Visitante ultrapassou o guarda-corpo da passarela e se aproximou das quedas d’água para buscar o aparelho. Episódio aconteceu em junho, no Parque Nacional do Iguaçu, e terminou com multa de R$ 7,8 mil.
Um turista que ultrapassou a proteção e pulou nas águas das Cataratas do Iguaçu para recuperar um celular recebeu uma multa de R$ 7.800 aplicada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
O episódio aconteceu em 6 de junho, no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, mas a penalidade aplicada ao visitante foi divulgada posteriormente.
O homem foi identificado pelo ICMBio e recebeu um Auto de Infração com base no artigo 90 do Decreto nº 6.514/2008. A identidade dele não foi divulgada.
Até a atualização das informações, não havia confirmação sobre o pagamento da multa. O turista ainda pode recorrer da decisão.
Turista ultrapassou guarda-corpo para buscar aparelho
A situação foi registrada por outros visitantes que estavam nas Cataratas.
Nas imagens, o turista aparece se pendurando no guarda-corpo da passarela e ultrapassando a estrutura. Em seguida, ele desce em direção à água para recuperar o celular que havia caído.
Depois de encontrar o aparelho, o homem tenta retornar à passarela e enfrenta dificuldades para subir novamente.
A atitude colocou o visitante em uma área de risco próxima às quedas d’água.
Bombeiros intervieram após episódio
Bombeiros civis responsáveis pelo monitoramento das trilhas e da passarela de acesso à Garganta do Diabo intervieram depois da ocorrência.
O turista foi acompanhado pelos profissionais até o fim do passeio e, posteriormente, retirado do parque.
O Parque Nacional do Iguaçu proíbe que visitantes ultrapassem, subam ou sentem nos guarda-corpos das estruturas de visitação. A regra também vale para situações envolvendo fotografias ou tentativa de recuperação de objetos.
Derrubou algo? Orientação é não tentar buscar
A orientação para quem deixa cair celular ou qualquer outro objeto no rio ou nas encostas é não ultrapassar as barreiras de segurança para tentar recuperá-lo.
Nessas situações, o visitante deve procurar os bombeiros que atuam no parque. A equipe avalia as condições do local e verifica se é possível realizar a recuperação de maneira segura.
Segundo o ICMBio, as restrições existem para proteger não apenas os turistas, mas também os profissionais que eventualmente precisam participar de operações de resgate e o patrimônio natural da unidade de conservação.
O descumprimento das áreas de restrição pode resultar em responsabilização, como ocorreu no caso do turista autuado.
Foto: Reprodução/ Rede Sociais




