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	<title>Arquivos Selic - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos Selic - MZ Notícia</title>
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		<title>El Niño pode aumentar inflação em 0,5 ponto no Brasil em 2027, dizem economistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 14:09:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa do Banco Central aponta...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Pesquisa do Banco Central aponta que analistas já incorporaram parte do impacto do fenômeno climático nas projeções para os preços</h2>
<p class="isSelectedEnd">Economistas consultados pelo Banco Central (BC) estimam que o fenômeno climático El Niño poderá aumentar a inflação brasileira em 0,5 ponto percentual em 2027. O resultado do levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (23).</p>
<p class="isSelectedEnd">A estimativa mediana foi registrada entre 89 economistas que responderam ao questionário enviado antes da decisão mais recente do Comitê de Política Monetária (Copom). Entre eles, 83 afirmaram já ter incorporado 0,3 ponto percentual em suas projeções para os preços ao consumidor no próximo ano.</p>
<h2>Impacto também é esperado em 2026</h2>
<p class="isSelectedEnd">Caracterizado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico e pela redistribuição das chuvas, o El Niño deve se intensificar no segundo semestre deste ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), o fenômeno está se fortalecendo e há mais de 90% de chance de um evento muito forte durante o outono e o inverno do Hemisfério Norte de 2026-27.</p>
<p class="isSelectedEnd">O levantamento do Banco Central apontou ainda que a expectativa mediana entre 87 analistas é de um impacto de 0,3 ponto percentual no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 2026. Nesse caso, 80 participantes já haviam incorporado 0,2 ponto percentual em suas previsões.</p>
<h2>Projeção para o IPCA</h2>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o questionário, a projeção mediana de 110 agentes econômicos indica que o IPCA deve terminar 2026 em 5% e 2027 em 4,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A meta central de inflação perseguida pelo Banco Central é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. No regime de meta contínua, em vigor atualmente, a meta é considerada descumprida quando a inflação acumulada permanece por seis meses consecutivos fora do intervalo de 1,5% a 4,5%.</p>
<h2>Fenômeno pode afetar alimentos e carnes</h2>
<p class="isSelectedEnd">O El Niño está entre os fatores considerados pelo Ministério da Fazenda na revisão para cima da projeção de inflação para 2027, que passou de 3,6% para 3,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Secretaria de Política Econômica (SPE) aponta que um fenômeno mais intenso pode afetar a safra de 2027. Os impactos devem ocorrer inicialmente sobre a produção de grãos e, posteriormente, sobre os preços das carnes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O órgão também avalia que o El Niño pode pressionar os preços de alimentos in natura ainda em 2026, embora os efeitos mais significativos estejam concentrados na safra do próximo ano.</p>
<h2>Banco Central monitora efeitos sobre a inflação</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os impactos do fenômeno climático também aparecem entre os riscos considerados pelo Banco Central para a inflação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A autoridade monetária apontou a possibilidade de as expectativas para o IPCA permanecerem distantes da meta por um período prolongado devido aos efeitos climáticos sobre a produtividade agrícola e os custos de energia.</p>
<h2>Calor extremo também preocupa</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além dos impactos econômicos, o El Niño é apontado como um fator de preocupação para a saúde.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um estudo do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago estima que o fenômeno poderá estar associado a 451 mil mortes provocadas por dias de calor extremo no mundo entre setembro de 2026 e fevereiro de 2027. Para o Brasil, a estimativa é de 13,3 mil mortes.</p>
<p>Segundo o levantamento, o Brasil aparece entre os países com maior estimativa de impactos à saúde relacionados ao calor excessivo, atrás de Nigéria, Indonésia, Sudão e Índia.</p>
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		<title>Brasil corta juros enquanto EUA elevam taxas; veja impactos</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/brasil-corta-juros-enquanto-eua-elevam-taxas-veja-impactos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 12:57:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
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		<category><![CDATA[Superquarta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Selic caiu de 14% para...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Selic caiu de 14% para 13,75%, enquanto o Federal Reserve elevou os juros americanos para a faixa entre 3,75% e 4%; decisões podem influenciar dólar e crédito no Brasil</h2>
<p class="isSelectedEnd">A chamada <strong>“Superquarta”</strong> desta semana foi marcada por decisões em sentidos opostos dos dois principais bancos centrais que influenciam os mercados.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Brasil, o <strong>Comitê de Política Monetária (Copom)</strong> reduziu a taxa Selic de <strong>14% para 13,75% ao ano</strong>. Nos Estados Unidos, o <strong>Federal Reserve (Fed)</strong> elevou os juros, após três anos, para a faixa entre <strong>3,75% e 4% ao ano</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">As decisões passam agora a ser acompanhadas pelos investidores, principalmente pelos sinais sobre os próximos passos das autoridades monetárias. As medidas podem influenciar o <strong>dólar, os investimentos e o custo do crédito</strong> no Brasil.</p>
<h2>Inflação segue no centro das decisões</h2>
<p class="isSelectedEnd">Nos Estados Unidos, a inflação em 12 meses está em <strong>3,4%</strong>, acima da meta de 2% estabelecida pelo Fed. Ao mesmo tempo, a atividade econômica perdeu força e cresceu <strong>0,4% no segundo trimestre</strong>, em relação aos três meses anteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Brasil, a inflação em 12 meses está em <strong>4,22%</strong>, ainda dentro da margem de tolerância da meta do Banco Central. A economia brasileira cresceu <strong>0,5% no segundo trimestre</strong>, desacelerando em relação aos <strong>1,1%</strong> registrados nos três meses anteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir desse cenário, o mercado passa a observar se a alta dos juros americanos será o início de uma sequência de aumentos ou apenas um movimento isolado.</p>
<h2>Efeito sobre o bolso não é imediato</h2>
<p class="isSelectedEnd">As decisões do Fed podem chegar ao Brasil por diferentes caminhos. Entre os principais estão o <strong>dólar e o crédito</strong>, embora os efeitos não apareçam necessariamente de forma imediata.</p>
<p class="isSelectedEnd">O especialista em investimentos e sócio-fundador da Anvex Capital, Fernando Benavenuto, explica que uma das vias é o câmbio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dólar mais pressionado pode encarecer produtos importados e insumos utilizados pela indústria brasileira. Segundo o especialista, esse impacto pode levar semanas ou meses para chegar aos preços praticados no mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro canal é o crédito. Juros americanos mais elevados podem reduzir o espaço para novos cortes da Selic no Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, financiamentos, empréstimos e o crédito rotativo do cartão podem permanecer mais caros por mais tempo, dependendo da trajetória dos juros nos dois países.</p>
<h2>Projeções do Fed também influenciam o dólar</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além da decisão sobre a taxa de juros, os investidores acompanham as projeções divulgadas pelo Federal Reserve, que ajudam a indicar como os juros americanos podem evoluir nos próximos anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Gabriel Magno, chefe de alocação de investimentos e sócio da AW Capital, as expectativas do mercado têm papel importante na movimentação do câmbio.</p>
<p class="isSelectedEnd">A possibilidade de novos aumentos dos juros americanos pode levar investidores a buscar títulos dos Estados Unidos, considerados investimentos de maior segurança e que passam a oferecer remuneração maior.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com mais recursos direcionados para esses investimentos, o dólar pode ganhar força.</p>
<p class="isSelectedEnd">Benavenuto também destaca que uma eventual indicação de que os juros americanos permanecerão elevados por mais tempo pode ter impacto sobre o real.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isso ocorre porque a diferença entre os juros oferecidos no Brasil e nos Estados Unidos pode diminuir. Esse diferencial é um dos fatores considerados pelos investidores estrangeiros ao decidir onde manter seus recursos.</p>
<h2>Cenário brasileiro também influencia o real</h2>
<p class="isSelectedEnd">O comportamento do dólar, entretanto, não depende apenas das decisões do Federal Reserve.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Brasil, fatores como a situação das <strong>contas públicas</strong> e o cenário das <strong>eleições de outubro</strong> também podem influenciar a percepção dos investidores e aumentar a pressão sobre o real.</p>
<p class="isSelectedEnd">Separar exatamente quanto de uma eventual valorização do dólar vem de fatores externos ou domésticos é difícil, já que diferentes fatores podem atuar simultaneamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das formas de avaliar a origem dos movimentos é comparar o desempenho do real com o de outras moedas de países emergentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando o dólar sobe de forma generalizada diante de diversas moedas, isso pode indicar uma influência externa. Caso o real apresente desempenho pior que moedas como o peso mexicano, o rand sul-africano ou o peso chileno, fatores domésticos podem estar tendo maior peso.</p>
<p>Ainda assim, fatores externos e internos podem atuar ao mesmo tempo e até compensar os efeitos uns dos outros nos próximos meses.</p>
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		<title>Economia brasileira acumula recordes de dívida, inadimplência e rombo nas estatais</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/economia-brasileira-acumula-recordes-de-divida-inadimplencia-e-rombo-nas-estatais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 19:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Juros de 14% ao ano,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Juros de 14% ao ano, avanço do endividamento e piora das contas públicas aumentam a pressão sobre famílias, empresas e governo.</p>
<h2>Dívida pública chega ao maior nível desde 2021</h2>
<p class="isSelectedEnd">A economia brasileira atravessa um período marcado por uma série de indicadores negativos em diferentes áreas. Enquanto famílias e empresas enfrentam dificuldades para pagar suas contas, as contas públicas também registram deterioração, com aumento da dívida e resultados recordes de déficit.</p>
<p class="isSelectedEnd">A dívida bruta do governo alcançou <strong>R$ 10,95 trilhões em julho</strong>, equivalente a <strong>82,5% do Produto Interno Bruto (PIB)</strong>. O percentual é o maior desde abril de 2021 e representa uma alta de 10,8 pontos percentuais desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p class="isSelectedEnd">O avanço ocorre mesmo com uma arrecadação elevada. Para 2026, o governo estima receitas federais de <strong>R$ 3,24 trilhões</strong>, o equivalente a 23,7% do PIB. Se confirmado, será o maior percentual da série histórica do Tesouro Nacional, iniciada em 1997.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cenário indica que o problema não está apenas no volume arrecadado, mas também na dificuldade de conter o crescimento das despesas.</p>
<h2>Quase 84 milhões de brasileiros estão inadimplentes</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre as famílias, um dos principais sinais de pressão financeira aparece no número de consumidores com dívidas atrasadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em julho, quase <strong>84 milhões de brasileiros estavam inadimplentes</strong>, segundo dados da Serasa Experian. É o maior número registrado pela instituição.</p>
<p class="isSelectedEnd">O comprometimento mensal da renda das famílias com o pagamento de dívidas estava próximo de <strong>30%</strong>, um dos níveis mais elevados da série histórica do Banco Central, iniciada em 2007.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro indicador chama atenção: em maio, <strong>81,6% das famílias estavam endividadas</strong>, maior percentual da pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).</p>
<p class="isSelectedEnd">Endividamento e inadimplência, porém, não significam a mesma coisa. Uma família pode ter parcelas de empréstimos, financiamentos ou faturas de cartão ainda dentro do prazo. A inadimplência ocorre quando esses compromissos vencem e não são pagos.</p>
<h2>Empresas também enfrentam dificuldades</h2>
<p class="isSelectedEnd">O problema se estende ao setor empresarial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Serasa Experian, <strong>9,2 milhões de empresas estavam inadimplentes</strong>, acumulando aproximadamente <strong>R$ 239 bilhões em dívidas vencidas</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A situação atinge negócios de diferentes portes e pode dificultar o pagamento de fornecedores, bancos, funcionários e tributos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando a negociação direta com os credores não consegue solucionar o problema, algumas companhias recorrem à recuperação judicial. Em junho, o Brasil chegou a <strong>6.341 empresas nessa situação</strong>, maior número registrado pelo Monitor RGF-BizDoc.</p>
<p class="isSelectedEnd">O volume representa crescimento de <strong>66% em três anos</strong>.</p>
<h2>Recuperações judiciais atingem empresas conhecidas</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre os casos recentes estão empresas como Casas Bahia, Marabraz, Grupo Gennius, controlador das redes Habib&#8217;s e Ragazzo, e Braskem.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Casas Bahia tenta renegociar aproximadamente <strong>R$ 17,3 bilhões</strong> em dívidas. Já a Marabraz declarou débitos de cerca de <strong>R$ 140 milhões</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Fertilizantes Heringer conseguiu proteção temporária contra cobranças para negociar aproximadamente <strong>R$ 834 milhões</strong>, enquanto a Chilli Beans iniciou uma reestruturação envolvendo cerca de <strong>R$ 600 milhões em dívidas bancárias</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A dificuldade financeira das empresas tem reflexos sobre toda a economia, porque reduz a capacidade de investir, contratar e comprar de fornecedores.</p>
<h2>Juros altos aumentam a pressão</h2>
<p class="isSelectedEnd">Boa parte desse cenário ocorre enquanto a taxa básica de juros permanece em <strong>14% ao ano</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Selic elevada encarece empréstimos e financiamentos, torna mais cara a renegociação de dívidas e faz com que as instituições financeiras adotem maior rigor na concessão de crédito.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para os consumidores, isso significa prestações maiores e menos renda disponível para outros gastos. Para as empresas, o crédito mais caro dificulta investimentos, formação de estoques e expansão das operações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com menos dinheiro circulando, as vendas também podem perder força, criando um ciclo de menor atividade econômica, endividamento e inadimplência.</p>
<h2>Estatais registram pior resultado da série</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outro sinal de alerta está nas empresas estatais federais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre janeiro e julho, elas acumularam <strong>déficit de R$ 8,277 bilhões</strong>, pior resultado para o período desde o início da série do Banco Central, em 2002.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cálculo não considera Petrobras, Eletrobras nem os bancos públicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os Correios estão entre os casos que ajudam a explicar a deterioração. A empresa terminou 2025 com <strong>prejuízo de R$ 8,5 bilhões</strong> e contratou um empréstimo de <strong>R$ 12 bilhões</strong>, com garantia do Tesouro Nacional, para quitar dívidas e reforçar o caixa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O governo também já admitiu a possibilidade de novos aportes de recursos públicos na companhia.</p>
<h2>Rombo das contas públicas cresce</h2>
<p class="isSelectedEnd">Considerando União, estados, municípios e estatais, o setor público registrou <strong>déficit primário de R$ 78,8 bilhões nos primeiros sete meses de 2026</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">No mesmo período do ano anterior, o resultado negativo havia sido de R$ 44,5 bilhões.</p>
<p class="isSelectedEnd">O resultado primário considera receitas e despesas sem incluir os juros da dívida. Quando os juros entram na conta, o desequilíbrio aumenta consideravelmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos 12 meses encerrados em julho, o <strong>déficit nominal chegou a R$ 1,24 trilhão</strong>, equivalente a 9,34% do PIB. Desse total, <strong>R$ 1,15 trilhão correspondeu aos juros da dívida</strong>.</p>
<h2>Recordes negativos se conectam</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os diferentes indicadores acabam se relacionando.</p>
<p class="isSelectedEnd">O crédito caro dificulta a vida de consumidores e empresas. A inadimplência reduz o espaço financeiro para consumo e investimento. Ao mesmo tempo, o aumento das despesas públicas e da dívida pressiona as expectativas econômicas e pode dificultar uma redução mais rápida dos juros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O governo atribui parte das dificuldades à Selic elevada e aposta em medidas de renegociação de dívidas e estímulo ao consumo para amenizar os efeitos sobre famílias e empresas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Economistas, porém, avaliam que a expansão dos gastos públicos aumenta o endividamento, afeta as expectativas de inflação e reduz o espaço para cortes nos juros.</p>
<p class="isSelectedEnd">As medidas de alívio podem ajudar no curto prazo, mas não eliminam os fatores estruturais por trás do elevado nível de endividamento.</p>
<p>Com famílias e empresas pressionadas, estatais acumulando déficits e a dívida pública em alta, os números negativos deixam de ser episódios isolados e passam a representar um desafio para o consumo, os investimentos e o crescimento do país.</p>
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		<title>PIB desacelera no segundo trimestre e queda do consumo das famílias acende alerta</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/pib-desacelera-no-segundo-trimestre-e-queda-do-consumo-das-familias-acende-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PIB desacelera e consumo das...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="gmh37b" data-start="0" data-end="47">PIB desacelera e consumo das famílias recua</h3>
<p data-start="49" data-end="335">A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, abaixo dos 1,1% registrados no primeiro trimestre. O principal alerta foi a queda de 0,4% no consumo das famílias, indicando maior cautela dos consumidores diante dos juros altos, crédito restrito e inadimplência.</p>
<h3 data-section-id="remzdl" data-start="337" data-end="362">Indústria perde força</h3>
<p data-start="364" data-end="660">O crescimento ficou concentrado em alguns setores. A indústria extrativa avançou 3,4%, enquanto a indústria de transformação recuou. Os investimentos cresceram 1,2%, mas a taxa de investimento ficou em apenas 16,1% do PIB, nível considerado baixo para sustentar um crescimento mais forte.</p>
<h3 data-section-id="10rfwdf" data-start="662" data-end="707">Juros pesam sobre consumo e investimentos</h3>
<p data-start="709" data-end="1009">Economistas avaliam que a política monetária restritiva começa a produzir efeitos mais fortes sobre a economia. Caso a atividade continue enfraquecendo e a inflação recue, o Banco Central poderá ter espaço para reduzir a Selic. Porém, as expectativas de inflação ainda dificultam cortes mais rápidos.</p>
<h3 data-section-id="1tl35m7" data-start="1011" data-end="1042">Terceiro trimestre preocupa</h3>
<p data-start="1044" data-end="1307">O IBC-Br caiu 0,6% em junho, deixando uma estimativa de carregamento negativo de 0,4% para o terceiro trimestre. Indústria e serviços também perderam força, aumentando o risco de uma desaceleração maior, embora uma recessão ainda não seja o cenário principal.</p>
<h3 data-section-id="f6zqh5" data-start="1309" data-end="1345">Agro ajuda a sustentar resultado</h3>
<p data-start="1347" data-end="1617">A agropecuária continua contribuindo positivamente, mas representa cerca de 7% a 8% do PIB, enquanto os serviços respondem por aproximadamente 70% e a indústria por 20% a 22%. Assim, o desempenho do campo não consegue compensar sozinho a fraqueza de setores maiores.</p>
<h3 data-section-id="14lc3f" data-start="1619" data-end="1646">Governo mantém previsão</h3>
<p data-start="1648" data-end="1948" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Apesar da desaceleração, o Ministério da Fazenda manteve a previsão de crescimento de 2,3% do PIB em 2026, mesma taxa registrada em 2025. A expectativa é de perda de ritmo no terceiro trimestre e recuperação gradual no fim do ano, caso a redução dos juros favoreça setores dependentes de crédito.</p>
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