Ocorrências foram registradas na segunda-feira (14). Em uma delas, homem de 47 anos foi abordado com 18 pedras de substância semelhante a crack; em outra, um HB20 apresentou inconsistências na identificação.
Duas ocorrências mobilizaram equipes da Polícia Militar em Ponta Grossa na segunda-feira (14). As ações terminaram com a prisão de um homem de 47 anos por suspeita de tráfico de drogas e com o encaminhamento de uma mulher de 34 anos à Polícia Civil após a identificação de possíveis adulterações em um veículo.
Os casos aconteceram em horários distintos e foram atendidos por equipes do 1º Batalhão de Polícia Militar (1º BPM).
Homem é flagrado com 18 pedras de crack
A primeira ocorrência aconteceu durante a madrugada, por volta das 2h40, durante patrulhamento pela Rua Dr. Edgar Sponholzno.
Segundo a Polícia Militar, a equipe percebeu uma intensa movimentação de pessoas em situação de rua nas proximidades de um beco. Durante a aproximação dos policiais, um homem teria jogado um objeto suspeito às margens da via.
Após a abordagem, os agentes verificaram o material dispensado e encontraram uma sacola plástica contendo 18 pedras de substância análoga a crack.
Com o homem, de 47 anos, também foram encontrados R$ 41,95 em notas e moedas.
Diante da situação, o suspeito, a droga e o dinheiro apreendido foram encaminhados à 4ª Central Regional de Flagrantes, onde foram adotadas as providências cabíveis.
HB20 com possível placa clonada é abordado
Horas depois, por volta das 10h, outra equipe da PM recebeu informações sobre um Hyundai HB20 preto que estaria circulando com possível placa clonada.
Os policiais localizaram o automóvel e realizaram a abordagem. Uma mulher de 34 anos conduzia o veículo.
Durante a vistoria, a equipe constatou inconsistências entre os dados do automóvel e a placa utilizada.
Polícia encontra outros sinais de possível adulteração
A fiscalização foi aprofundada e outros indícios chamaram a atenção dos policiais.
Segundo o 1º BPM, ao aplicar solvente sobre a numeração do chassi localizada sob o banco do passageiro, a tinta saiu com facilidade.
A equipe também verificou que a numeração do motor não correspondia à original de fábrica, aumentando a suspeita de possível adulteração dos elementos identificadores do automóvel.
Questionada sobre a procedência do HB20, a motorista afirmou ter comprado o veículo em uma revenda de automóveis de Ponta Grossa, em abril de 2024, e declarou desconhecer as irregularidades.
A mulher e o automóvel foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, responsável pela continuidade dos procedimentos e pela apuração da procedência do veículo.



