Prazo para aderir ao Desenrola 2.0 termina em 3 de agosto; veja como renegociar dívidas
Brasil

Prazo para aderir ao Desenrola 2.0 termina em 3 de agosto; veja como renegociar dívidas

27/07/2026 | 13:20 Por Redacao

Programa federal de renegociação já movimentou mais de R$ 20 bilhões em acordos e beneficiou mais de 6 milhões de brasileiros.

Prazo para adesão termina na próxima semana

Os consumidores interessados em renegociar dívidas por meio do Desenrola 2.0 têm até o dia 3 de agosto para aderir ao programa do Governo Federal.

Após essa data, as condições especiais oferecidas pela iniciativa deixam de valer, e as negociações deverão ser feitas diretamente com os credores.

Programa já beneficiou milhões de brasileiros

Criado para facilitar a renegociação de débitos, o Desenrola 2.0 já movimentou mais de R$ 20 bilhões em acordos, beneficiando mais de 6 milhões de pessoas, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Além disso, cerca de 4 milhões de consumidores com dívidas de até R$ 100 tiveram seus nomes retirados dos cadastros de inadimplentes, enquanto 1,1 milhão de pessoas conseguiram quitar débitos à vista com descontos de até 80%.

Como participar

Quem ainda pretende aderir ao programa deve verificar se atende aos critérios estabelecidos e procurar sua instituição financeira pelos canais oficiais, como:

  • Aplicativo do banco;
  • Internet banking;
  • Site oficial da instituição;
  • Agência bancária.

Atenção para golpes

Especialistas orientam que os consumidores evitem intermediários e desconfiem de mensagens recebidas por WhatsApp, redes sociais, ligações telefônicas ou e-mails oferecendo facilidades para renegociação mediante pagamento.

A recomendação é utilizar apenas os canais oficiais das instituições financeiras para realizar qualquer negociação.

Avalie as condições antes de fechar o acordo

Antes de aceitar uma proposta de renegociação, é importante analisar se o valor das parcelas cabe no orçamento familiar.

Embora o programa possa ajudar na reorganização financeira, assumir prestações incompatíveis com a renda pode resultar em um novo ciclo de endividamento.