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UEPG aguarda posição da justiça para pagar trabalhadores do Hospital da Criança

 

 

Os trabalhadores do antigo Hospital da Criança, agora Hospital Universitário Materno Infantil – HUMAI, comandado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG, estão a mais de 60 dias sem receber salários.

Em nota a UEPG afirma que os serviços de recepção são prestados por empresa terceirizada e que o Hospital Universitário “aguarda manifestação da justiça no processo aberto pelo sindicato para que seja possível efetuar depósito dos salários em conta judicial. A instituição está mobilizada para que os colaboradores terceirizados recebam o quanto antes os seus salários”, finaliza a nota.

Por outro lado os trabalhadores estão apreensivos e desesperados, uma trabalhadora afirma que a situação é complicada e a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, neste caso os trabalhadores. “ A situação da HUMAI é revoltante, é muito comodo para a UEPG e para a Via Nova, pra variar neste Brasil injusto a corda sempre arrebenta no lado mais fraco e arrebentou para as trabalhadoras, muitos não tem dinheiro para alimento e nem para transporte, outros estão com familiares doente outros tem notificação judicial para deixar o imóvel por não conseguirem pagar o aluguel. Isso é revoltante você trabalhar e não receber seu salário. Até quando esses corruptos irão continuar dominando”, desabafa uma trabalhadora.

Na última sexta-feira 7, o portal Mz Notícia levou a informação a conhecimento público, onde foi mencionado o relato de uma trabalhadora que expôs a dificuldade em conseguir informações do processo pelo sindicato SIEMACO, o qual havia entrado com uma Medica Cautelar.

Nesta segunda-feira 10, o sindicato emitiu uma nota em resposta a nossa reportagem, onde diz “O SIEMACO constatou inverdades no que se refere às informações a respeito da Medida Cautelar, haja vista que o departamento jurídico nunca se negou a repassar informações”, em outro trecho da nota o sindicato afirma que outras medidas serão tomadas caso haja novos comentários. “Em caso de nova veiculação de comentários inverídicos envolvendo o referido processo e o SIEMACO, serão tomadas as medidas judiciais cabíveis a fim de responsabilizar os responsáveis”, diz a nota.

Uma trabalhadora contestou a nota enviada pelo sindicato, afirmando que houve sim falta de informação. “Temos um grupo onde seria colocada todas as informações, e tem uma pessoa responsável por repassá-las, porém sempre que questionamos ela nunca nos responde. O sindicato ficou incomodado com as informações repassadas para o portal Mz Notícia, dizendo que isso está denegrindo a imagem do sindicato”, disse a trabalhadora.

Confira na íntegra o desabafo da funcionária:

Para manter sigilo da identidade, o áudio sofreu edição de voz.

Reiteramos que com exclusividade o Portal Mz Notícia trouxe as denúncias para o conhecimento da população e em todos os momentos buscou ouvir todos os lados envolvidos.

A denúncia foi levada ao ar no Jornal Mz Notícia 2ª Edição, as 18 horas na Rádio Mz FM.

Redação Portal Mz Notícia
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