Paulo Balansin comparou o Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais com a Santa Casa de Misericórdia e fez críticas à gestão da unidade
Durante um pronunciamento na Câmara Municipal de Ponta Grossa, o vereador Paulo Balansin (União Brasil) comparou a atuação da Santa Casa de Misericórdia com a do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HU-UEPG) e criticou a administração do hospital.
A manifestação ocorreu após a participação do provedor da Santa Casa, Juarez Antonio Carvalho, na Tribuna Livre da Câmara.
Vereador elogia atuação da Santa Casa
Inicialmente, Balansin parabenizou Juarez Antonio Carvalho e os profissionais da Santa Casa pelo trabalho realizado pela instituição.
O vereador afirmou conhecer o provedor há muitos anos e destacou a competência dele na condução das atividades da instituição.
Balansin também declarou que, na avaliação dele, a Santa Casa teria avançado nos últimos cinco anos o equivalente ao que não havia conseguido avançar em 50 anos.
Comparação entre Santa Casa e HU-UEPG
Na sequência, o vereador passou a comparar números e estruturas da Santa Casa com o Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais.
Segundo Balansin, a Santa Casa gastaria três vezes menos que o Hospital Regional, teria três vezes menos funcionários e atenderia três vezes mais pacientes.
Durante o discurso, entretanto, os números citados pelo vereador não foram acompanhados da apresentação de dados ou levantamentos que comprovassem as afirmações.
Balansin também afirmou que a Santa Casa seria a instituição responsável por resolver os problemas de saúde de Ponta Grossa, enquanto o Hospital Regional atenderia principalmente moradores de outros municípios da região.
Gestores do Hospital Regional são chamados de “incompetentes”
Ao criticar a situação do atendimento em Ponta Grossa, o vereador afirmou que moradores enfrentariam filas e dependeriam da atuação dos responsáveis pelo hospital.
Na sequência, Balansin classificou como “incompetentes” aqueles que dirigem o Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais.
A declaração gerou repercussão diante da comparação feita entre as duas instituições de saúde.





