Na manhã de segunda-feira, as forças armadas dos Estados Unidos e do Irã protagonizaram o segundo dia consecutivo de ataques no Estreito de Ormuz, ponto estratégico que conecta o Golfo Pérsico ao Oceano Índico.
A mídia estatal iraniana, por meio da agência IRNA, declarou que o estreito foi “completamente fechado para todos os tipos de embarcações”, alegando que navios de qualquer bandeira foram impedidos de atravessar.
Em contrapartida, o Comando Central dos EUA informou que navios comerciais continuam a transitar pela via marítima, ressaltando que a presença de embarcações civis não foi interrompida e que a segurança da rota permanece garantida.
Especialistas apontam que a divergência de informações evidencia a fragilidade do cessar-fogo anunciado entre as duas potências, e alertam para possíveis impactos nas exportações brasileiras, que dependem do Ormuz para o escoamento de petróleo e produtos derivados.
Para o Paraná, a instabilidade no estreito pode refletir em preços de combustíveis e na cadeia logística de empresas que importam insumos do Oriente Médio.





