HOMEM É PRESO APÓS ATIRAR EM TRABALHADOR QUE ESTAVA COM FILHO DE 2 ANOS NO COLO EM CARAMBEÍ
Brasil Paraná

HOMEM É PRESO APÓS ATIRAR EM TRABALHADOR QUE ESTAVA COM FILHO DE 2 ANOS NO COLO EM CARAMBEÍ

29/10/2026 | 16:17 Por Redação MZ

Um homem de 30 anos foi preso suspeito de atirar contra um trabalhador de 33 anos que estava com o filho de dois anos no colo, na zona rural de Carambeí, nos Campos Gerais do Paraná. O caso aconteceu na terça-feira (27), e a prisão foi realizada na mesma noite, em Castro.

De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada depois que a vítima deu entrada em uma unidade de saúde com um ferimento por arma de fogo no tórax. O homem foi inicialmente atendido em Carambeí e, posteriormente, transferido ao Hospital Regional de Ponta Grossa para avaliação e procedimento cirúrgico. Na ocasião, seu estado de saúde foi descrito como estável.

Conforme o levantamento policial, vítima e suspeito trabalhavam na mesma propriedade rural e tinham histórico de desentendimentos. Após uma discussão, o investigado teria ido até a residência do trabalhador e efetuado um disparo.

No momento do tiro, a vítima segurava o filho de dois anos. Segundo o relato divulgado sobre a ocorrência, a criança caiu no chão após o pai ser atingido. Uma testemunha que tentou intervir também teria sido ameaçada com a arma.

Depois do disparo, o suspeito fugiu em uma motocicleta em direção a Castro. A Polícia Militar iniciou buscas e localizou o homem em uma residência na Vila Operária.

Segundo a PM, o suspeito confessou ter efetuado o disparo, mas alegou legítima defesa, afirmando que teria sido ameaçado pela vítima. Ele indicou aos policiais onde estava a arma apontada como utilizada no crime.

Um revólver calibre .38, com cinco munições intactas e uma deflagrada, foi apreendido. O homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, junto com o material recolhido.

O caso será investigado para esclarecer as circunstâncias do disparo e avaliar a versão apresentada pelo suspeito. A alegação de legítima defesa deverá ser examinada pelas autoridades competentes no curso da apuração.