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	<title>Arquivos Organização Criminosa - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos Organização Criminosa - MZ Notícia</title>
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		<title>PF descobre esquema que poderia desviar R$ 10 bilhões de benefício para pescadores; 35 mandados são cumpridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 18:13:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[benefício social]]></category>
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		<category><![CDATA[Seguro Defeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Indefeso investiga fraudes no...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Operação Indefeso investiga fraudes no Seguro Defeso, no Maranhão. Justiça determinou bloqueio de aproximadamente R$ 400 milhões e afastamento de dois agentes públicos suspeitos de participação.</p>
<p>A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (28), a Operação Indefeso, para desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar o pagamento do Seguro Defeso, benefício destinado a pescadores artesanais durante os períodos em que a atividade pesqueira é proibida.</p>
<p>Segundo as investigações, o esquema poderia provocar um prejuízo de aproximadamente R$ 10 bilhões aos cofres públicos em cinco anos, caso continuasse em funcionamento.</p>
<p>A ação foi realizada em 16 municípios do Maranhão e mobilizou 160 policiais federais, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU).</p>
<p>Ao todo, foram cumpridos 35 mandados de busca e apreensão, além de outras medidas determinadas pela Justiça.</p>
<h2>Justiça determina bloqueio de R$ 400 milhões</h2>
<p>Uma das principais medidas judiciais adotadas na operação foi a determinação de bloqueio de aproximadamente R$ 400 milhões em bens e valores relacionados aos investigados.</p>
<p>A medida busca restringir a movimentação patrimonial dos suspeitos durante a apuração das irregularidades.</p>
<p>O valor de R$ 400 milhões corresponde ao bloqueio determinado judicialmente e não significa, necessariamente, que toda essa quantia tenha sido efetivamente localizada ou recuperada.</p>
<p>Da mesma forma, os R$ 10 bilhões mencionados pela Polícia Federal representam uma estimativa de prejuízo potencial ao longo de cinco anos, e não um valor já comprovadamente desviado.</p>
<h2>Dois agentes públicos são afastados das funções</h2>
<p>A investigação também levou a Justiça a determinar o afastamento de dois agentes públicos suspeitos de envolvimento nas fraudes.</p>
<p>Além disso, foram impostas 17 medidas cautelares alternativas à prisão.</p>
<p>Segundo as autoridades, essas providências têm como objetivo impedir a continuidade das práticas investigadas e evitar possíveis interferências na produção de provas.</p>
<p>As identidades dos agentes públicos afastados não foram informadas no material divulgado.</p>
<h2>Como funcionava a fraude no Seguro Defeso?</h2>
<p>De acordo com a Polícia Federal, o grupo investigado utilizava informações falsas e documentos fraudulentos para viabilizar a concessão irregular do benefício.</p>
<p>As apurações apontam que dados falsos eram inseridos em sistemas do governo, permitindo que pagamentos fossem autorizados indevidamente.</p>
<p>O esquema teria contado com a participação de agentes públicos e empresários, que são investigados por possível envolvimento nas irregularidades.</p>
<p>A Polícia Federal trabalha para identificar a extensão da atuação do grupo, os responsáveis pelas fraudes e os valores efetivamente movimentados.</p>
<h2>O que é o Seguro Defeso?</h2>
<p>O Seguro Defeso é um benefício destinado a pescadores artesanais que precisam interromper suas atividades durante o período de proibição da pesca, estabelecido para proteger a reprodução das espécies.</p>
<p>Conforme as informações da operação, o valor do benefício considerado é de R$ 1.621.</p>
<p>O pagamento busca garantir uma fonte de renda aos trabalhadores que dependem da pesca e ficam temporariamente impedidos de exercer a atividade.</p>
<p>A investigação aponta que pessoas ligadas ao esquema teriam utilizado mecanismos fraudulentos para obter pagamentos sem atender às exigências legais.</p>
<h2>Policiais apreendem veículos, armas e documentos</h2>
<p>Durante o cumprimento dos mandados, as equipes recolheram materiais que poderão contribuir para o avanço das investigações.</p>
<p>Entre os itens apreendidos estão veículos, armas, documentos e aparelhos celulares.</p>
<p>O material será analisado para identificar possíveis ligações entre os investigados, movimentações financeiras e registros utilizados na concessão dos benefícios.</p>
<p>A operação contou com a participação de 160 policiais federais e o apoio da CGU.</p>
<h2>Investigados podem responder por diversos crimes</h2>
<p>A Polícia Federal apura a possível prática de diferentes crimes relacionados à concessão irregular do Seguro Defeso.</p>
<p>Entre os delitos investigados estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Organização criminosa;</li>
<li>Estelionato previdenciário;</li>
<li>Inserção de dados falsos em sistemas da administração pública;</li>
<li>Corrupção ativa;</li>
<li>Corrupção passiva;</li>
<li>Lavagem de dinheiro.</li>
</ul>
<p>A eventual responsabilização criminal dependerá das provas reunidas e do andamento dos procedimentos legais.</p>
<h2>Operação busca impedir continuidade das fraudes</h2>
<p>Com os mandados de busca, as medidas cautelares, o afastamento dos agentes públicos e o bloqueio patrimonial, as autoridades pretendem interromper o suposto esquema e preservar elementos importantes para a investigação.</p>
<p>O caso envolve suspeitas de utilização indevida de recursos públicos destinados a trabalhadores da pesca artesanal.</p>
<p>A Operação Indefeso investiga um esquema com potencial de causar R$ 10 bilhões em prejuízos ao longo de cinco anos, enquanto a Justiça determinou o bloqueio de cerca de R$ 400 milhões em bens e valores dos investigados.</p>
<div></div>
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		<title>PR: Facção trocava cocaína por assinaturas para mudar regras de visitas íntimas em presídios; Gaeco cumpre 15 mandados</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/pr-faccao-trocava-cocaina-por-assinaturas-para-mudar-regras-de-visitas-intimas-em-presidios-gaeco-cumpre-15-mandados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 12:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[armas de fogo]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal do Crime]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Umbra II investiga organização...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Operação Umbra II investiga organização criminosa que teria estabelecido a troca de um grama de cocaína por oito assinaturas. Sete mandados de prisão preventiva e oito de busca foram cumpridos no Paraná e em São Paulo.</p>
<p>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), deflagrou nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, a segunda fase da Operação Umbra, que investiga a atuação de uma facção criminosa no Norte do Paraná e em outros estados brasileiros.</p>
<p>A operação, denominada Umbra II, envolveu o cumprimento de 15 mandados judiciais, sendo sete de prisão preventiva e oito de busca e apreensão.</p>
<p>Um dos principais pontos da investigação é a suspeita de que integrantes da organização distribuíam drogas em troca de assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular que pretendia flexibilizar as regras para visitas íntimas e conjugais em estabelecimentos prisionais.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, registros apreendidos indicam que um grama de cocaína poderia ser trocado por oito assinaturas.</p>
<p>A investigação também apura tráfico de drogas, comércio ilegal de armas, atuação de lideranças criminosas dentro de presídios e possível envolvimento de integrantes da facção em um duplo homicídio.</p>
<h2>Cocaína era usada para incentivar coleta de assinaturas, aponta investigação</h2>
<p>De acordo com o Gaeco, a organização criminosa teria desenvolvido uma campanha para reunir assinaturas de apoio a uma proposta legislativa relacionada às regras de visitas íntimas e conjugais no sistema prisional.</p>
<p>A iniciativa era promovida em Londrina e região e, conforme os investigadores, tinha como objetivo pressionar o sistema penitenciário.</p>
<p>Mensagens analisadas pelo Ministério Público indicaram que a facção pretendia alcançar a marca de 290 mil assinaturas em todo o Brasil.</p>
<p>Para estimular a coleta, os integrantes do grupo teriam estabelecido um sistema de recompensas envolvendo a distribuição de entorpecentes.</p>
<p>Pessoas que apresentassem assinaturas coletadas receberiam porções de drogas fornecidas pelos responsáveis pelos pontos de venda.</p>
<p>Esses integrantes eram chamados internamente de “donos de quebradas”.</p>
<p>A prática teria recebido, dentro da organização, a denominação de “trabalho de revertimento”.</p>
<h2>Um grama de cocaína equivalia a oito assinaturas</h2>
<p>O Ministério Público identificou planilhas e registros que detalhavam a relação entre a quantidade de drogas disponibilizadas e o número de assinaturas obtidas.</p>
<p>Em um dos documentos analisados, a equivalência registrada era de oito assinaturas para cada grama de cocaína.</p>
<p>As anotações também apresentavam informações sobre a quantidade de entorpecentes destinada por cada ponto de comercialização.</p>
<p>Para os investigadores, esses elementos indicam que a coleta de assinaturas não era uma iniciativa isolada, mas uma atividade organizada dentro da estrutura da facção.</p>
<p>A apuração busca esclarecer a participação dos envolvidos e a extensão da campanha.</p>
<h2>Operação cumpre mandados no Paraná e em São Paulo</h2>
<p>A segunda fase da Operação Umbra foi conduzida pelo Núcleo Regional de Londrina do Gaeco.</p>
<p>As ordens judiciais foram autorizadas pelo Juízo das Garantias da 5ª Vara Criminal de Londrina.</p>
<p>As diligências ocorreram em seis municípios de dois estados.</p>
<p>No Paraná, as ações foram realizadas em Londrina, Cambé, Cascavel e Piraquara.</p>
<p>Em São Paulo, os mandados foram cumpridos em Avaré e Marília.</p>
<p>Além das prisões preventivas, a Justiça autorizou buscas pessoais e domiciliares, incluindo diligências em unidades prisionais onde alguns investigados estão recolhidos.</p>
<p>Os policiais e promotores buscaram materiais relacionados às atividades investigadas, como celulares, armas de fogo, drogas, dinheiro em espécie e documentos.</p>
<h2>Dois irmãos comandariam estrutura criminosa no Norte do Paraná</h2>
<p>As investigações apontam que a estrutura regional da facção seria comandada por dois irmãos, responsáveis por diferentes setores da organização.</p>
<p>Um deles ocuparia a função denominada “Geral da Região 43”, referência ao código de área telefônico DDD 43, que abrange municípios do Norte do Paraná.</p>
<p>Segundo o Gaeco, esse investigado seria responsável pela disciplina dos integrantes, pela transmissão de determinações da liderança nacional e pela autorização ou proibição de punições e transferências internas.</p>
<p>Ele também teria atribuições relacionadas à administração da estrutura regional.</p>
<p>O outro irmão ocuparia a posição de “Final 100% do Estado do Paraná”.</p>
<p>Conforme a investigação, sua função envolveria a supervisão financeira e operacional das atividades ilícitas no estado, além da coordenação do comércio de drogas a partir da zona sul de Londrina.</p>
<h2>Facção teria tribunal do crime e negociava até fuzis</h2>
<p>Além dos dois supostos líderes, o Gaeco identificou outros investigados que desempenhariam funções específicas na organização.</p>
<p>Entre as atividades atribuídas aos integrantes estão a contabilidade da facção, a administração de pontos de venda de drogas e a organização de mecanismos internos de punição.</p>
<p>A investigação também identificou suspeitas relacionadas à atuação do chamado “tribunal do crime”, utilizado por organizações criminosas para impor decisões e punições a integrantes ou desafetos.</p>
<p>Outro setor investigado envolve a negociação de armas de fogo de grosso calibre, incluindo fuzis.</p>
<p>De acordo com o Ministério Público, essas atividades fariam parte de uma estrutura hierarquizada, com divisão de responsabilidades entre os suspeitos.</p>
<h2>Presos continuariam comandando crimes de dentro das penitenciárias</h2>
<p>A investigação aponta que parte dos suspeitos já estava presa em unidades penitenciárias do Paraná e de São Paulo.</p>
<p>Mesmo privados de liberdade, eles supostamente continuavam exercendo funções de liderança e administração da organização criminosa.</p>
<p>Segundo o Gaeco, os investigados repassariam ordens, negociariam armamentos e administrariam o fluxo de drogas.</p>
<p>Para dificultar a identificação dos responsáveis pelas comunicações, os integrantes utilizariam linhas telefônicas registradas em nome de terceiros.</p>
<p>Essas informações motivaram a autorização de buscas também dentro de estabelecimentos prisionais.</p>
<h2>Gaeco apura ligação com duplo homicídio que matou criança</h2>
<p>Outro ponto investigado é a possível participação de dois integrantes da facção em um duplo homicídio ocorrido em 2024, em Rolândia, no Norte do Paraná.</p>
<p>Conforme a linha de investigação, o ataque teria sido praticado em nome da organização criminosa contra um homem apontado como integrante de um grupo rival.</p>
<p>Uma criança também morreu no episódio.</p>
<p>O material reunido pelo Gaeco indica possível envolvimento de dois investigados no crime.</p>
<p>Um dos suspeitos relacionados a essa apuração teria fugido para o Paraguai e é considerado foragido da Justiça.</p>
<p>A participação dos investigados no duplo homicídio ainda depende da apuração e dos procedimentos judiciais correspondentes.</p>
<h2>Segunda fase amplia investigação iniciada em 2025</h2>
<p>A Operação Umbra teve uma etapa anterior realizada em 15 de maio de 2025, quando o Gaeco cumpriu três mandados de busca e apreensão.</p>
<p>Na ocasião, a investigação tinha como foco um homem suspeito de liderar uma organização criminosa na região de Londrina.</p>
<p>Com o avanço das diligências, os investigadores reuniram novos elementos sobre a estrutura hierárquica da facção, a movimentação de drogas, o comércio de armas e as comunicações mantidas por integrantes presos.</p>
<p>Essas informações fundamentaram os pedidos judiciais que resultaram na deflagração da Operação Umbra II.</p>
<h2>Investigados poderão responder por crimes relacionados ao tráfico e à organização criminosa</h2>
<p>Segundo o Ministério Público, os suspeitos poderão responder por favorecimento ao domínio social estruturado e tráfico de drogas, conforme os fatos atribuídos a cada investigado.</p>
<p>A operação busca aprofundar a identificação das responsabilidades individuais e reunir provas sobre o funcionamento da organização criminosa.</p>
<p>Os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão foram autorizados judicialmente, mas as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer dos procedimentos legais.</p>
<p>O ponto de maior destaque da investigação é a suspeita de que a facção utilizava entorpecentes como recompensa pela coleta de assinaturas para uma proposta de alteração das regras de visitas íntimas em presídios, com meta de alcançar 290 mil apoio em todo o país.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PR: Gaeco deflagra operação contra policial militar suspeito de desviar cigarros contrabandeados</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/pr-gaeco-deflagra-operacao-contra-policial-militar-suspeito-de-desviar-cigarros-contrabandeados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:49:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação San Marino foi realizada...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Operação San Marino foi realizada nesta sexta-feira (23), em Umuarama. Militar do 25º BPM é investigado por suspeitas de corrupção, organização criminosa e outros crimes.</p>
<p>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com a Corregedoria da Polícia Militar do Paraná, deflagrou na manhã desta sexta-feira (23) a Operação San Marino, em Umuarama, no Noroeste do Paraná.</p>
<p>A ação investiga um policial militar lotado no 25º Batalhão da Polícia Militar (BPM), suspeito de envolvimento em crimes de organização criminosa, corrupção passiva, prevaricação e facilitação de contrabando ou descaminho.</p>
<h2>Policial é suspeito de desviar parte de carga apreendida</h2>
<p>Segundo as investigações, o militar teria recebido informações privilegiadas de um integrante de organização criminosa sobre uma carga de cigarros contrabandeados.</p>
<p>Após realizar a apreensão, o policial é suspeito de ter desviado parte da mercadoria como forma de retribuição pelas informações recebidas.</p>
<p>Os fatos ainda estão sob investigação, e as suspeitas deverão ser analisadas pelas autoridades competentes.</p>
<h2>Justiça determina afastamento do policial</h2>
<p>Durante a operação, foram cumpridas três medidas judiciais em Umuarama:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Um mandado de busca e apreensão;</li>
<li>Um mandado de busca pessoal;</li>
<li>Um mandado de afastamento das funções públicas do investigado.</li>
</ul>
<p>As ordens foram expedidas pela Vara da Justiça Militar Estadual.</p>
<p>Os agentes apreenderam aparelhos eletrônicos, documentos e anotações, que serão submetidos à perícia.</p>
<p>Também foram recolhidos o fardamento, o armamento oficial e os equipamentos operacionais fornecidos pela Polícia Militar ao investigado.</p>
<h2>Por que a operação recebeu o nome San Marino?</h2>
<p>O nome Operação San Marino faz referência a uma marca de cigarros paraguaios, relacionada à carga contrabandeada que teria sido apreendida pelo policial investigado.</p>
<p>A investigação é conduzida pelo Núcleo do Gaeco de Umuarama, com participação da Corregedoria da Polícia Militar do Paraná.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Delegada do Pará é presa suspeita de receber R$ 50 mil para vazar informações sigilosas ao PCC</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/delegada-do-para-e-presa-suspeita-de-receber-r-50-mil-para-vazar-informacoes-sigilosas-ao-pcc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Delegada Presa]]></category>
		<category><![CDATA[Informações Sigilosas]]></category>
		<category><![CDATA[investigação policial]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Virgínia Grimwood Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[operação policial]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Sinalagma]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Criminosa]]></category>
		<category><![CDATA[para]]></category>
		<category><![CDATA[pcc]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro Comando da Capital]]></category>
		<category><![CDATA[R$ 50 Mil]]></category>
		<category><![CDATA[segurança pública]]></category>
		<category><![CDATA[vazamento de dados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=255593</guid>

					<description><![CDATA[<p>Maria Virgínia Grimwood Pinto foi...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Maria Virgínia Grimwood Pinto foi presa em Brasília durante a Operação Sinalagma, conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco para investigar um esquema criminoso interestadual.</strong></p>
<p>A delegada da <strong>Polícia Civil do Pará, Maria Virgínia Grimwood Pinto</strong>, foi presa na quinta-feira (15 de outubro), em Brasília, sob suspeita de receber <strong>R$ 50 mil para repassar informações sigilosas</strong> que poderiam beneficiar integrantes do <strong>Primeiro Comando da Capital (PCC)</strong>.</p>
<p>A prisão ocorreu durante a <strong>Operação Sinalagma</strong>, realizada pela Polícia Civil de Pernambuco com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de atuação interestadual.</p>
<h2>Investigação aponta suspeita de vazamento de informações</h2>
<p>Segundo as informações divulgadas, a delegada é investigada por supostamente fornecer dados sigilosos em troca de pagamento.</p>
<p>Os investigadores suspeitam que o repasse das informações teria como finalidade beneficiar a organização criminosa PCC.</p>
<p>O valor mencionado na apuração é de <strong>R$ 50 mil</strong>.</p>
<p>Até o momento, as informações apresentadas não detalham quais dados teriam sido compartilhados nem como o suposto pagamento teria ocorrido.</p>
<h2>Prisão aconteceu durante operação em Brasília</h2>
<p>Embora integrasse a Polícia Civil do Pará, Maria Virgínia Grimwood Pinto foi presa na capital federal.</p>
<p>A ação faz parte da Operação Sinalagma, coordenada pela <strong>Polícia Civil de Pernambuco</strong>, que investiga a atuação de um esquema criminoso envolvendo diferentes estados.</p>
<p>A prisão integra as medidas adotadas no decorrer das investigações.</p>
<h2>Delegada permanece sob investigação</h2>
<p>A suspeita de recebimento de dinheiro e de vazamento de informações ainda depende da apuração dos órgãos responsáveis.</p>
<p>A prisão não representa condenação, e a investigada tem direito à defesa e ao devido processo legal.</p>
<p>As informações fornecidas até agora não incluem detalhes sobre manifestação da defesa ou eventuais medidas administrativas relacionadas ao cargo da delegada.</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/delegada-do-para-e-presa-suspeita-de-receber-r-50-mil-para-vazar-informacoes-sigilosas-ao-pcc/">Delegada do Pará é presa suspeita de receber R$ 50 mil para vazar informações sigilosas ao PCC</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br">MZ Notícia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Chefe do PCC solto por desembargador e outros dois são presos em operação contra tráfico internacional</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/chefe-do-pcc-solto-por-desembargador-e-outros-dois-sao-presos-em-operacao-contra-trafico-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 13:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Aguinaldo Chaleira]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Capolinea]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Criminosa]]></category>
		<category><![CDATA[pcc]]></category>
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		<category><![CDATA[Primeiro Comando da Capital]]></category>
		<category><![CDATA[segurança pública]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico internacional de drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Capolinea mobiliza cerca de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Operação Capolinea mobiliza cerca de 100 policiais em quatro estados, investiga transporte de entorpecentes em caminhões de minério e determina bloqueio de R$ 24 milhões em bens.</strong></p>
<p>Uma operação contra o tráfico internacional de drogas, deflagrada nesta quinta-feira (15), tem entre os principais alvos <strong>Gerson Palermo, apontado como uma das lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC)</strong>. Ele havia sido capturado na Bolívia em maio de 2026, após permanecer aproximadamente seis anos foragido, e teve um novo mandado de prisão cumprido.</p>
<p>A <strong>Operação Capolinea</strong>, coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso do Sul (FICCO/MS), investiga uma organização criminosa suspeita de transportar drogas da Bolívia para o Brasil e distribuí-las em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e Minas Gerais.</p>
<p>Segundo os investigadores, o grupo teria negociado aproximadamente <strong>24 toneladas de entorpecentes</strong> durante o período analisado.</p>
<h2>Operação cumpre 41 mandados e bloqueia R$ 24 milhões</h2>
<p>Cerca de 100 policiais participam da ação, que prevê o cumprimento de:</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>14 mandados de prisão preventiva;</strong></li>
<li><strong>7 mandados de prisão temporária;</strong></li>
<li><strong>20 mandados de busca e apreensão.</strong></li>
</ul>
<p>As ordens foram expedidas pela 1ª Vara Federal de Corumbá e são cumpridas em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e Minas Gerais.</p>
<p>A Justiça também determinou o bloqueio e sequestro de <strong>R$ 24 milhões em bens</strong> dos investigados.</p>
<p>Entre os envolvidos está <strong>Aguinaldo Chaleira</strong>, identificado como traficante e entregue às autoridades brasileiras em Corumbá após permanecer na Bolívia.</p>
<p>Outro preso é apontado como responsável pelo sequestro de uma sobrinha de Palermo. A informação sobre as prisões foi confirmada pela força-tarefa, mas não foram divulgadas as datas em que todas ocorreram.</p>
<h2>Vigilante da Polícia Federal é investigado por vazamento de informações</h2>
<p>Um dos presos trabalhava como vigilante na Delegacia da Polícia Federal em Corumbá.</p>
<p>De acordo com a investigação, ele seria enteado de uma das lideranças da organização e teria utilizado seu acesso à unidade policial para transmitir informações aos traficantes.</p>
<p>Entre os dados repassados estariam a rotina da delegacia, a movimentação de equipes policiais, a situação de presos e fotografias de documentos e apreensões.</p>
<p>A FICCO/MS também aponta que o vigilante armazenava drogas em sua residência e participava do transporte de entorpecentes entre a Bolívia e o Brasil.</p>
<p>Ele ainda é investigado por possível participação no transporte de uma carga apreendida em Três Lagoas, em agosto de 2025, quando foram encontrados <strong>35 quilos de cocaína e 12,5 quilos de maconha</strong> escondidos em um pneu.</p>
<h2>Drogas eram transportadas em caminhões carregados de minério de ferro</h2>
<p>Segundo a força-tarefa, a organização aproveitava o fluxo de caminhões utilizados no transporte de minério de ferro na região de Corumbá para esconder cargas de drogas.</p>
<p>Os investigadores identificaram indícios de aliciamento de funcionários de mineradoras, incluindo supervisores e operadores de balança.</p>
<p>Esses trabalhadores receberiam pagamentos por Pix para facilitar o carregamento dos veículos sem fiscalização.</p>
<p>Além do minério, os suspeitos utilizariam pneus, tanques de combustível e cargas de grãos para ocultar os entorpecentes.</p>
<p>A investigação teve início após a análise de um celular apreendido com um dos principais operadores do esquema, que estava escondido na Bolívia. As informações encontradas permitiram identificar outros integrantes e avançar na apuração sobre o comando da organização.</p>
<h2>Quem é Gerson Palermo, apontado como liderança do PCC?</h2>
<p>Gerson Palermo é conhecido das autoridades por investigações relacionadas ao tráfico internacional de drogas e por sua participação no sequestro de um avião da antiga Vasp, em 2000.</p>
<p>Ele também foi investigado na <strong>Operação All In</strong>, realizada pela Polícia Federal em 2017, que apurou o transporte de cocaína da Bolívia para o Brasil.</p>
<p>Em 2020, Palermo deixou a Penitenciária Federal de Campo Grande após obter prisão domiciliar por decisão do desembargador <strong>Divoncir Schreiner Maran</strong>, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Após a soltura, rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu para a Bolívia, onde permaneceu por cerca de seis anos.</p>
<p>A decisão judicial foi investigada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que determinou a aposentadoria compulsória do desembargador.</p>
<p>Palermo acabou localizado e preso em território boliviano em maio de 2026. Embora já estivesse sob custódia, foi novamente alvo de mandado de prisão nesta quinta-feira.</p>
<h2>Investigados no exterior poderão ser procurados pela Interpol</h2>
<p>A Justiça Federal autorizou a inclusão de três investigados que vivem no exterior na <strong>Difusão Vermelha da Interpol</strong>, mecanismo de cooperação internacional utilizado para localizar pessoas procuradas.</p>
<p>Os envolvidos poderão responder por tráfico internacional de drogas e organização criminosa, conforme a participação individual identificada nas investigações.</p>
<p>O nome da operação, <strong>Capolinea</strong>, significa “fim da linha” em italiano e faz referência à tentativa de interromper o esquema de transporte de drogas escondidas em cargas de minério de ferro.</p>
<p>Até a atualização das informações, a defesa de Gerson Palermo não havia se manifestado, e as defesas dos outros dois investigados citados não haviam sido localizadas.</p>
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		<item>
		<title>Polícia Federal deflagra operação contra esquema de venda ilegal de vinhos argentinos em seis unidades da federação</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/policia-federal-deflagra-operacao-contra-esquema-de-venda-ilegal-de-vinhos-argentinos-em-seis-unidades-da-federacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 13:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Ampére]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Descaminho]]></category>
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		<category><![CDATA[Organização Criminosa]]></category>
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		<category><![CDATA[pinhais]]></category>
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		<category><![CDATA[receita federal]]></category>
		<category><![CDATA[sao jose dos pinhais]]></category>
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		<category><![CDATA[vinhos argentinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Nerovino mobiliza mais de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Operação Nerovino mobiliza mais de 100 policiais e cumpre 25 mandados de busca e apreensão. Investigação começou após apreensão de 4,2 mil garrafas avaliadas em mais de R$ 900 mil.</p>
<p>A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15), a Operação Nerovino, para combater uma organização criminosa suspeita de importar clandestinamente, armazenar e comercializar vinhos argentinos no Brasil sem o pagamento dos tributos federais devidos.</p>
<p>A ação mobiliza mais de 100 policiais federais e cumpre 25 mandados de busca e apreensão, autorizados pela 23ª Vara Federal de Curitiba, em cinco estados e no Distrito Federal.</p>
<h2>Mandados são cumpridos em 16 cidades</h2>
<p>No Paraná, as equipes atuam em Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Ampére, Foz do Iguaçu e Umuarama.</p>
<p>A operação também ocorre em Volta Redonda, Campos dos Goytacazes e Niterói (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Vila Velha e Vitória (ES); Teresina (PI); e Brasília (DF).</p>
<p>Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de imóveis e veículos vinculados aos investigados, para impedir a transferência de bens possivelmente adquiridos com recursos ilícitos.</p>
<h2>Investigação começou com apreensão de R$ 900 mil em vinhos</h2>
<p>As apurações tiveram início em março de 2025, após a apreensão de aproximadamente 4.200 garrafas de vinho estrangeiro, avaliadas em mais de R$ 900 mil, em um depósito na Região Metropolitana de Curitiba.</p>
<p>Segundo a Polícia Federal, os investigados utilizariam uma estrutura organizada para trazer vinhos argentinos irregularmente ao Brasil, armazená-los na região de Curitiba e distribuí-los a revendedores de diferentes estados.</p>
<p>Para tentar ocultar as operações, o grupo teria utilizado empresas de fachada, documentos fiscais com informações falsas e contas bancárias de terceiros.</p>
<h2>Polícia investiga ocultação de patrimônio</h2>
<p>As investigações também apontaram indícios de registro de imóveis e veículos em nome de familiares e outras pessoas, além da movimentação de valores por terceiros.</p>
<p>A Receita Federal participou das diligências em um dos endereços, onde havia suspeita de armazenamento irregular de mercadorias estrangeiras.</p>
<p>Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, por descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa, além de eventuais outros crimes identificados.</p>
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		<title>PF prende Márcio Canella e ex-chefe da Polícia Civil em operação contra esquema de R$ 7,6 bilhões</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/pf-prende-marcio-canella-e-ex-chefe-da-policia-civil-em-operacao-contra-esquema-de-r-76-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre de moraes]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[lavagem de dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Canella]]></category>
		<category><![CDATA[Marcus Amim]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Unha e Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Criminosa]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Postos de Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Unha e Carne 8,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Operação Unha e Carne 8, autorizada por Alexandre de Moraes, investiga suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e participação de agentes públicos em organização criminosa no Rio de Janeiro.</p>
<p>A Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira (15), Márcio Canella (União Brasil), deputado estadual eleito e ex-prefeito de Belford Roxo, e Marcus Vinicius Amim Fernandes, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro.</p>
<p>As prisões fazem parte da oitava fase da Operação Unha e Carne, que investiga uma organização criminosa armada suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis para lavagem de dinheiro.</p>
<p>Segundo a PF, o grupo teria movimentado R$ 7,6 bilhões em seis anos, por meio de uma estrutura que envolve 96 postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio.</p>
<h2>Moraes determina prisões e bloqueio de bens</h2>
<p>A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e prevê:</p>
<ul data-spread="false">
<li>6 mandados de prisão;</li>
<li>16 mandados de busca e apreensão;</li>
<li>Sequestro de bens e valores;</li>
<li>Suspensão das atividades econômicas de 112 empresas investigadas.</li>
</ul>
<p>As ações ocorrem no Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Niterói, São Gonçalo, Petrópolis, Angra dos Reis e Armação dos Búzios.</p>
<p>Além de Canella e Amim, quatro inspetores da Polícia Civil foram presos: Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes, José Carlos Alves de Souza Júnior e Pablo Jukia Felix Ferreira, conhecido como Pablo Russo.</p>
<h2>Investigação apura corrupção e ligação com crime organizado</h2>
<p>Os investigados são suspeitos de crimes como lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, formação de cartel, violação de sigilo funcional e venda ilegal de combustíveis.</p>
<p>A operação teve início em dezembro de 2025 e também apura possíveis ligações entre agentes públicos e organizações criminosas no estado.</p>
<p>Canella e Amim já haviam sido alvos de buscas em julho, durante a sexta fase da investigação.</p>
<p>A defesa de Márcio Canella informou que não se manifestará antes de ter acesso aos autos. As investigações continuam, e as suspeitas ainda dependem de apuração e julgamento.</p>
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		<item>
		<title>Polícia Civil deflagra operação com 57 mandados contra grupo de tráfico comandado de Londres</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/policia-civil-deflagra-operacao-com-57-mandados-contra-grupo-de-trafico-comandado-de-londres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:10:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Franco da Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[lavagem de dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Mandados Judiciais]]></category>
		<category><![CDATA[MARINGA]]></category>
		<category><![CDATA[operação policial]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Criminosa]]></category>
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		<category><![CDATA[PCPR]]></category>
		<category><![CDATA[policia civil do parana]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Leste]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança pública]]></category>
		<category><![CDATA[TRAFICO DE DROGAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação mobiliza cerca de 100...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Ação mobiliza cerca de 100 policiais no Paraná e em São Paulo. Investigação aponta que um dos principais suspeitos coordenava o envio de drogas da Inglaterra para cidades paranaenses.</strong></p>
<p>A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15), uma operação contra uma organização criminosa suspeita de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. A investigação aponta que uma das principais lideranças do grupo estaria em Londres, na Inglaterra, de onde coordenaria o envio de entorpecentes ao Paraná.</p>
<p>A ação ocorre em <strong>Maringá, Sarandi, Praia de Leste e Franco da Rocha (SP)</strong>, com a participação de aproximadamente 100 policiais civis, apoio de helicóptero, cães farejadores e equipes da Polícia Civil de São Paulo.</p>
<h2>Operação cumpre 57 mandados judiciais</h2>
<p>Ao todo, foram expedidas 57 medidas judiciais, distribuídas da seguinte forma:</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>21 mandados de prisão preventiva;</strong></li>
<li><strong>5 mandados de prisão temporária;</strong></li>
<li><strong>14 mandados de busca e apreensão;</strong></li>
<li><strong>16 ordens de bloqueio de contas bancárias;</strong></li>
<li><strong>1 medida de sequestro de veículo.</strong></li>
</ul>
<p>O objetivo é atingir diferentes setores da organização, incluindo fornecedores, responsáveis pelo armazenamento, distribuidores e operadores financeiros.</p>
<h2>Suspeito comandaria tráfico de Londres</h2>
<p>As investigações começaram há aproximadamente um ano, após a prisão de suspeitos de distribuir drogas em Sarandi, no Noroeste do Paraná.</p>
<p>Segundo a PCPR, o grupo abastecia Sarandi e Maringá, utilizando inclusive um sistema de entregas por delivery.</p>
<p>O delegado Leandro Munin explicou que as principais lideranças e fornecedores atuavam de outras localidades, utilizando a internet para coordenar as atividades.</p>
<p>Um dos investigados estaria residindo em Londres, enquanto outro fornecedor foi identificado em Praia de Leste, no litoral paranaense.</p>
<h2>Polícia investiga lavagem de dinheiro e vínculos criminosos</h2>
<p>Conforme as apurações, a organização apresentava divisão de tarefas entre lideranças, fornecedores atacadistas, responsáveis pelo armazenamento e fracionamento das drogas, distribuidores, entregadores e operadores financeiros.</p>
<p>A investigação também identificou suspeitos de ceder contas bancárias para movimentar recursos relacionados ao tráfico, prática investigada por possíveis indícios de lavagem de dinheiro.</p>
<p>Os policiais apuram ainda possíveis ligações com uma organização criminosa de atuação nacional. Um dos investigados seria sobrinho de um homem apontado como liderança desse grupo no Paraná, atualmente foragido no Paraguai.</p>
<p>Além das medidas de prisão e busca, a operação pretende bloquear recursos financeiros e atingir o patrimônio dos suspeitos para dificultar a continuidade das atividades ilícitas.</p>
<p>A Polícia Civil informou que mantém cinco Laboratórios de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro, vinculados ao Departamento de Inteligência Policial, como parte das ações de enfrentamento aos crimes financeiros.</p>
<p>As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e rastrear a movimentação financeira do grupo. Os nomes dos investigados não foram divulgados.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>URGENTE PR: Megaoperação mobiliza mais de 500 policiais e mira organização criminosa com 215 mandados em três estados</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/urgente-pr-megaoperacao-mobiliza-mais-de-500-policiais-e-mira-organizacao-criminosa-com-215-mandados-em-tres-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[120 Mandados de Busca e Apreensão]]></category>
		<category><![CDATA[215 Mandados]]></category>
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		<category><![CDATA[TORTURA]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=255181</guid>

					<description><![CDATA[<p>Polícia Civil do Paraná coordena...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Polícia Civil do Paraná coordena ofensiva contra grupo investigado por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, tortura e cárcere privado. Investigação aponta ordens emitidas de dentro de presídios e movimentações financeiras por PIX.</strong></p>
<p>Uma megaoperação coordenada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) mobiliza <strong>mais de 500 policiais nesta quarta-feira (14 de outubro)</strong> para cumprir 215 mandados judiciais contra uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas, na lavagem de dinheiro e em crimes violentos.</p>
<p>A ofensiva acontece em diversas cidades do Paraná e também alcança municípios de Santa Catarina e São Paulo.</p>
<p>Ao todo, a Justiça expediu <strong>95 mandados de prisão e 120 mandados de busca e apreensão</strong>, além de autorizar medidas destinadas ao aprofundamento das investigações, incluindo quebra de sigilo bancário e acesso a dados de aparelhos eletrônicos apreendidos.</p>
<p>A operação envolve diferentes forças de segurança e busca desarticular uma estrutura criminosa que, segundo os investigadores, atuaria tanto nas ruas quanto de dentro do sistema prisional.</p>
<h2>Operação acontece em diversas cidades do Paraná</h2>
<p>A maior parte dos mandados está concentrada em municípios paranaenses.</p>
<p>Entre as cidades onde as equipes realizam diligências estão:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Clevelândia;</li>
<li>Pato Branco;</li>
<li>Francisco Beltrão;</li>
<li>Palmas;</li>
<li>Cascavel;</li>
<li>Curitiba;</li>
<li>Piraquara;</li>
<li>Guarapuava;</li>
<li>Laranjeiras do Sul;</li>
<li>Capanema;</li>
<li>Cruzeiro do Oeste.</li>
</ul>
<p>Outros municípios também estão incluídos na ofensiva, assim como localidades de Santa Catarina e São Paulo.</p>
<p>A ação é coordenada pela Polícia Civil do Paraná e conta com a participação do Ministério Público do Paraná (MPPR), da Polícia Militar, da Polícia Penal e de forças de segurança de outros estados.</p>
<p>Cães de faro também são utilizados durante as buscas.</p>
<h2>Investigação começou após crimes violentos no Sudoeste do Paraná</h2>
<p>As investigações tiveram início em Clevelândia, no Sudoeste paranaense, depois de episódios de violência atribuídos a integrantes do grupo investigado.</p>
<p>Segundo a Polícia Civil, a organização é suspeita de envolvimento em crimes como tortura, cárcere privado e ameaças.</p>
<p>Parte dessas situações estaria relacionada a cobranças de dívidas do tráfico de drogas.</p>
<p>Com o avanço das apurações, os investigadores passaram a identificar uma estrutura organizada de distribuição de entorpecentes, com atuação em diferentes municípios.</p>
<p>Entre as drogas que seriam comercializadas pelo grupo estão cocaína, crack e maconha.</p>
<h2>Grupo teria depósitos de drogas e pontos de venda controlados à distância</h2>
<p>De acordo com a investigação, a organização criminosa não atuaria apenas na comercialização direta de entorpecentes.</p>
<p>O grupo também manteria imóveis utilizados para armazenar drogas antes da distribuição.</p>
<p>Os investigadores apontam ainda que determinados pontos de venda seriam administrados à distância, com integrantes responsáveis por coordenar as atividades e orientar outras pessoas envolvidas no esquema.</p>
<p>A apuração identificou indícios de divisão de tarefas dentro da organização.</p>
<p>Alguns suspeitos teriam funções relacionadas à fiscalização de regras internas e à aplicação de punições contra integrantes que descumprissem determinações do grupo.</p>
<h2>Polícia investiga ordens emitidas de dentro de presídios</h2>
<p>Um dos principais pontos da investigação envolve a possível participação de pessoas que já estavam presas em unidades penitenciárias do Paraná.</p>
<p>Conforme a PCPR, celulares clandestinos encontrados em uma penitenciária do Sudoeste do Estado ajudaram a identificar comunicações entre detentos e integrantes que atuavam fora do sistema prisional.</p>
<p>Os aparelhos teriam sido utilizados para transmitir ordens relacionadas às atividades da organização criminosa.</p>
<p>A suspeita é de que parte das decisões e determinações do grupo fosse emitida de dentro dos presídios.</p>
<p>As informações obtidas a partir desses dispositivos contribuíram para o avanço das investigações e para a identificação da estrutura de atuação dos suspeitos.</p>
<h2>Transferências por PIX e empresa de fachada estão na mira</h2>
<p>Além dos crimes relacionados ao tráfico de drogas e à violência, a Polícia Civil investiga possíveis mecanismos de lavagem de dinheiro utilizados pela organização.</p>
<p>Segundo as apurações, valores provenientes da comercialização de entorpecentes teriam sido movimentados por meio de transferências via PIX para contas bancárias de terceiros.</p>
<p>Os investigadores também identificaram indícios de depósitos fracionados e saques realizados pouco tempo depois do recebimento dos recursos.</p>
<p>Esse tipo de movimentação estaria entre as estratégias suspeitas de dificultar o rastreamento da origem e do destino do dinheiro.</p>
<p>Outra linha da investigação envolve uma empresa que poderia ter sido utilizada como fachada para receber pagamentos relacionados ao tráfico de drogas.</p>
<p>A eventual participação da empresa e dos responsáveis pelas contas bancárias integra a apuração policial.</p>
<h2>Justiça autorizou quebra de sigilo e análise de celulares</h2>
<p>Além das ordens de prisão e busca e apreensão, a Justiça autorizou medidas para permitir o aprofundamento das investigações financeiras e das comunicações dos suspeitos.</p>
<p>Entre elas estão a quebra de sigilo bancário e o acesso a informações armazenadas em dispositivos eletrônicos apreendidos.</p>
<p>Essas medidas poderão auxiliar na identificação de movimentações financeiras, possíveis conexões entre os investigados e outros elementos relacionados à atuação da organização.</p>
<h2>Megaoperação continua em andamento nesta quarta-feira</h2>
<p>A mobilização das forças de segurança prossegue nesta quarta-feira (14), com equipes atuando simultaneamente em diferentes localidades.</p>
<p>O balanço inicial divulgado pelas autoridades informa a expedição de 215 mandados judiciais, mas ainda não apresenta um resultado definitivo sobre o número de prisões efetivamente realizadas.</p>
<p>Novas informações sobre detenções, apreensões e eventuais desdobramentos poderão ser divulgadas conforme o andamento da operação.</p>
<p>Os investigados são suspeitos dos crimes apontados pela Polícia Civil, e a responsabilização de cada envolvido dependerá das provas reunidas e dos procedimentos judiciais.</p>
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		<item>
		<title>PF prende no Paraná homem condenado por tráfico e ligação com organização criminosa</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/pf-prende-no-parana-homem-condenado-por-trafico-e-ligacao-com-organizacao-criminosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 20:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Criminosa]]></category>
		<category><![CDATA[Palmas]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[prisao]]></category>
		<category><![CDATA[TRAFICO DE DROGAS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=254216</guid>

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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal prendeu nesta segunda-feira (5), em Palmas, no Sul do Paraná, um homem que tinha uma condenação definitiva pelos crimes de tráfico de drogas e integração de organização criminosa armada.</p>
<p>A prisão ocorreu após a Justiça expedir um mandado definitivo contra o condenado. Policiais federais localizaram o homem e realizaram a prisão na cidade.</p>
<p>Depois de ser detido, ele foi encaminhado para a Cadeia Pública de Palmas, onde permanece à disposição do Poder Judiciário para cumprir a pena determinada pela Justiça.</p>
<p>Segundo a Polícia Federal, o cumprimento do mandado ocorreu durante o período eleitoral porque se tratava de uma prisão decorrente de sentença condenatória definitiva por crime considerado inafiançável.</p>
<p>O caso chama atenção por envolver uma condenação relacionada ao tráfico de drogas e à integração de uma organização criminosa armada.</p>
<p>Diferentemente de uma prisão preventiva, neste caso o mandado foi expedido para o cumprimento de uma condenação definitiva.</p>
<p>A ação foi realizada pela Delegacia da Polícia Federal em Guarapuava e integra o cumprimento de decisões judiciais no Paraná.</p>
<p>O preso permanece sob custódia do sistema prisional para o cumprimento da pena estabelecida pela Justiça.</p>
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