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	<title>Arquivos Exportações - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos Exportações - MZ Notícia</title>
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	<item>
		<title>Exportações do Brasil para os EUA caem 12,2% e atingem menor nível em três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:39:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[estados unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[Sobretaxas]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vendas brasileiras ao mercado americano...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Vendas brasileiras ao mercado americano somaram US$ 21 bilhões entre janeiro e julho; produtos sujeitos às maiores sobretaxas tiveram queda de 31,5%</h2>
<p class="isSelectedEnd">As exportações brasileiras para os <strong>Estados Unidos</strong> somaram <strong>US$ 21 bilhões entre janeiro e julho de 2026</strong>, uma queda de <strong>12,2%</strong> em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O recuo representa aproximadamente <strong>US$ 2,9 bilhões a menos em vendas</strong> e levou as exportações brasileiras para o mercado americano ao menor nível registrado para o período dos últimos três anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados fazem parte do Monitor do Comércio Brasil-Estados Unidos, elaborado pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), com base em informações do Comexstat.</p>
<h2>Produtos mais taxados registram queda maior</h2>
<p class="isSelectedEnd">A retração foi ainda mais intensa entre os produtos submetidos às maiores sobretaxas, atualmente entre <strong>25% e 37,5%</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">As exportações desses produtos caíram <strong>31,5%</strong> no acumulado de janeiro a julho, passando de <strong>US$ 4,6 bilhões para US$ 3,2 bilhões</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos principais responsáveis pela queda foi a <strong>madeira de coníferas</strong>, cujas vendas para os Estados Unidos recuaram <strong>59,4%</strong> no período.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também foram registradas quedas expressivas nas exportações de:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Sebo bovino, ovino ou caprino: <strong>-42,5%</strong>;</li>
<li>Granitos trabalhados: <strong>-42,1%</strong>;</li>
<li>Fumo não manufaturado: <strong>-37,7%</strong>;</li>
<li>Portas e caixilhos: <strong>-35,3%</strong>.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">O desempenho mostra os efeitos das tarifas americanas sobre segmentos da indústria e do setor extrativo brasileiro.</p>
<h2>Exportações também recuaram em julho</h2>
<p class="isSelectedEnd">Somente em julho, o Brasil exportou <strong>US$ 3,6 bilhões</strong> em produtos para os Estados Unidos, uma queda de <strong>5%</strong> em comparação com julho de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">O resultado interrompeu a recuperação registrada em junho, quando as exportações para o mercado americano haviam crescido pela primeira vez desde agosto do ano passado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os produtos submetidos às maiores sobretaxas, a queda em julho chegou a <strong>25,7%</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na direção contrária, os produtos enquadrados na <strong>Seção 232</strong> registraram crescimento de <strong>21,5%</strong>, impulsionado principalmente pelas vendas de aço e alumínio.</p>
<h2>Veja os produtos que tiveram maiores quedas</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre os produtos que apresentaram as maiores retrações nas exportações brasileiras para os Estados Unidos no acumulado do ano estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Sebo bovino;</li>
<li>Madeira compensada;</li>
<li>Portas;</li>
<li>Fumo;</li>
<li>Madeira de coníferas;</li>
<li>Granito;</li>
<li>Torneiras;</li>
<li>Sucos de frutas;</li>
<li>Semimanufaturados de ferro e aço.</li>
</ul>
<h2>Entenda as sobretaxas aplicadas pelos EUA</h2>
<p class="isSelectedEnd">As tarifas aplicadas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros estão divididas em diferentes categorias.</p>
<h3>Sobretaxas de 25% a 37,5%</h3>
<p class="isSelectedEnd">Essa categoria reúne produtos submetidos às maiores tarifas, como <strong>sebo bovino, fumo, madeira de coníferas e portas</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foi justamente esse grupo que apresentou a maior queda nas exportações brasileiras, com retração de <strong>31,5%</strong> no acumulado do ano.</p>
<h3>Sobretaxa de 12,5%</h3>
<p class="isSelectedEnd">É a tarifa aplicada a determinados produtos, incluindo <strong>minério de ferro aglomerado, pedras de cantaria e outros silícios</strong>.</p>
<h3>Seção 232</h3>
<p class="isSelectedEnd">A chamada Seção 232 engloba determinados produtos industriais e estratégicos, como <strong>aço, alumínio, transformadores e máquinas pesadas</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesse caso, as regras tarifárias são definidas de acordo com o setor, o tipo e a composição do produto.</p>
<h2>Exportações brasileiras para o restante do mundo cresceram</h2>
<p class="isSelectedEnd">O desempenho das vendas para os Estados Unidos ficou abaixo do registrado pelo Brasil em outros mercados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto as exportações brasileiras para os EUA caíram <strong>12,2%</strong> entre janeiro e julho, as exportações totais do país cresceram <strong>10,5%</strong> no mesmo período.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo com a retração, os Estados Unidos continuam sendo o <strong>segundo maior destino das exportações brasileiras</strong>, atrás apenas da China.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os dez principais produtos vendidos pelo Brasil aos Estados Unidos, quatro apresentaram queda nas vendas para o mercado americano ao mesmo tempo em que tiveram crescimento nas exportações para outros países.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre eles estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Petróleo bruto: <strong>-25,5%</strong> para os EUA;</li>
<li>Semimanufaturados de ferro ou aço: <strong>-11,1%</strong>;</li>
<li>Ferro-gusa: <strong>-7,9%</strong>;</li>
<li>Celulose: <strong>-5,3%</strong>.</li>
</ul>
<h2>Brasil registra déficit comercial com os Estados Unidos</h2>
<p class="isSelectedEnd">As importações brasileiras de produtos americanos somaram <strong>US$ 23,2 bilhões entre janeiro e julho</strong>, uma queda de <strong>10,4%</strong> em comparação com o mesmo período de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com as exportações em baixa, o Brasil acumulou um <strong>déficit comercial de US$ 2,3 bilhões</strong> com os Estados Unidos nos primeiros sete meses do ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">O resultado representa um aumento de <strong>122,3%</strong> em relação ao déficit registrado no mesmo período do ano passado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Déficit comercial ocorre quando um país <strong>compra mais produtos e serviços de outro país do que vende para ele</strong>.</p>
<p>Somente em julho, as importações brasileiras de produtos americanos cresceram <strong>0,6%</strong>, chegando a <strong>US$ 4,3 bilhões</strong>, após sete meses consecutivos de retração.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>União Europeia mantém bloqueio à carne brasileira e retomada das compras pode levar mais de dois anos</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/uniao-europeia-mantem-bloqueio-a-carne-brasileira-e-retomada-das-compras-pode-levar-mais-de-dois-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 13:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Antimicrobianos]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=248294</guid>

					<description><![CDATA[<p>Suspensão das importações de produtos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Suspensão das importações de produtos de origem animal do Brasil entra em vigor em 3 de setembro e ainda não há acordo para reverter a decisão.</p>
<h2>Bloqueio começa em setembro</h2>
<p class="isSelectedEnd">A partir de 3 de setembro, a União Europeia deixará de importar produtos de origem animal do Brasil, após excluir o país da lista de nações que atendem às exigências do bloco sobre o uso de antimicrobianos na pecuária.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida afeta principalmente as exportações de carne bovina, carne de frango e mel, considerados os principais produtos brasileiros de origem animal comercializados com os países europeus.</p>
<h2>Decisão está ligada ao uso de antimicrobianos</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a União Europeia, a decisão não foi motivada pela identificação de irregularidades na qualidade da carne brasileira, mas pela avaliação de que os mecanismos de controle sobre o uso de antimicrobianos na produção pecuária não atendem aos padrões exigidos pelo bloco.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os antimicrobianos são utilizados para tratar e prevenir infecções em animais. Em alguns casos, também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática que possui restrições na legislação europeia.</p>
<h2>Retomada pode demorar</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o presidente da Câmara Setorial da Carne Bovina, André Bartocci, a expectativa é de que a União Europeia não volte a importar carne bovina brasileira antes de dois anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo ele, a informação foi apresentada durante reunião com representantes do Ministério da Agricultura e está relacionada ao ciclo de produção dos animais. O prazo seria necessário para que os rebanhos passem a seguir integralmente os novos protocolos exigidos sobre o uso de antimicrobianos.</p>
<h2>Não há prazo oficial para o fim da suspensão</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em manifestação, a Comissão Europeia não confirmou o período de dois anos, mas informou que a retomada das exportações dependerá dos ciclos de produção dos animais e da adequação aos critérios estabelecidos pelo bloco.</p>
<p>Até o momento, não há acordo firmado entre Brasil e União Europeia para reverter a suspensão das importações, que passa a valer oficialmente no próximo mês.</p>
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		<item>
		<title>Governo lança plano de R$ 18,5 bilhões para apoiar setores afetados por tarifas dos Estados Unidos</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/governo-lanca-plano-de-r-185-bilhoes-para-apoiar-setores-afetados-por-tarifas-dos-estados-unidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:04:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[industria]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Brasil Soberano III]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifas dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=247540</guid>

					<description><![CDATA[<p>Medida Provisória cria o Plano...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Medida Provisória cria o Plano Brasil Soberano III, com recursos do Tesouro Nacional e do BNDES para ampliar o crédito a empresas e exportadores.</p>
<h2>Governo anuncia nova etapa do Plano Brasil Soberano</h2>
<p class="isSelectedEnd">O governo federal editou uma Medida Provisória que institui o <strong>Plano Brasil Soberano III</strong>, destinando <strong>R$ 18,5 bilhões</strong> para apoiar exportadores e setores produtivos afetados por tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Brasil e por conflitos internacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A iniciativa busca fortalecer empresas impactadas pelas medidas tarifárias norte-americanas e ampliar o acesso ao crédito para diferentes segmentos da economia.</p>
<h2>Recursos somam R$ 18,5 bilhões</h2>
<p class="isSelectedEnd">O programa contará com <strong>R$ 13,5 bilhões</strong> provenientes do Tesouro Nacional, incluindo saldos remanescentes de edições anteriores do plano e recursos oriundos de renegociações de dívidas rurais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além disso, o <strong>Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)</strong> disponibilizará <strong>R$ 5 bilhões</strong> para complementar as linhas de financiamento.</p>
<h2>Plano atenderá três grupos de beneficiários</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Medida Provisória divide os financiamentos em três grupos principais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro contempla os setores diretamente atingidos pelas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos, incluindo as cadeias de aço, alumínio, automotiva, móveis, madeira, carvão, máquinas elétricas, produtos cerâmicos, plástico, calçados, papel e açúcar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O segundo grupo reúne setores considerados estratégicos para a economia nacional, como as indústrias têxtil, química, de equipamentos de informática, borracha, eletrônicos, máquinas, minerais críticos, farmacêutica, fertilizantes e transporte.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já o terceiro grupo é voltado aos exportadores que mantêm operações comerciais com países do Golfo Pérsico, entre eles Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Iraque, Kuwait, Irã e Omã.</p>
<h2>Linhas de crédito terão taxas diferenciadas</h2>
<p class="isSelectedEnd">O programa estabelece diferentes condições de financiamento conforme a modalidade de crédito.</p>
<p class="isSelectedEnd">As taxas previstas são:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Giro Grande: 9,80%;</li>
<li>Giro para Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME): 8,30%;</li>
<li>Giro Exportação: 8,30%;</li>
<li>Bens de Capital (BK): 8,00%;</li>
<li>Investimentos: 6,50%;</li>
<li>Transformação Mineral (Minerais Críticos): 3,00%.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">Os grupos 1 e 3 poderão acessar todas as modalidades de financiamento, enquanto o grupo 2 terá acesso às linhas voltadas para investimentos e bens de capital.</p>
<h2>Programas anteriores movimentaram bilhões</h2>
<p class="isSelectedEnd">A primeira edição do Plano Brasil Soberano, lançada em 2025, movimentou <strong>R$ 16 bilhões</strong> em 1.114 operações de crédito. Segundo o governo, 72% dos contratos atenderam micro, pequenas e médias empresas, enquanto 77% dos recursos foram destinados à indústria de transformação.</p>
<p>Em 2026, a segunda etapa do programa disponibilizou <strong>R$ 21 bilhões</strong>. Até o momento, já foram contratados <strong>R$ 19,5 bilhões</strong>, distribuídos entre operações de investimento, capital de giro, exportação e financiamento de bens de capital.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tarifa de 25% dos EUA deve afetar 75% das exportações do Paraná, aponta Fiep</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/tarifa-de-25-dos-eua-deve-afetar-75-das-exportacoes-do-parana-aponta-fiep/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:48:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[estados unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[FIEP]]></category>
		<category><![CDATA[industria]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[tarifa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=247537</guid>

					<description><![CDATA[<p>Federação das Indústrias do Paraná...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Federação das Indústrias do Paraná estima impactos sobre produção, investimentos e empregos com a nova tarifa imposta pelos Estados Unidos.</p>
<h2>Exportações paranaenses devem perder competitividade</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) estima que cerca de 75% das exportações do Estado para os Estados Unidos serão afetadas pela nova tarifa adicional de 25% confirmada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR).</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a entidade, as exportações da indústria paranaense para o mercado norte-americano somaram aproximadamente <strong>US$ 1,3 bilhão em 2025</strong>, volume que poderá sofrer impactos com a entrada em vigor da medida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em nota oficial, a Fiep afirmou que a sobretaxa reduzirá a competitividade de diversos produtos paranaenses no mercado internacional, podendo provocar reflexos sobre investimentos, produção e geração de empregos no Estado.</p>
<h2>Setores madeireiro, cerâmico e moveleiro estão entre os mais afetados</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a federação, os principais impactos devem atingir produtos da cadeia madeireira, como madeira serrada, compensados, molduras, portas e parte dos pisos de madeira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também estão entre os segmentos afetados os fabricantes de revestimentos cerâmicos, móveis e produtos do setor de papel.</p>
<h2>Alguns produtos ficaram fora da sobretaxa</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Fiep destacou que alguns produtos conseguiram ser incluídos na lista de exceções da medida norte-americana, preservando a competitividade desses setores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os itens isentos da tarifa adicional estão a tilápia, o café solúvel, o mel e o couro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar disso, a entidade ressalta que a maior parte da pauta exportadora industrial do Paraná continuará sujeita à nova tributação.</p>
<h2>Federação pede retomada das negociações</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Fiep informou que participou da audiência pública realizada em Washington, nos dias 6 e 7 de julho, defendendo os interesses da indústria paranaense.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a entrada em vigor das novas tarifas prevista para <strong>22 de julho</strong>, a entidade solicita que os governos do Brasil e dos Estados Unidos retomem as negociações o mais rapidamente possível para buscar a reversão da medida.</p>
<h2>Tarifa será somada aos impostos já existentes</h2>
<p class="isSelectedEnd">A nova cobrança será aplicada de forma adicional às alíquotas de importação já vigentes.</p>
<p>Na prática, um produto que atualmente paga 5% de imposto para ingressar no mercado norte-americano passará a recolher <strong>30%</strong>, considerando a alíquota original acrescida da sobretaxa de 25%.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dólar sobe e tarifa de 25% de Trump pressiona exportadores brasileiros</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/dolar-sobe-e-tarifa-de-25-de-trump-pressiona-exportadores-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[estados unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=247439</guid>

					<description><![CDATA[<p>Moeda norte-americana iniciou esta quarta-feira...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Moeda norte-americana iniciou esta quarta-feira em alta, enquanto nova tarifa sobre produtos brasileiros gera incertezas no mercado e investidores acompanham o cenário internacional.</p>
<h2>Dólar inicia o dia em alta</h2>
<p class="isSelectedEnd">O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (22) em alta de 0,17%, sendo cotado a <strong>R$ 5,0816</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O movimento do mercado reflete a preocupação dos investidores com os impactos da nova tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras, além das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que impulsionam os preços internacionais do petróleo.</p>
<h2>Tarifa já está em vigor</h2>
<p class="isSelectedEnd">A cobrança adicional de 25% entrou em vigor na terça-feira (21), após o governo norte-americano justificar a medida alegando práticas brasileiras que, segundo os Estados Unidos, prejudicam o comércio bilateral.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da nova taxação, alguns produtos ficaram de fora da medida, como petróleo, café e carne bovina.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por outro lado, setores como etanol, máquinas agrícolas e papel passam a ser diretamente afetados pela tarifa.</p>
<h2>Governo brasileiro avalia medidas</h2>
<p class="isSelectedEnd">O governo brasileiro contestou a decisão, classificando a medida como de motivação política.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as autoridades, alternativas estão sendo analisadas para reduzir os impactos sobre os exportadores nacionais e preservar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional.</p>
<h2>Mercado acompanha cenário externo</h2>
<p>Além da questão comercial entre Brasil e Estados Unidos, investidores seguem atentos aos resultados corporativos e ao avanço das tensões no Oriente Médio, fatores que continuam influenciando o comportamento do dólar, das bolsas de valores e das commodities.</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/dolar-sobe-e-tarifa-de-25-de-trump-pressiona-exportadores-brasileiros/">Dólar sobe e tarifa de 25% de Trump pressiona exportadores brasileiros</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br">MZ Notícia</a>.</p>
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