Proposta foi aprovada por unanimidade em primeira discussão na Câmara e prevê que alimentos excedentes sejam destinados a professores e profissionais das escolas municipais
Um projeto de lei que autoriza professores e demais profissionais em efetivo exercício nas escolas municipais de Ponta Grossa a consumirem a merenda escolar remanescente foi aprovado em primeira discussão nesta segunda-feira (17), na Câmara de Vereadores.
A proposta recebeu 18 votos favoráveis. A única ausência foi da vereadora Teka dos Animais. Agora, o projeto segue para segunda votação no Legislativo municipal.
De autoria do vereador Guilherme Mazer (PT), a iniciativa tem como objetivos combater o desperdício de alimentos preparados, promover a integração entre professores e alunos durante as refeições e valorizar os profissionais da educação.
Estudantes continuam sendo prioridade
De acordo com a proposta, a prioridade no atendimento permanece sendo dos estudantes. Somente os alimentos que sobrarem após o atendimento dos alunos poderão ser disponibilizados aos trabalhadores das escolas.
A medida, segundo a justificativa do projeto, não exigiria aumento na compra de alimentos ou outros insumos para a merenda escolar.
Também não haveria interferência em direitos já garantidos aos profissionais, como o vale-alimentação.
Projeto segue para segunda votação
O texto ainda precisa passar por uma segunda discussão na Câmara de Vereadores antes de ser encaminhado para sanção da prefeita Elizabeth Schmidt (PL).
A proposta defende que o aproveitamento dos alimentos já preparados e adequados para consumo pode contribuir para a redução do desperdício e, ao mesmo tempo, beneficiar os profissionais que atuam diariamente nas escolas municipais.
A Prefeitura de Ponta Grossa foi questionada sobre qual procedimento é adotado atualmente pela Secretaria Municipal de Educação para destinar as sobras da merenda escolar. Até a publicação da matéria, não houve retorno.





