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	<title>Arquivos onu - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos onu - MZ Notícia</title>
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	<item>
		<title>Presidente do Irã acusa EUA e Israel de terrorismo durante discurso na ONU</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/presidente-do-ira-acusa-eua-e-israel-de-terrorismo-durante-discurso-na-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 17:21:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[estados unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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		<category><![CDATA[Masoud Pezeshkian]]></category>
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		<category><![CDATA[palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Masoud Pezeshkian respondeu às críticas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Masoud Pezeshkian respondeu às críticas de Donald Trump, defendeu o programa nuclear iraniano e afirmou que não haverá paz duradoura no Oriente Médio sem justiça para a Palestina</h2>
<p class="isSelectedEnd">O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, fez nesta quarta-feira (23) um discurso marcado por críticas aos Estados Unidos e a Israel durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p class="isSelectedEnd">Pezeshkian respondeu às declarações feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o discurso na ONU na terça-feira (22). O iraniano afirmou que havia alterado parte de sua fala após ouvir o pronunciamento do norte-americano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o discurso, Pezeshkian acusou os Estados Unidos e Israel de terrorismo e afirmou que o Irã teria agido em defesa própria durante o conflito. A delegação norte-americana deixou o plenário no início da fala do presidente iraniano.</p>
<h2>Presidente iraniano fala sobre guerra e diplomacia</h2>
<p class="isSelectedEnd">Pezeshkian afirmou que o Irã não pretende se render aos Estados Unidos, mas declarou que Teerã continua aberto ao diálogo, à diplomacia e às negociações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo ele, qualquer negociação deverá ocorrer sem o uso de ameaças ou pressão militar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente iraniano também afirmou que o país nunca teria iniciado uma guerra e classificou as ações militares do Irã como defensivas. Essas afirmações fazem parte da versão apresentada pelo próprio governo iraniano sobre o conflito.</p>
<h2>Questão nuclear</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outro ponto abordado por Pezeshkian foi o programa nuclear iraniano.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente afirmou que o Irã busca tecnologia nuclear para fins pacíficos, como energia e desenvolvimento, e negou que o país esteja buscando armas nucleares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ele também declarou que questões relacionadas ao programa nuclear não serão resolvidas no campo de batalha e defendeu o direito do Irã ao uso pacífico da tecnologia nuclear.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o discurso, Pezeshkian ainda questionou o que classificou como tratamento diferente entre Irã e Israel em relação às questões nucleares.</p>
<h2>Palestina no centro do discurso</h2>
<p class="isSelectedEnd">A situação dos palestinos também ocupou parte importante do pronunciamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pezeshkian afirmou que a Palestina continua sendo uma questão central para a estabilidade da região e declarou que não seria possível alcançar uma paz duradoura no Oriente Médio sem justiça para os palestinos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A declaração ocorreu em meio às discussões sobre o conflito no Oriente Médio durante a Assembleia Geral da ONU.</p>
<h2>Irã diz que não considera vizinhos rivais</h2>
<p class="isSelectedEnd">O presidente iraniano também abordou a relação de Teerã com os países vizinhos do Golfo Pérsico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pezeshkian afirmou que o Irã não considera seus vizinhos como rivais e falou sobre a importância estratégica do Estreito de Ormuz, por onde passa uma parcela significativa do comércio mundial de energia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ele afirmou que o país não aceita que a via marítima seja utilizada para ações que considere agressivas contra o Irã e alertou que a expansão do conflito não levará à segurança regional.</p>
<h2>Discurso ocorreu após novas negociações</h2>
<p class="isSelectedEnd">A fala de Pezeshkian ocorreu um dia após uma reunião entre representantes dos Estados Unidos e do Irã para discutir possíveis caminhos para o encerramento do conflito.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na terça-feira (22), o enviado especial dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, participaram de uma reunião em Nova York.</p>
<p class="isSelectedEnd">O encontro foi descrito publicamente como positivo por Donald Trump, embora os dois governos tenham mantido posições divergentes sobre as condições para o fim da guerra.</p>
<p>O discurso de Pezeshkian reforçou a disposição declarada de Teerã para negociações, ao mesmo tempo em que manteve críticas às ações dos Estados Unidos e de Israel.</p>
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		<item>
		<title>Lula e Trump discursam na ONU, mas não se encontram nos bastidores</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/lula-e-trump-discursam-na-onu-mas-nao-se-encontram-nos-bastidores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 11:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Geral da ONU]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[estados unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Rubio]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[onu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Secretário de Estado dos EUA,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, chegou a se aproximar de Lula após os discursos, mas não conseguiu falar com o presidente brasileiro</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump discursaram nesta terça-feira (22) na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, mas não tiveram um encontro nos bastidores, diferentemente do que ocorreu no ano passado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a saída das delegações da plenária, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, chegou a se aproximar de Lula, mas não conseguiu alcançá-lo antes da saída do presidente brasileiro. Rubio fez um gesto indicando que pretendia conversar com Lula, enquanto o chanceler Mauro Vieira também sinalizou para o representante norte-americano.</p>
<h3>Encontro do ano passado não se repetiu</h3>
<p class="isSelectedEnd">No ano passado, Lula e Trump se encontraram nos bastidores da ONU, trocaram um abraço e conversaram brevemente. Na ocasião, Trump afirmou que havia ocorrido uma “química excelente” entre os dois presidentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O contato marcou uma mudança na relação entre os dois governos e abriu espaço para a retomada das negociações entre Brasil e Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste ano, entretanto, os dois líderes chegaram à Assembleia Geral em um cenário de maior tensão diplomática entre os países.</p>
<h3>Relação entre Brasil e Estados Unidos está mais tensa</h3>
<p class="isSelectedEnd">Entre as medidas adotadas pelo governo Trump contra o Brasil estão a imposição de tarifas e a revogação do visto da embaixadora brasileira Maria Luiza Viotti.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante seu discurso, Trump não citou diretamente o Brasil. O presidente norte-americano, porém, falou sobre a atuação dos Estados Unidos na América Latina e sobre medidas relacionadas ao combate aos cartéis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Lula, que discursou antes de Trump, também não citou nominalmente os Estados Unidos, mas fez referências ao país ao abordar questões relacionadas à soberania, interferência externa, tarifas comerciais e segurança na América Latina.</p>
<h3>Lula aborda tarifas e interferência externa</h3>
<p class="isSelectedEnd">Em seu discurso, Lula criticou medidas de interferência em processos eleitorais e na forma de combate ao crime organizado na região.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente brasileiro também mencionou as tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos aos produtos brasileiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Apesar do tarifaço contra nossa economia, este ano bateremos novo recorde de exportações”, afirmou Lula.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente também defendeu a soberania brasileira e criticou ações externas relacionadas às eleições e ao combate ao crime organizado.</p>
<h3>Discursos ocorreram em sequência</h3>
<p class="isSelectedEnd">Lula foi o primeiro chefe de Estado a discursar na abertura do debate geral da Assembleia Geral da ONU. Trump foi o segundo. A tradição estabelece que o Brasil faça o discurso de abertura da sessão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da proximidade entre os horários das apresentações, os dois presidentes não se encontraram pessoalmente durante a passagem pela plenária.</p>
<p>O episódio ocorreu em meio a uma relação diplomática marcada por divergências entre os governos brasileiro e norte-americano.</p>
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		<item>
		<title>Trump ameaça usar força militar na América Latina</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/trump-ameaca-usar-forca-militar-na-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 20:13:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em discurso na Assembleia Geral...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em discurso na Assembleia Geral da ONU, presidente dos Estados Unidos defendeu a atuação americana na Venezuela, endureceu o tom contra o Irã e afirmou que Washington poderá recorrer ao poder militar para proteger seus interesses no continente.</strong></p>
<p>O presidente dos Estados Unidos, <strong>Donald Trump</strong>, fez nesta terça-feira (22) um discurso marcado por ameaças militares e pela defesa da política externa de seu governo durante a <strong>81ª Assembleia Geral da ONU</strong>, em Nova York.</p>
<p>Entre os principais pontos, Trump afirmou que os Estados Unidos poderão utilizar seu poder militar na América Latina quando considerarem necessário para proteger interesses nacionais. O republicano também voltou a ameaçar o Irã caso não seja alcançado um acordo para encerrar o conflito iniciado há quase sete meses. As declarações sobre o Irã e a possibilidade de emprego da força no Hemisfério Ocidental também foram registradas por agências internacionais nesta terça-feira.</p>
<h2>Trump endurece discurso contra o Irã</h2>
<p>Durante o pronunciamento, Trump reiterou que não permitirá que o Irã obtenha uma arma nuclear e afirmou que ainda existe a possibilidade de um acordo.</p>
<p>O presidente americano disse acreditar que uma negociação poderá avançar depois das eleições legislativas de novembro nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, voltou a utilizar uma ameaça já feita anteriormente contra Teerã.</p>
<p>“Ou eu aniquilo a República Islâmica?”, declarou Trump ao apresentar as alternativas que, segundo ele, estão colocadas diante do governo iraniano.</p>
<p>Trump também pediu que países aliados aumentem a pressão econômica sobre o Irã.</p>
<h2>Venezuela e poder militar entram no discurso</h2>
<p>Ao falar sobre a América Latina, Trump defendeu as ações realizadas pelos Estados Unidos na Venezuela, que culminaram na captura de <strong>Nicolás Maduro</strong> no início de 2026.</p>
<p>O presidente mencionou os acordos estabelecidos posteriormente entre Washington e Caracas, inclusive envolvendo o petróleo venezuelano.</p>
<p>Trump afirmou que as ações na Venezuela demonstram que os Estados Unidos não aceitarão o avanço de ameaças no Hemisfério Ocidental e declarou que, se considerar necessário, seu governo utilizará o poder militar americano para proteger interesses nacionais.</p>
<h2>Cartéis são comparados ao Estado Islâmico</h2>
<p>O combate ao narcotráfico também ocupou parte do pronunciamento.</p>
<p>Trump comparou os cartéis de drogas que atuam no continente ao <strong>Estado Islâmico</strong> e defendeu uma atuação mais dura contra essas organizações.</p>
<p>O governo americano ampliou nos últimos meses sua atuação militar contra grupos classificados por Washington como organizações terroristas. A estratégia e operações letais contra supostas embarcações do narcotráfico têm sido alvo de críticas e questionamentos de organizações de direitos humanos.</p>
<h2>Cuba e Groenlândia também são citadas</h2>
<p>Trump voltou a defender mudanças políticas em Cuba e afirmou que os Estados Unidos não aceitarão que adversários estrangeiros utilizem o país como ponto de ameaça contra território americano.</p>
<p>Durante a menção a Cuba, integrantes da delegação cubana deixaram o plenário.</p>
<p>O presidente também falou sobre a ampliação da presença militar americana na <strong>Groenlândia</strong>. Nesta terça-feira, Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia firmaram um acordo que prevê a expansão da presença militar americana no território, incluindo duas novas bases.</p>
<h2>Trump critica propostas de controle da inteligência artificial</h2>
<p>A inteligência artificial também apareceu no discurso. Trump rejeitou propostas internacionais de maior controle sobre o desenvolvimento da tecnologia e criticou alertas relacionados aos riscos associados à IA.</p>
<p>O posicionamento contrastou com o apresentado pelo secretário-geral da ONU, <strong>António Guterres</strong>, que defendeu nesta terça-feira maior cooperação internacional e mecanismos de governança para os riscos relacionados à inteligência artificial.</p>
<p>Trump também voltou a criticar o <strong>Tribunal Penal Internacional (TPI)</strong> e questionou a atuação de seus integrantes. Os Estados Unidos não fazem parte do tribunal.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Brasil não cabe no quintal de ninguém”, diz Lula durante discurso na ONU</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/brasil-nao-cabe-no-quintal-de-ninguem-diz-lula-durante-discurso-na-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 18:18:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Política Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[soberania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente criticou interferências externas na...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Presidente criticou interferências externas na América Latina e defendeu cooperação internacional no combate ao crime organizado durante discurso em Nova York.</strong></p>
<p>O presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong> afirmou nesta terça-feira (22), durante discurso na <strong>81ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU)</strong>, em Nova York, que o Brasil não aceitará interferências externas e defendeu a soberania dos países da América Latina.</p>
<p>Lula foi o primeiro líder mundial a discursar na Assembleia Geral, mantendo a tradição brasileira de abrir os pronunciamentos. Na sequência, foi a vez do presidente dos Estados Unidos, <strong>Donald Trump</strong>.</p>
<h2>“Brasil não cabe no quintal de ninguém”</h2>
<p>Ao tratar da situação na América Latina, Lula afirmou que o Brasil busca parceiros capazes de contribuir para o desenvolvimento e defendeu maior integração entre os países da região.</p>
<p>“O Brasil não cabe no quintal de ninguém. Precisamos de parceiros com uma agenda positiva, que fomentem o desenvolvimento. Diferenças ideológicas não devem ser obstáculos para a maior integração entre vizinhos”, declarou.</p>
<p>O presidente também criticou o aumento da presença dos Estados Unidos na região e afirmou que a América Latina enfrenta tentativas de influência externa.</p>
<p>“Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas”, disse.</p>
<h2>Lula critica interferência em processos eleitorais</h2>
<p>Durante o pronunciamento, Lula também abordou a democracia e criticou interferências estrangeiras em eleições.</p>
<p>Segundo o presidente, o mundo voltou a presenciar ingerências externas em processos eleitorais e tentativas de divisão internacional em zonas de influência.</p>
<p>Lula classificou como anacrônicas as investidas por recursos estratégicos e defendeu a soberania das nações.</p>
<h2>Combate ao crime organizado</h2>
<p>Outro ponto do discurso foi o enfrentamento ao crime organizado. Lula defendeu uma maior cooperação internacional para interromper o fluxo de armas e dinheiro utilizado por organizações criminosas.</p>
<p>O presidente argumentou que a atuação conjunta entre os países é necessária para combater organizações que operam além das fronteiras nacionais.</p>
<h2>Venezuela, Nicarágua e Cuba também são citadas</h2>
<p>Lula também comentou a situação política de outros países da América Latina.</p>
<p>Ao falar sobre a Venezuela, afirmou que os próprios venezuelanos devem definir seu destino.</p>
<p>Sobre a Nicarágua, declarou que o país não resolverá seus problemas impedindo a oposição de participar das eleições.</p>
<p>O presidente brasileiro também voltou a criticar o embargo econômico contra Cuba, classificando a medida como ilegal.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ONU aprova novo mapa-múndi que reduz distorções de tamanho entre países</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/onu-aprova-novo-mapa-mundi-que-reduz-distorcoes-de-tamanho-entre-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 19:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resolução apresentada por países africanos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Resolução apresentada por países africanos recebeu 164 votos favoráveis; novo modelo utiliza a projeção Equal Earth para representar com mais precisão as áreas dos territórios.</p>
<h2>ONU aprova resolução para mudar representação do mundo</h2>
<p class="isSelectedEnd">A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta sexta-feira (4) uma resolução que recomenda a adoção de uma nova representação cartográfica do mundo. A proposta busca corrigir distorções de tamanho presentes em mapas baseados na tradicional projeção de Mercator.</p>
<p class="isSelectedEnd">A resolução, chamada de “Corrigir o Mapa” (<em>Correct the Map</em>), foi apresentada por países integrantes da União Africana e pelas Bahamas. A iniciativa recebeu amplo apoio na votação: 164 Estados-membros foram favoráveis, seis se abstiveram e apenas os Estados Unidos votaram contra.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta defende uma representação considerada mais equilibrada das diferentes regiões do planeta, especialmente da África, que aparece visualmente menor em mapas produzidos pela projeção de Mercator.</p>
<h2>Por que o mapa de Mercator distorce os tamanhos?</h2>
<p class="isSelectedEnd">A projeção de Mercator foi criada em 1569 pelo cartógrafo europeu Gerardus Mercator e se tornou uma das formas mais conhecidas de representar o planeta em uma superfície plana.</p>
<p class="isSelectedEnd">O modelo é especialmente útil para navegação porque mantém determinadas características relacionadas às direções e aos rumos. No entanto, apresenta uma distorção significativa nas áreas dos territórios, principalmente nas regiões próximas aos polos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com isso, países e territórios localizados em latitudes mais elevadas parecem maiores do que realmente são quando comparados a regiões próximas à Linha do Equador.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos exemplos mais conhecidos é a Groenlândia. No mapa de Mercator, a ilha parece ter dimensões semelhantes às da África ou até maiores que a América do Sul.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na realidade, a Groenlândia possui área próxima à da República Democrática do Congo, enquanto a África tem aproximadamente 14 vezes a área da Groenlândia.</p>
<h2>Novo modelo utiliza a projeção Equal Earth</h2>
<p class="isSelectedEnd">A resolução aprovada pela ONU propõe a utilização da projeção <strong>Equal Earth</strong>, desenvolvida para representar de maneira mais fiel as proporções entre as áreas dos territórios.</p>
<p class="isSelectedEnd">O modelo foi apresentado em 2018 durante uma conferência da Sociedade Norte-Americana de Informação Cartográfica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na projeção Equal Earth, a Europa aparece visualmente menor em comparação com o mapa de Mercator, enquanto a África ganha proporções mais próximas de sua dimensão real.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Brasil também aparece consideravelmente maior no novo modelo, enquanto a Groenlândia sofre uma redução visual significativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta é que a mudança contribua para uma percepção mais equilibrada das dimensões geográficas do planeta.</p>
<h2>ONU cita impacto simbólico da distorção</h2>
<p class="isSelectedEnd">No texto aprovado, a ONU manifesta preocupação com o fato de as distorções cartográficas contribuírem para uma percepção reduzida da dimensão da África, da América Latina e do Sul da Ásia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a resolução, esse efeito também pode influenciar a forma como são percebidas questões relacionadas às condições socioeconômicas, infraestrutura, potencial de desenvolvimento e prosperidade dessas regiões.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento ainda relaciona a representação cartográfica a possíveis preconceitos em áreas como meio ambiente, geopolítica e segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta apresentada à Assembleia Geral classifica a mudança como uma forma de “justiça cognitiva e reparação memorial”.</p>
<h2>França anuncia abandono da projeção de Mercator</h2>
<p class="isSelectedEnd">A França também anunciou que pretende deixar de utilizar a projeção de Mercator em suas representações oficiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Noël Barrot, declarou que o país passará a priorizar modelos capazes de representar com maior precisão as áreas dos territórios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o ministro, países como Estados Unidos, Rússia e China acabam ganhando uma proeminência visual maior em determinados mapas quando comparados a regiões como África, América Latina e Sudeste Asiático.</p>
<p class="isSelectedEnd">Barrot afirmou que as distorções cartográficas podem acabar influenciando a percepção das pessoas sobre o tamanho e a importância de diferentes regiões.</p>
<h2>União Africana já havia adotado o novo modelo</h2>
<p class="isSelectedEnd">A votação na ONU ocorreu após a União Africana adotar a projeção Equal Earth em março.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em abril, o Togo, representando a organização africana, solicitou que os Estados-membros das Nações Unidas também considerassem a adoção do novo modelo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir da iniciativa, foi elaborado o projeto de resolução e realizadas consultas informais entre os países-membros da ONU.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta ganhou força especialmente pelo argumento de que a representação visual do planeta também possui impacto cultural e político.</p>
<h2>Nova Zelândia também criticou o mapa tradicional</h2>
<p class="isSelectedEnd">A projeção de Mercator já foi questionada anteriormente por outros países.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Nova Zelândia, por exemplo, utilizou em 2018 uma campanha turística para chamar atenção para sua posição nos mapas-múndi tradicionais. Na ocasião, uma peça publicitária brincava com o fato de o país aparecer em uma área periférica e parecer estar “desaparecendo” do mapa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A projeção Equal Earth também pode ser apresentada com diferentes centralizações. Uma das possibilidades coloca a Oceania em posição de destaque, em vez de utilizar Greenwich, em Londres, como referência central.</p>
<h2>Google Maps ainda utiliza projeção baseada em Mercator</h2>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da aprovação da resolução, a mudança não significa que todos os mapas utilizados atualmente serão substituídos imediatamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Plataformas digitais, incluindo o Google Maps, utilizam atualmente uma versão da projeção de Mercator, principalmente por suas características adequadas à navegação e à representação de áreas em diferentes níveis de aproximação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A resolução aprovada pela ONU incentiva empresas de tecnologia e plataformas de mapas a dialogarem com os Estados-membros e organizações regionais para avaliar a adoção de representações consideradas mais precisas.</p>
<p>A discussão, portanto, vai além da aparência dos mapas e envolve a maneira como diferentes partes do planeta são representadas visualmente.</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/onu-aprova-novo-mapa-mundi-que-reduz-distorcoes-de-tamanho-entre-paises/">ONU aprova novo mapa-múndi que reduz distorções de tamanho entre países</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br">MZ Notícia</a>.</p>
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		<title>Lula e Trump discutem tarifas e acertam nova rodada de negociações</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/lula-e-trump-discutem-tarifas-e-acertam-nova-rodada-de-negociacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 18:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidentes conversaram por telefone nesta...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="l2aw5v" data-start="114" data-end="265">Presidentes conversaram por telefone nesta sexta-feira (21); comércio, combate ao crime organizado e conflitos internacionais também foram tratados</h3>
<p data-start="267" data-end="606">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone, na manhã desta sexta-feira (21), com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante a ligação, os dois discutiram as tarifas impostas pelos norte-americanos sobre produtos brasileiros e concordaram com a necessidade de uma nova rodada de negociações entre os governos.</p>
<p data-start="608" data-end="974">Segundo o Palácio do Planalto, Lula classificou como “infundadas” as justificativas apresentadas pelos Estados Unidos para a aplicação das novas tarifas. Entre os argumentos citados estão questões relacionadas ao desmatamento, acordos preferenciais, propriedade intelectual, combate à corrupção, Pix, etanol e importações de produtos produzidos com trabalho forçado.</p>
<h3 data-section-id="1abga6c" data-start="976" data-end="1014">Tarifas sobre produtos brasileiros</h3>
<p data-start="1016" data-end="1227">Desde julho, os Estados Unidos aplicam novas tarifas sobre produtos brasileiros. Uma delas, de 12,5%, foi estabelecida com base em acusações relacionadas à entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado.</p>
<p data-start="1229" data-end="1382">O Brasil também já estava sujeito a uma sobretaxa de 25%, aplicada após uma investigação norte-americana sobre práticas comerciais consideradas injustas.</p>
<p data-start="1384" data-end="1572">Em determinados produtos, as duas tarifas podem ser acumuladas, chegando a 37,5%. Alguns produtos brasileiros, no entanto, ficaram fora da sobretaxa de 25%, entre eles carne bovina e café.</p>
<p data-start="1574" data-end="1770">Segundo o governo brasileiro, Trump concordou com a importância de preservar as relações comerciais entre os dois países e propôs que as equipes retomem as negociações o mais rapidamente possível.</p>
<h3 data-section-id="ej98cu" data-start="1772" data-end="1822">Presidentes também discutiram combate ao crime</h3>
<p data-start="1824" data-end="1948">Durante a conversa, Lula e Trump também trataram da cooperação entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado.</p>
<p data-start="1950" data-end="2133">O presidente brasileiro defendeu que os grupos criminosos sejam enfrentados por meio dos instrumentos já existentes, sem a necessidade de classificá-los como organizações terroristas.</p>
<p data-start="2135" data-end="2325">De acordo com o governo brasileiro, Trump demonstrou disposição para ampliar a cooperação nessa área. Representantes de alto escalão dos dois governos deverão dar continuidade às discussões.</p>
<h3 data-section-id="1omt3os" data-start="2327" data-end="2360">Ucrânia, Irã e atuação da ONU</h3>
<p data-start="2362" data-end="2493">Os presidentes também conversaram sobre os conflitos internacionais, incluindo a guerra entre Rússia e Ucrânia e a situação no Irã.</p>
<p data-start="2495" data-end="2635">Segundo o Palácio do Planalto, Lula e Trump concordaram sobre a necessidade de uma solução negociada para o conflito entre Rússia e Ucrânia.</p>
<p data-start="2637" data-end="2880">Lula ainda defendeu uma atuação mais efetiva do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) diante das crises internacionais e propôs a realização de uma reunião extraordinária do órgão para discutir alternativas diplomáticas.</p>
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		<title>Mortes por terremotos na Venezuela chegam a 2.595; mais de 26 mil pessoas foram afetadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 15:37:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[desastres naturais]]></category>
		<category><![CDATA[fmi]]></category>
		<category><![CDATA[La Guaira]]></category>
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		<category><![CDATA[terremotos na Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os terremotos, considerados os mais...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os terremotos, considerados os mais fortes registrados no país em mais de um século, deixaram milhares de mortos, mais de 11 mil feridos e provocaram o desabamento de edifícios e casas.</p>
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="485" data-end="763">Os terremotos que atingiram a Venezuela elevaram para 2.595 o número de mortes, conforme balanço divulgado pelo governo nesta quinta-feira (2). A tragédia também deixou um cenário de destruição na capital e em cidades vizinhas, com edifícios e residências reduzidos a escombros.</p>
<p data-start="765" data-end="851">Os tremores são considerados os mais intensos registrados no país em mais de cem anos.</p>
<h3 data-section-id="1pcbopg" data-start="853" data-end="888">Mais de 26 mil pessoas afetadas</h3>
<p data-start="890" data-end="1127">De acordo com as estimativas mais recentes da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 26 mil pessoas foram afetadas pelos terremotos. Desse total, 12.841 tiveram que deixar suas casas devido aos danos causados pelos abalos sísmicos.</p>
<p data-start="1129" data-end="1383">Durante entrevista coletiva, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, informou que 189 edifícios desabaram completamente. Ela também afirmou que quase todos os servidores públicos do estado de La Guaira morreram em decorrência dos terremotos.</p>
<p data-start="1385" data-end="1592">Segundo Rodríguez, aproximadamente 4 mil agentes foram mobilizados logo após os tremores para prestar atendimento às vítimas. As operações de busca e resgate permanecem em andamento nas áreas mais atingidas.</p>
<h3 data-section-id="9usz0b" data-start="1594" data-end="1637">Governo anuncia fundo para reconstrução</h3>
<p data-start="1639" data-end="1837">A presidente interina informou ainda que o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial ofereceram apoio financeiro e linhas de crédito para auxiliar na reconstrução das regiões devastadas.</p>
<p data-start="1839" data-end="2058">Como parte das medidas anunciadas, o governo criará, em parceria com o FMI, um fundo de US$ 200 milhões destinado à reconstrução de moradias destruídas. Os recursos serão repassados às empresas responsáveis pelas obras.</p>
<p data-start="2060" data-end="2236">O número de feridos não foi atualizado durante o pronunciamento desta quinta-feira. O balanço anterior, divulgado na quarta-feira (1º), apontava mais de 11 mil pessoas feridas.</p>
<h3 data-section-id="1bh49nj" data-start="2238" data-end="2276">Buscas por sobreviventes continuam</h3>
<p data-start="2278" data-end="2414">Equipes de resgate venezuelanas, com apoio de profissionais estrangeiros, seguem realizando buscas por sobreviventes entre os escombros.</p>
<p data-start="2416" data-end="2603">As operações contam com a participação de equipes especializadas de 31 países, incluindo o Brasil, que enviaram bombeiros e profissionais treinados para atuar nas ações de salvamento.</p>
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