Kellen Oliveira Bretas Antunes, internada após usar uma caneta emagrecedora do Paraguai vendida de forma ilegal e sem prescrição médica, foi diagnosticada com Síndrome de Guillain-Barré (SGB), segundo parentes. O distúrbio, considerado raro e grave, acontece quando o sistema imunológico ataca os nervos periféricos, causando fraqueza muscular progressiva, dormência e formigamento.
De acordo com a enteada dela, Dhulia Bretas, a mulher, de 42 anos, tem apresentado melhoras, e o quadro de saúde é estável. Ela está fazendo tratamento de hemoglobina, importante para frear a progressão da doença autoimune e auxiliar na recuperação do sistema nervoso.
“Ela está estável. Deu uma melhora significativa, mas o processo vai ser longo, né?! Como ela foi diagnosticada com a Síndrome de Guillain-Barré, aí são, pelo menos, 12 meses de tratamento, com fisioterapia, fonoaudiólogo e outros especialistas”, explicou





