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	<title>Arquivos Tempestades - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos Tempestades - MZ Notícia</title>
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		<title>Sobe para cinco o número de mortos pelas chuvas no Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/sobe-para-cinco-o-numero-de-mortos-pelas-chuvas-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 16:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas no Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
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		<category><![CDATA[Vale do Ribeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quinta vítima foi encontrada em...</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/sobe-para-cinco-o-numero-de-mortos-pelas-chuvas-no-parana/">Sobe para cinco o número de mortos pelas chuvas no Paraná</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br">MZ Notícia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quinta vítima foi encontrada em Tunas do Paraná; mais de 23 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas e tempestades em 84 municípios</h2>
<p class="isSelectedEnd">Subiu para <strong>cinco o número de mortes provocadas pelas fortes chuvas e eventos climáticos que atingiram o Paraná nos últimos dias</strong>. A quinta vítima foi localizada nesta terça-feira (15), em Tunas do Paraná, na Região Metropolitana de Curitiba.</p>
<p class="isSelectedEnd">O homem, de <strong>43 anos</strong>, estava desaparecido desde domingo (13), na Comunidade das Pacas. O corpo foi encontrado por uma equipe do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST), submerso e preso a uma galhada, a aproximadamente 150 metros do ponto onde ele havia desaparecido.</p>
<p class="isSelectedEnd">A suspeita é de que o homem tenha sido arrastado pela correnteza após se aproximar de uma ponte atingida pela enchente.</p>
<p class="isSelectedEnd">A identificação será realizada pela Polícia Científica do Paraná (PCP) e pela Polícia Civil do Paraná (PCPR). As buscas na região do Vale do Ribeira continuam.</p>
<h2>Três mortes foram registradas em Ponta Grossa</h2>
<p class="isSelectedEnd">Das cinco mortes confirmadas até o momento, <strong>três ocorreram em Ponta Grossa</strong>, nos Campos Gerais.</p>
<p class="isSelectedEnd">As vítimas são <strong>Kauan da Silva Contador, de 21 anos; Jaqueline Gabriela de Lima Andrade, de 20; e Vinícius Hendrick de Lima Machado, de 5 anos</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Eles morreram depois que um barranco desabou sobre uma residência no bairro Ronda. Conforme informações do Corpo de Bombeiros, os corpos de mãe, filho e padrasto foram encontrados na mesma cama, dentro de um quarto, atingidos por terra, lama e escombros da casa.</p>
<h2>Quarta vítima morreu em Rio Branco do Sul</h2>
<p class="isSelectedEnd">A quarta morte ocorreu em <strong>Rio Branco do Sul</strong>, também na Região Metropolitana de Curitiba.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um homem foi encontrado às margens do Rio Ribeira durante as buscas realizadas após as fortes chuvas que atingiram a região.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na segunda-feira (14), outra pessoa que estava desaparecida também havia sido localizada.</p>
<h2>Mais de 23 mil pessoas foram afetadas</h2>
<p class="isSelectedEnd">O boletim da Defesa Civil atualizado às <strong>16h30 desta terça-feira (15)</strong> apontava que <strong>23.718 pessoas foram afetadas</strong> pelas chuvas e tempestades registradas entre os dias 9 e 15 de setembro, em <strong>84 municípios do Paraná</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao todo, <strong>2.206 pessoas estão desalojadas e 611 estão desabrigadas</strong>, totalizando 2.817 moradores fora de suas casas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O levantamento também contabilizava <strong>3.544 residências danificadas e 20 destruídas</strong>.</p>
<h2>Gabinete de emergência funciona 24 horas</h2>
<p class="isSelectedEnd">Desde sexta-feira (11), o Gabinete de Gestão Integrada (GGI) está instalado no Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR), em Curitiba.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estrutura centraliza informações, organiza o emprego das equipes e integra as ações dos órgãos envolvidos no atendimento às ocorrências.</p>
<p class="isSelectedEnd">O GGI funciona em <strong>status pleno, 24 horas por dia</strong>, acompanhando a situação dos municípios atingidos e coordenando as medidas necessárias conforme a evolução dos eventos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estrutura reúne representantes das forças de segurança e de outros órgãos estaduais, além de equipes municipais e federais mobilizadas para o atendimento às ocorrências.</p>
<h2>Drones e aeronaves auxiliam equipes</h2>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Drones</strong> estão sendo utilizados para reconhecer áreas de difícil acesso, identificar pontos de isolamento e acompanhar as condições do terreno.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Aeronaves</strong> também têm auxiliado as equipes no acesso a localidades que permanecem isoladas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na manhã desta terça-feira, <strong>quatro moradores</strong> de áreas atingidas pelas chuvas foram transportados para Curitiba, onde receberam atendimento médico.</p>
<h2>Rodovias permanecem sob monitoramento</h2>
<p class="isSelectedEnd">Ao menos <strong>quatro rodovias estaduais</strong> estão sendo monitoradas devido aos efeitos das chuvas:</p>
<ul data-spread="false">
<li>PR-092</li>
<li>PR-340</li>
<li>PR-447</li>
<li>PR-410</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">Nos trechos acompanhados, são realizadas sinalizações emergenciais, orientação aos motoristas e apoio ao deslocamento das equipes e dos equipamentos utilizados na operação.</p>
<p>As ações de atendimento e monitoramento seguem nas regiões atingidas pelas chuvas no Paraná.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Chuvas já afetam 14,6 mil pessoas em 60 cidades do Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/chuvas-ja-afetam-146-mil-pessoas-em-60-cidades-do-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 16:51:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Adrianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[campina grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
		<category><![CDATA[Deslizamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Dois Vizinhos]]></category>
		<category><![CDATA[inundações]]></category>
		<category><![CDATA[palmeira]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[ponta grossa]]></category>
		<category><![CDATA[situação de emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestades]]></category>
		<category><![CDATA[União da Vitória]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Balanço da Defesa Civil aponta...</p>
<p>O post <a href="https://mznoticia.com.br/chuvas-ja-afetam-146-mil-pessoas-em-60-cidades-do-parana/">Chuvas já afetam 14,6 mil pessoas em 60 cidades do Paraná</a> apareceu primeiro em <a href="https://mznoticia.com.br">MZ Notícia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Balanço da Defesa Civil aponta 395 desabrigados, 2.073 desalojados e três mortes; cinco municípios decretaram situação de emergência</h2>
<p class="isSelectedEnd">As chuvas, inundações, deslizamentos e tempestades que atingem o Paraná já deixaram 14.675 pessoas afetadas em 60 municípios, segundo o novo balanço da Defesa Civil estadual.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório, atualizado às 5h30 desta segunda-feira (14), reúne 67 ocorrências registradas desde 9 de setembro. Ao todo, são 2.073 pessoas desalojadas, 395 desabrigadas e três mortes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os eventos climáticos também provocaram danos em 2.680 casas, sendo que uma residência foi destruída.</p>
<h3>União da Vitória concentra mais de 2 mil afetados</h3>
<p class="isSelectedEnd">As inundações em União da Vitória deixaram 2.047 pessoas afetadas. Desse total, 1.800 estão desalojadas e 247 desabrigadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O município contabiliza ainda 522 casas danificadas e está entre as cidades que decretaram situação de emergência.</p>
<p class="isSelectedEnd">O maior número de pessoas afetadas em uma única ocorrência continua em Dois Vizinhos, onde uma tempestade com granizo atingiu 4.886 pessoas e danificou 1.214 residências.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Palmeira, um vendaval deixou 3.290 pessoas afetadas e provocou danos em 145 casas.</p>
<h3>Adrianópolis registra aumento no número de afetados</h3>
<p class="isSelectedEnd">No Vale do Ribeira, o novo relatório passou a registrar 112 pessoas afetadas em Adrianópolis pelas chuvas intensas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Duas pessoas estão desalojadas e uma casa foi danificada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rio Branco do Sul aparece com 72 pessoas afetadas por deslizamentos, oito desalojadas e 18 casas danificadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A região continua sob atenção devido aos danos em rodovias, à elevação dos rios e aos problemas de acesso provocados pelas chuvas.</p>
<h3>Campina Grande do Sul tem 900 afetados</h3>
<p class="isSelectedEnd">Na Região Metropolitana de Curitiba, Campina Grande do Sul registra 900 pessoas afetadas pelas chuvas intensas e 18 desalojadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Araucária, as inundações atingiram 200 pessoas e deixaram 63 desabrigadas, além de provocarem danos em 40 casas. Outra ocorrência de alagamento afetou 20 moradores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Almirante Tamandaré registra 104 pessoas afetadas por deslizamentos, com 100 desalojadas, quatro desabrigadas e 31 imóveis danificados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já São José dos Pinhais tem 320 pessoas afetadas, 20 desalojadas e 72 casas danificadas.</p>
<h3>Três mortes foram registradas em Ponta Grossa</h3>
<p class="isSelectedEnd">As três mortes contabilizadas pela Defesa Civil ocorreram em Ponta Grossa, em uma ocorrência de deslizamento registrada no dia 10.</p>
<p class="isSelectedEnd">O município teve 40 pessoas afetadas, sete desalojadas e 13 casas danificadas.</p>
<h3>Cinco cidades estão em situação de emergência</h3>
<p class="isSelectedEnd">Cinco municípios aparecem no relatório com situação de emergência decretada:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Dois Vizinhos</li>
<li>Espigão Alto do Iguaçu</li>
<li>Matelândia</li>
<li>Ramilândia</li>
<li>União da Vitória</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">Até a atualização das 5h30 desta segunda-feira (14), nenhum município havia decretado estado de calamidade pública.</p>
<p>Os números podem sofrer novas alterações à medida que as prefeituras atualizem no sistema da Defesa Civil os danos e atendimentos registrados nos municípios.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tornados deixam lavouras, barracões e criações destruídos e causam grandes prejuízos no Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/tornados-deixam-lavouras-barracoes-e-criacoes-destruidos-e-causam-grandes-prejuizos-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 16:08:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[copel]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
		<category><![CDATA[Espigão Alto do Iguaçu]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Alves]]></category>
		<category><![CDATA[granizo]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[Marechal Cândido Rondon]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Prejuízos]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema FAEP]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestades]]></category>
		<category><![CDATA[Tornados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois tornados registrados em menos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Dois tornados registrados em menos de 12 horas atingiram Francisco Alves e Espigão Alto do Iguaçu; produtores relatam perdas em lavouras, estruturas e criação de animais</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os dois tornados registrados no Paraná em menos de 12 horas, entre quarta-feira (9) e quinta-feira (10), deixaram um rastro de destruição também no meio rural. Os municípios de <strong>Francisco Alves</strong>, na região Noroeste, e <strong>Espigão Alto do Iguaçu</strong>, na região Centro-Sul, tiveram propriedades atingidas por ventos fortes, granizo e chuvas intensas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os prejuízos estão <strong>lavouras destruídas, barracões derrubados, casas destelhadas, confinamentos de gado atingidos e insumos agrícolas danificados</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette, reforçou a necessidade de ações preventivas e de políticas públicas para auxiliar as famílias rurais afetadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Os relatos impressionam. Foram lavouras destruídas ainda na germinação, galpões e barracões derrubados, confinamentos de gado atingidos, casas destelhadas. É preciso, de forma urgente, que o poder público viabilize ações que permitam a recuperação das áreas atingidas e a retomada das atividades”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Meneguette, supervisores e sindicatos rurais já atuam nas regiões para verificar as primeiras necessidades dos produtores.</p>
<h3>Produtores enfrentam perdas nas lavouras</h3>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro tornado ocorreu por volta das <strong>17h de quarta-feira (9)</strong>, em uma área pequena. Apesar da curta duração, o fenômeno atingiu a propriedade de <strong>Ricardo Travasso Raimondi</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma saraivada destruiu cerca de <strong>60 hectares de soja</strong> que já estava em fase inicial de germinação.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Como plantamos cedo, a lavoura estava em início de germinação. Como caiu uma quantidade grande de pedra, quebrou o talinho das plantas que já estavam para fora”, relatou o produtor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Raimondi ainda não conseguiu calcular exatamente o prejuízo, porque a chuva impediu o acesso à lavoura. A área não possuía seguro.</p>
<p class="isSelectedEnd">O produtor ainda avalia a possibilidade de recuperar parte da plantação por meio de replantio, mas o custo de novos insumos deve aumentar as perdas.</p>
<h3>Segundo tornado atingiu Espigão Alto do Iguaçu</h3>
<p class="isSelectedEnd">O segundo tornado se formou por volta das <strong>0h40 de quinta-feira (10)</strong>, em Espigão Alto do Iguaçu.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com Vanderlei Rohden, técnico do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), a região mais atingida foi a comunidade de <strong>Boa Vista de São Roque e arredores</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">No primeiro levantamento realizado na região, foram encontradas cerca de <strong>20 casas atingidas</strong>, além de galpões destruídos, plantações de eucalipto derrubadas e confinamentos de gado danificados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em um dos confinamentos, um poste caiu e matou um animal. Também houve casos de sementes preparadas para o plantio da soja que acabaram molhadas.</p>
<h3>Barracões e casas são destruídos</h3>
<p class="isSelectedEnd">O produtor <strong>Márcio Furman</strong> foi surpreendido durante a madrugada. Em poucos minutos, dois dos três barracões utilizados para guardar maquinário foram destruídos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A casa do produtor também ficou destelhada. Na residência do pai dele, uma árvore caiu e provocou estragos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A residência possui seguro, mas os barracões não estavam segurados. Segundo Furman, somente a reconstrução de um dos barracões deve custar cerca de <strong>R$ 30 mil</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além dos danos à estrutura, a chuva molhou móveis e eletrodomésticos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na tarde de quinta-feira, o produtor ainda estava sem energia elétrica. Segundo dados da Copel, até as 15h daquele dia, <strong>10% do município de Espigão Alto do Iguaçu</strong> permanecia sem fornecimento de energia.</p>
<h3>Fábrica de ração tem prejuízo estimado entre R$ 100 mil e R$ 200 mil</h3>
<p class="isSelectedEnd">O produtor de leite <strong>Meysson Vetorello</strong> teve a fábrica de ração de sua propriedade, com <strong>400 metros quadrados</strong>, completamente destruída.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cobertura foi arrancada pelo vento e a chuva molhou o milho e o farelo de soja. A força do vento também retorceu parte da estrutura.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vetorello estima o prejuízo entre <strong>R$ 100 mil e R$ 200 mil</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A fábrica produzia aproximadamente <strong>100 toneladas de ração por mês</strong> para o rebanho leiteiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em outra propriedade do produtor, localizada a 13 quilômetros dali, os insumos estavam armazenados e não foram molhados. Outros produtores da região, porém, tiveram prejuízos após adubos já recebidos serem atingidos pela chuva.</p>
<h3>Lavoura de trigo também foi atingida</h3>
<p class="isSelectedEnd">Na propriedade de <strong>Leandro Bonotto</strong>, localizada a seis quilômetros da cidade, a força do vento derrubou árvores e fez com que a lavoura de trigo se deitasse.</p>
<p class="isSelectedEnd">O produtor ainda não sabe se a plantação conseguirá se recuperar. Caso as plantas não voltem a se levantar, a colheita poderá ser comprometida.</p>
<h3>Ventos fortes também provocaram estragos em Marechal Cândido Rondon</h3>
<p class="isSelectedEnd">Além dos dois tornados, fortes tempestades atingiram diversas regiões do Paraná durante a madrugada, com rajadas intensas de vento e queda pontual de granizo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os maiores registros de vento foram de:</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>112 km/h em Marechal Cândido Rondon</strong></li>
<li><strong>95 km/h em Ubiratã</strong></li>
<li><strong>66,6 km/h em Assis Chateaubriand</strong></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">Os volumes de chuva também foram expressivos:</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>100 mm em Campo Mourão</strong></li>
<li><strong>67,6 mm em Sengés</strong></li>
<li><strong>61,4 mm em Jacarezinho</strong></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">Em Marechal Cândido Rondon, segundo o presidente do Sindicato Rural, Edio Chapla, os ventos provocaram principalmente danos em telhados de algumas granjas no interior do município.</p>
<p class="isSelectedEnd">A falta de energia elétrica também se tornou uma preocupação para os produtores, especialmente devido à forte produção de proteína animal e leite na região.</p>
<h3>Sistema FAEP pede medidas para produtores atingidos</h3>
<p class="isSelectedEnd">Diante dos estragos, o Sistema FAEP defende medidas como a ampliação do acesso ao <strong>seguro rural</strong>, agilidade no reconhecimento de situação de emergência nos municípios atingidos e linhas de crédito para reconstrução de estruturas e reposição de insumos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entidade também pediu atenção especial da Copel para o restabelecimento da energia nas áreas rurais.</p>
<p>Segundo Ágide Eduardo Meneguette, a falta prolongada de energia compromete atividades como a produção de leite, fabricação de ração e conservação de alimentos, aumentando ainda mais os prejuízos dos produtores.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ciclone extratropical deve trazer temporais e chuva intensa ao Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/ciclone-extratropical-deve-trazer-temporais-e-chuva-intensa-ao-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 11:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Previsão do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[#Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[alerta vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[campos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[chuva intensa]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclone Extratropical]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[granizo]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[previsão do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestades]]></category>
		<category><![CDATA[temporais]]></category>
		<category><![CDATA[Ventos Fortes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mznoticia.com.br/?p=251643</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sistema pode provocar rajadas acima...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Sistema pode provocar rajadas acima de 80 km/h e acumulados superiores a 100 mm em diferentes regiões do estado</h2>
<p class="isSelectedEnd">A formação de um <strong>ciclone extratropical nesta sexta-feira (11)</strong> deve provocar mudanças nas condições do tempo em diversas regiões do país. No Paraná, a previsão indica <strong>temporais, raios, granizo, rajadas de vento e chuva intensa</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os volumes de chuva podem superar <strong>100 milímetros em 24 horas</strong> em diferentes áreas, enquanto os maiores acumulados podem passar de <strong>200 milímetros</strong> entre o sudoeste do Paraná e o noroeste de Santa Catarina.</p>
<h3>Temporais avançam pelo Paraná</h3>
<p class="isSelectedEnd">As primeiras áreas de instabilidade atingiram o oeste do Paraná ao longo desta quarta-feira (9), acompanhadas de possibilidade de granizo, vendavais e chuva intensa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na madrugada desta quinta-feira (10), os temporais devem avançar pelo <strong>oeste do Paraná</strong>, além de áreas de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Durante o dia, as instabilidades devem se espalhar em direção ao leste da Região Sul.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para sexta-feira (11), são esperadas <strong>rajadas de vento superiores a 80 km/h</strong>, especialmente no Paraná.</p>
<h3>Chuva intensa pode atingir diferentes regiões</h3>
<p class="isSelectedEnd">As chuvas associadas ao sistema devem ganhar intensidade entre quinta-feira (10) e sábado (12), com acumulados superiores a <strong>100 milímetros por dia</strong> em diferentes áreas do Centro-Sul do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre quarta (9) e quinta-feira (10), os volumes podem passar de 100 milímetros entre Santa Catarina e o sudoeste do Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sexta-feira (11), a chuva intensa deve se espalhar pelo Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e São Paulo, com acumulados que podem chegar a <strong>100 milímetros</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">No domingo (13), diversas áreas do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul ainda podem registrar volumes superiores a 100 milímetros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os maiores acumulados são esperados entre o <strong>sudoeste do Paraná e o noroeste de Santa Catarina</strong>, onde a chuva pode ultrapassar <strong>200 milímetros em 24 horas</strong>, principalmente entre quinta e sexta-feira.</p>
<h3>Paraná tem áreas em alerta vermelho</h3>
<p class="isSelectedEnd">O <strong>Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)</strong> emitiu nesta quarta-feira (9) um <strong>alerta vermelho para tempestades</strong>, com possibilidade de atingir 466 municípios.</p>
<p class="isSelectedEnd">O aviso prevê chuva superior a <strong>60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros por dia</strong>, além de ventos que podem ultrapassar <strong>100 km/h</strong> e queda de granizo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os riscos estão danos em edificações, interrupções no fornecimento de energia elétrica, prejuízos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos no transporte rodoviário.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Paraná, estão incluídas no alerta áreas do <strong>Centro Ocidental, Noroeste, Sudoeste, Oeste, Sudeste, Norte Central, Centro-Sul e Centro Oriental</strong>, além da Região Metropolitana de Curitiba.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também estão sob alerta áreas de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.</p>
<h3>Rio atmosférico aumenta transporte de umidade</h3>
<p class="isSelectedEnd">O ciclone extratropical também deve favorecer a formação de um <strong>intenso rio atmosférico</strong>, corredor de umidade responsável por transportar grandes volumes de vapor d&#8217;água da Amazônia em direção ao Centro-Sul do Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse transporte é impulsionado pelo <strong>Jato de Baixos Níveis (JBN) da América do Sul</strong>, corrente de ventos localizada a cerca de 1,5 quilômetro de altitude que carrega umidade e calor.</p>
<p>A previsão indica que o JBN pode atingir valores extremos nesta sexta-feira, com ventos superiores a <strong>100 km/h</strong>.</p>
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		<title>Super El Niño coloca internet e telecomunicações do Brasil em alerta</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/super-el-nino-coloca-internet-e-telecomunicacoes-do-brasil-em-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 20:41:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[El nino]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Super El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
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		<category><![CDATA[vendavais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tempestades, ventos fortes, enchentes, queimadas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Tempestades, ventos fortes, enchentes, queimadas e deslizamentos podem atingir estruturas responsáveis pela conexão no país nos próximos meses</h2>
<p class="isSelectedEnd">A possibilidade de eventos climáticos extremos provocados pelo <strong>Super El Niño</strong> levou empresas e entidades do setor de telecomunicações a reforçarem a preparação para os próximos meses. A preocupação envolve a infraestrutura utilizada para garantir a transmissão de dados, telefonia e acesso à internet no Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os efeitos do fenômeno podem atingir diferentes regiões do país e comprometer estruturas como <strong>cabos, fibras ópticas, antenas e equipamentos instalados em áreas externas</strong>, dependendo da intensidade dos eventos meteorológicos.</p>
<h2>Setor prepara medidas preventivas</h2>
<p class="isSelectedEnd">Operadoras e empresas responsáveis por redes de telecomunicações avaliam os pontos mais vulneráveis e trabalham na adoção de medidas preventivas para reduzir o risco de interrupções.</p>
<p class="isSelectedEnd">A preocupação ganhou força diante das projeções de um El Niño de forte intensidade. Órgãos brasileiros de monitoramento climático já indicaram elevada probabilidade de permanência do fenômeno ao longo dos próximos meses.</p>
<h2>Eventos extremos podem danificar estruturas</h2>
<p class="isSelectedEnd">Entre os principais riscos estão <strong>tempestades intensas, vendavais, enchentes, deslizamentos de terra, períodos de seca e queimadas</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Sul e no Sudeste, por exemplo, a ocorrência de chuvas fortes e ventos intensos pode aumentar a possibilidade de danos em antenas e equipamentos instalados em postes. Já outras regiões podem enfrentar condições favoráveis à ocorrência de queimadas e períodos de baixa precipitação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto sobre a infraestrutura pode provocar interrupções ou dificuldades na prestação de serviços de internet e comunicação.</p>
<h2>Conexão depende de uma ampla infraestrutura</h2>
<p class="isSelectedEnd">A manutenção do acesso à internet depende de uma extensa rede física espalhada pelo território brasileiro. Cabos, fibras, antenas, postes e equipamentos precisam permanecer funcionando mesmo diante de condições climáticas adversas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, um evento extremo pode afetar não apenas uma empresa, mas também estruturas compartilhadas por diferentes serviços de comunicação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A preparação antecipada é considerada uma forma de diminuir o tempo de recuperação caso ocorram danos.</p>
<h2>El Niño deve continuar sob monitoramento</h2>
<p class="isSelectedEnd">O fenômeno climático já vem sendo acompanhado por órgãos como <strong>INPE, INMET e CEMADEN</strong>, que monitoram seus possíveis impactos no território brasileiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">As projeções oficiais apontam para condições de El Niño com possibilidade de efeitos distintos entre as regiões. Há previsão de chuvas acima da média em áreas do Sul e condições mais secas em partes do Norte, além de temperaturas elevadas em diferentes áreas do país.</p>
<h2>Preocupação também atinge outros setores</h2>
<p class="isSelectedEnd">A necessidade de preparar estruturas para o fenômeno não se restringe às telecomunicações. Setores como energia, transporte e infraestrutura também estão avaliando os possíveis efeitos dos eventos climáticos extremos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por exemplo, já promoveu discussões específicas sobre os impactos do Super El Niño e a necessidade de aumentar a resiliência da infraestrutura elétrica.</p>
<p>Para as empresas de telecomunicações, o objetivo é antecipar possíveis problemas e garantir que a população continue tendo acesso aos serviços de comunicação mesmo diante de condições meteorológicas severas.</p>
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		<title>Resposta a desastres pode demorar até 4 vezes mais no Litoral do Paraná que em Curitiba</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/resposta-a-desastres-pode-demorar-ate-4-vezes-mais-no-litoral-do-parana-que-em-curitiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 14:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
		<category><![CDATA[desastres]]></category>
		<category><![CDATA[emergencia]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos Climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[litoral do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[proteção civil]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diferença significativa na velocidade...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="0" data-end="356">A diferença significativa na velocidade de resposta a desastres entre Curitiba, o Litoral e outras regiões do Paraná. O principal destaque é que municípios litorâneos podem esperar 24 a 36 horas pela primeira remessa de ajuda, enquanto cidades pequenas podem chegar a 48 a 72 horas.</p>
<ul data-start="380" data-end="1173">
<li data-section-id="1v8nhi0" data-start="380" data-end="533">Período analisado: entre 2021 e 2025, o Paraná registrou 1.061 eventos climáticos, que afetaram aproximadamente 1,17 milhão de pessoas.</li>
<li data-section-id="1nuaxoc" data-start="534" data-end="676">Principal tipo de ocorrência: tempestades e vendavais foram responsáveis por 520 registros e atingiram cerca de 650 mil pessoas.</li>
<li data-section-id="156k83k" data-start="677" data-end="858">Diferença regional: na Região Metropolitana de Curitiba, o tempo médio entre a decretação da emergência e a chegada da primeira remessa de socorro fica entre 6 e 12 horas.</li>
<li data-section-id="13964id" data-start="859" data-end="936">Na região Norte e Noroeste, o intervalo aumenta para 12 a 24 horas.</li>
<li data-section-id="1wacgi4" data-start="937" data-end="1055">No Litoral do Paraná, chega a 24 a 36 horas, podendo ser até quatro vezes superior ao registrado na capital.</li>
<li data-section-id="aqu54m" data-start="1056" data-end="1173">Em municípios de pequeno porte, a espera pode alcançar 48 a 72 horas.</li>
</ul>
<h3 data-section-id="1k2edhl" data-start="1175" data-end="1207">Por que a ajuda demora mais?</h3>
<p data-start="1209" data-end="1385">Um dos principais problemas apontados é a chamada “última milha”, ou seja, a etapa final entre a organização do socorro e a chegada efetiva dos recursos às áreas atingidas.</p>
<p data-start="1387" data-end="1532">No Litoral, a logística também sofre com a dependência de importantes rodovias, especialmente a BR-277 e, no caso de Guaratuba, a BR-376.</p>
<p data-start="1534" data-end="1825">Quando ocorrem deslizamentos, bloqueios ou outros problemas nas rodovias, o transporte de materiais pode ficar comprometido. Em episódios graves registrados entre 2022 e 2023, foi necessário utilizar alternativas como transporte aéreo e fluvial.</p>
<h3 data-section-id="1x20yx9" data-start="1827" data-end="1872">Estrutura dos municípios é outro problema</h3>
<p data-start="1874" data-end="2043">O estudo destaca que a resposta inicial precisa ocorrer principalmente no próprio município. Porém, muitos municípios paranaenses ainda não possuem estrutura suficiente.</p>
<p data-start="2045" data-end="2235">Uma pesquisa do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) apontou que seis em cada dez municípios do Paraná não possuem estrutura adequada para o funcionamento da Defesa Civil.</p>
<p data-start="2237" data-end="2248">Além disso:</p>
<ul data-start="2250" data-end="2703">
<li data-section-id="nooirm" data-start="2250" data-end="2358">70,93% dos municípios não possuem sistemas de alerta capazes de alcançar rapidamente toda a população;</li>
<li data-section-id="1f3qez2" data-start="2359" data-end="2453">cerca de 270 das 399 cidades não têm servidores dedicados exclusivamente à Defesa Civil;</li>
<li data-section-id="s83ru2" data-start="2454" data-end="2541">aproximadamente 240 municípios não possuem estrutura física própria para o órgão;</li>
<li data-section-id="rot2yx" data-start="2542" data-end="2703">a utilização de cargos comissionados também pode provocar alta rotatividade de profissionais após mudanças de gestão.</li>
</ul>
<h3 data-section-id="ek82ew" data-start="2705" data-end="2739">Matinhos é citado como exemplo</h3>
<p data-start="2741" data-end="2830">O município de Matinhos aparece como exemplo das dificuldades enfrentadas no Litoral.</p>
<p data-start="2832" data-end="3013">Apesar de manter alguns materiais básicos para uma primeira resposta, a cidade ainda não possui um depósito próprio capaz de armazenar grandes quantidades de materiais humanitários.</p>
<p data-start="3015" data-end="3164">Quando ocorre uma emergência de maior proporção, parte dos recursos precisa ser enviada a partir de Curitiba, aumentando a dependência logística.</p>
<p data-start="3166" data-end="3310">Atualmente, a estrutura municipal conta com apenas um servidor próprio, o coordenador da Defesa Civil, que recebe apoio da Guarda Municipal.</p>
<p data-start="3312" data-end="3588">Em julho de 2026, Matinhos também criou o Fundo Municipal de Proteção e Defesa Civil, com o objetivo, entre outros, de viabilizar uma estrutura própria para armazenar materiais como colchões, barracas e itens necessários para abrigos.</p>
<h3 data-section-id="1jhsiji" data-start="3590" data-end="3637">Obras preventivas podem reduzir os impactos</h3>
<p data-start="3639" data-end="3807">Além de melhorar a estrutura da Defesa Civil, o estudo aponta que investimentos em prevenção são fundamentais para diminuir a necessidade de respostas emergenciais.</p>
<p data-start="3809" data-end="3847">Em Matinhos, foram citadas obras como:</p>
<ul data-start="3849" data-end="4040">
<li data-section-id="9of8h3" data-start="3849" data-end="3917">limpeza e desassoreamento de mais de 25 quilômetros de canais;</li>
<li data-section-id="1pzwpws" data-start="3918" data-end="3960">desobstrução de mais de mil bueiros;</li>
<li data-section-id="43omta" data-start="3961" data-end="4040">instalação de mais de 2 quilômetros de manilhas de PVC de 60 centímetros.</li>
</ul>
<p data-start="4042" data-end="4265">Segundo o coordenador municipal, em chuvas fortes recentes, a água chegou a baixar aproximadamente 10 minutos após o término da tempestade, indicando melhora no sistema de drenagem.</p>
<h3 data-section-id="1yo668z" data-start="4267" data-end="4295">O que o estudo recomenda</h3>
<p data-start="4297" data-end="4342">Entre as principais soluções apontadas estão:</p>
<ol data-start="4344" data-end="4810">
<li data-section-id="xch1rk" data-start="4344" data-end="4420">Criação de depósitos próprios para armazenar materiais de emergência;</li>
<li data-section-id="19e3vyw" data-start="4421" data-end="4503">Descentralização dos estoques, evitando depender exclusivamente da capital;</li>
<li data-section-id="gafp0t" data-start="4504" data-end="4583">Automatização do envio de materiais a partir dos alertas meteorológicos;</li>
<li data-section-id="pzb6sa" data-start="4584" data-end="4674">Fortalecimento das Coordenadorias Municipais de Proteção e Defesa Civil (COMPDECs);</li>
<li data-section-id="1yd8zuy" data-start="4675" data-end="4757">Melhoria da infraestrutura de prevenção contra alagamentos e deslizamentos;</li>
<li data-section-id="qdob59" data-start="4758" data-end="4810">Ampliação dos sistemas de alerta à população.</li>
</ol>
<h3 data-section-id="1io4wzh" data-start="4812" data-end="4825">Em resumo</h3>
<p data-start="4827" data-end="5032">O problema não está apenas na capacidade de a Defesa Civil agir, mas principalmente na estrutura disponível nos municípios e na logística para fazer os recursos chegarem rapidamente às áreas atingidas.</p>
<p data-start="5034" data-end="5462" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Enquanto Curitiba pode receber a primeira remessa de socorro em 6 a 12 horas, municípios do Litoral normalmente enfrentam 24 a 36 horas de espera, e algumas cidades pequenas podem chegar a 72 horas. A distância da capital, a concentração de estoques, a precariedade de estruturas municipais e os bloqueios nas rodovias são apontados como fatores importantes para essa diferença</p>
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		<title>Super El Niño avança e pode levar o Brasil a extremos climáticos; Paraná entra em alerta</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/super-el-nino-avanca-e-pode-levar-o-brasil-a-extremos-climaticos-parana-entra-em-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 20:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas fortes]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[El nino]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos Climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[previsão do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>
		<category><![CDATA[Super El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fenômeno pode se tornar um...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Fenômeno pode se tornar um dos mais intensos já registrados e aumentar o risco de chuvas fortes, tempestades e inundações no Sul do país</h2>
<p class="isSelectedEnd">O avanço acelerado de um possível Super El Niño tem colocado especialistas e autoridades em alerta para os próximos meses. As projeções indicam que o fenômeno pode atingir uma intensidade recorde, com reflexos importantes no clima brasileiro durante a primavera e o início do verão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as regiões que podem sofrer impactos está o Sul do Brasil. Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul aparecem nos cenários climáticos com possibilidade de períodos de chuva intensa, tempestades severas e aumento do risco de alagamentos e inundações.</p>
<h2>Fenômeno pode atingir força recorde</h2>
<p class="isSelectedEnd">As projeções citadas por meteorologistas apontam para um forte aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial nos próximos meses.</p>
<p class="isSelectedEnd">A expectativa é de que o fenômeno avance rapidamente e possa alcançar níveis considerados extremos. Algumas projeções indicam anomalias que poderiam chegar a até 4,15°C acima da média histórica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Caso esses cenários se confirmem, o evento poderá entrar para a lista dos episódios mais intensos de El Niño já observados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O comportamento das temperaturas oceânicas tem impacto direto na circulação atmosférica e pode alterar significativamente os padrões de chuva e temperatura em diferentes partes do planeta.</p>
<h2>Paraná pode enfrentar chuva intensa e tempestades</h2>
<p class="isSelectedEnd">Para a Região Sul, os efeitos tradicionalmente associados ao El Niño incluem o aumento das chuvas em determinados períodos.</p>
<p class="isSelectedEnd">No cenário projetado para os próximos meses, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul podem enfrentar episódios de chuva persistente e volumosa, além de tempestades mais severas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O risco de alagamentos, enchentes e outros transtornos relacionados ao excesso de chuva também pode aumentar, principalmente em regiões vulneráveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">As condições climáticas, no entanto, podem variar ao longo da estação e entre diferentes áreas do estado.</p>
<h2>Brasil pode viver cenário de extremos</h2>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto o Sul pode registrar volumes elevados de chuva, outras regiões brasileiras podem enfrentar situações completamente diferentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Áreas do Norte e do Nordeste aparecem em projeções com risco de períodos mais secos, o que poderia aumentar a preocupação com estiagem e incêndios florestais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já o Centro-Oeste pode continuar enfrentando temperaturas elevadas e novas ondas de calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cenário desenha um Brasil marcado por extremos climáticos, com excesso de chuva em algumas regiões e seca e calor intenso em outras.</p>
<h2>Próximos meses serão decisivos</h2>
<p class="isSelectedEnd">A evolução das temperaturas no Oceano Pacífico será acompanhada de perto nos próximos meses.</p>
<p class="isSelectedEnd">Especialistas utilizam diferentes modelos meteorológicos para monitorar a intensidade do fenômeno e atualizar as projeções sobre seus possíveis impactos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A confirmação da força do El Niño dependerá da continuidade do aquecimento oceânico e da resposta da atmosfera.</p>
<p>Enquanto isso, o alerta é para que autoridades e a população acompanhem as atualizações meteorológicas, especialmente diante da possibilidade de eventos extremos durante a primavera e o verão.</p>
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		<title>Paraná entra em alerta para tempestades e Ponta Grossa está entre as cidades com risco</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/parana-entra-em-alerta-para-tempestades-e-ponta-grossa-esta-entre-as-cidades-com-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 20:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[#Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[campos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[ponta grossa]]></category>
		<category><![CDATA[previsão do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Simepar]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestades]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inmet emitiu avisos para centenas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Inmet emitiu avisos para centenas de municípios até domingo; algumas regiões do estado estão sob alerta mais severo</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Paraná está sob alerta para a possibilidade de tempestades entre esta sexta-feira (28) e domingo (30). Os avisos emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indicam condições favoráveis para chuva, trovoadas e temporais em diferentes regiões do estado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesta sexta-feira, o alerta amarelo de perigo potencial para tempestades abrange <strong>214 municípios</strong>, incluindo <strong>Ponta Grossa e outras cidades dos Campos Gerais</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A previsão para o fim de semana amplia a área de atenção no Paraná, com alertas alcançando grande parte do estado. As regiões Sul, Sudoeste e Oeste devem concentrar as condições mais severas.</p>
<h2>Vinte cidades estão sob alerta laranja nesta sexta</h2>
<p class="isSelectedEnd">Além do alerta amarelo, 20 municípios paranaenses estão sob <strong>alerta laranja</strong>, que indica maior risco de tempestades.</p>
<p class="isSelectedEnd">As cidades incluídas no aviso mais intenso são:</p>
<p class="isSelectedEnd">Barracão, Bom Jesus do Sul, Bom Sucesso do Sul, Clevelândia, Coronel Domingos Soares, Coronel Vivida, Flor da Serra do Sul, Francisco Beltrão, General Carneiro, Honório Serpa, Itapejara d&#8217;Oeste, Manfrinópolis, Mangueirinha, Mariópolis, Marmeleiro, Palmas, Pato Branco, Renascença, Salgado Filho e Vitorino.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para sábado (29) e domingo (30), o alerta laranja permanece concentrado em municípios do Sul e Sudoeste do Paraná.</p>
<h2>Calor e ventos fortes também marcam o fim de semana</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as previsões meteorológicas, o Paraná também deve registrar temperaturas elevadas durante o fim de semana, com marcas próximas ou superiores aos <strong>30°C em diversas regiões</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os ventos vindos das regiões Norte e Noroeste podem ganhar intensidade, com rajadas superiores a <strong>50 km/h em alguns pontos do estado</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos Campos Gerais, há possibilidade de chuva localizada e rápida durante os períodos de maior aquecimento, especialmente em áreas próximas a serras e vales.</p>
<p class="isSelectedEnd">A instabilidade também deve avançar durante a noite para regiões do Oeste, Sudoeste e Sul do Paraná.</p>
<h2>Sistema frontal aumenta risco de chuva no sábado</h2>
<p class="isSelectedEnd">A previsão indica aumento da instabilidade no sábado devido à atuação de um sistema frontal no Sul do Brasil e à presença de uma área de baixa pressão próxima ao Paraguai.</p>
<p class="isSelectedEnd">A combinação entre calor e umidade favorece a formação de áreas de instabilidade em várias regiões paranaenses.</p>
<p class="isSelectedEnd">A chuva pode ocorrer em diferentes momentos do dia nas áreas próximas a Santa Catarina, enquanto em outras regiões a maior possibilidade de precipitações deve ocorrer principalmente a partir da tarde.</p>
<h2>Domingo pode ter novas tempestades</h2>
<p class="isSelectedEnd">No domingo, a atuação de um sistema de baixa pressão deve continuar favorecendo a entrada de calor e umidade no Paraná.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com isso, há possibilidade de novas tempestades em diferentes regiões do estado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Moradores devem acompanhar as atualizações dos órgãos meteorológicos e ficar atentos às mudanças nas condições do tempo durante o fim de semana.</p>
<h2>Ponta Grossa está entre as cidades em alerta</h2>
<p class="isSelectedEnd">Ponta Grossa aparece entre os <strong>214 municípios incluídos no alerta amarelo desta sexta-feira</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outras cidades dos Campos Gerais e regiões próximas também estão na área de atenção, como Carambeí, Castro, Imbituva, Irati, Ipiranga, Ivaí, Palmeira, Porto Amazonas, Prudentópolis, Tibagi e Teixeira Soares.</p>
<p>O alerta indica possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas e condições de tempo instável.</p>
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		<title>Super El Niño pode atingir intensidade máxima entre outubro e dezembro e aumentar risco de temporais no Paraná</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/super-el-nino-pode-atingir-intensidade-maxima-entre-outubro-e-dezembro-e-aumentar-risco-de-temporais-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 16:46:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[clima Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[El nino]]></category>
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		<category><![CDATA[previsão do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Simepar]]></category>
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		<category><![CDATA[temporais]]></category>
		<category><![CDATA[verão 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fenômeno deve provocar chuvas acima...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="nwd50h" data-start="114" data-end="236">Fenômeno deve provocar chuvas acima da média e elevar o risco de inundações, enxurradas e tempestades severas no estado</h2>
<p data-start="238" data-end="434">O fenômeno climático <strong data-start="259" data-end="270">El Niño</strong> está ganhando força no Oceano Pacífico Equatorial e pode atingir sua maior intensidade entre <strong data-start="364" data-end="394">outubro e dezembro de 2026</strong>, com impactos significativos no Paraná.</p>
<p data-start="436" data-end="602">Segundo os dados apresentados, há mais de <strong data-start="478" data-end="502">90% de probabilidade</strong> de o evento alcançar uma classificação muito forte durante a primavera e o verão no Hemisfério Sul.</p>
<h3 data-section-id="jviyh2" data-start="604" data-end="645">Paraná pode ter chuvas acima da média</h3>
<p data-start="647" data-end="802">A influência do fenômeno deve se estender até o <strong data-start="695" data-end="725">primeiro trimestre de 2027</strong>, aumentando a possibilidade de períodos com chuvas acima da média no Paraná.</p>
<p data-start="804" data-end="950">As regiões <strong data-start="815" data-end="847">Oeste, Sudoeste e Centro-Sul</strong> estão entre as áreas que podem apresentar maior risco de inundações, enxurradas e tempestades severas.</p>
<h3 data-section-id="aoz54r" data-start="952" data-end="998">Aquecimento do Pacífico influencia o clima</h3>
<p data-start="1000" data-end="1169">Dados de monitoramento climático apontam que a temperatura da superfície do mar em áreas do Pacífico Equatorial chegou a <strong data-start="1121" data-end="1168">1,4°C acima da média climatológica em julho</strong>.</p>
<p data-start="1171" data-end="1438">O aquecimento também foi observado em camadas mais profundas do oceano, chegando a aproximadamente 200 metros. Esse aumento da temperatura do oceano influencia a circulação atmosférica e pode alterar os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do planeta.</p>
<h3 data-section-id="rokww9" data-start="1440" data-end="1476">Frentes frias podem ganhar força</h3>
<p data-start="1478" data-end="1680">O El Niño não significa que haverá chuva todos os dias. O fenômeno, porém, pode favorecer condições para que <strong data-start="1587" data-end="1629">frentes frias e áreas de baixa pressão</strong> atuem com maior intensidade sobre o Sul do Brasil.</p>
<p data-start="1682" data-end="1847">Os primeiros sinais de mudança no padrão climático já teriam sido observados durante o inverno no Paraná, antes do período previsto de maior intensidade do fenômeno.</p>
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		<title>Ponta Grossa e região estão em alerta para tempestades nesta sexta-feira</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/ponta-grossa-e-regiao-estao-em-alerta-para-tempestades-nesta-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 11:38:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Previsão do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[#Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[campos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[ponta grossa]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestades]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alerta do INMET prevê chuva...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Alerta do INMET prevê chuva intensa, ventos de até 100 km/h e possibilidade de alagamentos e quedas de árvores</h2>
<h3>Alerta permanece válido até a noite desta sexta-feira</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um <strong>alerta de perigo para tempestades</strong> que abrange Ponta Grossa e municípios da região do Centro Oriental Paranaense.</p>
<p class="isSelectedEnd">O aviso teve início às <strong>9h30 de quinta-feira (13)</strong> e permanece válido até as <strong>23h59 desta sexta-feira (14)</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o instituto, são esperados volumes de chuva entre <strong>30 e 60 milímetros</strong>, além de ventos intensos que podem atingir <strong>100 km/h</strong>.</p>
<h3>Tempestades podem causar transtornos</h3>
<p class="isSelectedEnd">As condições meteorológicas previstas podem provocar <strong>interrupções no fornecimento de energia elétrica, danos em plantações, queda de árvores e alagamentos</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A população deve ficar atenta durante o período de validade do alerta, principalmente em locais com risco de alagamento ou próximos a árvores e estruturas que possam ser afetadas pelos ventos fortes.</p>
<h3>Orientações durante as tempestades</h3>
<p class="isSelectedEnd">Em caso de emergência, a recomendação é acionar a <strong>Defesa Civil pelo telefone (42) 3220-1030</strong> ou o <strong>Corpo de Bombeiros pelo 193</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ocorrências relacionadas à rede elétrica, como <strong>falta de energia e queda de postes</strong>, devem ser comunicadas à concessionária responsável pelo fornecimento de energia na região.</p>
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</div>
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