Na última semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que pedirá que órgãos do governo divulgem arquivos sobre vida alienígena e extraterrestre, fenômenos aéreos não identificados e OVNIs (objetos voadores não identificados).
A decisão foi tomada em resposta de Trump ao ex-presidente Barack Obama, que afirmou em uma entrevista a um podcast que “alienígenas são reais”. Não é de hoje que o tema é destaque, principalmente nos Estados Unidos. No passado, o Projeto Livro Azul, do governo americano, investigava casos envolvendo OVNIs, muitos até hoje sem explicação
Cientificamente, um OVNI é um objeto voador não identificado. Ou seja, não significa que é algo ligado a “extraterrestres”. Manchas no céu, eventos meteorológicos, aeronaves estranhas (militares) e outros tipos de fenômenos se enquadram nessa descrição.
O Brasil, por exemplo, mantém em seu Arquivo Nacional um registro de todas as ocorrências de OVNIs em território nacional que computa eventos que não necessariamente são relacionamentos a discos voadores e seres de outros planetas.
“Esta denominação serve para designar qualquer objeto voador que não teve sua origem identificada de maneira imediata. Ou seja, podem ser satélites, drones, balões, fenômenos naturais, entre outros”, diz o órgão em seu site.
A Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, por outro lado, mudou a nomenclatura que usa para tratar de fenômenos desse gênero. Desde 2022, eles usam a sigla UAPs, que em português significa fenômenos anômalos não-identificados.
De lá para cá, o órgão norte-americano tem empenhado esforços para oferecer explicações científicas aos eventos analisados.





