paulista, sob suspeita de ter dado apoio financeiro para a fuga do pai e do irmão.</p>
<p data-start="1087" data-end="1232">Já <strong data-start="1090" data-end="1120">Carlos Eduardo Buscariollo</strong>, também alvo da operação, já estava preso em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, por tráfico de drogas.</p>
<p data-start="1234" data-end="1470">A defesa dos três presos informou que aguarda as audiências de custódia. Segundo o advogado, há elementos que comprovariam que Carlos Henrique não estava na cidade no período dos crimes e, portanto, não teria envolvimento com as mortes.</p>
<h3 data-section-id="19n4klp" data-start="1472" data-end="1521">Investigação levou ao sítio em Rio das Pedras</h3>
<p data-start="1523" data-end="1678">De acordo com a Polícia Civil, os investigadores passaram a acompanhar os possíveis deslocamentos dos suspeitos depois que Antônio e Paulo Ricardo fugiram.</p>
<p data-start="1680" data-end="1848">A equipe identificou vínculos da família Buscariollo com <strong data-start="1737" data-end="1762">Santa Bárbara d’Oeste</strong>, onde eles já haviam sido submetidos a medidas de prestação de serviços comunitários.</p>
<p data-start="1850" data-end="2073">Em dezembro de 2025, uma operação foi realizada na cidade, mas os suspeitos não foram encontrados. A partir daí, os investigadores continuaram monitorando os deslocamentos da família até chegarem ao sítio em Rio das Pedras.</p>
<p data-start="2075" data-end="2186">Segundo a polícia, pai e filho tentaram fugir durante a abordagem, mas acabaram capturados em uma área de mata.</p>
<p data-start="2188" data-end="2332">A propriedade onde eles estavam escondidos <strong data-start="2231" data-end="2270">não pertencia à família Buscariollo</strong>. O proprietário do sítio deverá ser ouvido pelas autoridades.</p>
<h3 data-section-id="5zlt7s" data-start="2334" data-end="2371">Policiais também são investigados</h3>
<p data-start="2373" data-end="2513">Em dezembro de 2025, dois policiais civis foram alvo de mandados de busca e apreensão por suspeita de terem ajudado os investigados na fuga.</p>
<p data-start="2515" data-end="2626">Segundo a Polícia Civil, o procedimento administrativo que apura a conduta dos agentes ainda está em andamento.</p>
<p data-start="2628" data-end="2782">A investigação também trabalha com a possibilidade de que <strong data-start="2686" data-end="2740">outras pessoas tenham participado dos assassinatos</strong>, mas os nomes ainda não foram divulgados.</p>
<p data-start="2784" data-end="2838">Os presos foram encaminhados para Umuarama, no Paraná.</p>
<h2 data-section-id="9sshph" data-start="2840" data-end="2857">Entenda o caso</h2>
<p data-start="2859" data-end="3043">Em <strong data-start="2862" data-end="2885">4 de agosto de 2025</strong>, Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi e Diego Henrique Afonso viajaram de São José do Rio Preto, em São Paulo, para Icaraíma, no Paraná.</p>
<p data-start="3045" data-end="3119">O objetivo era cobrar uma dívida de <strong data-start="3081" data-end="3095">R$ 255 mil</strong> da família Buscariollo.</p>
<p data-start="3121" data-end="3302">Segundo a investigação, Alencar Gonçalves de Souza havia vendido um imóvel para a família, com pagamento dividido em dez parcelas de R$ 25 mil. Nenhuma das parcelas teria sido paga.</p>
<p data-start="3304" data-end="3432">Os quatro homens foram vistos pela última vez em <strong data-start="3353" data-end="3376">5 de agosto de 2025</strong>. Inicialmente, o caso foi tratado como desaparecimento.</p>
<p data-start="3434" data-end="3671">Mais de um mês depois, os corpos foram encontrados enterrados em um <strong data-start="3502" data-end="3512">bunker</strong>, uma estrutura subterrânea localizada a aproximadamente quatro quilômetros da propriedade rural onde, segundo a investigação, os assassinatos teriam ocorrido.</p>
<p data-start="3673" data-end="3822">A Polícia Civil acredita que as vítimas foram mortas em uma emboscada quando retornaram à propriedade dos suspeitos, por volta das 12h30 daquele dia.</p>
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		<title>Pai e filho são presos um ano após assassinato de quatro cobradores de dívida no Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/pai-e-filho-sao-presos-um-ano-apos-assassinato-de-quatro-cobradores-de-divida-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[campos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Cobradores de dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
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		<category><![CDATA[Interpol]]></category>
		<category><![CDATA[investigação policial]]></category>
		<category><![CDATA[MZ Notícias.]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[policia civil]]></category>
		<category><![CDATA[prisao]]></category>
		<category><![CDATA[Rio das Pedras]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[umuarama]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=249668</guid>

					<description><![CDATA[<p>Antônio Buscariollo e Paulo Ricardo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Antônio Buscariollo e Paulo Ricardo Costa Buscariollo estavam foragidos há mais de um ano e foram localizados em Rio das Pedras, no interior de São Paulo</h2>
<h3>Suspeitos foram encontrados em área rural</h3>
<p class="isSelectedEnd">A Polícia Civil do Paraná prendeu, na manhã desta terça-feira (18), Antônio Buscariollo e Paulo Ricardo Costa Buscariollo, pai e filho suspeitos de envolvimento no assassinato de quatro homens que viajaram ao Paraná para cobrar uma dívida de R$ 255 mil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dois estavam foragidos havia mais de um ano e tiveram os nomes incluídos na lista vermelha de procurados da Interpol.</p>
<p class="isSelectedEnd">As vítimas são <strong>Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso e Alencar Gonçalves de Souza</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Antônio e Paulo Ricardo foram localizados em um sítio na zona rural de Rio das Pedras, no interior de São Paulo.</p>
<h3>Prisões ocorreram após investigação</h3>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Polícia Civil, os suspeitos foram encontrados após uma série de levantamentos de inteligência e monitoramento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a operação, pai e filho teriam tentado fugir, mas foram capturados em meio a uma área de mata.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro filho de Antônio Buscariollo também foi preso em Santa Bárbara d&#8217;Oeste (SP). Um quarto homem apontado como envolvido no crime já estava preso por outro delito.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os quatro deverão ser encaminhados para Umuarama, no Paraná.</p>
<h3>Quatro homens desapareceram após cobrança de dívida</h3>
<p class="isSelectedEnd">O crime ocorreu em agosto de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">No dia 4 de agosto daquele ano, Robishley, Rafael e Diego viajaram de São José do Rio Preto, em São Paulo, até Icaraíma, no Paraná. O objetivo era cobrar uma dívida de R$ 255 mil da família Buscariollo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alencar Gonçalves de Souza, que também foi vítima, estava relacionado à negociação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os quatro foram vistos pela última vez no dia 5 de agosto e, posteriormente, passaram a ser considerados desaparecidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais de um mês depois, os corpos foram encontrados enterrados em um bunker.</p>
<h3>Dívida estava relacionada à venda de propriedade rural</h3>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a investigação, a cobrança estava relacionada à venda de uma propriedade rural feita por Alencar para a família Buscariollo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O pagamento havia sido dividido em dez notas promissórias de R$ 25 mil cada. Conforme a apuração, nenhuma das parcelas teria sido paga.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os cobradores receberiam metade do valor arrecadado caso conseguissem obter o pagamento da dívida.</p>
<p class="isSelectedEnd">No dia 4 de agosto, os quatro foram até o distrito de Vila Rica para fazer o primeiro contato com Antônio e Paulo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na ocasião, os Buscariollo teriam tentado oferecer uma casa localizada na área urbana da cidade como forma de pagamento, mas não houve acordo entre as partes.</p>
<h3>Último registro foi feito em uma padaria</h3>
<p class="isSelectedEnd">Uma câmera de segurança de uma panificadora de Icaraíma registrou os quatro homens juntos pela última vez na manhã do dia 5 de agosto de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a investigação, por volta das 12h daquele dia, as vítimas conversaram pela última vez com familiares.</p>
<p class="isSelectedEnd">A polícia acredita que os quatro tenham sido mortos por volta das 12h30, após retornarem à propriedade rural dos suspeitos, onde teriam sido vítimas de uma emboscada.</p>
<p class="isSelectedEnd">No dia 6 de agosto de 2025, a esposa de Robishley procurou a polícia em São Paulo para registrar o desaparecimento do marido e dos amigos, sem saber naquele momento que os quatro haviam sido assassinados.</p>
<h3>Investigação levou aos suspeitos</h3>
<p class="isSelectedEnd">A localização dos foragidos foi possível após trabalhos de inteligência policial e monitoramento realizados pela Polícia Civil do Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a prisão de Antônio e Paulo Ricardo, a investigação avança mais de um ano após o desaparecimento e assassinato dos quatro cobradores.</p>
<p class="isSelectedEnd">A defesa dos dois suspeitos foi procurada, mas não havia apresentado manifestação até a última atualização das informações.</p>
<p>Os investigados permanecem à disposição da Justiça e são considerados inocentes até eventual condenação definitiva.</p>
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		<item>
		<title>Ex-ministra britânica foi atingida 21 vezes com martelo, dizem promotores</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/ex-ministra-britanica-foi-atingida-21-vezes-com-martelo-dizem-promotores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 18:56:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ann Widdecombe]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justica]]></category>
		<category><![CDATA[Londres]]></category>
		<category><![CDATA[MZ Notícias.]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Britânica]]></category>
		<category><![CDATA[Reform UK]]></category>
		<category><![CDATA[reino unido]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=247370</guid>

					<description><![CDATA[<p>Acusado de 28 anos participou...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="113" data-end="248">Acusado de 28 anos participou de audiência em Londres. Polícia britânica afirma que não há indícios de motivação política para o crime.</p>
<h2 data-section-id="1m6culz" data-start="250" data-end="301"><span role="text"><strong data-start="253" data-end="301">Promotores detalham ataque durante audiência</strong></span></h2>
<p data-start="303" data-end="494">Promotores do Reino Unido informaram que a ex-ministra britânica <strong data-start="368" data-end="386">Ann Widdecombe</strong>, de 78 anos, foi atingida <strong data-start="413" data-end="450">21 vezes na cabeça com um martelo</strong> durante o ataque que resultou em sua morte.</p>
<p data-start="496" data-end="635">A informação foi apresentada nesta terça-feira (21), durante audiência realizada no <strong data-start="580" data-end="622">Tribunal de Magistrados de Westminster</strong>, em Londres.</p>
<h2 data-section-id="mdddjq" data-start="637" data-end="675"><span role="text"><strong data-start="640" data-end="675">Suspeito compareceu ao tribunal</strong></span></h2>
<p data-start="677" data-end="830">O acusado pelo crime é <strong data-start="700" data-end="716">Joshua Kerry</strong>, de <strong data-start="721" data-end="732">28 anos</strong>, cidadão britânico natural do norte da Inglaterra, que participou da audiência perante a Justiça.</p>
<p data-start="832" data-end="910">Segundo a acusação, ele é apontado como o autor do assassinato da ex-ministra.</p>
<h2 data-section-id="1a9d8k9" data-start="912" data-end="954"><span role="text"><strong data-start="915" data-end="954">Vítima foi encontrada morta em casa</strong></span></h2>
<p data-start="956" data-end="1124">Ann Widdecombe foi encontrada morta em sua residência, localizada na zona rural do sudoeste da Inglaterra, no dia <strong data-start="1070" data-end="1084">9 de julho</strong>, após ter sido atacada no dia anterior.</p>
<p data-start="1126" data-end="1309">A ex-ministra, de 78 anos, foi uma figura de destaque da política britânica e integrou o partido <strong data-start="1223" data-end="1236">Reform UK</strong>, liderado por Nigel Farage, embora já não exercesse mandato parlamentar.</p>
<h2 data-section-id="10x4wzp" data-start="1311" data-end="1353"><span role="text"><strong data-start="1314" data-end="1353">Polícia descarta motivação política</strong></span></h2>
<p data-start="1355" data-end="1424">Joshua Kerry foi preso pela polícia britânica no dia <strong data-start="1408" data-end="1423">11 de julho</strong>.</p>
<p data-start="1426" data-end="1599">De acordo com as investigações, <strong data-start="1458" data-end="1533">não há indícios de que o crime tenha sido motivado por razões políticas</strong>. O caso segue sendo investigado pelas autoridades do Reino Unido.</p>
<p data-start="1426" data-end="1599">Foto: Matthew Childs / Reuters</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caso Susana Ferreira: grávida de quatro meses foi executada por vingaça motivada por boatos</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/caso-susana-ferreira-gravida-de-quatro-meses-foi-executada-por-vingaca-motivada-por-boatos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[redacao__mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 16:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Grossa]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[gravida]]></category>
		<category><![CDATA[inquerito]]></category>
		<category><![CDATA[ponta grossa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=243924</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Paraná...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A </span><span style="font-weight: 400;">Polícia Civil do Paraná concluiu o inquérito que investigou o assassinato de Susana Ferreira Correia, de 40 anos, morta com um tiro na cabeça dentro da própria residência, no bairro Neves, em Ponta Grossa, no dia 1º de fevereiro de 2026. A vítima estava grávida de quatro meses e não possuía antecedentes criminais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As investigações apontaram que o crime foi motivado por uma vingança infundada contra o marido de Susana. Os investigados, Samuel da Silva Gravonski e Mario Gravonski Junior, acreditavam, com base exclusivamente em boatos, que ele teria participação no latrocínio do pai deles, ocorrido em 2008.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, durante a apuração, não foi encontrado qualquer indício que sustentasse essa hipótese. A Polícia Civil destacou ainda que, à época do crime de 2008, um autor foi identificado e posteriormente condenado pelo Juízo da Infância.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante das provas reunidas, Samuel e Mario foram indiciados por homicídio qualificado por motivo torpe, emboscada e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Eles também responderão por aborto provocado por terceiro, uma vez que o disparo resultou na interrupção da gestação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Samuel ainda foi indiciado por disparo de arma de fogo em via pública, por um episódio registrado horas antes do homicídio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outros dois homens foram indiciados por porte ilegal de arma de fogo. Um deles foi flagrado com o revólver calibre .38 utilizado no crime e também responderá por resistência à prisão. O outro foi indiciado por porte ilegal na forma tentada, após tentar ocultar a arma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público, que analisará as conclusões da autoridade policial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Relembre o caso:  <a href="https://mznoticia.com.br/caso-susana-ferreira-entenda-o-que-se-sabe-sobre-o-crime-investigado-em-ponta-grossa/">Caso Susana Ferreira: Entenda o que se sabe sobre o crime investigado em Ponta Grossa &#8211; MZ Notícia</a> </strong></p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/caso-susana-ferreira-gravida-de-quatro-meses-foi-executada-por-vingaca-motivada-por-boatos/">Caso Susana Ferreira: grávida de quatro meses foi executada por vingaça motivada por boatos</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br">MZ Notícia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Polícia Civil conclui inquérito e indicia dois homens por assassinato de Adrian Avila</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/policia-civil-conclui-inquerito-e-indicia-dois-homens-por-assassinato-de-adrian-avila/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[redacao__mz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 17:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Grossa]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio qualificado]]></category>
		<category><![CDATA[policia civil]]></category>
		<category><![CDATA[ponta grossa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=243092</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil de Ponta...</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/policia-civil-conclui-inquerito-e-indicia-dois-homens-por-assassinato-de-adrian-avila/">Polícia Civil conclui inquérito e indicia dois homens por assassinato de Adrian Avila</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br">MZ Notícia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Polícia Civil de Ponta Grossa, por meio do Setor de Homicídio, concluiu as investigações sobre o assassinato de Adrian César Avila, ocorrido em 11 de janeiro deste ano. O inquérito resultou no indiciamento de dois homens, de 25 e 21 anos, por homicídio qualificado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dinâmica do crime foi esclarecida com base em imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas. Após uma discussão em uma casa noturna, Adrian e outras duas pessoas deixaram o local a pé. Os autores, em um veículo vermelho, passaram a perseguir o grupo pelas ruas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As imagens mostram que o suspeito de 25 anos desceu do carro armado com uma faca e iniciou os ataques contra Adrian e o irmão dele. Durante a luta corporal, a vítima chegou a se apossar da faca. Já o segundo indiciado, de 21 anos, dirigia o veículo e teria tentado atropelar uma das vítimas. Em seguida, também desceu do carro e foi em direção ao grupo, mesmo após o comparsa ter fugido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O suspeito de 21 anos já possuía antecedentes criminais por tráfico de drogas e ameaça. No dia do crime, ele não foi localizado em nenhum de seus endereços vinculados. Às 14:03, informou à companheira que iria se apresentar na 13° Subdivisão Policial com um advogado, mas não compareceu. Testemunhas ouvidas no mesmo dia confirmaram a participação dos dois autores, sendo que um deles foi preso em flagrante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Polícia Civil informou ainda que foi oferecida ao segundo investigado, por meio de seu defensor, a oportunidade de se apresentar antes da divulgação da identidade. No entanto, ele segue foragido até o momento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As investigações apontam que o crime foi motivado por vingança, em razão de uma briga ocorrida meses antes na mesma casa noturna. Por isso, os autores foram indiciados por homicídio qualificado, por motivo fútil. </span></p>
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