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	<title>Arquivos discriminação - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos discriminação - MZ Notícia</title>
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		<title>CRB denuncia caso de racismo contra Luizão durante jogo com o Operário-PR</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/crb-denuncia-caso-de-racismo-contra-luizao-durante-jogo-com-o-operario-pr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Operário Ferroviário]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[crb]]></category>
		<category><![CDATA[crime de racismo]]></category>
		<category><![CDATA[denúncia]]></category>
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		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
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		<category><![CDATA[futebol brasileiro]]></category>
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		<category><![CDATA[racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jogador teria sido alvo de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Jogador teria sido alvo de ofensa durante partida pela Série B, realizada no Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa</h2>
<p class="isSelectedEnd">O <strong>CRB denunciou um caso de racismo contra o jogador Luiz Gustavo Novaes Palhares, o Luizão</strong>, durante a partida contra o Operário-PR, disputada na quarta-feira (9), pela 27ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o clube alagoano, a ofensa teria sido proferida por um torcedor do Operário-PR nas dependências do <strong>Estádio Germano Krüger</strong>, em Ponta Grossa. Conforme registrado na súmula da arbitragem, o suspeito teria chamado o volante de <strong>“cabelo de presidiário”</strong>.</p>
<h2>Clube repudia atitude</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em nota oficial, o CRB manifestou apoio e solidariedade ao jogador e afirmou que o racismo é crime e não pode ser tolerado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O clube também informou que, apesar de o episódio ter sido comunicado ainda durante a partida, <strong>o protocolo antirracista não foi acionado pela equipe de arbitragem</strong>.</p>
<h2>Operário-PR colaborou na identificação</h2>
<p class="isSelectedEnd">O CRB destacou a postura do Operário-PR, que teria auxiliado na identificação do torcedor envolvido e na adoção das providências cabíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o clube alagoano, o time paranaense também preservou imagens disponíveis e prestou suporte ao atleta e à delegação do CRB.</p>
<h2>Luizão registra ocorrência</h2>
<p class="isSelectedEnd">Após o episódio, <strong>Luizão compareceu à autoridade policial e registrou o caso</strong> para que os fatos sejam apurados.</p>
<p>O CRB informou que continuará prestando apoio ao jogador e acompanhando o caso junto às autoridades competentes.</p>
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		<title>Droga Raia é condenada a pagar R$ 4 milhões por assédio e discriminação no trabalho</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/droga-raia-e-condenada-a-pagar-r-4-milhoes-por-assedio-e-discriminacao-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 13:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[assédio materno]]></category>
		<category><![CDATA[assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Assedio sexual]]></category>
		<category><![CDATA[direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Droga Raia]]></category>
		<category><![CDATA[gordofobia]]></category>
		<category><![CDATA[homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[riscos psicossociais]]></category>
		<category><![CDATA[TRT-RJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Justiça reconheceu casos de assédio...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Justiça reconheceu casos de assédio moral, sexual e materno, além de homofobia e gordofobia; empresa terá de adotar medidas preventivas em todas as unidades</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Droga Raia foi condenada pela Justiça do Trabalho a pagar R$ 4 milhões por dano moral coletivo após o reconhecimento de casos de assédio moral, sexual e materno, além de práticas discriminatórias em unidades da rede.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-RJ) foi tomada por unanimidade após recurso do Ministério Público do Trabalho. O processo reúne relatos de trabalhadores envolvendo assédio sexual, comentários relacionados à gravidez, homofobia e gordofobia.</p>
<h2>Casos relatados</h2>
<p class="isSelectedEnd">Uma trabalhadora afirmou ter sido vítima de assédio sexual por um superior, que teria levado as mãos em direção ao seio dela.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em outro episódio, uma gerente teria feito comentários ofensivos a uma funcionária grávida, sugerindo que ela utilizasse métodos contraceptivos para evitar novas gestações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também foi analisado o relato de um funcionário que afirmou ter sofrido homofobia após ouvir de um superior uma declaração questionando sua masculinidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma vigilante relatou ainda ter sido chamada de gorda e ter ouvido que não poderia exercer sua função por causa do peso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o processo, os episódios apresentaram recorte de gênero, com mulheres entre as principais vítimas.</p>
<h2>Empresa terá de mudar medidas de prevenção</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além da indenização, a Justiça determinou que a Droga Raia adote medidas de prevenção e combate ao assédio, à discriminação e aos riscos psicossociais em todas as suas filiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa terá 90 dias para adequar o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).</p>
<p class="isSelectedEnd">Os programas deverão incluir ações para identificar, avaliar, acompanhar e prevenir riscos psicossociais, além de protocolos de escuta qualificada e medidas relacionadas às questões de gênero.</p>
<p class="isSelectedEnd">O tribunal apontou que os documentos apresentados pela empresa tinham caráter predominantemente formal e não demonstravam monitoramento efetivo dos riscos psicossociais.</p>
<h2>Canal de denúncias também foi questionado</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Justiça considerou que o canal interno de denúncias da empresa não funcionava de maneira efetiva para apurar e combater situações de assédio e discriminação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O tribunal também rejeitou o argumento de que a empresa estaria em período de adaptação às novas regras sobre riscos psicossociais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a decisão, a obrigação de reduzir os riscos relacionados ao trabalho, incluindo os psicossociais, já existe e não depende exclusivamente de regulamentações administrativas posteriores.</p>
<h2>Valor será destinado ao FAT</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os R$ 4 milhões serão acrescidos de juros e correção monetária. O dinheiro deverá ser destinado ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ou a projetos indicados pelo Ministério Público do Trabalho.</p>
<h2>Empresa afirma que vai recorrer</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Droga Raia afirmou que discorda da decisão e entende que as provas apresentadas e suas políticas internas não foram integralmente consideradas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa informou que mantém canal de denúncias, treinamentos, políticas de prevenção e programas de diversidade e integridade.</p>
<p>A companhia também declarou que vai recorrer da decisão e que continuará aprimorando suas práticas de gestão de pessoas, saúde e segurança.</p>
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