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	<title>Arquivos defesa - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos defesa - MZ Notícia</title>
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		<title>Pedido de suspensão de pena de Bolsonaro provoca divergência e advogado deixa defesa</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/pedido-de-suspensao-de-pena-de-bolsonaro-provoca-divergencia-e-advogado-deixa-defesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 13:41:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Marcelo Bessa deixou a equipe...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Marcelo Bessa deixou a equipe de defesa do ex-presidente após desistência de pedido para suspender pena de 27 anos e três meses</h2>
<p class="isSelectedEnd">O advogado Marcelo Bessa, do escritório Ávila de Bessa, deixou nesta quinta-feira (24) a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo sobre a trama golpista que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p class="isSelectedEnd">A saída ocorreu após a equipe de advogados desistir de um pedido para suspender a pena de Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.</p>
<h3>Pedido foi retirado poucas horas após protocolo</h3>
<p class="isSelectedEnd">O requerimento havia sido protocolado nesta quinta-feira no âmbito de um pedido de revisão criminal que tramita no Supremo. Menos de três horas depois, porém, a defesa recuou e desistiu do pedido de suspensão da pena.</p>
<p class="isSelectedEnd">A desistência ocorreu em meio a divergências entre os advogados que representam Bolsonaro nos processos em andamento no STF.</p>
<h3>Escritório deixa o caso</h3>
<p class="isSelectedEnd">Após o recuo, a defesa comunicou a saída de Marcelo Bessa. Em nota, a equipe informou que o processo relacionado à trama golpista ficará, a partir de agora, sob responsabilidade dos advogados que atuaram na defesa do ex-presidente durante a ação penal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a nota, a decisão representa uma reavaliação da estratégia da defesa. Com isso, o pedido de liminar foi retirado para que os advogados responsáveis pela defesa durante a ação penal possam avaliar as próximas medidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O escritório Ávila de Bessa informou que não continuará atuando no caso.</p>
<h3>Atuação de Marcelo Bessa</h3>
<p class="isSelectedEnd">Advogado do PL, Marcelo Bessa já participou das defesas de Jair Bolsonaro e do presidente do partido, Valdemar Costa Neto.</p>
<p>Bessa também integrou o jurídico da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente e candidato à Presidência.</p>
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		<title>Armas no espaço? EUA afirmam pela primeira vez ter armamentos em órbita</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/armas-no-espaco-eua-afirmam-pela-primeira-vez-ter-armamentos-em-orbita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 20:13:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo americano confirmou que a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Governo americano confirmou que a Força Espacial já mantém armamentos de “controle espacial” em órbita. Detalhes sobre quantidade, funcionamento e capacidade dos sistemas permanecem em segredo.</strong></p>
<p>Os <strong>Estados Unidos confirmaram publicamente, pela primeira vez, que possuem armas posicionadas no espaço</strong>. A revelação foi feita pelo secretário da Força Aérea americana, Troy Meink, durante uma conferência militar realizada na segunda-feira (14), em Maryland.</p>
<p>Segundo Meink, a Força Espacial dos EUA já dispõe de <strong>“armas de controle espacial” em órbita</strong>, preparadas para proteger forças americanas e aliadas diante de eventuais ações hostis.</p>
<p>A declaração representa uma mudança importante na postura pública do Pentágono. Embora autoridades americanas discutam há anos ameaças e capacidades militares no espaço, esta foi a confirmação mais direta até agora de que sistemas desse tipo já foram colocados em órbita.</p>
<h2>EUA mantêm detalhes das armas em segredo</h2>
<p>Apesar da confirmação, o governo americano não revelou <strong>quais armas foram enviadas ao espaço, quantas existem ou quando os sistemas foram lançados</strong>.</p>
<p>Meink também não esclareceu se os equipamentos utilizam meios físicos para atingir um alvo ou tecnologias não cinéticas, que podem envolver, por exemplo, interferência eletrônica.</p>
<p>O secretário afirmou que a decisão de reconhecer publicamente a existência dos armamentos foi deliberada, mas defendeu a manutenção do sigilo sobre suas características.</p>
<p>O objetivo declarado é garantir que os Estados Unidos possam responder a ameaças e continuar operando no espaço em um cenário de crescente disputa militar entre potências.</p>
<h2>Sistemas podem ser usados contra satélites</h2>
<p>Uma das principais questões levantadas após o anúncio é justamente o que essas armas seriam capazes de fazer.</p>
<p>Informações divulgadas após a declaração indicam que as capacidades de “controle espacial” podem ser empregadas para <strong>neutralizar um satélite adversário caso ele seja utilizado para ameaçar tropas, satélites ou outros interesses americanos</strong>.</p>
<p>A Força Espacial trabalha com o conceito de controle do domínio espacial tanto para proteger seus próprios recursos quanto para impedir que um adversário utilize suas capacidades contra os Estados Unidos.</p>
<p>No entanto, nenhuma característica técnica dos sistemas que já estão em órbita foi apresentada publicamente.</p>
<h2>Espaço ganha importância em possíveis conflitos</h2>
<p>A revelação ocorre em meio ao crescimento da importância militar dos satélites.</p>
<p>Comunicações, sistemas de posicionamento, inteligência, vigilância e operações militares dependem cada vez mais de estruturas posicionadas em órbita.</p>
<p>Os Estados Unidos também vêm acusando <strong>China e Rússia de desenvolver capacidades capazes de ameaçar satélites</strong>, incluindo sistemas de interferência e tecnologias antissatélite.</p>
<p>A Força Espacial americana foi criada em 2019, durante o governo de Donald Trump, justamente em um contexto de maior atenção dos EUA à disputa estratégica fora da atmosfera terrestre.</p>
<h2>China reage ao anúncio americano</h2>
<p>A confirmação provocou reação de <strong>Pequim</strong> nesta terça-feira (15).</p>
<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, afirmou que o país defende o uso pacífico do espaço e se opõe à transformação do ambiente espacial em uma zona de conflito.</p>
<p>A China pediu que Washington interrompa a expansão de sua presença militar no espaço e adote medidas voltadas à manutenção da estabilidade estratégica global.</p>
<h2>Rússia também defende espaço sem armas</h2>
<p>A Rússia também se manifestou contra o avanço da militarização espacial.</p>
<p>O Kremlin defendeu esforços internacionais para impedir uma escalada armamentista fora da Terra e voltou a sustentar a necessidade de manter o espaço livre de armas.</p>
<p>O posicionamento de Moscou e Pequim ocorre justamente quando as três potências ampliam investimentos e capacidades relacionadas ao domínio espacial.</p>
<h2>Tratado proíbe armas nucleares em órbita</h2>
<p>A presença de equipamentos militares no espaço também reacende o debate sobre os limites estabelecidos pelo <strong>Tratado do Espaço Exterior de 1967</strong>, principal acordo internacional sobre atividades fora da Terra.</p>
<p>O tratado proíbe a colocação de <strong>armas nucleares e outras armas de destruição em massa em órbita</strong>, além de estabelecer restrições relacionadas ao uso militar de corpos celestes.</p>
<p>O acordo, entretanto, não estabelece uma proibição geral equivalente para todas as categorias de armas convencionais em órbita.</p>
<p>Com a confirmação americana, a discussão sobre uma possível <strong>corrida armamentista no espaço</strong> ganha novo capítulo, enquanto Estados Unidos, China e Rússia ampliam suas capacidades militares e tecnológicas nesse domínio.</p>
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		<title>Acordo militar entre Paraguai e EUA gera preocupação no Brasil, diz assessor presidencial</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/acordo-militar-entre-paraguai-e-eua-gera-preocupacao-no-brasil-diz-assessor-presidencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 17:16:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[acordo militar]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<category><![CDATA[Celso Amorim]]></category>
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		<category><![CDATA[Política Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[segurança regional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Celso Amorim afirmou que a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="na65nd" data-start="93" data-end="266">Celso Amorim afirmou que a aproximação entre Washington e Assunção representa um possível risco para a segurança regional e defendeu o fortalecimento da Defesa brasileira</h2>
<p data-start="268" data-end="490">A decisão do <strong data-start="281" data-end="356">Paraguai de permitir uma presença militar temporária dos Estados Unidos</strong> no país preocupa autoridades brasileiras, segundo Celso Amorim, assessor de política externa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p data-start="492" data-end="741">Em entrevista publicada na segunda-feira (17), Amorim afirmou que o cenário regional exige atenção diante da possibilidade de ampliação das operações militares norte-americanas na América Latina, inclusive em países que fazem fronteira com o Brasil.</p>
<h2 data-section-id="tcgwrf" data-start="743" data-end="792">Brasil deve fortalecer a Defesa, afirma Amorim</h2>
<p data-start="794" data-end="902">O assessor defendeu que o Brasil aumente os investimentos em Defesa diante das mudanças no cenário regional.</p>
<p data-start="904" data-end="1051">Segundo Amorim, o país não deve adotar uma postura de confronto com os Estados Unidos, mas precisa estabelecer limites claros na relação bilateral.</p>
<blockquote data-start="1053" data-end="1164">
<p data-start="1055" data-end="1164">“O Brasil não pode ser um dos maiores países do mundo e gastar apenas cerca de 1% do PIB em Defesa”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2 data-section-id="n0zvzv" data-start="1166" data-end="1212">Aproximação entre Paraguai e Estados Unidos</h2>
<p data-start="1214" data-end="1392">Na avaliação apresentada por Amorim, a aproximação entre Washington e Assunção representa um potencial risco de expansão da presença militar dos Estados Unidos na América do Sul.</p>
<p data-start="1394" data-end="1574">O assessor também declarou apoio à posição do presidente Lula em relação ao fortalecimento das capacidades de Defesa do Brasil e à necessidade de ampliar os investimentos no setor.</p>
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