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	<title>Arquivos tjpr - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos tjpr - MZ Notícia</title>
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	<item>
		<title>Família no Paraná pode perder guarda do filho após insistir em homeschooling</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/familia-no-parana-pode-perder-guarda-do-filho-apos-insistir-em-homeschooling/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 19:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Família já foi multada pela...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><strong>Família já foi multada pela Justiça por manter criança fora da escola; nova decisão menciona possibilidade de transferência da guarda aos avós</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma família de São Mateus do Sul, no Paraná, enfrenta uma nova etapa de uma disputa judicial envolvendo a educação domiciliar de um menino de 10 anos. Os pais optaram pelo homeschooling e, segundo a decisão judicial, continuam descumprindo a determinação para que a criança seja matriculada e frequente uma escola regular.</p>
<p class="isSelectedEnd">A situação ganhou um novo capítulo após uma intimação expedida em 3 de setembro. O documento, segundo a família, menciona a possibilidade de concessão da guarda do menino aos avós maternos caso os pais permaneçam descumprindo as determinações relacionadas à matrícula e à frequência escolar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os responsáveis tiveram prazo para se manifestar sobre a situação da criança e sobre relatórios sociais relacionados ao caso.</p>
<h2>Família se preocupa com possibilidade de mudança na guarda</h2>
<p class="isSelectedEnd">A mãe afirmou que a nova decisão causou preocupação justamente por apresentar uma possibilidade que não havia sido colocada dessa maneira nas situações anteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo ela, o documento assinado pelo juiz responsável pelo caso aponta que o Ministério Público pode buscar a transferência da guarda aos avós maternos diante da insistência da família em manter a criança no ensino domiciliar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os pais contestam a possibilidade e afirmam que não há abandono, negligência ou falta de acompanhamento do filho. Eles também dizem ter apresentado documentos, registros das atividades e avaliações para demonstrar que a criança recebe acompanhamento educacional.</p>
<h2>Pais já foram alvo de multas</h2>
<p class="isSelectedEnd">A disputa envolvendo a educação do menino não começou agora. Os responsáveis já haviam sido condenados ao pagamento de multa diária por não cumprir a determinação judicial relacionada à matrícula escolar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em uma decisão anterior, a família chegou a receber uma multa de R$ 2 mil por dia, além da suspensão das Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs).</p>
<p class="isSelectedEnd">Posteriormente, após recurso apresentado ao Tribunal de Justiça do Paraná, a suspensão das CNHs foi derrubada. O valor da multa também foi alterado, passando a considerar três salários mínimos e R$ 250 por dia, sem estabelecimento de um teto máximo, conforme relatado pela família.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das mudanças, a determinação para que o menino seja matriculado e frequente a rede regular de ensino permaneceu.</p>
<h2>Como funciona a educação em casa</h2>
<p class="isSelectedEnd">A mãe, que possui formação na área de educação, afirma que acompanha diretamente os estudos do filho e conta com o auxílio de outros professores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a família, a criança realiza atividades envolvendo diferentes disciplinas e também participa de ações voltadas à socialização, esportes e outros projetos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os pais defendem que o menino não está sem educação e sustentam que o modelo adotado em casa proporciona acompanhamento constante.</p>
<h2>O que diz a legislação brasileira</h2>
<p class="isSelectedEnd">A discussão sobre homeschooling ainda envolve questões jurídicas no Brasil. Em 2018, o Supremo Tribunal Federal decidiu que não existe, naquele momento, um direito ao ensino domiciliar sem que haja uma legislação específica regulamentando a modalidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dessa forma, no caso dessa família, a Justiça mantém a determinação para que a criança esteja matriculada e frequente uma instituição de ensino.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os pais, por outro lado, defendem a educação domiciliar e continuam questionando judicialmente a obrigatoriedade de matrícula.</p>
<h2>Possível mudança de guarda</h2>
<p class="isSelectedEnd">A possibilidade de transferência da guarda para os avós maternos representa uma nova preocupação para a família. A medida aparece no contexto do processo relacionado ao cumprimento da determinação de matrícula e frequência escolar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os responsáveis afirmam que pretendem continuar utilizando os recursos judiciais disponíveis para defender a opção pela educação domiciliar.</p>
<p>Enquanto a disputa segue na Justiça, permanece a determinação para que o menino seja matriculado e frequente a rede regular de ensino.</p>
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		<item>
		<title>Homem é condenado no Paraná após enviar mensagens de cunho sexual para criança</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/homem-e-condenado-no-parana-apos-enviar-mensagens-de-cunho-sexual-para-crianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:40:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CRIANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[crime sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>
		<category><![CDATA[guaíra]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[justica]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[tjpr]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Réu tentou justificar os contatos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Réu tentou justificar os contatos alegando que estava sob efeito de álcool, mas Justiça considerou conjunto de provas suficiente para a condenação</h2>
<h2>Contato começou pelas redes sociais</h2>
<p class="isSelectedEnd">Um homem foi condenado pela Justiça do Paraná após manter contato de cunho sexual com uma menina que tinha entre 10 e 11 anos de idade. O caso aconteceu na Comarca de Guaíra, na região Oeste do estado, e foi analisado pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a decisão judicial, o homem teria iniciado o contato com a criança pelas redes sociais e posteriormente utilizado aplicativos de mensagens para continuar a comunicação.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o processo, ele teria utilizado perfis falsos para manter o contato mesmo após ser bloqueado pela vítima.</p>
<h2>Provas digitais foram consideradas pela Justiça</h2>
<p class="isSelectedEnd">A investigação reuniu boletim de ocorrência, depoimentos, capturas de tela e vídeos. O conjunto de provas foi utilizado para comprovar a materialidade e a autoria do crime.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas conversas, o acusado teria utilizado expressões de intimidade com a menina e enviado conteúdos de natureza sexual.</p>
<p class="isSelectedEnd">O crime é previsto no artigo 241-D do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que trata do aliciamento, assédio, instigação ou constrangimento de criança por meio de comunicação com a finalidade de praticar ato libidinoso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A legislação prevê pena de três a cinco anos de prisão para esse tipo de crime, com possibilidade de aumento em determinadas circunstâncias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A pena aplicada ao réu não foi divulgada, e o processo tramita sob sigilo.</p>
<h2>Réu alegou desconhecer a idade da vítima</h2>
<p class="isSelectedEnd">Durante o processo, o homem afirmou que não sabia a idade da menina e tentou justificar o envio dos conteúdos alegando que estaria sob efeito de álcool.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Justiça, porém, rejeitou o recurso apresentado pela defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na análise do caso, foram considerados os depoimentos da vítima e da mãe, além das provas digitais reunidas durante a investigação.</p>
<h2>Vítima apresentou consequências após os fatos</h2>
<p class="isSelectedEnd">Conforme os relatos considerados no processo, a criança passou a apresentar crises de ansiedade, automutilação, medo e dificuldades escolares após os episódios.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão destacou que as provas digitais e os depoimentos foram considerados convergentes e suficientes para demonstrar a prática do crime.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da condenação criminal, o homem também foi condenado ao pagamento de indenização por danos morais à vítima.</p>
<h2>Justiça mantém condenação</h2>
<p class="isSelectedEnd">A relatora do processo considerou comprovadas a materialidade e a autoria do crime com base no conjunto de documentos e depoimentos apresentados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O pedido de absolvição foi rejeitado pela 2ª Câmara Criminal do TJPR, que manteve a condenação do acusado.</p>
<p>O caso tramita em sigilo no Judiciário, por envolver uma criança vítima de crime sexual.</p>
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		<item>
		<title>Justiça do Paraná mantém condenação de dois advogados por ligação com o PCC</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/justica-do-parana-mantem-condenacao-de-dois-advogados-por-ligacao-com-o-pcc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
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		<category><![CDATA[condenação]]></category>
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		<category><![CDATA[Organização Criminosa]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>5ª Câmara Criminal do TJPR...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>5ª Câmara Criminal do TJPR negou recurso e confirmou penas de sete anos de prisão em regime inicial semiaberto</h2>
<h3>Condenação foi mantida</h3>
<p class="isSelectedEnd">A 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) negou provimento ao recurso apresentado pela defesa e manteve a condenação de dois advogados denunciados por ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dois foram condenados a <strong>sete anos de reclusão, em regime inicial semiaberto</strong>, pelo crime de organização criminosa, com aplicação de agravantes relacionadas ao emprego de arma de fogo e à conexão com outras organizações criminosas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação que levou à denúncia foi conduzida pelo Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com a Polícia Civil.</p>
<h3>Advogados fariam parte de setor da organização</h3>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a denúncia apresentada pelo Gaeco, os advogados integravam um setor da organização criminosa denominado <strong>“Geral dos Gravatas”</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o processo, eles seriam contratados e remunerados diretamente com recursos provenientes de atividades ilícitas da facção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da assistência jurídica a integrantes do grupo, a acusação apontou que os advogados teriam atuado em situações relacionadas a rebeliões, criado circunstâncias adversas dentro de unidades prisionais e servido como canal de comunicação e logística para líderes da organização que estavam encarcerados.</p>
<h3>Tribunal destaca limites das prerrogativas profissionais</h3>
<p class="isSelectedEnd">Ao manter a condenação, a 5ª Câmara Criminal do TJPR destacou que as prerrogativas previstas para o exercício da advocacia não podem ser utilizadas para práticas ilícitas destinadas a atender aos interesses de uma organização criminosa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O acórdão também apontou que a atuação em benefício de uma facção representa violação dos deveres profissionais e éticos atribuídos aos advogados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse entendimento foi considerado pelo Tribunal na avaliação da culpabilidade e na manutenção da pena-base aplicada aos réus.</p>
<h3>Aumentos de pena também foram mantidos</h3>
<p class="isSelectedEnd">O Tribunal confirmou ainda a aplicação das causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo e à conexão com outras organizações criminosas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o entendimento adotado pelos magistrados, essas circunstâncias possuem caráter objetivo e podem ser aplicadas aos integrantes da organização criminosa quando presentes os requisitos previstos na legislação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão também considerou as características atribuídas ao grupo, incluindo seu poder bélico e as conexões mantidas com outras facções criminosas no Brasil e no exterior.</p>
<p>Com a decisão da 5ª Câmara Criminal, permanece válida a condenação dos dois advogados a sete anos de reclusão em regime inicial semiaberto.</p>
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