O Ministério Público do Trabalho registrou 674 denúncias de assédio eleitoral em outubro, em meio à reta final da campanha presidencial de 2026.
O tema envolve situações em que trabalhadores podem sofrer pressão, ameaça ou constrangimento relacionado às suas escolhas políticas ou ao exercício do voto.
O ambiente de trabalho não pode ser utilizado para obrigar funcionários a apoiar candidatos, participar de atos de campanha ou demonstrar preferência partidária. A liberdade de escolha política deve ser respeitada, independentemente da posição do empregador.
O assédio eleitoral pode envolver ameaças de demissão, promessas de benefícios condicionados ao voto, exigência de participação em eventos políticos ou outras formas de pressão sobre os trabalhadores.
A existência de uma denúncia não significa que a irregularidade já tenha sido comprovada. Cada caso precisa ser analisado pelos órgãos competentes, que podem apurar os fatos e adotar medidas conforme as evidências encontradas.
Com a aproximação do segundo turno, a fiscalização desse tipo de conduta ganha relevância para proteger a liberdade de voto e impedir que relações profissionais sejam usadas como instrumento de pressão política.
Trabalhadores que suspeitem de irregularidades podem buscar os canais oficiais do Ministério Público do Trabalho para registrar uma denúncia.





