O Coletivo Levante Mulheres Vivas de Ponta Grossa, em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e o Diretório Central dos Estudantes, expressou forte indignação diante do ato de desrespeito e misoginia cometido por membros da equipe de futsal na Copa de Calouros da Atlética Los Bravos, realizada no último sábado, 7 de março.
De acordo com o Coletivo, a ação, que foi capturada em imagens e amplamente divulgada, “representa uma expressão visível de violência simbólica direcionada às mulheres, caracterizada pela objetificação e desvalorização do corpo feminino e daqueles com vulva, afetando tanto mulheres cisgêneros quanto mulheres trans.“.
O Coletivo Levante Mulheres Vivas de Ponta Grossa, em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e o Diretório Central dos Estudantes, expressou seu veemente repúdio ao ato ofensivo e misógino realizado por membros da equipe de futsal durante a Copa de Calouros da Atlética Los Bravos, que teve lugar no último sábado, dia 7 de março.
De acordo com o Coletivo, a ação, que foi capturada em imagem e amplamente divulgada, “representa uma expressão pública de violência simbólica direcionada às mulheres, caracterizada pela objetificação e pelo desdém em relação ao corpo feminino e ao corpo com vulva, afetando tanto mulheres cisgênero quanto mulheres trans.“.
De acordo com o coletivo, sob a perspectiva legal, “é fundamental ressaltar que ações que desrespeitam a dignidade feminina infringem direitos essenciais garantidos pela Constituição da República Federativa do Brasil de 1988”.
O grupo enfatiza que “atitudes que sujeitam mulheres a desprezo, zombarias ou humilhações públicas podem ser consideradas ofensas à honra, conforme os artigos 138, 139 e 140 do Código Penal, além de se ajustarem como violência moral e simbólica de gênero, como reconhecido pela Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha)”.
Por último, o coletivo salienta que o Supremo Tribunal Federal (STF) já estabeleceu a posição de que a identidade de gênero é uma forma de dignidade da pessoa humana, assegurando proteção legal às mulheres trans contra discriminação e abusos.
A Associação Atlética Acadêmica das Engenharias da Universidade Estadual de Ponta Grossa surgiu no dia 25 de maio de 2009, com o objetivo de unir os estudantes da UEPG em prol do esporte. Atualmente, a atlética conta com mais de 350 atletas e meia de 1100 alunos.





