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	<title>Arquivos ciência - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos ciência - MZ Notícia</title>
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		<title>Carreta da Inovação leva atividades gratuitas de tecnologia a duas cidades do Paraná nesta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 19:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Carreta da Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Matelândia]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tomazina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moradores de Tomazina e Matelândia...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Moradores de Tomazina e Matelândia terão acesso a atividades gratuitas de ciência, tecnologia e empreendedorismo entre terça-feira (20) e sexta-feira (23). A iniciativa faz parte da Carreta da Inovação, projeto itinerante do Governo do Paraná.</p>
<p>A estrutura estará aberta ao público das 9h às 12h e das 14h às 18h. Em Tomazina, o atendimento será na Rua Felipe Miguel de Carvalho, no Centro, no Parque do Trevo. Em Matelândia, a carreta ficará na Avenida Duque de Caxias, 800.</p>
<p>O espaço funciona como uma sala de aula itinerante, com oficinas, workshops, cursos e equipamentos para atividades práticas. Entre as experiências oferecidas estão jogos digitais, óculos de realidade virtual e impressão 3D.</p>
<p>A proposta é aproximar a população de ferramentas tecnológicas e despertar o interesse de crianças e jovens por ciência e inovação. As atividades também buscam estimular o empreendedorismo e ampliar o acesso a conhecimentos que nem sempre estão disponíveis em municípios menores.</p>
<p>A participação é gratuita. Os interessados devem observar os horários e os endereços de atendimento divulgados para cada cidade.</p>
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		<title>Geleira do Juízo Final pode elevar nível do mar duas vezes mais do que o previsto, revela estudo</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/geleira-do-juizo-final-pode-elevar-nivel-do-mar-duas-vezes-mais-do-que-o-previsto-revela-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida Ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Derretimento de Geleiras]]></category>
		<category><![CDATA[Elevação dos Oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Rignot]]></category>
		<category><![CDATA[Geleira do Juízo Final]]></category>
		<category><![CDATA[Geleira Thwaites]]></category>
		<category><![CDATA[Geleiras]]></category>
		<category><![CDATA[Mattia Poinelli]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Nature Communications]]></category>
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		<category><![CDATA[Oceano]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa científica]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta Terra]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade da Califórnia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa publicada na revista Nature...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Pesquisa publicada na revista Nature Communications aponta que o derretimento da geleira Thwaites, na Antártida, pode contribuir com até três centímetros para a elevação global dos oceanos até 2100.</p>
<p>O derretimento da geleira Thwaites, conhecida como “Geleira do Juízo Final”, pode provocar um aumento do nível do mar duas vezes maior do que indicavam projeções anteriores.</p>
<p>A conclusão é de um estudo publicado na revista científica Nature Communications, que estima uma contribuição de até 3,01 centímetros para a elevação média global dos oceanos até 2100, mesmo sem considerar aquecimento climático adicional.</p>
<p>Localizada na Antártida Ocidental, a geleira preocupa cientistas devido ao avanço do derretimento e ao risco de perda de estabilidade.</p>
<h2>Água do oceano acelera derretimento da geleira</h2>
<p>Segundo os pesquisadores, a entrada de água relativamente quente do oceano sob a geleira é um dos principais fatores responsáveis pela perda de gelo.</p>
<p>O fenômeno ocorre na chamada zona de aterramento, onde o gelo deixa de estar apoiado no fundo do mar e passa a flutuar.</p>
<p>O novo modelo computacional conseguiu representar melhor esse processo ao considerar a infiltração da água por vários quilômetros sob o gelo.</p>
<p>A pesquisa analisou observações realizadas entre 1996 e 2023. Desde meados da década de 1990, a parte ocidental da Thwaites já recuou aproximadamente 25 quilômetros.</p>
<h2>Geleira pode perder apoio submarino até 2100</h2>
<p>O estudo também identificou riscos relacionados à perda de contato da geleira com a Crista Mouginot, uma elevação submarina que ajuda a estabilizar o gelo.</p>
<p>Em determinadas simulações, a probabilidade de desprendimento desse ponto de apoio chegou a 60% até 2100, com possibilidade de ocorrer já em 2038.</p>
<p>Caso isso aconteça, a geleira poderá recuar em direção a outra elevação do fundo do mar, chamada Crista Sul.</p>
<h2>Projeções indicam impacto maior nos oceanos</h2>
<p>Dependendo da extensão da área em que a água oceânica penetra sob o gelo, a contribuição estimada para a elevação do nível do mar varia de 8,3 milímetros a 3,01 centímetros até o fim do século.</p>
<p>A projeção mais elevada é aproximadamente o dobro da média de 1,52 centímetro dos modelos internacionais utilizados como referência.</p>
<p>Os pesquisadores destacam que os cálculos mantiveram as condições climáticas médias observadas entre 1996 e 2023, sem incluir aquecimento futuro adicional.</p>
<p>O estudo apresenta limitações, e os cientistas defendem novas medições sob o gelo para aperfeiçoar as previsões.</p>
<p>Os resultados não significam que a geleira desaparecerá até 2100, mas indicam que sua contribuição para a elevação dos oceanos pode estar sendo subestimada.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisadores da UEPG avançam em prêmio estadual de ciência e disputam 16 vagas</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/pesquisadores-da-uepg-avancam-em-premio-estadual-de-ciencia-e-disputam-16-vagas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 20:54:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ponta Grossa]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[ponta grossa]]></category>
		<category><![CDATA[premio]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[uepg]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores ligados à Universidade Estadual...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores ligados à Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) estão entre os classificados para a etapa estadual da 39ª edição do Prêmio Paranaense de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.</p>
<p>Ao todo, 72 pesquisadores avançaram na etapa regional da premiação promovida pelo Governo do Paraná.</p>
<p>Agora, os trabalhos serão avaliados por especialistas que irão selecionar 16 vencedores para a etapa estadual.</p>
<p>As avaliações seguem até 26 de outubro. O resultado final está previsto para ser divulgado em 24 de novembro.</p>
<p>A premiação reúne pesquisadores de diferentes áreas e busca reconhecer trabalhos desenvolvidos no Paraná em ciência, tecnologia e ensino superior.</p>
<p>A presença de pesquisadores da região na disputa coloca a UEPG novamente no radar estadual em uma premiação que reúne projetos acadêmicos e científicos desenvolvidos no Paraná.</p>
<p>A etapa atual será decisiva para definir os trabalhos que receberão destaque na fase final da competição.</p>
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		<item>
		<title>Tempestade solar chega à Terra nesta sexta e fenômeno coloca cientistas em alerta</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/tempestade-solar-chega-a-terra-nesta-sexta-e-fenomeno-coloca-cientistas-em-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 21:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[clima espacial]]></category>
		<category><![CDATA[erupção solar]]></category>
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		<category><![CDATA[tempestade geomagnética]]></category>
		<category><![CDATA[tempestade solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma tempestade geomagnética de nível...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma tempestade geomagnética de nível G1 pode atingir a Terra nesta sexta-feira (2), após uma ejeção de massa coronal registrada no Sol em 28 de setembro.</p>
<p>O alerta foi emitido pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA). A previsão indica que o material lançado pelo Sol pode provocar alterações no campo magnético terrestre durante a passagem pela região da Terra.</p>
<p>O nível G1 é o primeiro da escala de tempestades geomagnéticas da NOAA, que vai até G5. Os possíveis efeitos incluem pequenas alterações em satélites, sistemas de navegação e redes elétricas, principalmente em regiões de latitudes mais elevadas.</p>
<p>Para o Brasil, não há previsão de um apagão generalizado de internet ou telefonia por causa do fenômeno. A intensidade efetiva da tempestade ainda depende das características da ejeção de massa coronal no momento em que interagir com o campo magnético terrestre.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Japão realiza primeira cirurgia cardíaca com células-tronco</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/japao-realiza-primeira-cirurgia-cardiaca-com-celulas-tronco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 14:44:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Células iPS]]></category>
		<category><![CDATA[Células-Tronco]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia Cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[japao]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Regenerativa]]></category>
		<category><![CDATA[Yoshiki Sawa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terapia regenerativa foi aplicada em...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Terapia regenerativa foi aplicada em uma mulher de 50 anos com insuficiência cardíaca grave; testes anteriores apontaram redução dos sintomas e melhora da função do órgão</h2>
<p class="isSelectedEnd">Um hospital no Japão realizou a primeira cirurgia do mundo utilizando lâminas de células-tronco de músculo cardíaco disponíveis comercialmente. O procedimento ocorreu após a aprovação dessa terapia inovadora pelo governo japonês no início deste ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cirurgia foi realizada na terça-feira (29) e durou aproximadamente uma hora. Durante o procedimento, três lâminas de cardiomiócitos derivados de células iPS, também conhecidas como células-tronco pluripotentes induzidas, foram implantadas no coração de uma mulher de 50 anos que sofria de insuficiência cardíaca grave.</p>
<h3>Terapia recebeu aprovação condicional</h3>
<p class="isSelectedEnd">O procedimento representa o primeiro uso clínico dessa terapia regenerativa desde sua aprovação condicional pelo governo japonês em março.</p>
<p class="isSelectedEnd">A técnica utiliza células iPS para produzir células musculares do coração, que são então utilizadas na tentativa de melhorar o funcionamento do órgão.</p>
<h3>Testes anteriores apresentaram resultados positivos</h3>
<p class="isSelectedEnd">Antes da realização da cirurgia, a terapia havia sido testada em oito pacientes que sofriam de doença cardíaca isquêmica, condição provocada pelo estreitamento das artérias coronárias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo os resultados divulgados pela mídia local, os pacientes apresentaram redução dos sintomas. Em particular, quatro deles apresentaram melhora na função cardíaca.</p>
<h3>Cirurgião espera melhora na qualidade de vida</h3>
<p class="isSelectedEnd">O procedimento foi realizado pelo cirurgião Yoshiki Sawa, que também dirige o Hospital Osaka Keisatsu.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Esperamos que isso melhore a qualidade de vida da paciente”, afirmou Sawa.</p>
<p>A cirurgia representa um novo passo no desenvolvimento de terapias regenerativas para doenças cardíacas, utilizando células-tronco para tentar recuperar a função do músculo cardíaco.</p>
<p>Foto ilustrativa</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Eclipse lunar poderá ser visto do Paraná na madrugada desta sexta-feira</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/eclipse-lunar-podera-ser-visto-do-parana-na-madrugada-desta-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 21:24:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse lunar]]></category>
		<category><![CDATA[Fenômeno Astronômico]]></category>
		<category><![CDATA[Lua]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=250515</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fenômeno terá quase 96% da...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Fenômeno terá quase 96% da Lua encoberta pela sombra da Terra e poderá deixar o satélite com coloração avermelhada</h2>
<h3>Eclipse será visível no Paraná</h3>
<p class="isSelectedEnd">Moradores do Paraná poderão acompanhar, na madrugada desta sexta-feira (28), um eclipse lunar parcial de grande magnitude. O fenômeno poderá ser observado de todo o Brasil, desde que as condições do tempo permitam.</p>
<p class="isSelectedEnd">No momento de maior intensidade, aproximadamente <strong>96% do disco lunar estará encoberto pela sombra da Terra</strong>, fazendo com que a Lua adquira uma tonalidade avermelhada.</p>
<h3>Confira os horários</h3>
<p class="isSelectedEnd">Os horários do fenômeno seguem o horário de Brasília:</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>22h24 de quinta-feira (27):</strong> início da fase penumbral;</li>
<li><strong>23h34:</strong> início da fase parcial;</li>
<li><strong>1h13 de sexta-feira (28):</strong> ponto máximo do eclipse, com cerca de 96% da Lua encoberta;</li>
<li><strong>2h52:</strong> fim da fase parcial;</li>
<li><strong>4h02:</strong> encerramento da fase penumbral.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">O melhor momento para observar o fenômeno será por volta de <strong>1h13</strong>, quando a maior parte da Lua estará dentro da sombra terrestre.</p>
<h3>Por que a Lua fica avermelhada?</h3>
<p class="isSelectedEnd">A coloração avermelhada ocorre quando a luz do Sol atravessa a atmosfera da Terra. Parte dessa luz é desviada e chega à superfície lunar, produzindo os tons de cobre e vermelho característicos dos eclipses lunares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como uma pequena parte do disco lunar permanecerá fora da sombra mais escura, o fenômeno é classificado como <strong>eclipse parcial</strong>, apesar de a cobertura chegar a aproximadamente 96%.</p>
<h3>Observação não exige equipamentos especiais</h3>
<p class="isSelectedEnd">Diferentemente de um eclipse solar, o eclipse lunar pode ser observado diretamente a olho nu, sem necessidade de equipamentos de proteção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para uma melhor experiência, a recomendação é procurar um local com pouca iluminação artificial e com visão aberta do céu.</p>
<p>No Paraná, a observação dependerá principalmente das condições meteorológicas durante a madrugada. Caso o céu esteja limpo, o fenômeno poderá ser acompanhado normalmente.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo sugere que evolução do cérebro humano pode ter aumentado vulnerabilidade ao autismo</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/estudo-sugere-que-evolucao-do-cerebro-humano-pode-ter-aumentado-vulnerabilidade-ao-autismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 17:20:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[autismo]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro humano]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[estudo científico]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[neurônios]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa científica]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Stanford]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do espectro autista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=250236</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa de cientistas da Universidade...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="94vugv" data-start="94" data-end="308">Pesquisa de cientistas da Universidade de Stanford aponta que mudanças aceleradas em determinados neurônios podem ter contribuído para tornar o cérebro humano mais complexo, mas também mais suscetível ao autismo</h2>
<p data-start="310" data-end="683">Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, propõe uma nova hipótese sobre a relação entre a evolução do cérebro humano e o autismo. Segundo a pesquisa, algumas mudanças que ajudaram a desenvolver capacidades cognitivas características dos seres humanos também podem ter aumentado a vulnerabilidade a condições neuropsiquiátricas.</p>
<p data-start="685" data-end="959">Os cientistas analisaram um tipo específico de neurônio, conhecido como L2/3 IT, localizado nas camadas mais externas do córtex cerebral. Essa região está relacionada a funções complexas, como linguagem, memória, raciocínio, resolução de problemas e pensamento abstrato.</p>
<p data-start="961" data-end="1306">A pesquisa comparou dados de diferentes espécies de mamíferos e analisou a atividade genética de mais de 1 milhão de neurônios. Os resultados indicaram que, embora os neurônios mais numerosos normalmente apresentem maior conservação genética ao longo da evolução, os L2/3 IT tiveram uma evolução particularmente acelerada na linhagem humana.</p>
<h3 data-section-id="1fnojog" data-start="1308" data-end="1358">Mudanças podem ter aumentado a vulnerabilidade</h3>
<p data-start="1360" data-end="1531">Os pesquisadores Alexander Starr e Hunter Fraser observaram que a evolução desses neurônios ocorreu acompanhada de alterações coordenadas em genes relacionados ao autismo.</p>
<p data-start="1533" data-end="1849">Entre os resultados, houve uma redução significativa na expressão de 34 genes associados ao autismo. A hipótese levantada é que algumas dessas mudanças tenham contribuído para vantagens relacionadas ao desenvolvimento do cérebro humano, mas, ao mesmo tempo, reduzido uma espécie de margem de segurança biológica.</p>
<p data-start="1851" data-end="2009">Isso significa que alterações genéticas que poderiam não provocar efeitos importantes em outras espécies podem ter consequências diferentes no cérebro humano.</p>
<h3 data-section-id="wacru1" data-start="2011" data-end="2039">O que o estudo descobriu</h3>
<p data-start="2041" data-end="2192">A equipe utilizou técnicas de análise de expressão gênica em células individuais para comparar neurônios de diferentes espécies e regiões do neocórtex.</p>
<p data-start="2194" data-end="2432">Os pesquisadores identificaram que os neurônios L2/3 IT, apesar de serem abundantes e importantes para o funcionamento cerebral, apresentaram uma evolução mais rápida nos seres humanos do que em outros primatas, como chimpanzés e gorilas.</p>
<p data-start="2434" data-end="2629">O estudo sugere, portanto, que determinadas características que tornaram o cérebro humano mais sofisticado podem ter vindo acompanhadas de um aumento da vulnerabilidade a alterações neurológicas.</p>
<h3 data-section-id="v5poli" data-start="2631" data-end="2667">Nova perspectiva sobre o autismo</h3>
<p data-start="2669" data-end="2917">Os autores ressaltam que a pesquisa não significa que a evolução seja a causa direta do autismo, nem que exista uma única explicação para o transtorno. O autismo é uma condição complexa, influenciada por diversos fatores genéticos e biológicos.</p>
<p data-start="2919" data-end="3053">A proposta é compreender melhor por que determinadas alterações cerebrais são mais comuns ou têm efeitos diferentes nos seres humanos.</p>
<p data-start="3055" data-end="3254">A pesquisa também apresenta uma perspectiva de “troca evolutiva”: características que proporcionaram benefícios para determinadas funções do cérebro podem ter vindo acompanhadas de riscos adicionais.</p>
<h3 data-section-id="1to39a" data-start="3256" data-end="3277">Pesquisas futuras</h3>
<p data-start="3279" data-end="3406">Os resultados podem abrir novas linhas de investigação sobre a relação entre evolução, genética e condições neuropsiquiátricas.</p>
<p data-start="3408" data-end="3724">Segundo os pesquisadores, as hipóteses poderão ser testadas futuramente em células, organoides e outros modelos experimentais. Esse tipo de investigação pode ajudar a identificar mecanismos relacionados ao autismo e, no futuro, contribuir para o desenvolvimento de possíveis biomarcadores e estratégias terapêuticas.</p>
<p data-start="3726" data-end="3964" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O estudo foi publicado na revista científica Molecular Biology and Evolution e amplia a compreensão sobre como as mudanças que tornaram o cérebro humano único também podem ter influenciado sua vulnerabilidade a determinadas condições.</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/estudo-sugere-que-evolucao-do-cerebro-humano-pode-ter-aumentado-vulnerabilidade-ao-autismo/">Estudo sugere que evolução do cérebro humano pode ter aumentado vulnerabilidade ao autismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br">MZ Notícia</a>.</p>
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		<title>Eclipse lunar quase total poderá ser visto em todo o Brasil na madrugada de sexta-feira</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/eclipse-lunar-quase-total-podera-ser-visto-em-todo-o-brasil-na-madrugada-de-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 16:02:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse lunar]]></category>
		<category><![CDATA[Fenômeno Astronômico]]></category>
		<category><![CDATA[Lua]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="gzmfi5" data-start="91" data-end="242">Fenômeno começa na noite de quinta-feira (27) e terá o ponto máximo às 1h13 de sexta (28), quando 96,2% da Lua estará encoberta pela sombra da Terra</h2>
<p data-start="244" data-end="497">Um <strong data-start="247" data-end="272">eclipse lunar parcial</strong> poderá ser observado em todo o Brasil na noite de quinta-feira (27) para a madrugada de sexta-feira (28). O fenômeno vai encobrir <strong data-start="403" data-end="427">96,2% do disco lunar</strong>, fazendo com que a Lua fique visualmente próxima de um eclipse total.</p>
<p data-start="499" data-end="644">O eclipse terá início às <strong data-start="524" data-end="549">22h24 de quinta-feira</strong>, pelo horário de Brasília, e o momento de maior cobertura ocorrerá às <strong data-start="620" data-end="643">1h13 de sexta-feira</strong>.</p>
<h3 data-section-id="148rnuf" data-start="646" data-end="669">Confira os horários</h3>
<ul data-start="671" data-end="904">
<li data-section-id="3yg7jl" data-start="671" data-end="716"><strong data-start="673" data-end="690">22h24 (27/8):</strong> início da fase penumbral;</li>
<li data-section-id="1eauciz" data-start="717" data-end="760"><strong data-start="719" data-end="736">23h34 (27/8):</strong> início da fase parcial;</li>
<li data-section-id="1g9ua3r" data-start="761" data-end="822"><strong data-start="763" data-end="779">1h13 (28/8):</strong> ponto máximo, com 96,2% da Lua escurecida;</li>
<li data-section-id="fr9062" data-start="823" data-end="862"><strong data-start="825" data-end="841">2h52 (28/8):</strong> fim da fase parcial;</li>
<li data-section-id="ri7xhy" data-start="863" data-end="904"><strong data-start="865" data-end="881">4h02 (28/8):</strong> fim da fase penumbral.</li>
</ul>
<p data-start="906" data-end="1106">A fase parcial, considerada a mais fácil de perceber, terá duração aproximada de <strong data-start="987" data-end="1011">3 horas e 18 minutos</strong>. Já todo o fenômeno, incluindo a fase penumbral, deve durar cerca de <strong data-start="1081" data-end="1105">5 horas e 38 minutos</strong>.</p>
<h3 data-section-id="fqy9f" data-start="1108" data-end="1152">Por que o eclipse é considerado parcial?</h3>
<p data-start="1154" data-end="1262">O eclipse acontece quando <strong data-start="1180" data-end="1216">Sol, Terra e Lua ficam alinhados</strong>, com a Terra posicionada entre o Sol e a Lua.</p>
<p data-start="1264" data-end="1384">A sombra projetada pela Terra possui duas regiões: a <strong data-start="1317" data-end="1329">penumbra</strong>, mais clara, e a <strong data-start="1347" data-end="1356">umbra</strong>, que é a parte mais escura.</p>
<p data-start="1386" data-end="1565">No eclipse parcial, apenas uma parte da Lua entra na umbra. Nesta ocasião, a Lua passará profundamente pela região de sombra, mas uma pequena faixa do disco permanecerá iluminada.</p>
<h3 data-section-id="1vfcd7o" data-start="1567" data-end="1605">Lua poderá ganhar tons alaranjados</h3>
<p data-start="1607" data-end="1738">Apesar de não ser um eclipse total, a parte da Lua dentro da umbra poderá apresentar <strong data-start="1692" data-end="1737">tons escuros, alaranjados ou avermelhados</strong>.</p>
<p data-start="1740" data-end="1978">Isso ocorre porque parte da luz solar atravessa a atmosfera terrestre antes de chegar à Lua. A atmosfera espalha mais facilmente a luz azul, enquanto os tons avermelhados e alaranjados conseguem atravessá-la e iluminar a superfície lunar.</p>
<p data-start="1980" data-end="2110">Por isso, o fenômeno não será uma “Lua de Sangue” completa, mas poderá produzir uma coloração avermelhada em parte do disco lunar.</p>
<h3 data-section-id="113pye3" data-start="2112" data-end="2153">Observação poderá ser feita a olho nu</h3>
<p data-start="2155" data-end="2299">Não é necessário nenhum equipamento especial para acompanhar o eclipse. O fenômeno pode ser observado <strong data-start="2257" data-end="2270">a olho nu</strong> e não oferece risco à visão.</p>
<p data-start="2301" data-end="2429">Binóculos e telescópios podem ser utilizados para observar com mais detalhes a superfície lunar e a região atingida pela sombra.</p>
<p data-start="2431" data-end="2512">O principal fator que pode atrapalhar a observação será a presença de <strong data-start="2501" data-end="2511">nuvens</strong>.</p>
<h3 data-section-id="tmouot" data-start="2514" data-end="2556">Fenômeno será visível em todo o Brasil</h3>
<p data-start="2558" data-end="2672">Todas as regiões brasileiras poderão acompanhar o eclipse, desde que as condições meteorológicas sejam favoráveis.</p>
<p data-start="2674" data-end="2824">Os horários informados seguem o <strong data-start="2706" data-end="2729">horário de Brasília</strong>. Em estados que utilizam outros fusos horários, será necessário fazer o ajuste correspondente.</p>
<p data-start="2826" data-end="2994">No Brasil, será possível acompanhar todas as etapas do fenômeno, desde a entrada da Lua na penumbra até o encerramento, próximo das <strong data-start="2958" data-end="2993">4h da manhã de sexta-feira (28)</strong>.</p>
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		<title>Vacina contra câncer raro infantil avança para nova fase de testes no Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/vacina-contra-cancer-raro-infantil-avanca-para-nova-fase-de-testes-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 13:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer infantil]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Pequeno Príncipe]]></category>
		<category><![CDATA[MZ Notícias.]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tumor do córtex da adrenal]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina terapêutica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=247727</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa desenvolvida em Curitiba busca...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="96" data-end="272">Pesquisa desenvolvida em Curitiba busca oferecer uma alternativa para crianças com tumor do córtex da adrenal que não respondem aos tratamentos convencionais.</p>
<h2 data-section-id="6844fr" data-start="274" data-end="327">Pesquisa busca nova alternativa contra câncer raro</h2>
<p data-start="329" data-end="540">Uma vacina terapêutica desenvolvida por pesquisadores do Paraná pode representar um avanço no tratamento do <strong data-start="437" data-end="467">tumor do córtex da adrenal</strong>, um tipo raro e agressivo de câncer que acomete principalmente crianças.</p>
<p data-start="542" data-end="853">O imunizante está em fase experimental e é destinado a pacientes que não apresentam resposta satisfatória à cirurgia ou à quimioterapia. Até o momento, os testes realizados em laboratório demonstraram resultados positivos, e a próxima etapa prevê estudos em camundongos a partir da segunda quinzena de setembro.</p>
<h2 data-section-id="1aunlvh" data-start="855" data-end="892">Como funciona a vacina terapêutica</h2>
<p data-start="894" data-end="985">Diferentemente das vacinas preventivas, essa terapia é aplicada após o surgimento do tumor.</p>
<p data-start="987" data-end="1173">A tecnologia utiliza células do sistema imunológico do próprio organismo para reconhecer e atacar as células cancerígenas, estimulando uma resposta imunológica específica contra o tumor.</p>
<p data-start="1175" data-end="1332">Nos experimentos realizados em laboratório, a vacina conseguiu identificar e combater as células tumorais, abrindo caminho para a continuidade das pesquisas.</p>
<h2 data-section-id="1al7sns" data-start="1334" data-end="1372">Pesquisa é desenvolvida em Curitiba</h2>
<p data-start="1374" data-end="1572">O projeto é coordenado pelo médico <strong data-start="1409" data-end="1444">Bonald Cavalcante de Figueiredo</strong>, diretor do Biobanco do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (IPP), vinculado ao Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.</p>
<p data-start="1574" data-end="1748">Segundo o pesquisador, a proposta é oferecer uma alternativa para pacientes com tumores mais agressivos, que apresentam baixa resposta aos tratamentos atualmente disponíveis.</p>
<h2 data-section-id="q1i9ls" data-start="1750" data-end="1808">Paraná concentra maior incidência da alteração genética</h2>
<p data-start="1810" data-end="2036">Estudos realizados pelo Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe apontam que o Paraná possui uma das maiores frequências da variante genética <strong data-start="1955" data-end="1971">TP53 p.R337H</strong>, associada ao desenvolvimento do carcinoma do córtex da adrenal.</p>
<p data-start="2038" data-end="2203">Cerca de <strong data-start="2047" data-end="2079">0,3% da população paranaense</strong> apresenta essa alteração genética. No estado, mais de <strong data-start="2134" data-end="2172">90% dos casos do tumor em crianças</strong> estão relacionados à variante.</p>
<p data-start="2205" data-end="2301">Também foram identificadas frequências relevantes em Santa Catarina (0,24%) e São Paulo (0,21%).</p>
<h2 data-section-id="13ynyw" data-start="2303" data-end="2345">Próxima etapa será realizada em animais</h2>
<p data-start="2347" data-end="2571">Os pesquisadores pretendem avaliar a eficácia da vacina em camundongos durante aproximadamente um ano. Após essa fase, serão realizadas análises genômicas e proteômicas para compreender os mecanismos da resposta imunológica.</p>
<p data-start="2573" data-end="2690">Caso os resultados continuem positivos, o projeto poderá avançar para os primeiros estudos clínicos em seres humanos.</p>
<p data-start="2692" data-end="2895">Segundo os pesquisadores, se a estratégia demonstrar eficácia contra o tumor do córtex da adrenal, ela poderá servir de base para o desenvolvimento de tratamentos semelhantes para outros tipos de câncer.</p>
<p data-start="2692" data-end="2895"><strong>Ana Bottallo &#8211; Folhapress, editada por Redação Mz</strong></p>
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		<title>Agosto terá dois eclipses e um deles poderá ser observado em todo o Brasil</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/agosto-tera-dois-eclipses-e-um-deles-podera-ser-observado-em-todo-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse]]></category>
		<category><![CDATA[Fenômeno Astronômico]]></category>
		<category><![CDATA[Lua]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=247448</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mês será marcado por um...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Mês será marcado por um eclipse solar total e um eclipse lunar parcial. O fenômeno da Lua poderá ser visto a olho nu durante a madrugada.</p>
<h2>Dois eclipses estão previstos para agosto</h2>
<p class="isSelectedEnd">O mês de agosto será marcado por dois importantes fenômenos astronômicos: um eclipse solar total e um eclipse lunar parcial.</p>
<p class="isSelectedEnd">O eclipse solar ocorrerá no dia <strong>12 de agosto</strong>, mas sua faixa de totalidade será visível principalmente em partes da Europa, Groenlândia e Islândia, não podendo ser observado de forma significativa no Brasil.</p>
<h2>Eclipse lunar poderá ser visto do Brasil</h2>
<p class="isSelectedEnd">Já entre a noite de <strong>27 de agosto e a madrugada de 28 de agosto</strong>, ocorrerá um eclipse lunar parcial, que poderá ser observado em todo o território brasileiro, desde que as condições do tempo permitam.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ponto máximo do fenômeno está previsto para ocorrer por volta da <strong>1h da manhã (horário de Brasília)</strong>. Durante o eclipse, cerca de 93% da Lua ficará encoberta pela sombra da Terra, mas uma pequena parte do disco lunar continuará iluminada, o que caracteriza um eclipse parcial.</p>
<h2>Como observar</h2>
<p class="isSelectedEnd">O eclipse lunar poderá ser visto <strong>a olho nu</strong>, sem a necessidade de equipamentos especiais ou proteção para os olhos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para uma melhor observação, a recomendação é procurar locais com pouca iluminação artificial e céu limpo. Binóculos e telescópios podem proporcionar uma visão ainda mais detalhada do fenômeno, mas não são indispensáveis.</p>
<h2>Fenômeno é seguro</h2>
<p class="isSelectedEnd">Ao contrário dos eclipses solares, os eclipses lunares podem ser observados sem riscos à visão.</p>
<p>O fenômeno acontece quando a Terra fica posicionada entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite natural. Como a cobertura será parcial, a Lua não ficará completamente avermelhada, embora parte dela possa adquirir um tom alaranjado durante o evento.</p>
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