A atividade econômica brasileira avançou 0,5% em agosto de 2026 na comparação com julho, depois de dois meses consecutivos de retração. O resultado é do Monitor do PIB, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Na comparação com agosto do ano passado, a expansão foi de 1,5%. Já o trimestre móvel encerrado em agosto apresentou alta de 1,7%, enquanto o crescimento acumulado em 12 meses chegou a 1,8%.
Pelo lado da oferta, a indústria extrativa e o setor de serviços contribuíram para o avanço. Na demanda, exportações e consumo do governo ajudaram a compensar a desaceleração do consumo das famílias.
Os dados mostram recuperação mensal da atividade, mas não significam que todos os setores da economia tenham apresentado crescimento. O indicador da FGV é uma estimativa e não substitui a divulgação oficial das contas nacionais pelo IBGE.
O desempenho ocorre em um cenário de atenção à inflação, aos juros e às expectativas para o crescimento brasileiro ao longo de 2026.





